Notas iniciais
Oi gente linda!! Estou de voltaaaa!!
Quem sentiu falta? Quem ficou ansioso?? Agora um graande capítulo p vocês!!
Ahh, 1ª indicação de história: Second Chance For Love
História de: Maindra Gilbert.
http://fanfiction.com.br/historia/400269/Second_Chance_For_Love/
PS: Eu leio essa história e é mto boa!!!
**Mandem a de vocês também**
Boa leitura!!

Acabou...?

Olhei em volta, Georgina me encarava incrédula. Eu sentia minha mente e meu corpo livre... Escutei meu nome ser chamado e Georgina sumiu da mesma maneira que tinha aparecido. Quando olhei para trás encontrei um Klaus completamente assustado.

– Acabou. — sussurrei aliviada — A maldição acabou. — disse o olhando incrédula. Ele se aproximou de mim calmamente.

– Como você sabe? — ele olhou-me preocupado.

– Eu não me sinto mais culpada. — sorri de leve e ele ficou confuso — Eu não sinto mais nada.

PDV ALYSSA

– As bruxas fizeram os cinco caçadores mais fortes, estes tinham o destino de matarem vampiros. Quando um caçador é morto por sua caça, ele até mesmo na morte cumprirá com seu destino. — Bonnie dizia segurando um antigo diário de suas ancestrais — O vampiro que matou o caçador se torna amaldiçoado, até cumprir o destino do caçador ou até outro caçador nascer.

Damon e eu nos olhamos incrédulos. Ele suspirou pesadamente, aposto que deveria pensar o mesmo que eu.

– Então nasceu outro caçador. — disse óbvia e Bonnie suspirou meio receosa.

– Ok, bruxinha, conte-nos o que você sabe. — Damon disse já entendendo a expressão nada boa de Bonnie.

– Aqui e nem em nenhum outro diário diz nada disso, mas eu raciocinei algo: — ela disse pensativa e soltou o diário sobre o sofá em que estava sentada. Bonnie nos olhou séria e voltou a dizer: — A maldição do caçador faz com que você sinta-se culpado, sinta todos os piores sentimentos... — ela nos olhou ficando mais tensa — Mas quando você não tem sentimento, quer dizer então que a maldição não lhe afeta.

– Do que você está falando? — perguntei incrédula. Bonnie ficou calada, me olhando o mais óbvia possível.

– Que Demitria possa ter desligado os sentimentos. — Damon sussurrou incrédulo e Bonnie concordou.

– Não! — neguei levantando-me do sofá e olhando descrente para eles — Demi jamais faria isso!

– E Aghata? Ela faria isso? — Bonnie olhou-me intrigada.

Eu calei-me lembrando de tudo que tínhamos passado. Aghata já tinha desligado sua humanidade, mas voltou a ligá-la rápido. Elijah quem tinha conseguido trazê-la de volta. Demitria jamais faria isso sabendo que novamente sofreria aquilo.

– Demi não faria isso. — repeti negando.

– E se ela fez... — Damon interrompeu-me — Acabou com a maldição, correto? — ele nos olhou entusiasmado.

– Não... Damon! — disse incrédula — Não seria tão fácil assim que ela desligaria os sentimentos. — disse revirando meus olhos — Outro caçador deve ter nascido, apenas isso. — disse querendo convencê-los da melhor escolha.

– Vamos crer nisso, sim? — Bonnie disse respirando fundo — Bom, tenho que me encontrar com Caroline. — ela disse ficando de pé — Te vejo depois, Aly! — olhou-me sorrindo e sorri de volta.

– Até mais! — disse quando ela já partia — Bom, eu também vou indo, pois eu tenho qualquer coisa melhor do que ficar aqui com você, Damon. — disse irônica. As vezes eu me sentia tão infantil perto de Damon, mas todas as vezes que eu tentava ser madura o suficiente, ele me irritava tanto que eu só tinha duas escolhas: Matá-lo ou ser infantil.

– Hei, loirinha, onde está meu irmão? — Damon olhou-me com um pequeno sorriso sarcástico.

– Vai a merda. — disse irritada e dei-lhe as costas pegando minha bolsa.

– Vejamos quem está com ciumes. — ele falou naquele mesmo tom.

