A Thousand Years

35 Capitulo 34: Luz


Notas iniciais
Bonjuor Jesus,acreditam que fiquei mais de 18 dias sem internet nenhuma?Quase enlouqueci.Tá ai minha razão pra não ter atualizado antes a fanfic. Mas falando da historia,capitulo prontinho.Bora ler!

Capitulo 34: Luz

Klaus narrando:

Bip, bip, bip...

Eu poderia dizer que esse sonzinho que não para de se repetir é um dos barulhos mais irritantes que já criaram.Mas nos últimos três dias meu único consolo tem sido ouvir esse som,pois a cada bip desse eu sei que ela ainda esta viva.Significa que ainda existe esperança para nosso amor.

Ria de minha situação patética se quiser.Mas eu Klaus Mikaelson estou aqui sentado em uma das muitas cadeiras desconfortáveis do hospital de Mystic falls.

Há 72 horas intermináveis olhando o rosto pálido e frágil da mulher que amo,sem poder fazer nada a respeito.Eu sou imortal,o ser mais poderoso e odiado desse planeta.Mas nesta exata hora não passo de um homem com medo de perder quem mais ama,aqueles que mais ama.

Acaricio a mão fria de Caroline sentindo algo grosso entalar minha garganta.Fito o adorável rosto que sempre esta tão alegre e cheio de vida,e agora se encontra tão sem cor e frigido.Odeio vê-la em situações como essa,dentro desse quarto de hospital numa cama cercada por aparelhos.Tento fingir que isso não esta me matando,que não estou com medo de que ela nunca mais volte.

Porem a quem vou enganar?

Ela perdeu muito sangue quando Charlotte a feriu com a adaga.Naquele momento eu não consegui enxergar nada além do meu desejo de vingança,eu queria fazer aquela maldita bruxa sentir a mesma dor que eu estava sentindo.

Por isso eu literalmente a destrocei sem pena.Mas enquanto eu descontava a minha dor naquela bruxa sem escrúpulos, Esther se divertia com minhas perdas.

Lembro-me bem da sensação de entorpecimento que me assolou quando ela disse: —Posso não ter conseguido te matar fisicamente, Niklaus. Mas me diga,quão doloroso será assistir e conviver com a morte da mulher que você ama... E do seu filho?

Existem momentos na nossa vida quando passamos por uma dor intensa ou um grande choque em que tudo parece ficar paralisado no tempo.Você escuta os batimentos de seu coração com precisão,vê as coisas ao seu redor acontecendo,mas parece estar congelado.E enquanto tudo em voce parece ter sido parado,uma queimação surge dentro de seu amago,incendiando e arrebentando cada coisa em seu caminho.

Ate que em um golpe bruto,a dor explode no seu peito e quase te enlouquece.

Foi assim que me senti ao ouvir aquelas palavras,mas especialmente a curta palavra filho. No mesmo momento eu fitei o rosto desacordado de Caroline ali no chão,e corri meus olhos de volta para o seu ventre rasgado que minava sangue.E foi então que a consciência do que estava acontecendo me atacou.

Ali naquele espaço aconchegante e precioso estava uma pequena vida do tamanho de um grão de mostarda,que era a mistura exata de mim e dela.Nosso pequeno pontinho brilhante,uma luz para iluminar a parte sombria da minha alma.

Por segundos todo o estardalhaço ao meu derredor evaporou,toda a minha concentração estava alojada sobre o ventre de Caroline.Minha super audição de hibrido se apurou o máximo possível buscando ouvir o som do coração do nosso bebê.

De olhos arregalados eu ouvi um ruído forte e descompassado,em uma simetria diferente do batimento fraco e lento do coração de Caroline.

E então quando a consciência de que eu seria pai me esmagava com força.O som foi desaparecendo ate que eu mal conseguia ouvir a respiração dela,e só escutava o batimento de um coração ao invés de dois.

Com lagrimas nos olhos eu gritei desesperado ao me dar conta de que a cada instante ela estava mais perto da morte,e de que talvez nosso bebê já tivesse morrido.Eu nunca quis ser pai,e com toda a certeza jamais pensei que fosse possível.

