A Sad Courtesan Story

7 The tiger's hour


Notas iniciais
Desculpem pela demora T_T Pois bem, para ter o total entendimento desse capítulo vocês vão ter que ler todas as notinhas de rodapé, são muitas hihihi, mas não tenham preguiça :3 Quando na história vocês verem uma palavra ou um trocadilho estranho seguido de um pequeno número assim: ''Blá blá¹'', corram pro final do capítulo e veja o que o item ¹ significa e assim por diante (porém, a formação de texto do Nyah não possibilita que eu adicione números superiores ao 3 como expoente, então, finge que aquele número grandão colado na palavra é um pequeno :p). Beijos da tia Cherry :3 Preparados para a hora do tigre?

O piar das aves noturnas soava como um lamento aos seus ouvidos.

Novamente ela era lavada por uma cortesã. Indefesa e assustada abraçando os joelhos dentro da banheira.

Apesar de sua graciosidade, de longe era mais gentil que Yan Yan. Por outro lado, depois daquela lição, Yu Mai conseguiu ver sensualidade em cada ato de You Ya.

Mesmo se recriminando pelo o que havia feito, ali, nua, sendo limpa pelas mãos da mulher, ela desejou que a lição continuasse, mas nada disse.

Arrepiou-se quando lhe tocou as coxas, pedindo para que saísse da banheira.

Certo que, durante a lição, a graciosa cortesã foi muito mais longe do que apenas tocar suas coxas, mas ela parecia começar a entender o quanto a inocência poderia seduzir, afinal, quantos clientes não gostariam de tomar um banho com uma indefesa e bonita garota perdida por ali?

You Ya sorriu. Apenas encarou os olhos negros de Yu Mai e continuou sorrindo, sem motivo aparente.

– Está tudo bem? – perguntou a garota, franzindo o cenho.

– Mostrará o que aprendeu hoje, sim?

– Duvida das minhas habilidades, You Ya?

Ela continuou sorrindo.

– Duvido de sua coragem, afinal, ainda não deixou quem era para trás, não é mesmo?

A garota abriu a boca para falar, mas foi contida pela mulher.

– Sinto o cheiro do seu medo, Yu Mai; O medo de se entregar a um homem por completo. Pois saiba que, não é mais rica e não é mais virgem, o que um marido bom e justo iria querer com você? Tsc... – ela riu de deboche – Aqui dentro você não pode sentir medo, mulheres como nós não tem esse direito. Deixe-o lá fora, poderá senti-lo quando for livre.

– Até lá, devo amar esse lugar, não é?

– Subestimar você é um erro terrível... – proferiu a cortesã em meio a risinhos.

Ela sorriu, colocando uma mecha molhada do cabelo atrás da orelha. Sentia confiança nas palavras da mulher. Talvez por impulso ou desejo – até hoje ela não saberia definir – aproximou-se de You Ya para beijar-lhe os lábios, mas a mulher segurou-a pelos ombros.

– Não se apaixone tão fácil.

Disse aquilo mirando com pena os olhos brilhantes da jovem cortesã.

A casa mergulhou em silêncio, não só por tristeza, mas uma mistura de sentimentos.

Lágrimas reprimidas, maquiagem, medo, perfumes e aprendizado.

Usufruindo das joias de sua nova protetora, Yu Mai vestiu-se com as mais finas sedas da China e perfumou-se com os incensos mais doces e suaves da Índia.

Um vestido de tecido brilhante dançava suave em suas costas. Dragões estampados nadavam pela seda e veludo; os olhos de berilos verdes cintilavam na escuridão.

Um pequeno diadema prateado ornamentava seus cabelos negros. Estavam presos para o alto e seguros por uma agulha de ouro com uma flor de lótus na ponta.

Sua pele recebera um pó branco e suave; nos lábios, uma tinta vermelha cintilava com um toque dourado.

You Ya não havia levado tanto tempo para ficar pronta, mas estava tão deslumbrante quanto Yu Mai, talvez até mais.

