Notas iniciais
Oláááááááá!
Mais um capítulo para vocês!!

Boa leitura!

[...]

Depois de muito tempo conversando com Duda tratando de nosso plano, sai do chalé de Poseidon e fui para minha casa, já que, como eu disse, havia passado muito tempo.

Cheguei em casa e tomei um banho, vocês já devem ter percebido que tomo muitos banhos, não é verdade? Mas é que eu me sinto relaxada e eu soou muito, fazendo eu ficar grudenta. Coloquei uma roupa qualquer, a primeira que eu vi no guarda-roupa, e desci as escadas, encontrando, como sempre, meus pais sentados no sofá..

– Vamos para a fogueira? — eles apenas assentiram e se levantaram.

Coloquei meu casaco e saímos de casa.

Chegamos lá e me sentei em minha mesa, que como sempre estava vazia. Comi minha janta, que era strognoff (minha comida preferida), e esperei todos irem para a fogueira. Fui até a mesma e me sentei ao lado de Duda e Matheus.

Quíron chegou e bateu seus cascos, chamando a atenção.

– Atenção crianças! Tenho um comunicado muito importante a dar para todos vocês! — Quíron deu uma pausa e esperou todos olharem para ele. — Hoje de manhã, nossa campista Brunna, filha de Hera, recebeu uma missão e a mesma falou com o Oráculo. Por favor Brunna, fale a profecia.

Todos olharem diretamente para mim, o que me fez corar, mas continuei.

– Bom, a profecia é assim:


Atrás do protetor irá

Junto com a guerra e o desconhecido

Nessa jornada amigos encontrarão,

mas para trás um ficará.

O Sol enfrentarão e com isso,

a Mãe Terra por um longo tempo,

calada e só ficará.

Todos ficaram em silêncio, tentando processar a notícia e ainda mais a profecia, que era um pouco complicada.

– Brunna, você já sabe quem irá levar nessa missão? — perguntou Quíron

– Bom, na profecia fala que "junto com a guerra e o desconhecido", então levarei Matheus, como filho de Ares, e ontem a tarde pensei, e vi que não é alguém que eu não conheça, como diz o "desconhecido", mas sim aquele que ainda não foi reclamado, dai, irei levar junto também, Joel. — todos olharam surpresos para mim, pois ninguém escolheria Joel para ir junto em uma missão, mas Joel era meu amigo, sabia que podia confiar nele.

– Então está decidido — continuou Quíron — Vocês irão partir amanhã, depois do almoço, preparem suas bagagens. — assentimos

Alguns campistas voltaram a cantar juntamente com os filhos de Apolo, outros voltaram para seus chalés, eu fui me encontrar com Matheus e Joel, que se encontravam paralisados, olhando diretamente para a fogueira.

– Vocês vão ficar aí que nem pedras? — disse chegando perto deles.

– Como assim eu vou em uma missão? Porque você não avisou antes? — perguntou Matheus, nervoso.

– Queria fazer surpresa — disse fazendo bico, numa tentativa falha de fazer cara de cachorro que caiu de uma mudança. — Não gostou?

– Eu adorei, mas fiquei em choque de receber essa notícia assim, tão de repente..

Olhei para Joel, que ainda continuava parado, olhando para a fogueira.

– Você está bem? — disse passando minha mão na frente de seus olhos.

– Oi?.. Ah sim.. Estou bem.. Porquê? — perguntou ele, todo embolado.

– Nada, mas é que essa criatura aqui do lado ficou espantado.. — falei apontando para Matheus.

– Espantado porquê? — disse ele confuso

– É... Pelo visto você não prestou atenção em nada do que Quíron falou...

– O Quíron esteve aqui?

Revirei os olhos e assenti.

– Veio falar sobre a minha missão, a profecia que tinha falado para você hoje de manhã, e você vai junto comigo, partimos amanhã depois do almoço — falei. Joel arregalou os olhos.

– Eu vou com você em uma missão? — revirei os olhos novamente.

– Sim, junto com Matheus, é claro.. Em que mundo você estava que nem ouviu Quíron bater os cascos? — perguntei.

– Nada não... Mas para onde vamos? Quer dizer, que cidade? — pior, nem tinha me dado conta de que não tinha pensado para onde íamos, Beta não falou nada.

– Tenho que conversar com Quíron. Vem comigo? — ele assentiu.

O puxei pela mão e fomos até a Casa Grande.

Chegando lá percebi que ainda estávamos de mãos dadas, corei e soltei as mesmas rapidamente. Bati na porta e entrei.

– Quíron — disse vendo o mesmo no meio da sala, em sua cadeira de rodas, tomando um café — Bom, não tinha pensado nisso, mas para onde vamos? Beta não disse aonde estava...

– Para sua sorte, conversei com o diretor mestre do Conselho de Anciãos do Casco Fendido e ele disse que Beta foi buscar uma menina chamada Sam em um internato no centro de New York (N/A: gente, não sei se tem realmente um internado no centro de NY, mas imaginem que existe), vocês devem ir para lá.

– Muito obrigado Quíron — ele apenas sorriu.

Sai de lá e caminhei ao lado de Joel.

Ficamos em silêncio até Joel quebrar o mesmo.

– Por que você me escolheu? Você não me conhece faz nem uma semana.

– Pelo mesmo motivo de você ser meu amigo e confiar em mim para contar todos os seus segredos, e também pois descobri que na minha profecia tem a palavra "desconhecido" referente ao um campista que ainda não foi reclamado — Joel abaixou a cabeça. Falei merda. — Desculpa! Eu não queria que você ficasse assim.

– Tudo bem Bruh, eu já estou acostumado... — Assenti, peraí, ele me deu um apelido?

– Que apelido é esse? — perguntei. Ele corou.

– Ah? Desculpa! Saiu sem querer.. — ele disse se desculpando.

– Não! Mas é que nunca ninguém havia chamado por Bruh, na verdade o único apelido que eu tenho é Pudim, que Duda me chama — disse e Joel começou a rir — Hey! Não ria do meu apelido! Eu gosto de pudim!

– Desculpa! Mas que é que tem o apelido de pudim? — falou ele entre gargalhadas.

– Seu chato! — dei um tapa em Joel.

– Hey! — gritou ele, sim grtou, porque eu já estava correndo..


Continua.....

Notas finais
Heyyy meus divos!! Tudo bem??
Espero que tenham gostado do capítulo!!

Queria fazer uma pergunta para vocês: Vocês são filhos de que pai/mãe olimpiano?
Kisses azuis!

=]

Roupa Brunna : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=92590030&.locale=pt-br
derrepente