Damon sabia muito bem que a essa hora Stefan estava com Elena. Estava exposto bem grande em meu rosto o quanto aquilo estava me incomodando, mas depois de Stefan quase brigar comigo dizendo que eu devia confiar mais nele, eu resolvi não dar trela para isso.

– E você? Não sente ciumes em saber que a essa hora Demi pode estar com Klaus? Ou com Elijah? — disse sorrindo sarcástica e virei-me para ele. Damon terminou de beber seu whisky e olhou-me sem nenhuma importancia.

– Traição é uma palavra restrita no dicionário de Demitria. — ele disse sem muito se importar.

– Mas não no dicionário de Aghata. — murmurei sádica e ele olhou-me um pouco sério.

PDV DEMI

– Que carro é esse? — Rebekah indagou boquiaberta. Continuei a andar em direção ao Grill e ela seguiu-me.

– Meu carro. — lhe respondi óbvia, cada coisa que sou obrigada ouvir — Até parece que nunca viu um carro, Rebekah. — revirei meus olhos.

Entramos no Grill e procurei por uma mesa, não encontrando nenhuma vazia, sentei-me no balcão. Quem nos atendeu foi Matt, que pareceu não gostar nada de Rebekah.

– Não entendo porque ele me odeia tanto. — Rebekah murmurou depois de termos feito nossos pedidos.

– Porque você é uma vampira mimada, chata e irritante? — eu a olhei óbvia. Rebekah me olhou assustada e ficou incrédula.

– O que houve com você? Pensei que agora fossemos amigas. — ela disse incrédula.

– Qual é Rebekah? Não disse nada além da verdade. — eu sorri de lado e ela ficou confusa — Tente ser uma pessoa melhor, quem sabe você consegue pelo menos a amizade de Matt. Já que outra coisa você não terá, claro. — completei sarcástica e Matt voltou com nossas bebidas. Agradeci entregando-lhe o dinheiro e ele foi atender outras pessoas.

– Como se eu me importasse com esse balconista. — Rebekah sussurrou irritada enquanto olhava séria em direção a Matt.

– Se não se importa, então não demonstre o contrário. — retruquei.

– Você está estranha. — ela me disse séria — Sério... O que houve? Brigou com Damon?

– Só estou sendo sincera com você. E não, eu não briguei com Damon. — disse ficando séria ao me lembrar de meu namorado — Mas eu acho que fui muito rude com ele também. — sussurrei respirando fundo.

– Hey, que bom que encontrei você.

Rebekah e eu nos viramos ao escutarmos a voz de Alyssa. A loira já estava logo atrás de nós, com uma expressão séria, mas preocupada com algo. Terminei de beber minha bebida e suspirei de leve.

– Problemas? — perguntei esbolçando um sorriso nada alegre.

– Bonnie descobriu como a maldição se acabou. — ela disse sorrindo ainda meio preocupada — Outro caçador nasceu.

– Sério? — Rebekah ficou entusiasmada e ela concordou — Então... temos outra chance. — ela sussurrou consigo mesma.

– Outra chance de quê? — perguntei desconfiada e Rebekah respirou fundo.

– Não é nada. — Alyssa a interrompeu. Encarei as duas ainda desconfiadas, elas mentiam tão mal.

Ri baixo, pouco me importando e então levantei.

– Preciso ir. — disse indo em direção a saida.

– Você roubou o carro. — Rebekah disse incrédula.

Ignorei o comentário dela e voltei para o estacionamento. Assim que me aproximava de meu carro, percebi Damon chegando, e claramente ele já vinha em minha direção.. Apressei meus passos, e quando estávamos frente a frente, ele segurou em meu braçço gentilmente.

– Damon, estou atrasada, depois conversamos. — digo sorrindo de leve.

– Onde você está indo? — ele perguntou confuso.

– Me encontrar com Bonnie. — sorri de lado e ele me olhou desconfiado — Ela está se sentindo meio solitária, sabe como é. — dei de ombros e lhe dei um rápido beijo no canto dos lábios — Te vejo depois.


PDV STEFAN

Era a segunda caixa que colocava no andar de baixo na casa de Elena. Suspirei de leve vendo aquelas caixas empilhadas e ouvi os passos de Elena descendo as escadas. Ela também colocou uma caixa no chão, ao lado da caixa que há segundos eu larguei.