Vê-la andar em sua direção sob a luz das velas era como ouvir a sagrada música das mulheres do Palácio de Jade. A música da qual não conseguia se lembrar. De qualquer jeito, desejou que um dia, alguém pudesse olhar para si e ouvir também algo como aquilo.

A cortesã mais velha sorriu. Com um toque leve, elevou a mão de Yu Mai na altura dos ombros e caminhou junto a ela para as portas do pavilhão.

Como sua nova protegida, poderia agora entrar pelo acesso central, compartilhando o caminho com clientes curiosos e boquiabertos.

Nas extremidades das escadarias vermelhas, sete guardas bem vestidos e armados com espadas jian¹ protegiam as cortesãs de bárbaros e bandidos viajantes. De praxe, estariam com olhares sérios em direção a aquarela do poente, mas naquele dia, seus olhos manchados pelo combate pousaram em You Ya e na mais bela e virginal figura que caminhava ao seu lado. Quem era aquela, afinal?

Tão bela como pensava estar, a garota encolheu-se de medo, mesmo ao lado da mulher.

Todos os clientes haviam aberto passagem para elas, mas eram apenas clientes, e elas, prostitutas.

Seus pés delicados e envoltos nos cintilantes sapatos dourados tocaram o mármore branco do saguão de entrada.

O gongo negro atrás das musicistas ainda vibrava levemente, como se tivesse acabado de ser tocado.

As cortesãs estavam boquiabertas.

Ela pode ver lágrimas nos olhos das seguidoras de You Ya, lágrimas de ódio e inveja.

Certo que, a maioria não estava feliz por vê-la naquela condição.

Algumas ficaram caladas, porém as mais corajosas se atreviam a lançar disparates em voz alta, cobrindo as bocas pintadas com as mangas dos vestidos.

– Aquela prostituta de mais baixa ordem...

– Danço e canto como um pássaro e nunca atraí essa atenção!

– Ela não tem nenhum dom.

– Imprestável.

A garota sabia que se mostrar submissa àqueles insultos não a faria melhor aos olhos de sua protetora. Não obstante, algo tomava sua percepção em maior escala.

Um cheiro curioso pairava no ar, criava uma névoa suave pelo saguão. Fazia as flores das paredes chorarem e o suor escorrer reto e solitário até o chão cor de pérola.

– Ópio — sussurrou You Ya – Os mercadores já começaram a se instalar por aqui, teremos uma visita importante em alguns dias.

– Quem virá? – sussurrou.

Mas a cortesã pareceu não ouvir seu sibilo. Deu-lhe um gentil empurrão em suas costas colocando-a em sua frente.

O cheiro da droga era muito mais forte ali, perto daquele homem.

Por sua vez este não parecia senti-lo. Apenas o prazer estava estampado em seus olhos.

– You Ya... – disse ele com uma singela reverência – Talvez uma casa em pesos de ouro...?

A cortesã riu, tão brilhante como uma nobre da cidade proibida².

– Desta vez terá que poupar a casa, mas talvez... Seis ou sete anéis de madrepérola, sim? – disse em um tom aveludado, afagando o pescoço nu de Yu Mai.

O homem tirou o longo cachimbo escuro da boca, expelindo uma grande fumaça branca.

Olhou rigoroso para a garota enquanto alisava sua barba escura.

– Nunca vi esta por aqui... Por que devo pagar sete anéis de madrepérola pela novata?

– Por que ela era uma nobre da casa Wan... Há quanto tempo não tem uma cortesã de sangue nobre em sua cama, Zhou?

Ele pareceu sorrir, mas Yu Mai não conseguiu distinguir muito bem.

You Ya parecia entreter o cliente Zhou com sua negociação. Ela não prestou atenção, pois a fumaça do ópio começou a incomodar-lhe os sentidos.

– Se fosse outra, jamais pagaria isso... Mas afinal, parece-me que é sua nova protegida, não?

