A Thousand Years
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Olhei para eles que conversavam na maior tranquilidade.
-Oi- Falei assim que me aproximei deles.
-Oi querida- Meus pais falaram juntos, isso me fez rir.
-Oi Anna- Joe falou com um sorriso encantador.
-Vamos?- Falei quase o puxando para fora de casa.
-Claro, até mais- Joe falou aos meus pais.
Logo que saímos, ele fechou a porta e me olhou. Comecei a rir.
-O que foi aquilo?- Perguntei.
-Eu conversando com seus pais?!- Falou como se fosse obvio.
-Sério? Nem deu para perceber.- Eu disse irônica.
Abriu a porta do carro para que eu pudesse entrar. Ok! Isso é meio estranho hoje em dia.
Ele me levou até um café que eu sinceramente amava, quer dizer que A-M-O. Mas faz um tempão que não venho aqui.
Ele abriu a porta do carro para que eu saísse novamente, sério, como ele consegue ser tão educado?
Sentamos em uma mesa onde dava para ver o sol brilhando intensamente apesar do tempinho tinha sol, um sol tão lindo.
-Anna? Anna? ANNA?- Começou a me chamar, eu estava ouvindo mas nem percebi que era comigo.
-Ah, oi, desculpa- Falei, olhei para ele que estava rindo da minha cara.
-O que vão querer jovens?- Um senhor, de meia idade mais o menos, perguntou.
-Bom, eu vou querer só um café, Anna?- Joe disse entregando o cardápio.
-Eu quero, vamos ver.... Eu quero um pão-de-queijo, um suco de laranja, um misto-quente, que mais... deixa eu pensar, ah, e um café por favor.- Falei.
-Sim, logo trarei.- Assim que ele se retirou, ouvi altas gargalhadas.
-Por que você está rindo Joe?- Perguntei.
-Como você consegue comer tanto?- Me perguntou incrédulo. Ele não conseguia parar de rir.
-Estou em fase de crescimento- Falei brincando.
-Só que não, pigmeus param de crescer com uma certa idade também sabia?- Menino, não devia ter feito isso.
-Você me chamou do quê?- Perguntei, peguei um vaso de flor que estava na minha frente e o ameacei.
-Eu te chamei de linda, alta, maravilhosa- Falou sério. Claro, eu passo medo nas pessoas, só que não.
-Assim melhor- Falei e coloquei o vaso na mesa novamente.
Depois de comer, eu estava satisfeita, claro, por enquanto.
Tivemos vários papos banais, até que ficamos em silêncio. Cadê o assunto? SUMIU.
-Então...-Falei querendo começar outro assunto.- Quantos fios de cabelo você acha que tem?
Começamos a rir alto, as pessoas deviam estar achando que eramos pirados, totalmente loucos.
Depois de algum tempo resolvemos ir, mas foi um desastre, os dois queriam pagar a conta, porém como sempre dizem os homens sempre ganham. Afzão
Me deixou em casa.
-Tchau Anns.
-Anns? — Perguntei.
-É Anns.- Revirei os olhos.
-Tchau Joes.- Falei.
-Não, jogo sujo, Anns é bonitinho, Joes é feio.
-Ta bom Joe. Tchau.- Dei um beijo em sua bochecha.
Ele sorriu.
Entrei em casa minha mãe estava assistindo televisão.
Sentei junto com ela e ficamos ali assistindo televisão até uma da tarde.
-Anna? Onde você quer almoçar hoje?- Perguntou.
-A mãe eu quero comer aqui em casa.- Falei manhosa.- Ontem eu já sai, hoje também, quer comer aqui.
-Tudo bem querida, vou pedir comida. Quer o que?
-Qualquer coisa desde que não seja saudável.
Nós duas rimos.
Ela saiu, fiquei lá ainda assistindo televisão quando a campainha tocou. Abri a porta e dei de cara com Peter.
-Anna?- Perguntou meio incrédulo.
-Peter?- Perguntei do mesmo modo. O que ele está fazendo aqui?
-Pensei que você...- Antes que ele pudesse terminar eu o interrompi.
-O que você quer?- Falei grossa.
-É que, agora estou trabalhando para seu pai... Minha mãe me obrigou a arrumar um emprego. Ele por acaso está?- Falou meo envergonhado.
-Trabalhando? Você? Parabéns, é um gesto digno. Falei e revirei os olhos.- Entra.
Ele entrou, se sentou e fui chamar meu pai.
-Oh pai, o Peter quer falar com você. — Falei na porta de seu escritório.
-Você o conhece?- Perguntou.
-Claro, ele era da minha sala. Nunca tive nada contra, mas ele era um chato, machista.
-Ah, sim, claro.- Passou por mim e depositou um beijo em minha testa.
Depois fomos almoçar, minha mãe diva, pediu frango e batata frita, me ama demais não?!
UMA SEMANA DEPOIS...
Sério nessa semana que passou eu e Henry nos aproximamos mais, eu percebi que realmente era a droga que o mudava, ele é bem legal.
Hoje em dia também é como se eu e Joe fossemos melhores amigos, sério. Mas ele não me deixa de jeito nenhum relar nele, nem para abraçar, então me sinto carente. Buááááá.
Eu não sei como vai ser, nem sei se me sinto preparada, mas hoje eu vou voltar para escola. Acho que vai ser meio difícil por causa das pessoas me julgando. Eu sei mas tenho que ser forte.
Tomei um banho coloquei uma roupa () E fui, firme e forte, mas eu sinceramente não sei o que se espera por mim naquele lugar, não mesmo.
Olhei para a janela e lá estava Henry me esperando. Ele disse que queria me levar no primeiro dia, para que eu chegasse acompanhada.
-Tchau mãe, tchau pai.- Eles me deram beijos na bochecha.
-Oi Henry- Falei assim que sai de casa.
-Oi Anna- Ele deu um sorriso.- Tem uma marquinha de batom na sua bochecha.
-Sério? Mães....- Falei e ele riu.
-Deixa que eu tiro.
Ele se aproximou, passou a mão sobre minha bochecha, sua outra mão foi até minha cintura, delicadamente tirou o batom do meu rosto. Me apertou contra si e....
Fale com o autor