A Salvatore

2 Capitulo 2: Noite do cometa


Notas iniciais
Oiiii queridas leitoras! Então vi que bastante gente leu a fic, porém poucas comentaram, fantasmas apareçam! eu não mordo prometo!

PDV: Isabelle

Lá estava Stefan e Damon sentados em frente a lareira, ainda com expressões surpresas, desci as escadas lentamente e os dois me encararam.

–Isabelle, você pode me explicar como esta viva?- perguntou Stefan

–Primeiro pare de me olhar como se eu fosse o gasparzinho- respondi em um tom zombeteiro virando os olhos, algumas pessoas diriam que isso é tão... Damon!

–Ah é bem difícil, quando se tem alguém que deveria ser um monte de pó na nossa frente- ironizou Damon

–Também é difícil olhar para uma pessoa que está se sentindo aliviada por que a merda que ela fez não me matou- respondi no mesmo tom

–Isabelle, como? Por que você não me procurou depois ? — Perguntou Stefan

–Stefan acredite esses 15 anos não foram fáceis mas também, foram a melhor coisa que eu fiz, desde 1864. Eu precisava me afastar ficar sumida um pouco, ou eu arrancaria o meu anel e sairia no sol e ai sim seria suicídio — terminei a frase encarando Damon

–Mas como você conseguiu forjar a sua morte ? eu vi você entrando naquela casa... lá haviam cinzas o suficiente para duas pessoas- falou Stefan, ele estava completamente chateado comigo, mas ele nunca vai entender como isso foi bom para mim

#Flashback Onn#

Droga maldito Damon !

Por que toda vez que eu e Stefan estamos felizes, ele volta ?

Sempre para infernizar a minha vida e a do Stefan, será que ele nunca vai esquecer da minha existência e da do Stefan?. Será que ele vai ficar sempre ali, rindo do sofrimento alheio? Ele não se importava com tudo que já me fez sofrer? . Ele tinha que fazer isso mais e mais vezes, pisar na mesma ferida, fazê-la sangrar até a última gota ?

É isso que ele acabou de fazer outra vez comigo, eu estava feliz com o Alex, já estávamos há anos juntos, ele era o único que conseguiu me fazer esquecer o passado, o único para quem eu realmente consegui me entregar e agora o maldito Damon só para me ver sofrer resolve aprontar.

Cheguei na minha casa e ela estava em chamas e pelo que eu ouvia, lá estava ele Alex queimando, e o que vejo Damon encostado em um canto da casa escondido, com uma garrafa de álcool, ele me viu e a estendeu para mim como se fosse em um brinde.

Meu coração doía, eu não aguentava a raiva tomava todo o meu corpo, corri em direção a casa, Stefan tentou me segurar mas não conseguiu, minha intenção era morrer, assim eu acabaria com todo esse sofrimento que me persegue durante tanto tempo.

Entrei naquela casa quente, o fogo estava no quarto onde Alex estava trancado, o fogo já se espalhava e me deixava cada vez mais fraca, alguns passos a mais e eu não aguentaria, e deixaria o fogo tomar meu corpo.

Tudo que eu conseguia pensar era naquele rosto, no cara que dizia que me amava a esse que queimou o único que realmente me amou, Aquele cínico, eu me sentia uma perdedora por não ter tentado matá-lo, não estar lá o enfrentando, estar dando o gostinho a ele de morrer.

Levantei-me do chão, enxuguei minhas lágrimas que caiam compulsivamente de meus olhos, e corri para o único canto da casa que conseguiria me manter viva, o quarto do pânico que ficava dentro da dispensa da cozinha, quase cai sobre o fogo três vezes mas consegui chegar lá.

Os bombeiros chegaram e foram direto para o quarto onde todos achavam que eu estava lá, encontraram, cinzas o suficiente para duas pessoas, por que provavelmente o Alex devia estar se alimentando, o quarto do pânico daquela casa era realmente escondido e os bombeiros não conseguiram ver em meio aos escombros.

