A Stranger - Season 2
4 2x03 - Adrenalin
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS TAMBÉM!!!!!
Cap. 3
PDV Demi
Eu não tinha dormido muito bem essa noite... Acordava a cada cinco minutos. Tendo a mesma lembrança quando fui mordida pelo lobo... Virei-me na cama, percebendo um forte corpo a baixo do meu. Eu suspirei baixinho e sorri.
— Bom dia. — ouvi a voz de Damon a cima de mim. Levantei minha cabeça olhando para seus olhos que me olhavam brilhando — Sabia que você fica séria enquanto dorme? — ele disse sorrindo — Aposto que sonhou comigo, sim? — riu e revirei os olhos rindo de leve.
Despreguicei-me e virei para ver as horas. Eu choraminguei baixinho e deitei novamente.
— Fala serio, Damon! São sete horas da manhã! — falei irritada e ele sorriu — Me deixa dormir, né?
— Que pena, pensei que você adoraria vir comigo e com Elena atras de Stefan. — ele disse se levantando e deu de ombros — Então iremos sozinhos!
— Epa! — levantei-me rapidamente — Do que está falando? — assustei-me.
— Encontrei Stefan, está em Chicago. — Damon disse mexendo em minha penteadeira.
— Serio? E como sabe? — desconfiei e ele sorriu.
— Um passarinho verde me contou, agora se arrume e vamos! — mandou sentando-se em minha cama.
— Ok, cai fora do meu quarto! — mandei impaciente.
— Nada que eu não tenha visto ou tocado antes, não? — ele disse com sarcasmo e revirei os olhos logo o olhando impaciente. Ele entendeu o recado e fez sinal de rendição. Já se levantando e indo embora. Ele me surpreendeu dando-me um rápido beijo e o empurrei rindo.
— Damon! Vai! — empurrei-o para fora do meu quarto.
— Ok, ok! — disse rindo e fechei a porta em sua cara.
Fui trocar-me. Coloquei um vestido vermelho sem alça e calcei sapatilhas pretas. Peguei minha bolsa e sai de meu quarto colocando uma tiara em meus cabelos. Desci as escadas e fui para fora. Damon e Elena já me esperavam no carro. Entrei ficando no banco da frente e Damon deu a partida.
Alguns minutos no carro, estávamos em silencio, apenas ouvindo uma musica qualquer. Damon olhou para mim e sorriu. Sorri de volta e ele voltou a prestar atenção na estrada.
— Elena, do seu lado tem um diario de Stefan. — Damon disse — Retrata um pouco da experiência de Stefan em Chicago. Leia. — ele disse e Elena o olhou desconfiada.
— Não, não posso ler. — ela disse negando — É o diario dele, pessoal! — falou revirando os olhos.
— Precisam estar preparada para o que verão. — Damon disse sorrindo sádico.
— Então leio eu! — falei pegando o diário. Se eu não soubesse o que tinha lá, poderia morrer de curiosidade.
Sim, sou muito curiosa! Elena que não esconda bem seu diário, caso o contrário eu leio mesmo! Comecei a ler em voz alta.
— 12 de Março de 1922. “Eu apaguei por dias. Acordei com sangue de estranhos em lugares que eu não reconheço, com mulheres que eu não lembro”
— Oh! — Damon exclamou se fazendo de indignado — Estou chocado! Stefan não era virgem! — eu até riria disso, mas não era hora! Apenas lancei-lhe um olhar sério e ele riu.
— Presta atenção na estrada, Damon! — Elena mandou irritada — E me dê isso, Demitria! — pegou o diario de minhas mãos.
Damon riu e prendi minha risada.
Depois de mais alguns minutos de viagem, paramos na frente de um prédio que parecia bem antigo. Descemos do carro e entramos no prédio, subimos alguns andares e Damon nos fez parar em frente a porta de um apartamento. Ele quebrou a maçaneta da porta e entramos no apartamento.
O apartamento estava totalmente empoeirado, parecia que ninguém entrava aqui há décadas!
— Bem vindas a segunda casa de stefan, garotas! — ele disse entrando atras de nós.
— Ele não esteve aqui... Há anos. — completei olhando em volta.
— Ainda não terminamos o passeio. — ele disse abrindo uma porta camuflada de estante do outro lado do quarto. Ele nos convidou para entrar e Elena foi na frente. Era um pequeno lugar com bebidas. Elena olhou em volta e ficou parada boquiaberta ao ver algo.
