A Rosa e O Escorpião

27 Que a Guerra Termine


Notas iniciais
"Tá doente, Larissa?" Nãaaaaao gente, to inspirada, féeeerias que bom que vocês chegaram e trouxeram consigo a inspiração de volta pra mim! *-* hahaha Sinto em lhes dizer pessoal, mas a fic está acabando, infelizmente ou felizmente, depende do ponto de vista... hahahaha não sei ao certo quantos capitulos mais serão, mas posso dizer que mais ou menos uns 5 mais terão, só to adiantando, ok? Ah, e gente, comecei uma fic nova e bem, se vocês quiserem dar uma olhada http://fanfiction.com.br/historia/512714/O_Sangue_em_Nossas_Veias/ ela é de Alvo/Rose porque eu também shippo um pouco eles, okay? u.u Ooooutra coisa, sei que a guerra acabou um pouco rápido, mas verdade seja dita, eu NÃO sei como escrever uma guerra nos minimos detalhes e é isso ai! u.u

Juro que tentei achar um lugar pra me esconder o mais rápido possível, mas quando vi um comensal vindo atrás de mim eu me desesperei e sai do castelo, porque era a minha única opção pra fugir dele no momento. Eu corri e corri, em direção a floresta proibida, que me parecia um pouco vazia no momento, acho que os comensais resolveram se concentrar no castelo, mas mesmo assim eu sabia que deveria ser bem cautelosa.

Foi então que ouvi um som por ali, passos... alguém perto de mim, e então corri, pois já não havia mais nada para fazer quando vi o rosto do comensal da morte.

–Avada Kedavra!

***

Eu estava com um aperto tão grande no coração por ter deixado Rose sozinha, mas sei que eu preciso participar da guerra e ajudar, sei que Rose sabe se cuidar... eu só estava muito preocupado que algo pudesse acontecer.

Acabamos percebendo que aquela guerra tinha proporções muito menores com relação à grande batalha de Hogwarts que ocorreu no tempo de meu pai, e mesmo assim estávamos tendo algumas dificuldades.

Eu lutei ao lado de varias pessoas, inclusive de Alvo, que havia se decidido que deveria honrar a memória de Molly ajudando-nos a vencer aquela guerra. Muitos comensais da morte foram mortos, outros capturados, mas no final... Bem, no final nós vencemos, de certa forma, porque muitos acabaram feridos ou mortos, muitos familiares e entes queridos de várias pessoas.

Inclusive meu pai.

Quando descobri que ele havia morrido durante um duelo, a sensação foi estranha, eu fiquei triste, muito triste. Mas o que foi estranho pra mim foi que eu não consegui derramar uma lágrima sequer por seu falecimento, ele era meu pai, havia me criado mas... Simplesmente nenhuma lágrima saia, acho que de tanta coisa que havia acontecido, tantos sentimentos juntos se conflitanto.

E no final das contas, eu só queria saber de uma coisa, onde estava Rose. Não queria ficar e chorar a morte do meu pai, comemorar com todos a nossa vitória, o que eu queria era acha-la, e ai sim poderíamos comemorar, nossa vida.

Eu sai pelo castelo, que não estava em perfeito estado, mas também não estava em ruinas, perguntando se alguém a tinha visto em algum lugar, estava desesperado, começando a pensar coisas horríveis que poderiam ter acontecido.

–Scorpius! Scorpius – ouvi Alvo gritando por mim em meio à multidão, quando finalmente conseguiu chegar até mim ele continuou a falar. – É a Rose, Roxanne achou ela na floresta proibida, no chão, inconsciente...

–Não – sussurrei. – Não pode ser, onde ela está, onde?

–Parece que na enfermaria, eu ainda não fui vê-la, estava te procurando.

Simplesmente corri em direção à enfermaria o mais rápido que pude, sem me importar se Alvo estava atrás de mim ou não, eu só queria vê-la.

Mil pensamentos passaram em minha mente naquele momento, enquanto eu cruzava o castelo em busca de respostas, em busca de Rose e de alguma esperança que ainda poderia ter.

Ah Rose, meu amor... Por que? Por que fui deixa-la se sabia, se tinha um pressentimento ruim? Eu sou um idiota e a culpa é toda minha.

Meu amor, não morra...

E então de repente eu parei, parei de correr. Pois estava na porta da enfermaria com o coração a mil e ao mesmo tempo quase morrendo.

Olhei para Alvo, e se... Eu não aguentaria, não pode ser possível.

–Scorpius, ainda não sabemos ao certo sobre tudo, não pense no pior.

E então eu entrei, entrei na enfermaria e deparei com Rose deitada sobre a primeira cama, os olhos fechados, a pele branca mais branca do que nunca e as sardas, ah as sardas, o quão destacadas estavam agora... E seus cabelos ruivos, que caiam em cachos como fogo ao lado de seu rosto.

Tão... Linda.

Roxanne estava ao seu lado e cumprimentou-nos, ajoelhei-me ao lado da cama de Rose, mas antes que eu pudesse perguntar ou concluir algo, foi ela quem me disse. A garota que Rose nunca gostou muito, a que tinha uma rixa com ela... Ela me disse, me deu o veredito.

Notas finais
TAN TAN TAN TAN... E ai Rose, você sobreviveu, ou não? Como está? Qual o seu estado? Está morta? Está viva? Próxima sexta no Globo Repórter! hahaha ~not funny! Próximo cap vocês descobrem, mas só se tiver muito comentário lindo maravilhoso me dizendo a opinião do cap