A Segunda Geração de Harry Potter
3 Dias de aula
Notas iniciais
Na mesma semana em que chegaram ao novo lar, fizeram amizades, porém muitos inimigos. Os alunos de Hogwarts sempre queriam saber mais sobre o filho do Harry, e logo, queriam saber mais sobre Valentina também, afinal, ela é a nova 'namoradinha' dele — pelo menos era assim que diziam alguns alunos da sonserina para provocá-los — . E é claro que sempre surgem os bajuladores.
Sua primeira aula foi de Defesa Contra as Artes das Trevas, com o mais novo professor, Lúcio Karmanth, um homem de uns 30 anos, pouco estranho, porém muito inteligente. Os dois sentaram-se próximos, talvez para poder conversar durante a aula, nunca se sabe. O professor logo implicou com o menino, dizendo:
–Ora, ora, ora... Se não é o filho do Potter! — James ficou calado, não aguentava mais ouvir todos falarem sobre sua ascendência. — Seu pai é muito famoso, acredito que todos do mundo Bruxo e até mesmo Trouxas o conheçam, ou tenham ouvido falar no seu nome. Afinal, ele é o grande herói! — Concluiu ele irônicamente.
Ouviram-se sussurros e risadas vindos do fundo da sala, um grupo de garotos e garotas da sonserina. Valentina apenas se virou e olhou para os meninos com olhar semi-serrado. Enquanto o professor se virou para a lousa, um aluno da sonserina — Willian Peverell — foi até Valentina e sussurrou:
–Namoradinha do Potter 2?
–Existe diferença entre namoro e amizade!- Valentina respondeu de forma pouco grosseira. Na mesma hora o professor se virou e ficou assistindo aos dois.
–Olhe bem como fala comigo, sua interesseira, todos aqui sabemos que está se aproximando do Potterzinho só para ganhar o sobrenome Potter, afinal, é como um título de nobreza.
–Silêncio! — Gritou Lúcio Karmanth — Volte para o seu lugar imediatamente. E assim foi feito.
Após o término da aula, os dois foram juntos ao salão principal. Enquanto comiam, foram engasgados por dois alunos da sonserina — Willian Peverell e seu amigo, Jonas Mellark. — Os dois bateram no copo de suco de abóbora que estavam bebendo, de modo que engasgassem. James como sempre, muito tranquilo apenas olhou e disse:
–O que eu te fiz?
–Simples, seu povinho ridículo acabou com a maior parte da minha família naquela maldita guerra, isso já é motivo suficiente para lhe odiar. — Respondeu.
–Não tenho nada a ver com isso, se os seus parentes eram inocentes ou comensais, não importa agora, só o que lhe desejo são os meus sinceros pêsames. E por favor, pare de me perturbar... -Disse calmamente.
–Jamais, jurei à mim mesmo que vingaria a morte de todos eles, cada gota de sangue derramada naquela guerra não foi em vão. — Willian começou a ficar irritado.
–Também perdi muita gente na guerra, gente boa, inocente, você não é o único.
–Já vi que você é como o seu pai, metido a herói bonzinho, mas no fundo é um arrogante e metido. Conheço bem esse tipo.
–NÃO FALE ASSIM DO MEU PAI! — Gritou James se levantando da mesa.- Você não o conhece, não tem o direito de falar isso!
Valentina se levantou na mesma hora e pediu que James sentasse no seu lugar. Ele a ignorou e continou furioso, encarando o sonseriano.
–Não precisa se descabelar agora Potterzinho, fraco descendente de Weasley, no decorrer de sua medíocre e curta vida, você ainda vai esbarrar muito comigo, e em situações muito piores que a de hoje. — Desafiou Willian — Me aguarde...
–Okey, é o que veremos. — Respondeu James.
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