— O quê? Stefan escondia bebidas? Uau! — falei me fazendo de assustada.
— Venha ver. — ele disse dando de ombros.
Entrei também e logo meus olhos foram para onde Elena olhava. A parede tinha vários nomes escritos. Três colunas com dezenas de nomes. Fiquei assustada...
— São as vitimas dele? — sussurrei assustada e ele assentiu.
— Stefan era um estripador metido e filho de uma... — Damon parou de falar e nós entendemos — Vocês sabem.
Ele saiu daqui e foi de volta para o quarto.
— E o que você fazia nessa época? — Elena desconfiou e eu também.
— Eu estava por ai, me divertindo sem deixar suspeitas como o idiota do Stefan. — deu de ombros.
— Hey! Onde você vai? — perguntei enquanto ele saia do apartamento.
— Vou procurá-lo num lugar mais obvio. — ele disse sem importancias.
— Vamos com você! — Elena e eu dissemos ao mesmo tempo.
— Não, vocês ficam e pensam num plano melhor. — avisou e fechou a porta.
Elena e eu bufamos irritadas. Eu sentei-me na cama e a poeira subiu. Gemi frustada e levantei enojada.
— ARGHT! — praticamente gritei de nojo.. Elena suspirou rindo e sentou-se na cadeira ao lado, pegando o diario de Stefan.
Comecei a vasculhar o lugar. Não encontrei nada para me distrair...
— Está perfeito. Duas garotas dentro de um apartamento velho e imundo! — falei ironica. Elena mal prestara atenção. Apenas lia o diario de Stefan — É, Elena, e a privacidade onde fica? — perguntei sarcastica.
— Perdeu-se desde o momento em que você resolveu ler primeiro. — ela revidou com o mesmo tom sarcastico. Rimos e ela revirou os olhos.
Voltei a vasculhar as coisas. Mas não tinha nada. Nem nos armarios. Nem nos móveis... Em lugar nenhum... De repente escuto uma voz... Elena também...
- Que casinha charmosa.
Elena e eu nos olhamos assustadas. Klaus!
O.M.G! Ele não pode imaginar que Elena esteja viva!! Se isso venha acontecer...
Elena levantou-se de vagar e apontou para o "esconderijo" dos nomes. Assenti e pegamos nossas bolsas, já correndo para lá. Fechamos de vagar sem fazer barulho.
- Sente isso? — escutamos a voz de Klaus.
Controlei minha respiração da melhor forma... Eu tinha que me manter calma!!
- Tem alguém aqui? — Klaus perguntou desconfiado. Houve um minuto de silencio...
- Está vazia ha anos. Devem invadir sempre. — escutei a voz de Stefan. Olhei para Elena que estava com os olhos arregalados.
Fiz a ela um sinal para manter-se calma. Os dois começaram a conversar. Coisa que prestei um pouco de atenção... Klaus falava que Stefan tinha um ritual, escrever na parede os nomes de suas vitimas. Olhei para a lista atras de mim e prendi minha respiração.
De repente a porta foi aberta e arfei de medo. Elena olhou-me para nos manter calma e assenti. Ouvimos passos se aproximarem e Stefan entrou no "esconderijo". Seus olhos percorreram pelas prateleiras de vinhos e logo parou em mim e em Elena. Os dois se encararam profundamente e depois ele olhou-me...
Stefan suspirou profundamente e disse:
— Olha só o que encontrei. — meu coração pareceu escola de samba no momento. Até que Stefan pegou uma garrafa de vinho e saiu do "esconderijo".
Stefan fechou a porta e Elena e eu soltamos nossas respirações aliviadas. Ele e Klaus conversaram rapidamente e então foram embora.
Ficamos aqui por mais alguns minutos, para não correr o risco deles voltarem. Logo saimos de vagar do "esconderijo" e voltamos para o quarto.
— Eu sabia que ele ainda era o mesmo. — Elena murmurou aliviada e esperançosa.
— Eu realmente espero. — disse suspirando e pegando meu celular.
Como Damon teve a coragem de nos deixar aqui sozinhas??! Disquei o numero de Damon, quase quebrando o celular de tanta furia. MAs o infeliz do meu namorado não me atendeu!
