A Thousand Years

3 Capítulo 3


Notas iniciais
OOOOO *o* oi... não sei o que falar bubububub

Quando entrei no quarto dei de cara com uma pessoa que realmente não esperava que viesse aqui, a ultima pessoa que eu esperava que viesse o Henry.

Caramba que ele ta fazendo aqui? É depois de ter me apresentado a droga, de ter me trazer a esse lugar. Claro, é mais que obrigação ele vir me visitar, apesar de não querer ele aqui.

Henry, é o tipo badboy popular, ele tem uma vida perfeita, tem dinheiro, amigos. Porém como sempre dizem todos nunca estão satisfeitos com o que tem... Ele apesar de tudo, conseguiu sair desse vicio a uns 5 meses atrás.

-Oi- Ele disse, meio afastado.

-Oi- Respondi seca, me sentando na cama.

-Anna, ér... quero conversar cm você

-O que você quer? Pedir desculpa porque é por sua causa que estou aqui hoje? A claro, deve ser isso!

-Anna... Por favor, eu...eu- Antes que ele terminasse eu o cortei.

-Você se arrepende? — Falei grossa.

-Muito, eu realmente penso todos os dias, como seria se eu nunca tivesse te pedido pra ficar- Falou e seus olhos se encheram de água.- Você não teria ficado, se eu não tivesse prometido que iria com você, eu sabia que se esperimentasse a droga você não ia querer mais ir embora. Me desculpe, eu me arrependo muito.

-A claro, se arrepende né? Depois de fazer com que meus pais me odiassem? Depois de me fazer roubar? Depois de estragar minha vida?- Falei chorando

-Me desculpe, por favor.- Vi lágrimas saindo de seus olhos.

-Henry, eu...eu... não consigo não perdoar alguém. E mesmo com o que eu disse, a culpa não foi sua! Se eu realmente não quisesse ficar eu tinha ido embora. Eu queria ficar. Mesmo.- Menti. Menti porque sou uma idiota, eu não tenho o direito de colocar a culpa toda nele. Ele não tem culpa. — Eu estava estressada. Não falei aquilo por mal.

-Anna, você não tem que se desculpar, só falou a verdade. Eu penso todos os dias "Por que eu parei? Por que em vez de mim não foi ela que superou isso?" Queria, mesmo que eu estivesse aqui em vez de você.- Falou.

Eu me aproximei, e o abracei. Ele sorriu cabisbaixo e retribuio o abraço.

-Mas só me responde uma coisa?- Falei.

-Claro?

-O por que de tudo isso? Por que veio aqui? Por que parece que realmente se importa?

- Anna, eu realmente me importo. — Ele disse e começou a me olhar, quando parou seus olhos em minha boca.

O silencio tomou conta de tudo.

-Ér... mas me explica melhor como conseguiu parar sem ter ajuda... Eu nunca consegui entender isso?!- Falei curiosa. Nós estavamos bem proximos, então sai, e me sentei na cama, ele se sentou ao meu lado.

-Bem... Eu não sei direito, acho que... não sei, simplesmente minha vontade daquilo acabou, eu fui dormir, drogado. Quando acordei, eu estava puramente sóbrio, e sem vontade, assim, os dias passaram. Eu realmente não intendo assim como todos! Mas você ainda não me deu uma resposta clar. Me desculpa?

-Tudo bem, só me prometa que nunca mais vai fazer isso com uma garota estupida e indefesa.- Disse num tom brincalhão e ele ficou sério. Que menino sem graça caramba.

-A última coisa que você era é estupida e indefesa, smepre te eprecieei muito por causa disso.- Falou. Não esperaria ouvir isso dele, não mesmo.

-ah, acho que... obrigada.

-Agora tenho que ir- Falou e se levantou, me deu a mão e me levantei também.

-Tá, tchau.- Falei.

-Tchau, fica bem- Disse e me deu um beijo na testa. Quando passou pela porta olhou pra mim e disse- Eu volto.

Sorri maroto.

Ok, isso foi meio estranho, uma das ultimas pessoas que pensei que viriam aqui era ele.