Elena respirou fundo olhando para as cinco caixas contidas alí e piscou algumas vezes.

– Tem certeza, Elena? — questinei em duvida e ela olhou-me chateada.

– Não quero ficar vendo essas coisas e me lembrar dele. — ela disse apontando paras as coisas encaixotadas de Jeremy.

– Exatamente, Elena. São as ultimas lembranças de que você tem dele. — disse calmo e ela negou.

– Eu só consigo lembrar-me dele morto, nada mais. — murmurou chateada e neguei em silencio — Obrigada, Stefan. — ela olhou-me grata.

– Eu prometi que te ajudaria em tudo, Elena. — disse segurando sua mão. Ela sorriu de leve e concordou — Você ficará bem. — disse convicto. Ela olhou-me grata novamente — E não, você não está perdendo tudo. — ela olhou-me surpresa — Veja a sua volta: Você tem a Ric, tem seus amigos, tem a Damon... — revirei os olhos de leve e ela riu baixo — Tem a mim... E tem a Demitria. — vi o rosto de Elena ficar sério quando disse tal nome e ela negou enojada — Olha: Demi não quis fazer isso... Foi a maldição...

– Não importa, ela matou meu irmão... — falou friamente.

– Ela sabe disso e se sente cada vez pior só de se lembrar. — falei afagando suas mãos e ela engoliu em seco — Vocês duas são primas e, levando ao pé da letra sobre o que você disse, vocês duas só tem a vocês. Você ainda não a perdeu.

Elena ficou quieta, querendo ingerir tudo que lhe disse. Vi em seus olhos o quanto ainda estava magoáda com Demitria. E sabia que tal mágoa, demoraria um pouco para passar.

– Obrigada por tudo, Stefan. — ela agradeceu-me novamente — Vou pensar no que você disse. — deu-me um leve sorriso. Concordei sorrindo e ela respirou fundo novamente — Bom... Faltam mais algumas coisas, vou lá pegar.

Quando Elena começou a distanciar-se de mim, fazendo com que nossas mãos também se afastassem, algo foi mais forte do que eu, puxei-a de volta e ela olhou-me surpresa. Sem deixá-la com tempo para dizer-me algo, segurei em seu rosto e a beijei. Elena retribuiu o beijo surpresa. Mas foi por breves segundos, até nos soltarmos nos olhando assustados. O que eu fiz?!

Elena afastou-se de mim, olhando-me assustada e fiz o mesmo. Não conseguimos dizer nada e antes de mais algo ser feito, a porta da frente se abriu. Elena e eu ao mesmo tempo, olhamos para Demitria que entrou no lugar um tanto confusa.

– O que está havendo? — ela perguntou, agora com um pequeno sorriso sarcástico, vendo-nos tão próximos. Elena imediatamente afastou-se de mim e subiu as escadas correndo — Acho que ela ainda está magoáda. — Demi disse revirando seus olhos.

Ela caminhou para a cozinha desviando das caixas em seu caminho.

– Alguém está de mudança? — ela questionou na cozinha.

– Elena doará todas as coisas de Jeremy. — disse cruzando meus braços a frente do peito. Demitria estava agindo estranha.

– Entendi. — disse voltando com um copo de suco em mãos. Ela olhou para as coisas e imaginei que ela ficaria com uma triste e dolorosa expressão, ainda mais quando viu o quadro com a foto dos três. Mas surpreendentemente, Demitria apenas revirou seus olhos e subiu escadas a cima. Encarei o nada confuso e subi também ao segundo andar.

PDV DEMI

Entrei em meu quarto, fechando a porta. revirei meus olhos e fui trocar-me de roupas. Elena tinha sempre que fazer isso? Primeiro Damon depois Stefan... Digo: Damon namorava comigo e ela o beijou. Agora Stefan namora a Alyssa, e ela beija Stefan também. Ela não pode se aquietar e deixar os dois em paz? Terminei de me vestir e abri a porta de meu quarto.

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Elena saia do quarto de Jeremy carregando uma caixa um pouco grande. Quando me viu, ficou parada, encarando-me com uma cara meio azeda.