Passou longos minutos... Já estava anoitecendo. Elena estava lendo o diario de Stefan sentada na cama nojenta. Eu estava de pé segurando uma siringa de verbena. De uma ou outra: Ou era para me previnir de algum vampiro (Lê-se Klaus/Stefan) ou era para injetar em Damon!
A porta se abriu lentamente. Elena e eu tinhamos ficado enrijecidas, mas nos aliviamos ao ver que era Damon.
— Damon, onde você estava?! — Elena perguntou irritada.
— Trouxe roupas para vocês. Fiquem apresentáveis, sei onde Stefan está. — ele disse sorrindo e jogou uma bolsa grande em minha direção. Peguei-a confusa e olhei para ele indignada.
— Eu te deixo uma dez mensagens dizendo que Klaus esteve aqui e você está pensando em roupas?! — perguntei furiosa. Uma hora boa para injetar verbena nele seria agora?
— Eu sei que fiz errado. — ele disse revirando os olhos e sentando-se na cadeira atras dele — Já pensei em tudo isso no caminho da volta. Eu não deveria ter deixado vocês sozinhas aqui... Eu já pensei, reconsiderei e agora quero que vão se trocar rápido por favor? — pediu impaciente.
Eu estava preste a lhe lançar algo, mas deixei de lado. Elena puxou-me para irmos nos trocar. Damon havia trago roupas bonitas (alias, de onde esse infeliz tirou isso?!). Coloquei um vestido roxo e sapatos.
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Até que gostei. Deixei meus cabelos do jeito que estavam e voltei para onde Damon estava. Ele avaliou-me dos pés a cabeça e sorriu. Eu apenas lhe lancei um olhar mortal e peguei minha bolsa. Elena vestia um vestido da mesma cor que o meu porem era de mais curto e de alcinhas, e usava sapatos com salto menor do que os meus.
Estávamos no carro. Em silencio. Nem mais musica tocava. Até que Damon resolveu quebrar o silencio.
— Elena, enquanto eu distraio Klaus, você fala com Stefan, ok? — olhou para ela e parou o carro.
— Isso é perigoso? — perguntei preocupada.
— Sim, então... Você tem cinco minutos, Elena, antes daquele hibrido arrancar meu coração. — falou revirando os olhos.
— Quem sabe eu posso ajudar? — falei sorrindo de leve e eles me olharam confusos.
— Você fica no carro. — ele disse negando.
— Se eu for com você para distrair Klaus, daremos mais tempo para Elena falar com Stefan. — falei óbvia.
— Não sabemos o que Klaus pode fazer com você. — Elena disse negando.
— Ele não vai me machucar. — falei dando de ombros e eles me olharam negando — Se ele quisesse já teria feito. Eu sou "a cópia" da antiga paixão dele, ele não faria isso comigo.
— Ela tem razão. — Elena disse concordando. Eu sorri e olhei para Damon. Ele revirou os olhos e bufou.
— Mas fique perto de mim! — mandou e concordei.
Descemos do carro e Damon mandou Elena esperar aqui por Stefan. Nós entramos naquele estabelecimento movimento. Um barzinho espaçoso. Damon ficou a minha frente e olhou em direção ao balcão, onde Stefan estava conversando com... Klaus.
Stefan olhou em nossa direção disfarçadamente e Damon lhe fez um sinal para ele o acompanhar. Stefan virou-se de novo para Klaus e Damon me puxou para fora de lá.
— Fica aqui! — sussurrou nervoso pondo-me na parede ao lado. Eu assenti e ele saiu.
Esperei alguns segundos e olhei para dentro do bar (em direção a Klaus — Agora Stefan não estava mais lá.) Respirei fundo e caminhei em sua direção. Quando sentei-me ao seu lado, vi Klaus ficar maravilhado e assustado.
— Demitria. — Klaus sussurrou e virei-me para ele.
Seus olhos eram tão familiar. Registrei cada detalhe de seu rosto e cada reação sua... Ele sorriu e continuei séria.
— Klaus. — foi apenas isso que disse.
— Eu não te esperava aqui. — ele disse surpreso e sorriu ainda mais.
— Eu vim pedir para que você deixe Stefan. — falei calma e ele ficou sério.
— Pensei que apenas se importasse com o Salvatore mais velho. — ele disse sarcastico e bebeu seu conhaque.
