A Sudden Love - Um Amor Repentino
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Vou já agradecendo à Ana Candeo e à Carla Colares que deixaram reviews no ultimo capitulo, e gostaria de fazer uma pergunta as minhas queridas leitoras, "CADÊ VOCÊS?" eu gostaria muito que minhas leitoras fantasmas aparecem, um pedido carinhoso de uma autora dedicada. Beijos e boa leitura.
ACONTECIMENTOS DO ULTIMO CAPITULO
– Eu sei disso, mas estava conversando com ela quando Kris chegou ela não me deixou falar nada. Simplesmente disse que acabou e foi embora.
– Eu sei, ela me contou.
– Ela esta ai?
– Esta dormindo, lhe dei alguns calmantes. — Ela disse olhando as crianças na sala.
– Ok, vou esperar ela acordar, preciso conversar com ela, tentar explicar a situação...
– Você não vai explicar nada. — Fui interrompido por uma voz masculina vinda de trás de mim.
– Orlando? — Alice disse incrédula.
– E ai maninha? Sentia minha falta? — Perguntou enquanto Alice corria para seus braços.
– Orlando que saudade. — Ela disse sendo levantada pelo tal de Orlando.
– Eu também maninha, mas agora posso saber por que ele estava falando sobre Bella? — Ele disse fazendo uma cara feia para mim.
– Desculpe mas isso não é da sua...
– Sim é sim, Isabella é quase minha irmã, mesmo não sendo de sangue, fomos criados juntos.
– Orlando, Edward, por favor, vamos conversar como adultos. — Alice disse fazendo cara de repreensão.
– E quando eu não sou um adulto Alice?? — O tal de Orlando disse fazendo cara de indignação. Affz ¬¬
– Pare de graça, são coisas sérias que estávamos conversando. — Eu disse querendo entrar e tomar Bella em meu braços.
– Eu quero saber o que esta acontecendo. — Ele disse agora sério e firme.
– Se quiser contar Alice, faça o que quiser, mas eu preciso ver a Bella. — Disse me virando para Alice.
– Ela esta na primeira porta do corredor. — Disse dando de ombros e olhando para Orlando. — Você fica aqui comigo. — Disse para ele.
Entrei e quando Brayan me viu me chamou pela mão, mas estava tão concentrado em ver Isabella que não parei.
Bati na porta do quarto, mas escutei alguns soluços, e decide entrar mesmo sem resposta.
– Bella meu amor, por favor me escute. — Eu disse chegando perto dela.
– Edward, por favor, me diz que é mentira, me diz que ela não esta grávida de você.
– Amor, como eu queria dizer isso, mas eu não sei, é quase impossível. Ela diz estar grávida mas não temos como saber agora, e também tem o Marcos, ela deve estar grávida dele e não de mim. — Eu disse tentando abraçá-la, mas ela se afastou.
– Mas também pode ser seu. — Ela disse com a voz embargada.
– Quase impossível. — Disse.
– Por quê? — Ela disse olhando pra mim.
– Usávamos camisinha.
– Mas como ela diz que é seu? — Ela disse em duvida.
– Não sei, mas é quase impossível que seja meu. — Disse firme e pegando ela em meus braços. — Por favor, meu amor, confie em mim.
– Eu confio. — Ela disse se aconchegando mais em mim.
POV ALICE
Estava chocada quando Edward me contou o que havia acontecido pelo telefone, depois a versão de Bella, ela chorava tanto, eu estava com uma pena dela, mas tentava ao máximo não deixar transparecer. Depois, escutei de novo a versão de Edward, e quando ele disse que iria se explicar para Bella, Orlando "brota do repolho", aparece do nada. Agora eu estava tentando explicar para ele tudo o que vem acontecendo com a vida desses dois.
– Entende agora Orlando? — Disse pela qüinquagésima vez.
– Agora sim, mas por que ninguém me contou? Ninguém lembra que eu estava lá no fim do mundo? — Ele disse brincalhão.
– Por que você não ligou para a Bella? — Eu disse.