– Me vesti mal? — questinei-a divertida e ela olhou-me incrédula.

– Desculpa, Demi... mas eu não consigo te olhar e não me lembrar de que você... — ela hesitou chateada.

– De que eu matei jeremy. — completei sua frase e suspirei cansada — As pessoas morrem, Elena. Se conforme. — digo amigável e ela me olha horrorizada.

– Estamos falando de Jeremy, Demitria! Meu irmão! Seu primo! — falou indignada.

– Bom, tecnicamente seu primo também, não irmão. — digo refletindo e ela me olha novamente horrorizada.

– O que está havendo? — Stefan surge nos olhando confuso.

– Eu... Eu não sei. — Elena diz perplexa e reviro meus olhos novamente. Stefan olha-me desconfiado e o olho incrédula.

– Por que está me olhando como se eu tivesse cometido um crime? — indgnei-me e eles me olharam assustados — Eu não tive a intenção, vocês sabem disso! — falei ficando irritada — Eu o matei, ele morreu... Pronto. Fim de assunto! Se conformem com isso, Jeremy não vai voltar mais!

Repentinamente, Elena largou aquela caixa e avançou em mim. Ela jogou-me no chão com força e antes de conseguir avançar em mim novamente, fui mais rápida e a puxei pelos cabelos, jogando-a com força no chão.

Stefan puxou-me a força desesperado e jogou-me do outro lado do corredor. Ele impediu Elena de vir atrás de mim novamente.

– Vocês vão acabar se matando dessa forma! — Stefan gritou nervoso e fiquei de pé rapidamente.

– Assassinos merecem serem mortos! — Elena gritou furiosa, com seu rosto transformado e sua furia explodindo.

– Elena, se acalme. — Stefan disse ainda a segurando com força.

– Mate-me, quem sabe ameniza a dor. — sorri sarcástica e ela olhou-me ainda mais furiosa. Ajeitei minha bolsa em meu ombro e sai de lá tranquilamente,

Assim que entrei em meu carro, acelerei vendo a fraca garoa caindo. Não me importava com que Elena tinha dito, ou com que tinha feito. Eu poderia matá-la em segundos, claro, se Stefan não tivesse me impedido. Após alguns minutos dirigindo, deixei meu carro no estacionamento de um bar. Deixei minha bolsa com meu celular dentro do carro e fui em direção ao pequeno bar. Não havia muita gente por lá.

Assim que entrei, alguns olhares vieram em minha direção. Ignorei a todos e fui em direção ao balcão, onde tinha apenas um homem trabalhando.

– Um whisky. — pedi sentando-me e sorri para ele.

– Você não tem idade, querida. — ele disse sorrindo e se inclinando para mim, dando-me uma piscadela.

– Tenho sim. — sorri olhando no fundo de seus olhos. Ele piscou algumas vezes e concordou. Olhei em seu peito, onde havia seu nome anotado numa pequena etiqueta — Obrigada, Bill. — sorri alegre e ele sorriu de volta indo pegar minha bebida.

Enquanto Bill preparava minha bebida, um homem sentou-se ao meu lado com um grande sorriso malicioso enquanto me avaliava mentalmente. Suspirei revirando meus olhos e continuei a encarar a pratileira a minha frente cheia de bebidas.

– Aqui está, moça. — Bill voltou com minha bebida — 15 dólares. — antes de lhe responder, aquele homem intrometeu-se:

– É por minha conta, Bill! — ele disse alegre. Bill concordou e então voltou ao seu trabalho.

– Nossa, muito obrigada. — disse sorrindo de lado e olhei para aquele homem.

– Não fiz nada, querida. — ele disse mostrando seus dentes brancos — Eu sou Philipe.

Sorri bebericando meu copo com whisky e logo que enguli calmamente, disse-lhe:

– Aghata.

Ele assentiu ainda me olhando de maneira maliciosa. Tomei meu whisky novamente, até deixar o copo vazio. Então levantei-me deixando o copo sobre o balcão. Olhei rapidamente para Philipe e dei a volta para sair do bar pelos fundos.

Não demorou muitos segundos até aquele idiota perceber o recado para ele vir me seguir. Assim que encontrei-me nos fundos do bar, estava num pequeno beco vazio e sem iluminação. Escutei a porta de fechar quando Philipe chegou juntamente.