A cortesã assentiu com uma breve reverência.

– Confio-a em suas mãos, Zhou Jin.

– Deixe-me ouvir seu nome – pediu o homem, tocando o queixo de Yu e o elevando a altura de seus olhos.

– Yu Mai.

– Onde há jade, há também Jin³! – disse ele em um tom animado, delineando o rosto da jovem com as mãos grandes.

Ela assentiu com a cabeça, forçando uma risada tão divertida que até ela se surpreendeu.

You Ya sorriu.

– Cuide bem do nosso cliente... Este conhece o pavilhão Qin Huai como se fosse sua própria esposa.

– Hehehe... Que os deuses ouvissem-na You Ya! Minha mulher jamais foi tão bela quanto este lugar, tampouco como essas flores.

Dito isso ele curvou-se até a média estatura da delicada garota e depositou um beijo no canto de seus lábios marcados em vermelho.

Ela não esboçou reação. Sabia que no final, aquele beijo não era realmente dela. Teria que devolvê-lo quando Zhou estivesse satisfeito.

Enquanto, pelo canto de seus olhos observava à protetora se afastar, tocou suavemente a mão do cliente, colocando seu palmo fino por cima deste, conduzindo-o pelos longos corredores de pedras brancas.

Sentaram-se à mesa, ambos silenciosos.

Zhou pousou o saco de veludo vermelho na almofada ao seu lado, provocando um ruído abafado de prata e ouro.

– Gostaria de um pouco de vinho, Zhou Jin?

Ele sorriu, aproximando-se devagar da garota.

– Mesmo que os vinhos da casa Zhou sejam os melhores da província de Jiangsu4, se é a irmã mais nova de You Ya, será mais do que prazeroso beber um vinho que foi servido por suas mãos...

You Ya teria sido generosa ao apresentá-la a Zhou Jin? Ou apenas teria jogado-a na frente do primeiro que apareceu? Bem, talvez ela não tivesse tido a intenção de tamanha generosidade.

Zhou Jin não era jovem, tampouco bonito, alto ou forte.

Contudo, sua longa barba negra dava-lhe autoridade. As mãos de dedos longos e grossos eram macias e sua voz calma e serena. De certa forma, Yu Mai sentiu uma ternura inexplicável por aquele homem. Era como sentir um amor caloroso familiar, de um pai ou um avô.

Mas ela não poderia oferecer apenas a companhia de uma neta ou filha.

Passeou o dedo indicador por detrás da orelha do homem, sussurrando-lhe em um tom muito baixo:

– Onde há ouro, há uma venda, e onde há uma venda, há amor5. Serei sua Yu Mai essa noite, Zhou Jin.

O homem deu um sorriso pequeno e avaliador. Parecia ponderar se havia gasto bem o seu dinheiro, mas ao final, suspirou.

Deixou a jovem cortesã despejar o vinho amarelo e doce por seus lábios grossos.

Ao terminar o serviço, ela inclinou-se para tocar-lhe a face. Delineou suas feições envelhecidas com as delicadas mãos macias e depositou um simples beijo em seus lábios, ainda assim, mantendo um contato visual impressionante com Zhou.

Ela precisava se afastar para desamarrar o quimono caro, porém, ele não deixou.

Agarrou-a pela cintura e continuou com os lábios colados nos dela. Os olhos fechados e as mãos passeando por suas costas, ansiosas por tocar-lhe a pele nua de seu tronco.

A garota se assustou. Enquanto ele parecia querer devorar seus lábios, seus olhos estavam abertos e ágeis.

Ela deslizou as mãos para a nuca descoberta de Zhou e a alisou paciente com a ponta dos dedos provocando arrepios em sua pele.

Zhou estava inebriado. Sua pele sucumbia aos caprichos de suas delicadas unhas limpas. Os lábios vermelhos e jovens estariam ali, para esquentá-lo do frio de um amor inexistente.

Ela era sua esposa aquela noite e como uma esposa, deveria ser tomada.