Depois de umas duas mais o menos, sem fazer N-A-D-A naquele quarto maldito, meu celular começou a tocar, conheço bem essa músic... PERA, PARA TUDO, meu celular não tá aqui na clinica, mas eu tenho certeza que ele que tá tocando.

Fui correndo até a porta, quando abri, dou de cara com meu pais (?) Pera, o que eles estão fazendo aqui? Eles estavam com sorrisos no rosto. Meu celular na mão, e uma mala.

-Oi, filha, que saudade- Minha mãe disse me abraçando.

-Oi- Falei seca.

-Querida- Meu pai também me abraçou, porém não retribui o abraço.

-O que houve filha?- Minha mãe perguntou percebendo como eu estava.

-Vocês me odeiam, mas vem aqui com minhas coisas? Eu não entendo vocês!- Falei.

Eles me olharam incrédulos.

- Como assim?- Meu pai se pronunciou.

-AA, dei-me paciencia, vocês acham que eu não escutei vocês dois conversando logo depois da esta da minha irmã. Que eu era uma peste, que eu não tinha mais jeito. Eu ouvi tudo tá legal?!

Eles começaram a rir, mas logo pararam, nossa, com certeza eles me amam tanto que riem da verdade.

-Filha, não é nada idsso que você está pensando!- Disse mamãe.

-Então o que é?- Falei quase gritando.

Os dois fecharam a cara.

-Mona, a garota amiga da sua irmã. Que você sempre falou que não gostava de você, sabe?- Minha mãe estava falando.

-uhm sei.- Respondi.

-Ela estava falando muita coisa ruim de você por toda a cidade, todos já sabiam. Então, ela teve a cara-de-pau de ir a festa da Elizabeth, isso nos deixou revoltados, então começamos a discutir.

-Mas...

-Você não deve ter escutado desde o começo da conversa, apesar de tuso, o jeito que você nos tratou, nó somos seu pais. filha amor de mãe e pai é insubistituivel, amor de mãe e pai é eterno. Eu nunca iria deixar de te amar porque você roubou, eu nunca deixaria de ser sua mãe porque você estava dependente. Eu te amo acima de todos. Eu sempre dizia a mim mesma que daria até minha vida pr você querida. Eu nunca seria capaz de te odiar.

Meu pai me olhou e concordou.

Eu os abracei.

-Me desculpem?

-Nunca mais peça desculpa. Você não do que se desculpar.- Meu pai disse colocando o dedo na minha boca para que eu me silenciasse.

É, realmente percebi que sou uma burra, idiota, tonta.

Conversamos muito e contei como estava bem, que minha recuperação estava indo muito bem. Sobre muitas coisas.

-Mas porque nunca vieram me visitar?-Perguntei.

-Filha seu psiquiatra, pediu que não viessemos, poruqe ele estava querendo uma ótima recuperação, ele realmente queria 100% em seu tratamento, então concordamos.Mas nós as vezes viemos aqui, ele queria conversar conosco também. Hoje, foi o dia de conversar-mos com ele. Então ele falou que você estava totalmente curada, que poderiamos vir visitar você.- Disse meu pai.

-Como ele disse que já poderia receber visita, Henry, vivia indo em casa perguntar de você. Sempre saía triste porque não falavamos muita coisa, nós não sabiamos muito também, resolvi falar pra ele, que as visitas já podiam ser feitas, acho que logo ele virá te visitar queria- Completou minha mãe.

-Ele já veio- Falei.

Eles olharam surpresos.

-Realmente ele não perde tempo. Contamos pra ele faz umas três horas mais o menos.- Disse minha mãe.

-Sério? Nossa, ele veio aqui faz mais o menos duas horas e meia. — Falei e começamos a rir da situação.

-Então trouxemos suas coisas para que você possa se sentir bem até que queira ir embora.- Meu pai me entregou a mala e o celular.

-Mãe, ér....posso ir com vocês?- Falei e grandes sorrisos se formaram.

Eles me abraçaram.

-Caro que sim. Vamos conversar com o psiquiatra e dizer que você resolveu ir.- Disse papai.

