A Seleção : O Jogo Real
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Primeira espero que realmente goste dessa fanfic tanto quanto eu, pois sou incrivelmente apaixonada por A Seleção, e a ideia veio a parte dessa minha paixão.
Não quero me vêm so como escritora, mas também como amiga, podem mandar mensagem para mim se quiserem conversa,ok?
Bom, espero que gostem, e boa leitura.
Capítulo 1 — Família Real
Uma Coroa.
Uma chance.
Um país aos seu pés.
Era isso que minha irmã perderá e eu ganhará.
Bélgica estará decidida a deixar tudo em minhas mãos. E eu receberá tudo de bom grado.
Meus pais tentaram convencê-la a pensar melhor a respeito disso. — Não que não confiasse em mim. Não teriam motivo para isso. Pois eu, dês que me entendo por gente, estará sendo criada para ser uma líder forte e independente.
Mas tentaram convencê-la a voltar atrás, pois era uma escolha que depois de tomada, não poderia ser mudada.
Enfim, tudo no final da tarde estará resolvido. Bélgica deixará de ser Herdeira, e passará para mim. Coisa que me deixará super feliz. Isso eu deixará meu explícito em meu rosto a todos que passavam por mim enquanto eu voltará ao meu quarto.
Abrir a porta e entrei logo a fechando. Em seguida, sair correndo e pulei na cama, começando a pular sobre ela, enquanto cantarolava:
— Vou ser Rainha. A Coroa é minha. Vou ser Rainha. — Pulava, até ver Nina entrar pela porta e eu correr até ela e começará a segurar suas mãos enquanto voltará a pular entusiasmada. — Nina!
Ela me olhava sorrindo, como se já soubesse o motivo de minha felicidade, e começará a pular junto comigo pelo quarto.
— Parabéns Alteza!
— Quem lhe contou? — Paramos. Comecei a respirar fundo botando as mãos no peito. Cansada de tanto pular.
— Bélgica Alteza. — Passou a em sua roupa de criada para arrumá-la. — Disse que logo serei criada da nova Rainha, e não seria ela. — Sorriu, cruzando suas mãos.
— Nina, eu estou super feliz. — Me joguei na cama. — Bel daria uma ótima Rainha, isso eu não tenho dúvidas. Pena que ela não pensará assim. — Suspirei frustada. — Mas ela confiou a min sua Herança à mim.
Bel poderia muito bem ter deixado seu lugar para o nosso irmão mais novo Afeganistão, de 16 anos, quando completasse a idade adulta. Mas não, ela me escolheu, não por ser a segunda mais velha. — Talvez tivesse um pouco haver. Mas sim porque sou capaz de sua substituta,e jogar na cara de todos que não acreditam que uma mulher pode governa seu país.
— Nina, prepara meu banho. Por favor.
— Claro,Majestade. — Brincou, enquanto ia até o banheiro. Sorrir brincalhona.
Majestade.Como minha irmã terá coragem de perde tudo o que aqueles simples nome lhe traçada?
Depois de meu banho quente. Vesti minha camisola branca para dormir um pouco antes do jantar.
Mas parece que dormir apenas por cinco segundos. Pois só deu tempo de eu fechar os olhos e os abrir com a voz de Nina me chamando.
— Agora? Que horas são? — Olhei ao redor, tentando acordar.
— 08:30p.m Alteza.
— Mas já? — Pulei da cama. — Minha mãe disse que hoje no jantar, haverá uma convidadoa muito importante. E que eu não podia me atrasar. — Disse, correndo até o banheiro e começará a tirar minha camisola e entrar dentro do box.
Tomei um banho rápido mais completo. Sair secando meus cabelos com a toalha enquanto ia até o closet.
— Nina! — Chamei por ela. Que pareceu no closet em instantes. — Você pode encontrar meu vestido azul céu? Não está aqui. -
— Claro Alteza.
Em poucos minutos estará pronta.
Meu vestido azul céu caia perfeitamente eu meu corpo. Iria até a metade dos joelhos. Havia cinco camadas de tecido nele na parte de baixo que o deixava mais arendondado e grosso. Sua manga iria até meus pulsos deixando os ombros a amostra. Havia poucos brilhos espalhados neles os deixando um simples moderno. Peguei minha meia calça branca junto com minhas sapatilhas de solto douradas e as calcei.
Fui até a penteadeira e abrir meu porta jóias, tirando de lá meu pingente de ouro dado por meu pai quando nascerá. Nele havia uma Coroa com diamantes minúsculos rosas.
Fiz uma trança em forma de Coroa quando meu cabelo secou e pronto. Estava pronta para dá uma boa impressão a convidado especial.
— Está linda Princesa Itália. — Nina disse me admirando, enquanto eu me olhará ai espelho de pé.
Eu estava mesmo. Ainda sim continuava com minha aparência de forte e independente. Lembrava minha mãe, ela me mostrará algumas de suas fotos enquanto participava de sua Seleção.
Cheguei a sala de jantar, respirei fundo. Ajeitei minha postura e estalei os dedos. Respirei fundo mais uma vez, e abrir a porta entrando com o pé direito.
Logo avistei todos ao redor da mesa. E pude ver Tia May, percebendo que acabará de chegar, e se levantou. Meu coração acelerou enquanto eu coroa para abraçá-la.
— Tia May. — A abracei forte. — Que saudades.
— Eu também querida. — Nos separamos. — Você está linda. — Disse me analisando de cima a baixo.
— Claro, puxei para você. — Rimos.
— América, tens educado sua filha maravilhosamente. — Todos riram.
Tia May era maravilhosa.