— Stefan é meu amigo, e preocupo-me com ele. E o que você está fazendo com ele...
Klaus calou-me pondo seu dedo em meus lábios. Senti um imenso calafrio com seu toque. Ele sorriu de lado e desceu seus dedos para meu pescoço. Minha respiração foi ficando desacelerada e meu coração por uns segundos pareceu congelar.
— Suponho que não saiba sobre mim e Aghata, não? — ele disse segurando minha nuca de leve e passou sua outra mão em meu rosto, acariciando-me suavemente.
— Sim... Vocês eram namorados. — eu murmurei perdendo minha voz. Klaus deixou-me mais arrepiada e com um frio na barriga.
— Mais que isso. — ele sussurrou calmo perdido em meu olhar — Nós iríamos nos casar. — sorriu abertamente.
Meus olhos se arregalaram e ele assentiu. Isso nem Elijah e nem Alyssa me contaram!
— E o que aconteceu? — fingi não saber o resto. Claro, eu não podia dizer "Ah, sim e então ela te traiu com seu irmão?"
— Nós estávamos felizes juntos... Mas ela... — ele ficou meio doloroso com isso e fechou seus olhos.
— Ela...? — incentivei a continuar. Ele abriu os olhos amargurado.
— Ela foi morta. — disse sério.
O quê? Ele não vai me contar que desconfiava dela com Elijah..?
— Só? — indago e ele me olha confuso — Digo...: simplesmente ela morreu? Por que ela morreu? Como? — perguntei rapidamente.
Klaus ficou calado e do nada me soltou virando-se para o balcão. Ele pegou sua bebida e a tomou de uma vez. Inclinei-me em sua direção e antes que eu pudesse lhe dizer algo, Damon sentou-se do outro lado de Klaus. Voltei a sentar direito e Damon nem olhou-me.
— Abriram as portas para a ralé entrar agora. — Klaus disse sem olhar para Damon ou para mim.
— Hum... Saibam que já me chamaram de coisas piores, querido. — Damon disse sarcastico e pegou uma bebida.
Klaus riu baixo e Damon tomou o conhaque de uma vez.
— Você não irá desistir, não? — Klaus perguntou revirando os olhos.
— Devolva meu irmão e nunca mais precisará me ver. — Damon disse dando de ombros.
— Eu prometi a Stefan que não te mataria, mas acho que descumprirei minha palavra... — ele disse se lamentando — Ah, mas o que vale minha promessa? Você está a fim de morrer mesmo! Se não estivesse não estaria aqui. — deu de ombro rindo.
— O que posso fazer? Adoro sentir a adrenalina! — Damon falou ironico e sorriu.
Klaus sorriu sem humor e de repente saltou em Damon, segurando-o no seu pescoço com força. Levantei-me num pulo e Klaus pegou um palito.
— Estou meio bebado, então não se preocupe se eu acertar em seu coração! — Klaus falou e enfiou o palito um pouco a baixo do peito de Damon. O mesmo arfou prendendo o grito.
— Por que.... Você não esquece Stefan...? — Damon tentou dizer meio con dificuldade — Eu sou muito melhor! — disse sarcastico.
Klaus jogou Damon a distancia e quase gritei. Klaus pegou uma cadeira e a quebrou, pegando um pedaço da perna e indo em direção a Damon.
— Não será muito melhor morto! — Klaus disse rindo sem humor e pulou para cima de Damon.
— Nik! — gritei desesperada e ele parou com sua mão no ar (preste a matar Damon) — Por favor não faça isso, Niklaus. — implorei me aproximando deles de vagar.
Klaus foi virando seu rosto para mim lentamente. Ele estava surpreso e assustado novamente.
— Você... Você me chamou de quê? — ele perguntou confuso e assustado.
Eu não respondi nada e neguei calada.
— Só o deixe, por favor. — sussurrei.
Klaus saiu de cima de Damon e deu um passo em minha direção. Seu olhar era cauteloso e atento. A medida que Klaus se aproximava de mim, eu sentia minhas pernas ficarem tremulas. Quando faltava pouco para ele e eu ficarmos cara a cara, Damon levantou-se de súbito e imediatamente ficou entre nós. Klaus o olhou irritado e Damon prendeu um rosnado. Segurei no braço de Damon, para que o mesmo não avançasse em Klaus.
