Notas iniciais
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Eu juro que não acredito que já são seis e quinze, eu torci, rezei, implorei. Mais meu despertado não é muito agradável comigo. E nem minha mãe, ela poderia ter me acorda ou entrado com uma bandeja de frutas, e um sorriso cantarolado. Mas não. null — Acorda agora (disse minha querida e fofa mãe, gritando e batendo na porta) — Me pergunto como minha mãe me acorda assim, logo eu uma doce filha. Mas vamos nós, eu curso o terceiro ano de uma escola aqui do meu bairro. E bem, eu ainda não acordei, apenas abri o olho. Desci cambaleando as escadas, ainda sem coragem de acreditar que ainda tenho aula, acreditem estou dando graças a Deusa por esse ser meu ultimo ano. — Cereal? pergunta minha mãe, colocando meu copo de leite. Neguei com a cabeça, tomei o leite e em seguida subi, com um pouco mais de disposição. Mais isso não muda o fato que eu ainda não acordei e não estou prepara para ir para a escola.Tomo meu banho e faço minha higiene bucal, quando meu celular começa a tocar e bem é a Ana. Ela tem um amor intenso por mim, e encubado. Então atendi, me arrependendo disso, mas sou bobona — Ana — Acorda infeliz — grito parecendo uma hiena engasgada, e eu como sempre faço, desliguei na sua cara. Não tenho paciência com ela. Aliás antes das sete meia, eu prefiro que não falem comigo. Mas ela é desorientada e problemática. Coloquei minha roupa peguei minha mochila e fui pro inferno mantinal. Acreditem conviver com a Ana, é bem mais complicado que parece. Tirando fato dela ser afim do nosso melhor amigo gay o Davi, e ainda se convence de que um dia ele se torna hetéro, por ela eu relevo. Etão chegue e a Ana vem correndo me da um abraço. Ana — Bom dia paixão

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.