– Você demorou, hem. — disse virando-me para ele. Philipe sorriu daquela forma ridicula e antes dele fazer algo, movimentei-me vampirescamente até ele, deixando-o horrorizado — Se eu te deixar vivo — segurei em seu rosto fortemente — você se esquecerá que um dia me conheceu. — olhei fixamente em seus olhos. Philipe concordou hipnotizado e sorri — Não grite...

Imediatamente mordi em seu pescoço, sugando verozmente seu sangue, escutando-o gemer de dor. Quando lhe soltei, ele estava fraco, caiu no chão em segundos. Eu ainda tinha fome. Então abaixei-me ao lado dele e o puxei pelo braço. Mordi no mesmo local novamente. Escutei algo diferente, como se alguém pousasse logo atrás de mim. Larguei Philipe novamente e suspirei desconfortável.

– Eu tentei acreditar que um caçador realmente tinha nascido, mas acho que isso prova que não.

Levantei-me cautelosamente e virei-me para Damon, sem nenhuma vontade de vê-lo alí parado, com os braços cruzados a frente do peito, e olhando-me enojado.

– Desligar a humanidade, Demi? Isso não foi pesado de mais? — ele disse negando.

– Acabei com a maldição. — disse dando de ombros e passei a mão em meus lábios, limpando o sangue que havia alí.

– E está acabando com você. — ele disse sério, vindo até a mim cautelosamente.

– Você se importa? — cruzei meus braços o olhando fria.

– Você sabe que sim.

– Então pare de se importar, eu estou muito bem. — caminhei em sua direção, para sair de lá.

– Até quando? Até você ligar a humanidade, ficar péssima, desligar novamente e blá blá blá? — ele olhou-me sarcástico.

– Olha só, Damon: Pela primeira vez, desde quando me tornei vampira, eu me sinto bem! Eu não sinto-me mal por tudo que fiz ou que deixei de fazer... Então não estrague isso, ok?! — eu o olhei irritada.

– Desligar a humanidade é uma coisa, agora você se tornar...

– Me tornar em quê? Num monstro? Ah, sinto muito em desaponta-lo, Damon, pois pelo que sei eu sou uma vampira! — disse sarcástica.

– Você está agindo ridiculamente! — ele olhou-me nervoso.

– Eu não me importo! — disse nervosa — Olhe só para você, Damon! Você nunca poderá me dar alguma lição de moral.

– Sim, eu posso, porque eu não desliguei minha humanidade. — ele disse incrédulo.

– Muito masoquismo de sua parte, querido. — sorri de lado — Sabia que acabei de pegar Elena e Stefan se beijando? Sabia que antes de morrer eu beijei Klaus? Estou falando de mim: Demitria. — ele olhou-me como se eu tivesse lhe enfiado uma adaga em seu coração — E agora? É legal sentir? Ainda tem sua humanidade ligada? — voltei a caminhar — Entenda: É melhor não sentir nada do que se magoar.

Sai daquele beco deixando Damon sozinho.


PDV ALYSSA

Depois de um bom tempo querendo tirar a ideia da cura da cabeça de Rebekah, finalmente fui embora. Eu também amaria novamente ser humana, mas aquilo estava mais que impossível. Onde encontraríamos outro caçador? Isso estava fora de cogitação. Resolvi ir atrás de Stefan, na casa de Elena, para saber como andavam as coisas por lá.

Já estava chovendo quando apertei a campainha e Elena atendeu-me. Seu rosto demonstrava uma grande raiva.

– Entre. — ela disse dando-me as costas e fiz o que ela disse. Fechei a porta atrás de mim e encontrei Stefan do outro lado da sala, encarando-me meio sério.

– ok... — isso estava estranho — O que houve? — perguntei preocupada.

– Demitria. — Elena disse com raiva e a olhei assustada.

– O que houve com Demi? — perguntei.

– Ela e Elena se atacaram. — Stefan respondeu sério. Arregalei meus olhos quase não acreditando.

– O quê? Por quê? — perguntei assustada.

– Ela está estranha... Eu não sei o que acontece, só sei que tenho uma grande vontade de matá-la. — Elena disse não segurando seu ódio.