Sempre comentamos em suas raras visitas que eu puxara mais a ela, doque eu puxara a minha mãe.
E era verdade, Tia May era elétrica, alegre, maluquinha. A adrenalina percorria em seu corpo sem parar.
Sempre viajará o país a fora em busca de aventura e amores.
Minha Tia era linda, tão linda quanto mamãe e tão alegre quanto eu.Mas em uma coisa não eram parecidas: Ela só pensava em garotos.
Nós sentamos. Fiquei ao meio de Bélgica e Tia May, enquanto Mamãe, Israel e Afeganistão sentava-se à nossa frente.
O jantar já estará na mesa, e pelo o que percebi,todos haviam esperado minha chegada. Ninguém tocou em nada.
— Lee, você demorou. Estou morrendo de fome. — Israel reclamou, enquanto começará a se servir sozinho.
— Olha, o bebê não precisa mas dos mordomos. — Impliquei. Ele detestava.
Ele sorriu,enquanto botava uma colhe de arroz com salada na boca. Apenas apreciando. Com certeza não brigou comigo por chamá-lo de bebê pois estamos no jantar. Comida para ele é algo muito mais importante do que fazer uma discussão.
Ele tinha 7 anos, mas pensava já como uma criança maior. Sua mentalidade e responsabilidade por tudo chegava a me impressionar.
— Então, como estão as coisas? Novidades? — Disse Tia May se referindo a todos nós.
— Eu tenho uma, Tia. A maravilhosa notícia que recebi em minha vida. — Sorrir, enquanto todos me olhavam. — Claro, depois da notícia que teria um irmão caçula. — Pisquei para Israel.
— Ela irá ser Rainha. — Afeganistão cortará todo o meu barato. — Bélgica deu seu futuro trono para ela. — Riu de mim. Sabia que eu ficará brava por ele estragado a supreesa. Ele adorava me deixar brava.
— Como assim?
— Ora, simples. Bélgica fora, Itália dentro. — Bel e eu rimos de seu comentário nada sério.
— Não. — Bel se pronunciou. — Deixe eu explicar.
— Melhor mesmo. Como desistiu de ser Rainha? América, como autorizou isso?
— Escolha dela. — Minha mãe respondeu simples, dando um gole em sua água logo em seguida.
— Bom Tia. Eu quando tinha a idade da Lee, percebi que ser Rainha é uma coisa muito louca. Não sei como mamãe aguentava. — A mesma sorriu. — Eu não tinha muita certeza se era aquilo que eu pensará em fazer até meu último suspiro. Pois bem. Eu continuava a ajudar meu pai em tudo em que ele pendira, eu estará sendo sua mão direita. Mas, o tempo passou, fui me apaixonando cada vez mais por jornalismo, e comecei até a faculdade, terminarei daqui a dois anos. Enfim, como poderia cuidar de meus estudos junto com o país? Sendo que ser Rainha definitivamente não estará em meus planos.
— Jornalismo? — Tia May perguntou surpresa. Não sei de felicidade ou decepção.
— Sim, parece simples ,mas. — Respirou fundo. — Prefiro ser feliz e uma coisa simples,que me dará prazer, que eu não possui nenhuma incerteza , do que ser infeliz numa coisa grande,que sou completamente incerta, que pedi tanto a minha aparência, impressão, argumentos, planejamentos e tudo mais.
— Jornalismo é uma profissão maravilhosa. — As suas sorriam.
— Obrigada Tia, papai também gostou, pois envolvi um pouco de fotografia, uma coisa que sei que ele adora. — Papai sorriu, dando uma piscadela. — Enfim escolhi Itália para assumir meu lugar. Por ser a segunda mais velha e já com 18 anos, e porque vejo potencial nela, com certeza seria uma Rainha melhor doque eu. E nada melhor do que ela ser a primeira Rainha a governa um país inteiro sozinha, ela que adora os olofotes.
— Isso é verdade. — Rebati.
— Está tudo indo certo. Itália está quase preparada para se torna Rainha. — Meu pai disse ajeitando a postura. Parecia cansando de tanto pensar. — Venho a ensinando também, as mesmas coisas que ensinei Bel na sua idade.
— Me sinto tão velha. — Fez uma cara de choro.
— Isso é porque você é. — Disse e gargalhamos, todos.
— Bélgica também irá ensiná-la tudo com uma Rainha desse se comporta. E América também. — Completou papai.
— Com certeza. — Afirmou minha mãe orgulhosa.
— Isso é injusto. — Confessou Israel. — Eu deveria ser o Rei. Estou pronto.
— Ae?E qual seria sua primeira ordem Majestade Israel?
— Mais doces e menos salada. — Rimos. — Mãe, posso tomar sorvete?
— Depois que eu ver seu prato limpo.
Israel fez uma cara triste.
— E a segunda?
Pensou um pouco.
— Ah. — Sorriu. — Que todas as crianças pudessem vir aqui no palácio ter um dia super legal. Para que ficassem tão felizes quanto são . — Sorrir.
— Quando eu for Rainha, irei deixará você fazer isso. — Pisquei para ele.
— A primeira ou a segunda?
— As duas.
*
Tomei outro banho,e vestir a mesma camisola que vestirá a tarde.
Me deitei na cama,e dei "Boa Noite"a Nina que já iria dormir.
Quando estava pregando os olhos. Ouvir alguém bater na porta.
— Quem é? — Perguntei me sentando na cama.
— Sou eu.
— Eu quem?
— Niall.
Notas finais
Mais tarde postarei mais um, ou mais dois.
Tchau, até a próxima?!!!!
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