– Estava um pouco ocupado. — Ele disse dando de ombros.
– Quando você vai tomar jeito ein? — Disse me referindo as "garotas" que ele namorava em Nova York.
– Quando Bella quiser casar comigo, e não com esses manés. — Ele disse simplesmente.
– Caramba! Eu não acredito que você ainda esta apaixonado por ela.
– Apaixonado por quem? — Bella perguntou aparecendo abraçada com Edward.
– Por você meu amor! — Orlando disse correndo para abraçá-la. Edward o fuzilou com os olhos.
– Me solte Orlando, eu também estou com saudade. — Ela disse dando risada. Pelo visto isto daria outra briga.
– Ei gente e as crianças? — Disse tentando tirar a atenção de Edward por Orlando.
– É verdade, onde esta meu afilhado preferido?!? — Orlando disse soltando Bella. Edward no mesmo estante envolveu sua cintura e disse alguma coisa no seu ouvido.
– Ele esta no cerquinho com Linda. — Bella disse rápido.
– Linda esta aqui também? E France?
– France foi resolver alguns problemas e eu estou cuidando da Linda.
Entramos e Orlando ficou olhando Bella de uma maneira diferente, Edward ficou muito bravo. Depois de alguns minutos eles se despediram e foram embora, deixando apenas Orlando, Linda e eu.
– Você é louco? — Perguntei assim que fechei a porta.
– Um pouco, mas por quê?
– Edward ficou louco de ciúmes. — Disse um pouco mais baixo, eles ainda poderiam estar no corredor.
– Minha relação com Isabella sempre foi assim, era a mesma coisa com o tal de Marcos, ele morria de ciúmes, mas não falava nada.
– Mas Edward é diferente, ele vai conversar com Bella e depois veremos.
– Affz, Bella me ama! — Ele disse convencido. — Na verdade, todos me amam. — Ele disse me abraçando.
– Bobo.
POV ISABELLA
Putz grilo! Edward fuzilou tanto Orlando, que acho que hoje tem discussão! E o pior é que Orlando fez questão de puxar briguinhas, estava vendo a hora em que Edward levantaria e daria uns socos nele. Mas é claro que eu não deixaria.
Depois de alguns minutos que pareciam milênios, Brayan deu alguns bocejos e usei a deixa pra me despedir. Assim que fechei a porta do apartamento Edward veio falar bem serio.
– Eu posso saber qual é seu relacionamento com aquele cara?
– Edward, que tipo de relação você acha que eu tenho com Orlando? Ele é irmão da Ali, ou seja, fomos criados juntos!
– E isso significa o quê? Você acha que não o vi te olhando de uma maneira diferente, como se gostasse de você!
– Edward para com isso ok? Eu nunca tive nada com Orlando! E nunca vou ter! Entendeu? – Fiquei alterada e subi as escadas gritando, fui em direção ao quarto, bate a porta e me tranquei.
Não sei por quanto tempo fiquei em meu quarto pensando, como meu dia tinha sido louco e no final Edward vem com crise de ciúmes, eu é que tenho que ter crise de ciúmes. Ele pode ter um filho de outra enquanto esta comigo. Escutei uma batida na porta e me levantei.
– Desculpa por aquilo. – Edward disse me entregando um lindo buque de rosas. – Eu fui um idiota, louco por sentir ciúmes de você com Orlando. Eu não sei o que se passou na minha mente. Perdão Bella, perdão é a única coisa que te preço.
– Edward, pare com isso, eu não tenho o que perdoar, você ficou com ciúmes, isso é normal em um relacionamento, eu também sentiria meu amor.
– Obrigada. – Ele me deu um abraço.
– Pelo quê? – Disse aceitando-o.
– Por ser tão compreensiva. – Ele disse me abraçando mais forte e nos levando para a cama. – Eu te amo. – Ele sussurrou em meu ouvido quando bati minha perna na cama.
– Eu também te amo, seu bobo ciumento. – Disse unindo nossos lábios.