– Elena. — Stefan tentou repreendê-la.

Naquele mesmo instante ouvimos a porta da frente de abrir e nos viramos todos para ver quem entrava.

– O que você faz aqui? — Elena berrou nervosa querendo partir para cima de Demitria, porém Stefan foi mais rápido e a segurou.

– Eu moro aqui. — Demi respondeu sorrindo sarcástica.

– Gostaria de que você não morasse. — Elena disse irada.

– Elena, você está nervosa, não diga besteiras. — Stefan disse e ela soltou-se dele a força.

– Olha só: Eu iria amar realizar seu desejo, não se preocupe. — Demi sorriu de lado indo em direção a cozinha — Seria muito bom eu me mudar... Essa casa cheira a morte. — sorriu sarcástica dando de ombros.

– Demi...! — eu a repreendi assustada.

– O que foi, Aly? — ela olhou-me sorrindo — Ah, você já está sabendo? — ela se fez de animada e a olhei confusa — Você e eu estamos no mesmo clube.

– Do que diabos está falando? — perguntei irritada.

– Conte para ela, Elena. — Demi olhou sádica a prima.

– O que há com você?! — Elena aumentou seu tom de voz, irritada.

– O que há comigo? Você beijou Stefan, o que há com você?! — Demitria disse sarcástica novamente.

– O quê?! — finalmente me manifestei alí. Stefan olhou-me apavorado e neguei descrente.

– Você não tinha esse direito, Demitria! — Elena disse nervosa.

– E você lembrou de direitos quando beijou Stefan? — Demi retrucou irônica e deu de ombros.

– Cale a boca, Demitria! — Stefan gritou nervoso e ela sorriu levando um dedo a boca em sinal de silencio — Alyssa... — ele tentou vir até a mim.

– Eu não acredito nisso, Stefan. — sussurrei magoáda e ele negou.

– Pois acredite, amiga, eu vi com meus próprios olhos. — Demi disse irônica.

– Como você pode?! — eu olhei desacreditada a Stefan.

– Aly, por favor, vamos conversar! — ele implorou vindo até a mim cautelosamente.

– Eu não quero falar com você! — disse sentindo as lágrimas escorrendo em meu rosto e caminhei até a saida rapidamente — Eu não quero te ver... Eu quero você longe de mim!

– Alyssa...! — ele gritou vindo atrás de mim. Imediatamente eu corri até meu carro e sai dirigindo em alta velocidade.

PDV DEMI

Stefan não pensou duas vezes antes de sair atrás de Alyssa. Dei de ombros vendo Elena me olhando furiosa.

– Você não podia ter feito isso. — ela gritou nervosa.

– Eu não deveria ter feito isso? — ri descrente — Foi melhor assim, priminha. — sorri sarcástica e caminhei em direção a cozinha — Foi melhor eu contar do que ninguém contar, ai você e o Stefan se beijam novamente, então Alyssa pega vocês no flagra... Assim como eu peguei você beijando Damon. — dei de ombros servindo-me com um copo de suco.

– Foi por isso que você fez isso? — ela caminhou rapidamente até a cozinha — Demitria, não acredito que você fez isso porque beijei Damon há muito tempo. Vocês agora já estão juntos...

Ri fazendo-a parar e me encarar perplexa.

– Então... Sobre isso... Damon e eu não estamos mais juntos, e sabe de uma coisa, eu não me importo. — continuou a me encarar perplexa e me aproximei dela — Não me importo se você beijou Stefan, o problema é seu. Seu, de Alyssa e de Stefan, é claro. — sorri sarcástica — E não medirei minhas palavras quando você cometer alguma imprudencia.

Elena tentou avançar em mim novamente, e desta vez fui mais agil e a joguei no chão. Peguei um facão sobre a pia e o enfiei na barriga de minha priminha, ouvindo-a gritar de dor enquanto sangrava.

– Você está muito agressiva ultimamente, Leninha. — disse me levantando e sorri de lado — Não se preocupe comigo, eu ficarei bem longe de você. E você deveria fazer o mesmo: Fique longe de mim ou não me importarei de cravar uma estaca em seu coraçãozinho mole.