— Não precisa negociar a liberdade de seu irmão. — Niklaus disse a Damon — Quando eu terminar com ele, ele nunca mais vai querer voltar. — avisou afastando-se de nós.
Klaus nos deu as costas e saiu daqui pelos fundos. Soltei minha respiração e virei Damon. O mesmo estava indignado. Olhei-o dos pés a cabeça...
— Você está bem? — perguntei passando levemente as mãos em seus ferimentos. Damon assentiu com a cabeça e o abracei. Ele me abraçou de volta e respirou fundo.
***
Eu andava pelo corredor da mansão, podendo ouvir os barulhos de meus sapatos. A casa estava vazia? Sinto que alguém me vigiava. Sorri descendo as imensas escadas, logo que chego na grande sala, sinto alguém vindo em segundos até a mim.
Sorri para Nik e ele sorriu da mesma forma.
- Pensei que não estivesse, Nik. — falei sorrindo.
- Andas reclamando que não lhe dou atenção, pois cá estou! — ele me disse sorrindo.
Nik tirou algo de suas costas e sorri. Era um lindo bracelete dourado.
- Isso é para que sempre lembre-se de mim. — ele disse colocando suavemente o bracelete em meu braço esquerdo.
- Estás querendo cortejar-me, Niklaus? — perguntei me fingindo de incrédula.
- Se querer agradar minha noiva pode ser chamado de cortejar... Então sim. — ele disse beijando minha mão. Eu ri e ele puxou-me para seus braços. Calmamente ele selou seus lábios nos meus, num beijo calmo e delicado...
- Ah, parem com isso! — nós paramos de nos beijar quando ouvimos a doce voz enojada vindo em nossa direção — Isso é chato e repugnante!
Nik e eu rimos e olhamos em direção a jovem. Ela era loira, um pouco alta, tinha os olhos verdes e a pele bem clara como a neve. Seus cabelos loiros formavam cachos até seus ombros. E usava um vestido comprido e simples, azulcom detalhes brancos.
- Se quiserem, temos vários quartos pela casa! — ela voltou a dizer e revirou os olhos.
— Percebo que está de mal humor hoje, irmã. — Nik diz ainda sem me soltar de seus braços.
— Acho que Rebekah está precisando de um companheiro, Nik. — eu falei fingindo-me de séria e Nik riu. Rebekah ficou séria mas depois acabou rindo também.
— Vejo que todos estão de excelente humor! — escuto uma voz calma e suave entrando na sala. Viro-me e olho para o dono da voz.
Elijah alcançou meus olhos rapidamente e sorriu. Eu não pude sorrir da mesma forma que ele. Apenas sorri de canto nos lábios.
— Excelente humor, caro irmão! — Nik disse sorrindo — Não é verdade, meu amor? — perguntou ao meu ouvido. Eu sorri virando meu rosto para ele e concordei. Ele beijou meus lábios suavemente e sorriu para mim.
Percebo Elijah nos olhando reprimindo ficar sério. Abaixo minha cabeça e a encosto no ombro de Nik
***
Abri meus olhos encarando o teto de meu quarto. Eu não sabia se ficava nervosa por saber que um dia quase casei com Klaus; ou se ficava nervosa por saber que eu amava Klaus e Elijah ao mesmo tempo. Olhei no relógio e constei que era 6 da manhã. Suspirei e tentei voltar a dormir.
No próximo capítulo...
- Quero que tente saber algo sobre Aghata. — Klaus disse convicto.
[...]
- Damon, acho que precisa se afastar um pouco de Demitria e Elena. — Alaric disse-me sério.
- Estará magoando a Demitria, e causará brigas entre as duas.
[...]
- Damon está bem. – Caroline disse sem importancias – Ele deve estar causando alguma maldade agora que não está com você.
[...]
Abri a porta da saida e esbarrei em alguém.
- Desculp... – calei-me quando meus olhos levantaram-se até aquele rosto familiar. Engoli em seco e senti minha respiração ofegar – Klaus.
- Olá... Aghata. – ele murmurou.
Notas finais
Gente, não ando tendo muitos comentários, estou achando que não estão gostando :'(
Se continuar assim terei que parar com a fic, sinto muito. Pois preciso de comentários para saber se está do gosto de vocês ou não.
Por favor, isso incentiva-me a continuar!!!
Comentem por favor!!
XoXo
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