Em mil anos de vida eu nunca soube de nada parecido,mas com Caroline nada havia saído como eu esperava mesmo.Porem eu não entendia porque um gosto ruim envolvia minha boca e uma dor insuportável me cortava.Enquanto eu me jogava para frente no rumo da mulher que se dizia ser minha mãe,com um ódio e furor que eu jamais senti antes.

Esther lançou um feitiço de proteção criando uma barreira de fogo entre nós.Eu a atravessei sem nem sentir as queimaduras.Seus olhos estavam assustados, acho que ela nunca havia me visto tão fora de controle.Bem vinda a festa,mamãe!

Agarrei a maldita adaga de prata e corri em sua direção.Ela se manteve me jogando feitiços,tentou paralisar meu corpo.Fazer cortes com laminas invisíveis,mas nada iria me parar.

Elijah surgiu do meu lado direito e Kol do esquerdo,ambos feridos e com suas roupas rasgadas,mas tão ferozes quanto eu.Nós três fomos pra cima dela,jogando nossos corpos em um ataque raivoso e sendo arremessados para longe.

Em um descuido tendo meus dois irmãos caídos no chão,eu me elevei contra ela.Com movimentos ágeis em velocidade vampiresca eu desferi alguns golpes,enquanto Esther criava novas barreiras de proteção.Mas minha movimentação estava mais rápida e destemida do que a sua,pois enfim acertei seu rosto criando uma grandiosa linha que atravessava desde sua testa ate sua bochecha.

Surpresa ela amparou o corte com a palma da mão,me fitando incrédula.Sem dar trégua eu me movi fazendo um novo e único corte em sua garganta,vendo o sangue ser lançado longe e seus olhos me fitarem antes dela cair para trás.

—Tenha uma longa vida no inferno._cuspi.

Larguei de lado a adaga ignorando a mulher sem vida aos meus pés.Antes de correr até Caroline esquecendo de lado minha fúria.

O barulho da porta do quarto de hospital sendo aberta me desperta do meu estado de transe.Elijah põe sua cabeça para dentro analisando meu estado e olhando rapidamente para Caroline ainda adormecida,antes de concluir que não vou assassina-lo se entrar no quarto.

Com toda a sua posse aristocrática natural ele fecha a porta e caminha ate os pés da cama de Caroline,com ambas as mãos no bolso do terno.

—Como ela esta?

—Os médicos dizem que o estado dela é estável.Não houve lesões na cabeça ou escoriações,nenhum órgão vital foi ferido.Todos os exames necessários já foram feitos,aparentemente esta tudo bem.

—Então porque ela ainda esta neste estado de dormência?

Ele sabe que não gosto que diga ‘’estado de coma’’. Faz parecer bem pior do que é.

—Não sei.Já hipnotizei todos médicos que eu vi para me explicarem,mas tudo o que eles dizem é que depende da paciente e não deles._suspiro.

Ficamos em silencio,eu absorvendo este fato infernal de que nada pode ser feito além de esperar,enquanto meu irmão calcula bem se deve fazer sua próxima pergunta.

—Como esta se sentindo com tudo isso?

E com essa pergunta ele quer saber como estou lidando com a ideia de ser pai.Pra ser sincero eu não sei bem o que vou fazer,só sei que nunca senti tanta paz na minha vida quanto como no instante em que o medico me chamou depois de atender Caroline e me disse que apesar da perda considerável de sangue,nosso bebê estava bem.Eu ainda consigo ouvir o coração dele batendo dentro da barriga da mãe,e juro é o som mais prazeroso e reconfortante do mundo.

—Eu só quero que tudo volte a ser como antes.Ela me odiando e querendo me matar,mas aqui tagarela e mandona ao meu lado.

—Duvido muito que ela queira estar em qualquer outro lugar.

Sorrio com sua resposta sem realmente olha-lo.Me sinto vulnerável e exposto.Mas o medo de ficar sem ela,é bem maior do que toda a minha fachada de hibrido mal.