Era claro que eu não ficaria alí, como eu disse: Essa casa cheira a morte. E aguentar a recém vampirinha toda nervosinha comigo não estava definitivamente em meus planos. Assim que entrei em meu carro novamente, eu já tinha uma ideia de onde ir.

PDV DAMON

Minha mente se recusava em acreditar naquelas palavras. Já era a terceira garrafa de vodca que eu estava tomando naquela noite, desde a hora em que Demitria tinha dito-me malditas palavras que não saiam de minha mente por nada. Foi aquela mesma sensação de quando Katherine admitiu que era a Stefan que ela queria. A mesma sensação de quando Elena fez o mesmo. Demitria basicamente tinha pisado em todos meus sentimentos, como se nada lhe importasse. E bem, ela não se importa.

Escutei Stefan entrando em casa silencioso. Continuei a encarar a lareira e tomei um grande gole de minha vodca. Senti Stefan sentando-se ao meu lado e o olhei sem nenhuma vontade. Meu irmão estava péssimo.

– Você beijou Elena e está pessimo. É a culpa? — disse sarcástico e ele olhou-me confuso — As noticias correm rápidas, já percebeu? — dei de ombros e ele pegou a garrafa de minha mão, também tomando um grande gole daquela bebida.

– Alyssa descobriu. — ele disse soltando uma tufada de ar e olhando frio para a lareira.

– Deixe-me ver... Demitria contou? — sorri embriagado.

– Demitria não mediu esforços. — ele disse respirando fundo.

Concordei num resmungo e tomei a garrafa de sua mão.

– Como sabe que foi Demitria? Ela quem te contou? — ele olhou-me desconfiado.

– Bingo! — sorri tomando o resto da bebida — Péssimas notícias: Demitria desligou a humanidade.

– O quê? — ele assustou-se.

– Essa foi a minha sensação quando descobri. — sorri de lado.

– Por que ela fez isso? — perguntou surpreso.

– Porque Demitria barra Aghata é uma garota amável, sentimentalista, carinhosa e bondosa, que odeia fazer mal às pessoas, e quando a culpa lhe atingiu, ela simplesmente não quis sentir a culpa, então jogando fora qualquer sentimento que a fizesse se sentir assim. — minha voz saiu suave e revirei meus olhos irônico.

– É por isso que você está assim? — ele olhou-me incrédulo — Você sabe que uma hora ela religará os sentimentos.

– Cale a boca, Stefan. — pedi me levantando — Eu não vou ficar lhe contando meu desastre amoroso, por que você não vai atras de Elena? ou de Alyssa? Sei lá.

– Você sabe que gosto de Elena, da mesma forma que você também gosta.

– E nós dois estamos solteiros e novamente gostando da mesma garota? Nesse ponto que quer chegar? — disse incrédulo.

– Não, Damon. — ele negou incrédulo — Apenas não vamos começar aquilo novamente, pode ser?

Revirei meus olhos novamente e tratei-me de subir para meu quarto, pegando no caminho uma outra garrafa de whisky.

PDV KLAUS

– Rebekah, pare de me encher o saco com coisas inuteis. — digo revirando meus olhos.

– Você é tão insensível. — ela diz incrédula.

– Sim, eu sou. — concordo — Eu não quero saber sobre o triangulo amoroso entre Alyssa, Stefan e a duplicata. Eu não me importo, e acho que você deveria pensar da mesma maneira.

– Não, eu não penso assim, porque Alyssa é minha amiga, e me importo com ela. — Rebekah diz caminhando em direção a saida.

– Com ela ou com o estripador? — perguntei sarcástico e caminhei em sua direção — Alyssa sabe que você e Stefan tiveram um casinho nos anos 20? — sorri sarcástico.

– Não, e não precisa saber. — ela disse revirando os olhos e ri negando — Patético de sua parte me lembrar disso. — deu-me as costas novamente — Vou ficar com Alyssa.

– Aghata já deve estar fazendo isso. — dei de ombros enquanto ela saia.

– Eu duvido. — ela disse e então sumiu porta a fora.

Suspirei de leve e tomei o resto de minha bebida do meu copo. Sorri encarando meu copo.

– Pensei que estaria ao lado de Alyssa. — disse sarcástico e virei-me para trás.

– Acho que Rebekah lidará melhor com isso do que eu. — falou erguendo uma sobrancelha brevemente.