Saí daquela casa sem me importar com mais nada, tudo que eu queria era fugir, ficar longe de tudo que me causasse dor ou que me lembrasse dela, mas a partir daqui decidi que jamais ninguém me fará sofrer novamente, eu serei forte nunca mais chorarei por nada e nem por ninguém e se um dia eu voltasse a viver seria única e exclusivamente para proteger quem eu amo.

#Flashback Off#

Terminei de contar a história para eles que me encaravam ainda assustados, obviamente não contei as partes sentimentais, fiz tudo parecer mecanicamente frio e planejado, assim eu não pareceria fraca e quem sabe colocaria um pouquinho de medo no ego enorme de Damon.

–Felizes? -perguntei

–Não você está viva e me bateu, devo avisar que na verdade estou zangado e com vontade de arrancar sua cabeça, a não ser que essa seja sua cabeça falsa, e você finja que morreu e volte daqui quinze anos de novo- Respondeu Damon sarcástico

–Você é louca Isabelle, tem ideia do quanto eu e Lexi sentimos sua morte?- Perguntou Stefan

–Eu precisava disso Stefan, mas agora estou aqui e a não ser que você queira casar e ter filhos com essa Elena e não tenha mais tempo para mim, eu estarei aqui enchendo a sua paciência, eu voltei de uma vez — falei e sorri para Stefan

–Meu deus você é completamente insana- ele sorriu de volta

–Eu não sou obrigado a ver essas ceninhas de amor familiar. Adeus — disse Damon saindo da casa

–Vai tarde — respondi, sabendo que ele ouviria

– E então Stefan não vai dar um abraço na sua prima completamente insana — sorri e abri os braços

Ele me abraçou, é eu descobri que senti falta daquele cabeçudo mais do que eu imaginava, eu sentia falta dos amigos que deixei para trás, eu sentia falta das pessoas, acho que foi por isso que as perseguia durante um tempo só para ver se elas estavam bem, eu sentia falta de ter amigos.

–Isabelle, você vai me perdoar sei que o certo era ficarmos conversando e eu finalmente descobrir o que passou pela sua cabeça quando me deixou, mas... Eu preciso resolver algo, ver alguém ...- eu o interrompi

–Eu sei que o certo seria você me explicar o que essa Elena tem haver com a Katherine, e me explicar quem é ela ou algo assim. Mas sinto que você precisa ver essa tal de Elena com urgência, ao invés de dar atenção a sua prima maluca, então... Vá em frente corra para falar com a gatinha, preciso descansar mesmo — sorri para ele

–Obrigada- Stefan me deu um beijo na testa e saiu correndo da casa, é ele se apaixonou

Subi para o meu antigo quarto, ele estava do mesmo jeito de antes, só que mais empoeirado, tão antigo e gigantesco, eu não sabia se teria paciência para limpar tudo aquilo suspirei, se eu quisesse ficar em Mystic Falls, teria que dar um jeito de me misturar e todos sabem que o melhor jeito é arrumando um emprego a questão é como .

Minha cabeça estava rodeada de coisas eu sabia que tudo que precisava era de uma boa dose de sangue, seguida por uma boa tequila. Peguei minha mala, que na verdade era um grande reservatório de sangue, peguei uma suculenta bolsa de sangue de dentro da minha "geladeira móvel". Furei a bolsa com um canudinho, e tomei um bom e longo gole, não tinha nada melhor do que aquele líquido escorrendo pela minha garganta, foi ai que notei o quanto devia estar com sede e tomei mais, no final da bolsa eu queria cada vez mais sangue, mas eu não poderia fazer isso eu tinha que me controlar, eu não queria ser um monstro como fui no passado, agora era vida nova de um jeito novo e eu não seria um monstro, não novamente.

Decidi que não ficaria presa em casa, eu sabia que já era tarde mas eu não suportava o fato de ficar trancada, e eu precisava de qualquer tipo de bebida, decidi ir aquele simpático lugar onde eu havia ido quando cheguei, peguei meu carro e rumei para o tal Mystic Gril.

Bom se aquilo era vazio de manhã, eu poderia falar que era o point da cidade de noite, o lugar estava cheio de gente bebendo, adolescente risonhos, caras solteiros olhando qualquer gostosinha que entrasse no bar, enfim era um típico barzinho de cidade pequena, ou seja, um lugar onde a cidade inteira se encontrava para beber e se divertir.