—E a Hayley?

—Esta em casa de repouso.Mesmo sendo uma loba teimosa,eu a fiz ficar deitada.

—Oh eu imagino o quanto ela deve ter adorado isso._dou risada,pela primeira vez nos últimos 3 dias.

—Rebekah também esta sendo mimada pelo Salvatore mais novo,que aparentemente se mudou para nossa casa assim como a pequena Bennett.

—Eu não vou surtar por isso Elijah.Meu ódio pela linhagem de Bonnie já passou,tenho coisas mais importantes para me ocupar.

Ele assente sabendo exatamente ao que me refiro.

—Já é castigo suficiente para ela ter que estar em um relacionamento com Kol.

—Não posso discordar,Niklaus._concorda ele sorrindo.

—Localizou o bruxo Oliver?_pergunto ficando serio.

—É por isso que estou aqui.Ele esta lá fora esperando para vê-la.

—Mande o entrar.

Elijah acena com a cabeça antes de se virar no rumo da porta e sair,voltando alguns minutos depois com o bruxo Oliver em seu encalço.

Não é porque os médicos dizem que nada mais pode ser feito com Caroline,exceto esperar que vou ficar de braços cruzados.Ela ainda é uma bruxa,que carrega uma criatura muito mais poderosa do que eu.Obviamente talvez um bruxo possa me dizer qual é o problema que esta impedindo-a de acordar.

—Com licença._o bruxo Oliver diz se aproximando de Caroline.

Meu irmão esta parado perto da porta observando tudo assim como eu.

Vejo o bruxo tocar a testa de Caroline com sua mão e começar a recitar um feitiço de conexão psíquica,tentando se comunicar com ela através da aura espiritual.

Feitiço antigo,mágia antiga.

—Não consigo encontra-la,mas sei que esta bem.

Ele se afasta dela e me olha.

—Sua mulher esta em um estado de torpor natural da fênix.Seu próprio poder esta recuperando-a gradativamente,quase como um sono metamórfico.Assim como esta adaptando-se a vida que esta sendo gerada.

—O que isso quer dizer?

—Este bebê é um dos muitos desvios da natureza.Que somente foi gerado por causa do seu lado lobo que lhe permite procriar e pelo lado fênix da mãe.Mas entenda,quando a bruxa Charlotte criou a fênix automaticamente o sangue de Caroline se transformou em um veneno pra você e todos os sentimentos que ela nutria simplesmente desapareceriam.Mas ao engravidar de um filho seu,toda a natureza comum da fênix foi corrompida.

—Certo.Mas porque ela não acorda?

—Pela mesma razão que o selo principal do feitiço da fênix foi quebrado e o sangue da Caroline não te matou quando Charlotte enfiou a adaga de prata em seu coração.A união dos genes da fênix com os seus dentro do corpo dela,que criou uma criatura nova em perfeita sincronia com a essência dois dois.Uma criança que é que tem um lado lobo,vampiro,naturalmente mágico por causa da bruxa original e também é uma fênix legitima.

—Esta dizendo que o bebê é a causa do feitiço ter dado errado?_perguntou Elijah confuso.

—Exatamente._confirmou Oliver.

—E ele também é o motivo pelo qual ela permaneça assim._afirmei fitando-a.

—Infelizmente sim.A essência mágica da fênix é o único motivo pelo qual o bebê ainda esta vivo._acrescentou ele._ela esta assim neste estado de dormência porque seu corpo e magia estão se recuperando de toda a perda de poder que gastou para manter a criança salva.

Assenti assombrado pela força da mulher adormecida ao meu lado.

A amo muito mais agora por saber que ela esta bem,e pelo o que fez para proteger nosso filho.

Estranhamente me lembro da profecia que o bruxo Oliver me disse alguns dias atrás,quando estava brigado com Caroline e disposto a ir embora para sempre.

— Seu sangue será ameaçado esta noite,decisões muito antes feitas tomarão um novo rumo. O poder mais forte só prevalecerá se seu sangue continuar vivo._ recito.

—Vejo que se lembra.