-Tá, enquanto isso vou arrumar minhas coisas.

Eles sairam, eu estava arrumando minhas coisa, quando bateram a minha porta. Quando abri lé estava ele. O garoto mais lindo da face da terra, e muito simpático também.

-Oi Joe.- Falei com um sorriso bobo.

-Oi Anna.

Entrei e ele me seguiu.

-Por que está arrumando as malas? Resolveu sair dessa prisão e ser feliz?.- Falou brincalhão.

-Descobri que meus pais não me odeiam.- Falei e começamos a rir.

-Eu sei- ele falou mas ficou perceptivel que se arrependeu.

-Você sabia?Como assim?

-Ér...Amor de pai nunca morre Anna, era obvio que eles sempre te amaram.

-Ah, eu era idiota.- Falei.

-Não, você não era idiota, só era ingênua, porém não é mais.

Começamos a rir, quando parei ele se aproximou me pegou pela cintura, ok, isso ta começando a me dar medo. Ele tem as mãos muito geladas, muito mesmo.

-Anna?

-Oi?- Respondi meio desconfortavel. Era desconfortavel, ele assim, me abraçando.

-Não vamos perder o contato né?!

-Não, acha, você é legal, e hoje em dia é dificil achar pessoas legais.Só me passa seu celular.

-Primeiro você me passa o seu.

Passei meu celular e ele o dele.

Ele me soltou, dois segundos depois meus pais apareceram. Isso foi estranho, é como se ele soubesse.

-Querida, não vai nos apresentar seu amigo?- Minha mãe perguntou.

-Ah, claro, mãe, pai, esse é Joe, meu amigo. Joe esses são Kate e Mario, meus pais.

-Prazer Sr e Sra Stevens.

Pera, para tudo como ele sabe meu sobrenome?

-Então queirida conversamos com o Sr.James, ele só pediu para que você fosse se despedir dele. Então vamos te esperar no carro.-Disse Kate.

-É verdade Anna, meu tio ficaria decepconado se não fosse se despeir dele.- Joe falou.

-Ele é seu tio, Joe?- Meu pai perguntou.

-É sim senhor, moro com ele!-Respondeu educadamente.

-Claro, agora vamos querido? Tchau Joe, foi um prazer te conhecer-Minha mãe disse puxando meu pai.

-Adeus, foi um prazer conhece-los também Sr. e Sra. Stevens.

-Então, é, tchau?- Falei.

-Calma mocinha ainda tem que falar tchau para James.

-Mas...

-Eu vou com você- Deu um sorriso maroto.

-Tudo bem, vamos?- Falei.

Ele pegou minha mala.

-Deixa que eu levo.-Falei.

-Eu faço questão.

Assim nós fomos até a sala, bati na porta, ele abriu e assim nos despedimos. Ele falou que foi uma honra me ajudar. Eu agradesci por tudo que ele me ajudou.

-Bom agora tenho que ir.- Falei.

Tentei pegar minha mala de Joe mas ele não deixou.

-Eu levo isso pra você- Falou.

Assim, fomos até o carro, ele colocou a mala no porta-malas, depois ele parou na minha frente.

-Acho que isso é um tchau?- Falei.

-Nunca!- Retrucou.

Me abraço e olhou para meus pais, eu olhei também e percebi que os dois estavam consentrados no GPS.

-Isso é um tchau- Ele disse e me beijou, foi um beijo rápido, mas mesmo assim delicado, um beijo muito bom.

Depois dei um sorriso e dei um leve tapa no seu braço.

Ele então deu um beijo na minha testa e entrei no carro.

-Tchau menino mal-criado- Falei rindo.

-Tchau menina bem-educada- Retrucou.

Depois de uns 5 minutos senti meu celular vibrar. 1SMS.

"Oii, é eu só to mandando pra ver se é o número certo.xx Joe"

"Claro que é meu número menino haha xx Anna"


Notas finais
OMG, e então o que estão achando? Não pensem que o final jé está previsto pois não está obvio não mesmo muhahahahahaha.