Sentei-me no único lugar vago no balcão das bebidas, ao meu lado havia um cara de terno com pose de majestade e do outro lado, havia um bêbado que me comia com os olhos, olhei para o lado tentando ignorar o indivíduo.

–Mais alguma coisa Prefeito Lockwood ? -perguntou o barman ,agora sim eu me interessei pelo cara de terno, tinha algo melhor que virar amiga do prefeito, para se misturar ?

– Mais um uísque, por favor — o respondeu

–Ou, tem uma dama aqui esperando para ser atendida — falei acenando para o barman

– Ah, desculpe-me senhorita, o que deseja?- Perguntou o garotinho simpático

–Eu quero uma dose de tequila, por favor — sorri

–As vezes esses caras são tão incompetentes, que nem conseguem atender direito uma bela moça — falou Prefeito Lockwood em um tom que me pareceu meio... Sedutor ?

–Ou só não prestaram atenção o suficiente, já que estão ocupados em atender bem o prefeito desta cidade — olhei para ele e dei meu melhor sorriso

–Talvez ... Aliás me desculpe perguntar, você tem idade para beber ?- perguntou o prefeito, eu sabia que na verdade o interesse dele não era bem esse, ele queria saber se não estaria agindo como um pedófilo dando em cima de uma garotinha menor de idade

– Tenho idade o suficiente, a não ser que com as novas regras 23 anos seja nova de mais, para beber, prefeito Lockwood certo? -perguntei ainda sorrindo

–Perfeitamente, é que você tem cara de mais nova... Senhorita ?- ele perguntou

–Isabelle Salvatore — eu estendi a mão para ele, que beijou minha mão delicadamente me olhando nos olhos, os homens definitivamente não prestam, o garçom chegou trazendo a bebida e eu terminei a minha em apenas um gole

– Salvatore, algum parentesco com zach ? — perguntou ele que pareceu mais interessado ainda

– Sim sou sobrinha dele, vim passar uns tempos na cidade junto com meu primo Stefan — falei

–Ah então é nova na cidade? -ele me perguntou

–Nasci aqui, mas meus pais se mudaram quando eu era pequena, desde então só venho fazer pequenas visitas ao meu tio. — sorri tentando jogar todo o efeito de meus olhos sobre ele, e ele respondeu a isso mais impressionado ainda

–Ah, claro, largou os estudos? -Perguntou-me ele interessado

– Não, na verdade acabei de concluir a faculdade — respondi

–É formada em que? — perguntou

– Educação física, eu era líder de torcida no colégio e o interesse surgiu... Então aqui estou eu — expliquei

–Educação física?. Por acaso a senhorita já tem algum trabalho em vista? -perguntou o prefeito

–Na verdade não, eu não sei quanto tempo vou ficar aqui, por que o tão súbito interesse?- perguntei interessada ele parecia que iria me oferecer um emprego, e então meus planos teriam dado certo

– Bom a nossa escola está precisando de uma professora para as nossas líderes de torcida, eu poderia falar com o diretor e quem sabe ele poderia marcar uma entrevista ou algo assim — falou o prefeito

–É simplesmente perfeito — dei um sorriso genuíno, eu tive sorte, conseguir um emprego na escola onde da cidade seria simplesmente... Incrível

– Então eu falarei com ele, a senhorita se importaria em me dar um número de contato para eu poder dar ao diretor, para que ele possa entrar em contato com você ? — perguntou-me o prefeito, mas eu entendi o motivo por trás disso ele não queria apenas o meu número para dar ao diretor ele queria o MEU número

–Claro — peguei o guardanapo e peguei das mãos do prefeito a caneta que ele segurava, anotei o número e lhe entreguei a caneta sorrindo — Aqui está meu número — completei

– Pai, minha mãe está te procurando... Estou atrapalhando algo ?- perguntou um garoto, forte de cabelos escuros, muito bonito por sinal