—Você já tinha uma leve suspeita de que Caroline poderia estar grávida,não é?

O bruxo assente de forma sucinta.

—Tem sorte pelos dois estarem bem.Porque se eu tivesse perdido um deles,seria em você que eu descontaria toda a minha raiva._ notifico ameaçador.

Meio pálido Oliver dá uma desculpa de que tem ir embora e desaparece do quarto.Me limito a levantar da cama e depositar um beijo demorado sobre a bochecha de Caroline.

—já volto amor.

Deixando meu irmão com ela eu saio de dentro do quarto,vendo os três vampiros hipnotizados de guarda na porta,apenas por garantia.

Tenho algo para fazer.

Um presente de boas vindas para dar a ela quando acordar e ao nosso pequeno pontinho de luz.

(...)

Caroline narrando:

Existe um silencio reconfortante ao redor de mim.Não pense que estou vendo luzes brancas ofuscantes ou tuneis que levam a lugares lindíssimos.Eu sei que não estou morta.

Simplesmente porque posso ouvir um bip chatinho bem próximo,o som de um coração batendo calmamente além do meu.E claro o som de outro que esta bastante agitado.

Aos poucos eu vou sentindo meu próprio corpo e cada extensão.Não consigo abrir meus olhos,minhas pálpebras estão pesadas.

Com esforço tento mover meus dedos da mão esquerda,eles quase parecem paralisados.Não obtenho muito avanço com isso.

Tenho total consciência de cada ponto nervoso que forma meu corpo,minha mente esta ligada no automático.Vários pensamentos sendo lançados um atrás do outro.O que houve? Por que não consigo me mexer?

Forço minhas pálpebras a se abrirem e depois de algum tempo eu finalmente consigo.Ouço minha respiração lenta,sinto o oxigênio entrar através da traqueia e dar vida aos meus pulmões.Olho ao redor com certa dificuldade por causa do tempo que aparentemente fiquei sem abrir os olhos,e também porque esta tudo escuro dentro do quarto em que estou.

Ainda sem conseguir muitos efeitos com o resto do meu corpo eu reparo que estou deitada no que parece ser uma cama de hospital,o espaço de paredes brancas não esta completamente sem luz.Uma pequena fresta entra pela janela de vidro,posso concluir que é de madrugada.Alguns fios estão conectados ao meu corpo através de uma camisola dessas de hospital, ainda confusa eu observo o quarto reparando agora que nas extremidades das paredes tem pequenas bancadas com várias jarras de água com lindos buques de lírios brancos.Impressionada, eu noto que todas as superfícies do recinto possuem mais daqueles buques em vasos de vidro.Todo o quarto esta tomado pelo perfume suave que vem das belas flores.

Porem minha atenção é roubada quando reparo melhor na única poltrona a minha direita.Sorrio bobamente ao ver meu lindo híbrido dormindo todo retorcido,ambas as pernas esticadas sobre os pés da minha cama,braços unidos a frente do corpo denunciando que ele não estava dormindo por espontânea vontade.Acredito que o cansaço o derrubou.Klaus parece estar realmente muitos dias sem dormir direito,não que ele precise,mas isso é algo que se nota em quem quer que seja.

Não sei quantos dias fiquei desacordada,mas agradeço silenciosamente por estar viva.

Vejo-o se remexer no assento inquieto,e contenho uma risada quando suas sobrancelhas grossas se unem em uma expressão incomodada.

Deito de lado,como posso na cama,e levo minha mão com cuidado ate seu joelho acariciando a superfície protegida pelo jeans.E quase morro do coração quando ele agarra meu braço e dá um pulo acordando.

—Caroline?Droga... amor,você acordou?_murmura confuso.

—Sim acordei,e quase voltei a dormir de novo._sorrio me referindo a seu ataque.

Entendendo a indireta ele solta meu braço e me fita ainda perdido,respiração acelerada.

—Desculpe...Pensei que alguém tinha invadido o quarto.

Ele ainda esta tenso e nervoso.Puxo sua mão e beijo o dorso,fazendo-o me olhar profundamente e se acalmar aos poucos.

