Notas iniciais
Este é o primeiro capítulo de muitos que ainda estão por vir, este capítulo será mais curto por se tratar de uma pequena introdução a história. Espero conseguir postar um capítulo novo toda semana. #BoaLeitura

Os raios de sol chegavam a face da jovem, os raios quentes e irritante atravessavam as pequenas aberturas na janela. Enquanto dormia, a moça acabava se virando de um lado para o outro na cama, até que acabou caindo no chão.

— Mas que beleza! — exclamou a jovem com a mão coçando levemente a cabeça na área que havia batido no chão.

Fazia cerca de dois, longos e terríveis, meses que Sakura Haruno estava enfrentando uma maré de azar. Alguma coisa em seu dia acabava dando errado, seja o leite ferver demais e acabar caindo em seu fogão, ou acabar derramando seu café com leite em sua roupa.

Sua maré de azar estava tão ruim, que até mesmo seu emprego ela tinha perdido. A Haruno era escritora em um jornal local de Londres, mas devido a crise e alguns incidentes que aconteceram em seu trabalho ela acabou sendo demitida. Ela precisava de verdadeiro milagre, caso contrário não iria conseguir pagar o aluguel de seu minusculo apartamento.

Escutou uma leve batida na porta.

— Só um momento, já vou. — gritou a jovem que já estava se arrumando no quarto.

Chega a porta poucos minutos depois de ouvir outra batida, desta vez com mais força.

— Desculpe a demora, estava trocando de roupa, acabei de acordar. — disse a garota

— Haruno, o correio chegou hoje de manhã e veio esta carta para você, parecia muito importante, se é que me entende. — disse o zelador do prédio, entregando-lhe uma carta.

O envelope era branco, tinha um selo que ela desconhecia e um remetente mais desconhecido ainda. Abriu-a, o papel era timbrado, parecia ser de algum lugar famoso ou pelo menos importante. Começou a ler seu conteúdo.

Um exclamação soou soberana no apartamento silencioso.

— Ai caramba, caramba, caramba. — exclamou a jovem eufórica

— Desculpa atrapalhar Srta. Haruno, mas você poderia fazer silencio, ou comemorar seja lá o que for mais baixo. — disse o zelador

— Desculpe, eu, eu preciso ir agora, o senhor se importa se eu fechar a porta, o senhor deve ter trabalho a fazer aqui no prédio. Até mais. — disse a jovem já fechando a porta.

Já dentro do apartamento, a jovem continuou a dar seu grito de animação, parecia que as coisas estavam tomando um outro rumo em sua vida.

Notas finais
Bem pessoal, espero que tenham gostado deste capítulo, é apenas o início. Nos vemos no próximo capítulo, deixem a opinião de vocês, não deixem essa estória morrer pessoal.