A Saga Crepúsculo: Sangue E Coração.
6 O filhotinho de tigre.
Notas iniciais
- Esta com sede? — perguntou ele.Mordi meus lábios indicando que sim.
Edward sorriu.
Ele correu, fui atrás dele.Pude ouvir uns animais por perto. Ele parou para poder pegar uma tigresa que se aproximava. E a atacou. O cheiro de sangue fazia minha boca secar. Olhei para trás, havia um filhotinho de tigre, concerteza era o filho da tigresa que Edward se alimentava. Me aproximei do pequeno e o peguei no colo. Não tive coragem de morde-lo.
- Não vai se alimentar ? — perguntou Edward, limpado a boca.
- não. — respondi.
- como você pode?
- do que você está falando?
- Você matou a mãe desse bebe. Ele riu.
- Ah, porfavor Rosalie, a vida é assim.
- Para um sem coração como você.
— Se não quiser ele -começou Edward. — eu..
Joguei o bebe no chão e fui em direção de Edward e o empurrei.Ele bateu as costas em uma árvore. Que em seguida caiu. Fiquei sem acreditar, que eu consegui fazer aquilo, Era demais.
— eu só não faço nada por que você é uma mulher.
- Ou porque está com medo.
- disse eu.Ele veio em minha direção e me empurrou, ele caiu no chão comigo, pois segurei seu braço para não ir só.Ele ficou em cima de mim. Antes que rolasse um clima tenso. Eu o virei e fiquei em cima.Nos olhamos por uns segundo.- você é forte. — começei a rir. Era claro que ele era forte.
— você não é tão fragil como eu pensava que fosse. -disse ele.
- É só o começo.- confirmei.
- imagino.
Rimos um para o outro. Olhei para o lado e vi o filhotinho, fui direto para ele. Peguei-o no colo, Edward se alevantava do chão, tirando da roupa algumas sujeiras da floresta. Começei a fazer carinho no bebezinho, ele parecia estar com fome.
— Vamos para casa?
Balancei a cabeça. E fomos, andamos que nem humanos, Edward odiou andar de vagar, ele queria chegar em casa logo. Eu sabia só quis irrita-lo.
- Vai leva-lo?
- vou cuidar dele agora. — respondi.
- Tudo bem. Só espero que Esme deixe. — disse ele.
Peguei na patinha do filho e fiz uma voz para parecer que era o tigrezinho falando:- Mais é claro que a tia Esme vai me deixar ficar, tio Ed.
— Tá, Rose.
Entramos em casa, Esme, veio em minha direção e fez carinho no filhotinho.
- Parece que temos um novo membro na familia -disse Edward.
- Vai cuidar dele? perguntou Carlisle.
- Vou. — respondi. — Edward fez a gentileza de matar a mãe dele.
Esme e Carlisle riram.
— Você pode ficar com ele, mas se ele fizer...
- Ta, Edward limpa. -disse eu.
- Eu o que?
- Calma, estou brincando.
- Esme tem leite aqui?
- Não. Desculpe.
- Vou comprar então... -disse eu. — Ah, lembrei, podem me emprestar alguma grana?
- Um vampiro nunca sai de casa sem dinheiro. — brincou Ed.
Entreguei o filhotinho para Esme. — Cuidado, não deixe E-D-W-A-R-D se aproximar dele. — sorri.
Sai pulando pelas árvores. me senti livre como os pássaros.
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