–Não eu estava apenas conversando, Isabelle esse é meu filho Tyler, Tyler esta é Isabelle Salvatore — disse o prefeito me apresentando a seu filho

–Muito prazer... não sabia que o Stefan, tinha parentes na cidade — Tyler comentou

–Ah ele não costuma se exibir — sorri e fiz o sinal para que o garçom trouxesse mais uma dose de tequila

– Bom agora se me dá licença Isabelle, eu tenho que ir resolver algumas coisas- falou o prefeito

–Perfeitamente senhor prefeito, nos encontramos por ai — sorri para ele

–Vamos Tyler? -perguntou o prefeito ao garoto que continuava a encarar meu decote feito bobo

–Ah, vamos ... até logo Isabelle -Tyler sorriu

–Até...- respondi

E lá estava eu, sozinha bebendo em um bar, a antiga Isabelle acharia aquilo uma ruína, mas eu hoje dia pessoalmente achava divertido até a hora que algum bêbado vinha me importunar e eu tinha que carinhosamente hipinotiza-los para que eles voltassem para seus lugares sem se machucar.

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Acordei no dia seguinte com uma disposição que nem eu sabia de onde vinha, caminhei em direção ao quarto de Stefan, era a mesma coisa de sempre extremamente bagunçado e cheio de velharias, não tinha ninguém na casa, então decidi fazer algo relaxante.

Fui em direção ao meu quarto e entrei diretamente em meu banheiro, eu sentia a necessidade de um bom banho de banheira, com sais vela e champanhe com morango, e o melhor de tudo um saco de sangue, infelizmente não a 37 Celsius como todos preferem, mas bem geladinho como é necessário.

Preparei meu banho e entrei na banheira, a água estava deliciosamente morna e por mais estranho que parecesse relaxou todos os meus músculos no instante em que eu entrei, peguei a taça de champanhe e tomei um longo gole.

–Já bebendo priminha? É de manhã Isabelle...- falou Damon, eu não acreditava que ele estava lá na maior cara de pau enquanto eu tomava banho

–Não aprendeu a bater na porta? Ou, a saber, quando é indesejado ?- perguntei

–Desculpe acho que faltei a essa aula de boas maneiras- respondeu Damon

–Saía daqui Damon !- falei seriamente o encarando

–Por que Isabelle? Por que você está nua?... Fique tranquila eu já te vi nua muitas vezes ao longo desses 145 anos-comentou Damon sendo sarcástico

Saí da banheira e peguei meu roupão em um raio de 30 segundos, um minuto depois eu me encontrava em cima de Damon, com as mão envolvendo seu pescoço.

–Não dê uma de engraçadinho comigo? –sibilei, ele me virou ficando em cima de mim e me imobilizando

–Posso saber o por quê ?. Ontem você me pegou de guarda baixa, mas não ache que será sempre assim – ele disse

–Eu não acho simplesmente sei – Peguei o meu pente de madeira sem ele perceber e rapidamente enfiei em suas costas, ele gemeu de dor

Levantei-me deixando ele caído no chão, eu o encarei friamente e dei um sorrisinho torto para ele que me encarava com raiva.

–E agora vai sair do meu quarto e do meu banheiro e se não for incomodo da minha vida? –perguntei

Ele tirou o pente de suas costas e saiu rapidamente do quarto me olhando feio, eu sabia que ele ia aprontar comigo, mas eu estava esperando e completamente preparada para qualquer coisa.

O banho que seria relaxante se tornou extremamente extressante então tudo que eu poderia fazer e ia fazer, era das um volta pela simpática cidade de Mystic Falls enquanto a noite não chegava. Comecei a procurar uma roupa para usar na minha gigantesca mala, devo admitir que sou indecisa então demorei um tempo para decidir que roupa usar, optei por uma blusa preta de manga três quartos minimamente decotada, com uma calça jeans escura e sempre a minha fiel bota de camurça preta com salto, eu odiava o fato de ser tão... Baixinha.

Peguei meu carro e dirigi até o centro da cidade, parei o carro em um lugar qualquer e caminhei até a praça vi que lá parecia meio animado e logo descobri o motivo da animação essa noite teria um tipo de comemoração a noite do cometa... eu me lembrava da ultima vez que esse cometa passou, eu estava viva há 145 anos atrás.