Com os braços envoltos pelas costas de Yu Mai, ergueu-a do chão e a colocou em cima da pequena mesa de chá, que com o peso quebrou-se, derrubando o vinho por sua extremidade, até cair no chão.

A garota tentou se desvencilhar dos braços do homem, tamanho susto tivera com a queda dos pés da mesa, porém seus esforços não foram o suficiente. Não era mais possível fazê-lo parar.

O líquido amarelo6 molhava de sua nuca até o final de seu tronco que de vez ou outra o homem suspendia para lambê-la.

Por maior que fosse a simpatia que tivera por ele, quando olhava por entre suas pernas abertas, era Zhou quem estava lá. Entrando e saindo não dela, mas de uma prostituta.

Proibida de poder sentir qualquer coisa por ele, agarrou com força suas costas quando estava próximo do fim.

Ele começou a gritar por Yu Mai, como se ela mesma não estivesse ali.

E quando não havia mais nada para pensar, Zhou fez algo inesperado.

Sorriu, tirou-a de cima da mesa e a aninhou em seus braços, oferecendo-lhe um trago de seu ópio, do qual ela aceitou gentilmente.

Como era um homem de negócios, não poderia passar a noite inteira no pavilhão.

Abraçado com Yu Mai, cortejou-a carinhosamente até o gongo negro tocar, avisando a todos os clientes que chegava a hora do tigre7.

Enquanto os empregados de grandes senhores fugiam de suas casas para poderem ouvir a música tocada pelas garotas do Qin Huai, Zhou Jin amarrava suas vestes aristocratas e se preparava para se despedir da mais doce e bela novata que já tinha visto no pavilhão.

– Como esperado da protegida de You Ya, você é tão encantadora quanto ela.

Yu Mai apenas assentiu, retirando um pouco da tinta borrada de seu queixo.

– Espero vê-lo mais vezes, Jin.

Ele sorriu, já à frente da porta entreaberta.

– Me verá muitas vezes a partir de agora, Yu Mai. Tenho uma nova favorita.

Dito isso a porta de madeira vermelha se fechou gentilmente, sem nem mesmo ranger.

Ao pé da cama de lençóis intactos um pequeno espelho de bronze refletia a luz dos tocos de velas.

Yu Mai aproximou-se dele e observou seu reflexo juvenil.

‘’Tenho uma nova favorita’’.

A frase pipocou em sua mente como uma bola nas mãos de uma criança. Aquilo era bom, não? De certo deixaria You Ya contente, isso é claro se...

– Se ele não fosse seu amante? – disse ela para si mesma, cobrindo a boca com a manga do quimono.

Uma pequena aia que entrou para limpar o quarto observou assustada o modo como Yu Mai falava sozinha. Ao sair, quase derrubou a pequena garrafa de porcelana que havia deixado, alguns pingos de leite gelado caíram no tapete, mas a garota não viu.

Yu Mai não tinha fome em seu estômago para degustar aquela cortesia, apenas pensamentos e mais pensamentos.

– You Ya é madura demais para ter alguém de quem goste... Bem, talvez ela só goste de mim, não? – disse lentamente, alguns segundos antes de adormecer.

–-

O cheiro da magia das garotas do bordel se espalhava pela região. As pétalas de flores assim como o cheiro dos perfumes eram levadas pelo vento da madrugada.

A lua refletida na lâmina da espada era quase mortal.

O homem jogado no chão conseguia sentir o cheiro do próprio medo. O suor escorria de sua testa até a garganta, onde o gume afiado esperava para cumprir a sentença.

– Não é verdade que você compactua com o grupo do primeiro general? – perguntou o assassino, a voz saiu abafada devido à máscara negra que usava no rosto.

– É mentira! É mentira! Eu nem mesmo sou daqui! – balbuciou o homem, tentando afundar-se mais no chão de terra.

O condutor da espada acenou a cabeça a outro homem que até então não parecia nem mesmo estar presente.