—Ninguém ousaria entrar com você aqui dentro.

Vejo o lindo sorriso displicente que torna a minha tarefa de respirar um desafio árduo, e suspiro.O contentamento e a felicidade de estar viva e vê-lo bem,dá lugar ao medo quando lentamente as memórias da noite fatídica do ritual me invadem.Aflita eu me afasto de seu toque e observo nervosamente o quarto outra vez,novamente sentindo algo pinicar meus olhos.

Em silencio rezo para o que quer que tenha acontecido quando apaguei e as coisas que Esther me disse não passem de uma alucinação.

—Como...como ele esta?

Klaus anui ao me ouvir perguntar sobre o nosso filho.E sinto algo rachar dentro de mim apenas com a possibilidade de tê-lo perdido.Diversas emoções atravessam seus olhos verdes: surpresa,medo,alivio.Ele se senta na beirada da cama de hospital e segura ambos os lados do meu rosto entre suas mãos.Sem dizer nada me dá um longo selinho e depois encosta sua testa contra a minha.E é assim que percebo que nós dois estamos chorando.

—Nosso bebê.Nosso filho._afirma emocionado._é tão teimoso e pestinha quanto a mãe.Porque contra todas as probabilidades ele sobreviveu,e esta aqui._tocou minha barriga._seguro e salvo,e pronto para colocar todos os inimigos aos seus pés.

Não sei por que motivo mas dou risada em meio as lagrimas assim como ele.E enfim o beijo apaixonadamente,agarrando seus cabelos e extravasando todo medo que senti durante aquele sacrifício.Medo de morrer,medo de perde-lo,medo de perder nosso filho.Me afasto e fito seus olhos brilhantes relembrando que minhas amigas estavam quase morrendo também.

—Elas estão bem.Logo que Charlotte te atacou a barreira que as protegia foi quebrada.Algumas horas depois Rebekah acordou assim como Elena.Já Hayley e Bonnie por serem humanas,precisaram ficar em observação.Nada que sangue de vampiro não resolva.

—E esther?

—O espirito dela ainda esta por ai.Sei que se tiver uma oportunidade ela não vai hesitar antes de tentar destruir nossa família.

—Não gosto de pensar que ela pode voltar a qualquer momento e fazer mal ao bebê.

—Ela não vai. Não importa o que Esther planeje, não vou permitir que se aproxime de nenhum de vocês.

Klaus se senta de forma que minhas costas fiquem apoiadas em seu peito,enquanto seus braços me cercam e me apertam.Sinto o peso de sua promessa,e recosto minha cabeça contra seu ombro,acreditando fielmente em suas palavras.

Pois eu sei que não importa quantas atrocidades ele tenha cometido ou vá cometer.Seu maior legado é a família,e agora nosso filho e eu fazemos parte dela.

Continua...

Notas finais
Bonjuor Como vcs viram esse capitulo foi pra explicar algumas coisas confusas que aconteceram durante o ritual.Mas agora dando spoiler e falando do próximo e ultimo capitulo,esses dias eu estava ouvindo a musica que originou esta fanfic A Thousand Yeas da Cristina Perri e pensando em como eu queria que a Julie Plec tivesse investido em klaroline nas séries.Eu sempre quis que Klaus e Caroline tivessem uma filha como a Hope e agora as gêmeas Josie e Lizzie,que viajassem para Roma,Paris e Tóquio. Sempre tive curiosidade sobre como seria se um dia a Caroline fosse mesmo pra Nova Orleans,como seria a vida deles juntos como casal... Então aproveitando a deixa da finalização da fic eu juntei esses desejos klaroline meus com a historia e decidi que o ultimo capitulo seria uma pequena viagem de recordações,onde veríamos momentos como os citados mais acima e o desenvolvimento do filho deles.Enfim espero que gostem da ideia,se não me avisem que eu paro tudo e faço apenas um capitulo de finalização mais básico. Se quiserem que eu faça o cap assim e tiverem alguma sugestão de momento para criar,sou todo ouvidos. Xau...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.