Aghata, que antes estava sentada no sofá, levantou-se caminhando calmamente em minha direção.

– Como se sente agora que a maldição finalmente acabou? — questionei intrigado.

– Não sinto nada. — ela disse sarcástica sem se importar e parou de caminhar, me encarando significativa.

– Oh não, você não fez isso. — neguei desacreditado. Ela sorriu soltando um riso nasalado — Você se lembra de que sua ultima experiencia com a humanidade desligada não foi agradável, sim?

– Sim. — ela sorriu mordendo o lábio inferior — E mesmo assim você continuou comigo. No final tudo deu certo.

– Está acreditando que no final você não entrará em depressão? — questionei sarcástico e ela sorriu de lado — Seus amigos não devem estar nada contente, imagino. — caminhei em direção a mesa com bebidas.

– Consegui disfarçar até agora. — deu de ombros. Enchi meu copo novamente e lhe ofereci — Obrigada. — aceitou vindo até a mim. Entreguei-lhe um outro copo com whisky fazendo com que nossas mãos se tocassem rapidamente — Terminei com Damon.

Suas falas foram basicamente musica para meus ouvidos. Ela sorriu bebericando o whisky e ficou me encarando.

– Devo lhe dizer sinto muito? — perguntei irônico.

– E você sente? — perguntou desconfiada. Ri não lhe respondendo e tomei rapidamente minha bebida.

– Eu bebi de mais, ou você está flertando? — murmurei sádico. Aquilo não estava acontecendo.

– Não sei, bebi de mais por hoje também. — ela disse revirando os olhos e tomando mais um pouco do whisky — Basicamente estou sem lar essa noite. — suspirou pesadamente — Elena tecnicamente me expulsou de casa. Alyssa uma hora dessa está em prantos, o que apenas me deixará irritada.

– Que pena. — sussurrei irônico e ela virou-se para mim — Acho que sua ultima escolha foi a mim, correto?

Ela nada me respondeu e tomou novamente o resto do whisky. Assim que seu copo esvaziou-se, ela voltou a me encarar, ficando um pouco séria.

– Sinto sua falta, Nik. — sussurrou olhando em meus olhos e deu um passo até a mim lentamente.

– Não, você não sente. Você está com a humanidade desligada, você não sente nada. — dei de ombros e ela sorriu negando — Mas isso me convenceu, você pode passar a noite aqui.

– Ótimo! Posso escolher meu quarto? — perguntou virando-se para ir em direção as escadas.

Antes dela novamente dar mais um passo, lhe segurei no braço e a puxei para mim. Aghata sorriu quando seu corpo bateu contra o meu.

– Sweet, me arrependerei muito disso, então faremos valer a pena. — sussurrei beijando-a avidamente.

Ela correspondeu ao beijo com pressa e jogou seus braços sobre meus ombros. Corri minhas mãos em seu corpo até chegar em sua delicada cintura, então puxando-a para cima e a tirando do chão, coloquei-a sobre a mesa. Nossos lábios se separaram, para que os meus descessem até seu pescoço e suas delicadas mãos começassem a subir minha camisa rapidamente. Afastei meu rosto dela e ergui meus braços para facilitá-la a retirar minha camisa. Retirei sua jaqueta imediatamente e a voltei beijá-la com pressa.

Quando nossos lábios se separaram novamente, joguei no chão todas as bebidas que continha atrás de Aghata sobre a mesa e deitei Aghata na mesma. Tirei sua camisa rapidamente e beijei seu corpo fazendo-a se arrepiar e arquear suas costas.

Como eu disse, me arrependeria disso. Aghata tem sua humanidade desligada, então aquilo não estava lhe sendo nada especial como estava para mim. Mas eu precisava dela, há séculos que eu precisava dela.

Notas finais
Graaaande esse hem???
E ai? O que acharam? Mereço comentários? Mais recomendações? Só assim eu continuo hem!!
Demi e Klaus. Quem tanto esperou, chegou o momento. Mas infelizmente a Demi está sem sentimentos, né? kkkk
No próximo teremos algumas surpresinhas!
Comentem ai mi amores, assim eu volto mais rápido!!!
Miiil beijous!
XOXO