Saindo das sombras sem fazer barulho, apenas a luz dos olhos refletia na escuridão de suas roupas.

Puxou um pergaminho do bolso e leu em voz alta:

– Wei Yan, quinto assistente do primeiro general do império, líder das tropas oficiais da província de Jiangsu.

O condutor da espada riu.

– O senhor está me dizendo que não é Wei Yan?

– S-s-sim! Por favor! Poupe minha vida, tenho filhos para criar!

– É claro que tem – respondeu, abaixando a arma e permitindo que o homem se levantasse.

De pé, o refém percebeu que a escuridão daquele caminho traiçoeiro era composta em sua maioria por homens vestidos de preto dos pés a cabeça.

Apenas o sibilo de suas calmas respirações era ouvido, nem mesmo pássaros noturnos atreviam-se a piar naquele momento.

– Muito obrigado por me libertarem – disse ele fazendo uma reverência exagerada.

O silêncio foi sua resposta.

Já distante, quando seu coração ainda batia desesperado e suas pernas já se recusavam a correr, Wei Yan, o quinto assistente do primeiro general do império, caiu de joelhos no chão.

Uma dor aguda em suas costas revelava um punhal de bronze cravado até o cabo em seu dorso.

Antes de sua visão se apagar por completo o nobre viu os membros e guardas de sua comitiva pendurados e mortos nas árvores do caminho.

O terror foi reprimido por um grito que nunca pode dar. A voz abandonou-o antes de ralar o queixo, largando involuntariamente o rosto no chão. Suas cordas vocais já nadavam em sangue, de qualquer jeito...

– Wei Yan está morto – concluiu um terceiro assassino, na mão direita segurava firme um dos punhais e na esquerda, uma singela flauta de bambu.

– Como pode ter certeza? – perguntou o espadachim.

– Eu nunca erro.

Ele sorriu com os lábios, mas não foi possível perceber. Ergueu a espada para cima, fazendo com que toda sua comitiva se dispersasse silenciosa pela floresta.

Na estrada que levava ao pavilhão o assassino dos punhais caminhou tocando em sua flauta uma música do império.

Um dos sete guardas das escadarias do Qin Huai sorriu sorrateiro. Sua única arma não era uma espada jian, porque ele não era um guarda dali.

A ironia do sopro da flauta espalhava um ar de mistério, os ouvidos aliados captaram a mensagem, algo muito diferente estava por vir.

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1 — Espadas Jian: A "jian" é uma arma branca chinesa. Sua lâmina é afiada em formato de diamante, mais espessa no centro indo afinando até os gumes da espada.
2 — Cidade Proibida: A Cidade Proibida (Fica localizado em Pequim) foi o palácio imperial da China na dinastia Ming até a dinastia Qing. Ele começou a ser construído em 1406, ou seja, muito depois da dinastia Tang,que é onde se passa a nossa história, porém, vou usá-lo como mais um recurso poético para a fanfic.
3 — ''Onde há jade, há também Jin'': um jogo de palavras com relação a pronúncia do kanji de Yu que significa Jade e a pronúncia do kanji de Jin que significa ouro. Ou seja, ''Onde há jade, há também Ouro''
4 — Jiangsu: Província da China na qual se encontra a cidade de Nanquim (Lugar por onde o rio Qin Huai passa)
5 — ''Onde há ouro, há uma venda, e onde há uma venda, há amor'': Outro trocadilho, novamente com o kanji de Jin (ouro) e o kanji de Mai (venda). Obs: Os kanjis tanto chineses quanto japoneses tem vários significados; venda é apenas um dos significados da palavra Mai.
6 — Líquido Amarelo: O tradicional vinho chinês é amarelo por ser feito de cereais, como arroz, painço ou trigo, a que se adicionam culturas de bactérias e leveduras próprias para a fermentação alcoólica.
7- Hora do Tigre: Período entre as 3 da manhã e as 5 da manhã.