Após ficar um bom tempo zanzando por aquela cidade como uma tonta, decidi voltar para casa, parei meu carro em frente a casa, notei que havia um carro desconhecido por lá, talvez eu tivesse a sorte de conhecer a namorada de Stefan e ver com os meus próprios olhos a sua semelhança com Katherine.

Eu estava entrando na casa, quando trombo com uma garota centímetros mais alta que eu, cabelos castanhos escuro e olhos da mesma cor, o rosto o jeito tudo, extremamente igual a katherine Pierce, só uma coisa me deixava claro que ela não era Katherine o indiscutível cheiro de sangue, a garota era humana !

–Oh!. Desculpe-me –Falou a garota assustada, eu provavelmente não estava com uma das minha melhores expressões

–Não foi nada, você é a?-perguntei

–Elena Gilbert, e você?- ela me perguntou sorrindo, definitivamente essa garota não era Katherine, ela era simpática de mais

–Isabelle Salvatore, sou prima daquelas duas crianças que parecem estar discutindo na sala-eu disse virando os olhos

–Stefan não disse nada sobre ter uma prima – ela falou

–Digamos que... Ele não costuma se exibir-sorri

–Você se parece com eles, ou melhor, com o Damon, ele me deu a mesma resposta há segundos atrás...- ela disse

–Eu já discordo bom tenho que entrar e me desculpe o comportamento dos dois lá dentro, Stefan costuma ser mais gentil e Damon... Bom ele é sempre o Damon – revirei os olhos sorrindo

–Ah, claro, foi um prazer conhecê-la Isabelle-ela disse

–Foi um prazer conhecê-la também, Elena – sorri

–Tchau – ela disse saindo

–Tchauzinho – eu disse acenando

Eu estava chocada sobre os últimos acontecimentos, era impossível aquilo, ou antes, de ver eu achava impossível, elas eram tão iguais, mas as personalidades tão diferentes... Stefan tinha que ter uma boa explicação para isso.

–Stefan, me dê uma boa explicação para o que eu vi lá fora – eu disse entrando na sala que agora só havia Stefan, eu enrolei lá na porta para não ter o desprazer de encontrar Damon

–Eu sei é assustador, mas elas não são a mesma pessoa, Elena é a garota mais doce que já conheci em toda a minha vida- ele falou de um jeito tão sonhador, espera ai Stefan estava... Completamente apaixonado pela garota!

–Ah meu deus alguém aqui além de mim está tendo uma sensação déjá vú? Por que eu me sinto como se estivesse voltando para o memorável ano de 1864 – falei encarando-o

–Ela não é Katherine e não vou deixar as mesmas coisas acontecerem- Stefan falou um pouco irritado

–Esta bem, agora tem alguma explicação para ela ser tão parecida ? –perguntei

–Eu não investiguei muito sobre isso, eu só sei que eu me assustei a primeira vez que a vi, eu a salvei de um acidente, o pai dele me implorou para salva-la e quando eu a tirei do carro percebi que ela era a cara da katherine e desde então tenho investigado sobre Elena e ai foi um passo até eu decidir vir para cá, eu precisava conhecê-la – falou Stefan

–Você realmente gosta dela não é ?- eu perguntei olhando-o

–de mais, ela é diferente perfeita, e o melhor de tudo ela é real, sem hipnose sem nada, só Elena... – ele falou quase suspirando

–Passou no teste, caramba Stefan você esta completamente laçado por essa garota e considerando os fatos, você me apresentará direitinho para ela de modo que nos tornaremos melhores amigas- eu sorri, mas parecia estranha a ideia de eu ficar amiga de uma garota tão parecida com Katherine

–Ela já tem uma melhor amiga- respondeu Stefan

–Era modo de falar, na verdade estou precisando de amigas, até agora só fiz dois amigos, o prefeito e o carinha do bar em quem eu dei uns beijos ontem a noite-sorri maliciosa