Beijamos-nos apaixonadamente, como se fossemos dois adolescentes. Ele me deitou na cama e ficou em pé tirando seus sapatos, e pegando o buque que estava em minhas mãos.
– Acho que essas roupas nos atrapalharam. – Disse sentando e desabotoando sua camisa.
– Com certeza. – Ele disse tirando as minhas sandálias e subindo meu vestido.
– Isso não vale. – Disse o puxando para mim. – Estou quase nua e você, nem consegui tirar a camisa. – Ele riu e se soltou de mim.
– Não precisa fazer biquinho, esse problema eu resolvo rapidinho. – Ele disse e retirou a camisa numa velocidade que eu nunca conseguiria, depois retirou a calça e a cueca juntas. – Acho que eu estou na desvantagem agora... – Ele sussurrou no meu ouvido e depois mordeu meu lóbulo. Eu estremeci e senti suas mãos nas minhas costas procurando o feixo do meu sutiã enquanto sua boca beijava e mordicava meu pescoço.
Instintivamente gemi quando ele chegou perto de meus seios. Eles estava fazendo um caminho de beijos que me deixavam totalmente molhada.
– Edward... – Gemi em meio suas caricias.
– Sim princesa? – Ele disse com um sorriso malicioso.
– Você esta me deixando louca! – Disse prendendo-o com minhas pernas. Senti seu membro roçar em minha intimidade.
– Hum... Sinto algo entre nos amor. – Ele disse fazendo o caminho de volta ate meu rosto.
– Então tire. – Disse quase em um grito.
Ele riu e retirou minha calcinha encharcada. Depois de passá-la por meus pés, ele fez um caminho de beijos, ate chegar a minha intimidade e lambe-la. Gemi seu nome, e ele deu uma risadinha.
– Não tem graça, torturar-me assim. – Disse tentando puxá-lo.
– É maravilhoso, você nem tem ideia. – Ele disse e depois começou a chupar e mordiscar meu clitóris inchado. Eu gemia seu nome loucamente.
Ele continuou assim por um tempinho ate que percebeu que eu estava quase gozando.
– Ainda não amor. – Temos a noite toda e não quero te deixar exausta.
– E quem disse que só com um orgasmo eu fico exausta? – Disse indignada. Ele deu uma risadinha e disse.
– Me prove então. – Ele disse se jogando ao lado na cama.
Me posicionei em cima dele, e encostei minha intimidade úmida em seu membro ereto. Ele gemeu, e eu desfrutei desse momento para beijá-lo. Dei-lhe um beijo apaixonado e muito significativo do que queria naquele momento. Ele entendendo apertou minha cintura com uma mão enquanto com a outra posicionava seu membro para entrar em minha intimidade. Quando ele me penetrou não pude evitar gemer.
Ele começou a se movimentar lentamente, mas forte e isso me enlouquecia pelo fato de ter quase gozado a minutos. Quis agilizar mais seus movimentos, mas suas mãos em minha cintura me impossibilitavam. Gemi de frustração e ele deu uma risadinha. Pelo fato dele ser mais forte do que eu tive que continuar naqueles movimentos ate que o orgasmo dele se aproximou e ele começou a investir mais rápido, gemi seu nome, e senti suas mãos em minha bunda. Me apertando e empurrando mais ao seu corpo. Continuamos assim mais algum tempo ate que gozei e despenquei em cima dele. Ele parou para me deixar descansar, mas logo se posicionou por cima e continuou os movimentos rápidos ate que também gozou e despencou em cima de mim, sem deixar seu peso totalmente solto.
– Eu te amo. – Sussurrei em seu ouvido enquanto fazia carinhos em suas costas.
– Eu também te amo. – Ele disse saindo de mim. Gemi de frustração e ele deu uma risadinha. – Quer mais? – Ele perguntou se deitando ao meu lado e me puxando para seu peito.
– É lógico!
– Ainda bem, porque temos a noite toda pela frente. – Ele disse se levantando e me puxando para o banheiro.
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