–Isabelle... — eu interrompi Stefan antes mesmo que ele falasse algo

–Eu já sei, tenho que ser discreta e não atacar o barman da cidade, eu tenho que conseguir por que sou forte e nada parecida com o louco do seu irmão mal Damon- falei em uma imitação quase perfeita da voz de Stefan, que gargalhou alto

–Isabelle você se superou agora, mas é quase isso – ele sorriu

–Eu sinceramente não sei como você consegue viver de animais, eu tentei sabe quanto tempo aguentei uma semana, ai percebi que não conseguiria nada fazendo isso,eu tinha que lutar contra o meu vicio controlá-lo e na fugir dele – falei Stefan sabia que era um indireta , por isso abaixou os olhos

– É fácil falar para quem consegue se controlar- falou ele

– É fácil se controlar para quem tenta tanto, geralmente as pessoas são vencidas pelo cansaço – falei

–Isabelle, você ouviu minha conversa com Damon, hoje ?- perguntou Stefan

–Ouvi e devo admitir que você poderia ter me pedido ajuda Stefan!- falei exasperada

–Desculpe não pensei nisso...- ele respondeu

–Você acha que funcionou ? –perguntei

–Acho que sim, ela parecia bem convencida de que foi um animal que a atacou – respondeu

–Agora sua besta, toda vez que precisar de ajuda me chame, estou aqui para te ajudar e acabar com Damon, dois objetivos nos quais tenho que trabalhar com uma certa ajuda- falei

–Obrigado pelo besta, agora eu tenho que me arrumar para a noite de hoje – comentou

–não é para a noite de hoje Stefan é para Elena, Elena sua vida, Elena seu amor e tra lá lá lá – fiz uma cara dramática cantando como se fosse uma música, Stefan jogou uma almofada na minha cabeça

–Louco – ele disse e subiu as escadas

Antes que eu corresse atrás dele meu celular tocou, o número era desconhecido, mas como eu esperava uma ligação não hesitei em atender.

Era o diretor da escola querendo marcar uma entrevista um pouco antes da hora do cometa, pelo que vi na conversa ele precisava de uma professora para as garotas urgentemente e eu tinha quase certeza o trabalho era meu.

Subi para o meu quarto, comecei a me arrumar, coloquei uma roupa não muito diferente da que eu estava usando antes, só dei uma arrumada mais em meu cabelo e minha maquiagem ficou mais escura, eu queria passar no bar de novo e se aquele barman desse mole eu pegava ele de novo.

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Bom a entrevista foi ótima e obviamente consegui, agora eu era a mais nova professora de educação física da escola de Mystic Falls, eu seria só professora das meninas, o que era uma grande sorte.

Vi que havia uma mensagem no meu celular era Stefan, como ele sabia meu número era uma boa pergunta.

De: Stefan

Para: Isabelle

Damon aprontou de novo !

Em seguida havia outra mensagem

De:Stefan

Para: Isabelle

Já está tudo resolvido, quando você chagar em casa eu te conto, mas pode aproveitar a noite e... juízo

Eu ri com a mensagem de Stefan, eu não acreditava que Damon, mesmo com todas as minha ameaças teve a coragem de aprontar e me xinguei mentalmente, por não ter tido a oportunidade de chegar para acabar com a graça que Damon aprontou, mas agora tudo seria mais fácil, eu ficaria na escola para garantir que Damon não aprontasse por lá e daria um jeito de me aproximar de Elena, eu conhecia Damon e sabia que ele marcaria fortemente em cima da garota.

Eu sbia que estava quase na hora do cometa, eu não queria o assistir no meio de todo mundo, eu queria assistir sozinha, eu sabia que não era fácil olhar para aquele cometa sem ter aquelas lembranças dolorosas.

Fui para o único lugar que eu estranhamente ainda conseguia me sentir em casa, o lugar que estava em ruínas mas mesmo assim ainda era minha casa, ou pelo menos foi há muito tempo, me sentei debaixo de um arbusto e fiquei vendo aquela estrela solitária brilhar.

Notas finais
E ai o que acharam??? gostaram?Precisoooo saber a opinião de vocês! Beijos Lili