A Rosa Serpenteada
1 As visitas inesperadas
Notas iniciais

Cabelos ruivos mexiam-se freneticamente no quarto iluminado pela luz do sol naquela tarde de verão, a garota estava dançando uma música que irradia de uma vitrola no canto do quarto. As férias sempre faziam bem a Rose Weasley, pois era a época do ano que não precisava estudar todos os dias, já em Hogwarts sabia que era obrigada para não desagradar a sua mãe.
Neste momento a porta do quarto abre revelando um garoto de estatura média com cabelos ruivos iguais o da garota, e começara a falar algo sobre visitas na sala, agora que percebeu o quanto a musica estava alta, então correu para desligar o aparelho. O garoto recomeçara a falar, avisando-lhe que Victoire viera visita-la e que esperava na sala de estar. A garota acompanhara os passos de seus irmão assim que saiu, desceram as escadas a até o hall da frente onde entraram na sala de estar. Hugo ficara parado em frente a sala, de forma que Rose seguisse para dentro do compartimento avistando uma mulher que se encontrava parada em frente a lareira, parecia majestosas com seus longos cabelos prateados e pele rosada vestia um vestido preto cobertos por uma capa de viagem carmim. A garota fora de encontro de sua prima dando-lhe um abraço demorado, Rose pode sentir algo de diferente nela, insistiu para subirem até o seu quarto ao mesmo tempo em que fitara Hugo como quem dizia “saia fora”.
A ruiva acolhera sua prima em uma poltrona florida próximo da janela de seu quarto em quanto pegara a cadeira de madeira da mesa de estudos, e colocara a sua frente. Fazia mais ou menos um ano que Victoire secasara com Teddy Lupin hoje vivem uma vida feliz com Teddy em um ótimo esquadrão de Aurores recebendo u salário satisfatório para cuidar dele e de sua esposa. Mas por alguma razão Victoire abaixara a cabeça e começara a lagrimar quieta, no entando, as lagrimas não eram de tristeza mais de alegria, Rose sabia pois sua prima estava com um sorriso estampado no rosto. Foi então que ela disse:
– Estou gravida- gritos de alegria em romperam pelo quarto. Rose correra para abraça-la, era de fato uma noticia muito boa.
– Você é a primeira para quem eu contei- disse Toire(apelido) depois que soltou sua prima dos braços.
– Nossa prima que honra!- falou Rose com a mão no peito.
–Tem mais- falou Vic se sentando de novo na poltrona florida- decidimos chamar você pra ser a madrinha do nosso filho ou filha, ainda não sabemos.
Os olhos de Rose brilharam de alegria, sua boca ficara entre aberta, tudo aquilo significava uma coisa, que Victoire e Ted confiavam nela.
–Fico lisonjeada, adoraria ser madrinha do seu filho prima.
–Obrigado, por favor, não conte a ninguém, Ted acha melhor!
–Ok, mas porque?- perguntou a ruiva confusa.
–Queremos fazer uma surpresa!
–Nossa, a vó Molly vai pirar ao saber que vai ser Bisavó.
–Vai mesmo- falou Rose ao verificar o seu relógio no braço esquerdo- Preciso ir linda, eu tenho um jantar na casa dos Tonks hoje.
Rose agradeceu novamente quando já estavam na entrada da casa, ela esperou que ela desaparata-se ao longe para voltar para casa. Segui-o até a cozinha para tomar um copo d’água para poder digerir a visita de sua prima, nunca pensara que um dia fosse virar madrinha. Alguém batia na porta, Rose depositou o copo em que tomava água sobre a bancada da cozinho e foi até a porta onde duas pvozes masculinas resmungava por de trás dela. Hugo descera as escadas para ver quem era, no tempo em que a ruiva abre a porta e se depara com dois garotos altos, um de cabelos negros e desgrenhados com olhos verdes, o outro com cabelos loiros pálido e bem arrumados com olhos cinza claro. Seus dois melhores amigos Alvo e Scorpius, os dois saltaram do chão para abraça-la, ao solta-la seguiram para Hugo e começaram a bagunçar seu cabelo.
–Seus filhos da ...- balbuciou o ruivo.
–Olha a boca suja, primo-falou o moreno.
–É não quer que o seu mãe escute você falando assim- completou oloiro.
–O que fazem aqui, seus loucos?-perguntou Rose que ainda estava surpresa.
–Viemos convidar você para dar uma volta!-falaram o moreno e o loiro ao mesmo tempo.
Hugo havia saído de fininho sem que percebessem e voltou para o segundo andar.
–Passear, para onde?
–Vamos até o povoado de Ottery St. Catchpole, aqui perto! — falou o loiro.
–Ok, mas aquém vai ficar com o Hugo?- perguntou a garota.
– Acho que pode ser o Prompt!- exclamou o loiro.
– Quem? — perguntou Rose e Alvo em uníssono.
– Vocês verão — disse o loiro estalando os dedos.
Neste momento um elfo que parecia usar trapos como vestimenta, apareceu em sua frente realizando uma grande reverencia.
– O jovem Malfoy chamou seu humilde servo Prompt?-falou o pequeno com a voz esganiçada.
–Sim, escute o que vou dizer, quero que você repare Hugo Weasley para mim-disse Scorpius- Se algo acontecer leve-o até nós.
–Certo meu senhor, cuidarem do garoto Weasley, assim como o senhor requisitou!
–Ok, vou me trocar!-disse a garota subindo as escadas.
– É um prazer servir a nobre casa dos Malfoy — disse o elfo doméstico com uma voz rouca e fazendo uma profunda reverencia assim que Rose retornara.
O elfo ficara imóvel ao pé da escada, Alvo assobiava em quanto Scorpius terminara de dar as ultimas instruções ao elfo.
– Minha mãe vai pirar quando souber que um elfo domestico entrou dentro da casa dela e ainda por cima cuidou do filho dela.
Juntos, os três jovens saíram pela porta até o jardim onde deram as mãos para desaparatarem. O verde do campo fora trocado por um beco com piso de paralelepípedos ao fundo de estabelecimentos locais.
–Onde estamos indo exatamente?- perguntou Rose.
–Abriu uma nova taverna bruxa aqui, se chama O Gigante Manco — disse Alvo.
–Sério, como é que não soube?
–Não faço ideia, saio no Profeta Diário e tudo- disse o moreno.
Os três saíram do beco para uma rua de lojas comercias, seguiram pelo caminho da esquerda continuaram em linha reta até a uma praça circular com um monumento histórico no meio. Atravessaram contornando a igreja e logo depois seguiram em direção a igreja vitoriana que havia do outro lado da rua. Rose não havia percebido mais ao lado da igreja havia um cemitério com muros altos. Rose segui-o seus acompanhantes sem fazer nem uma objeção, entraram no cemitério e foram até uma lápide onde as palavras estavam cravadas no marmore negro.
“Aqui jaz Deodoro S. Dick, um ma...”
As palavras foram desaparecendo e sendo reescritas:
“O Gigante Manco”
Alvo verificou se não havia ninguém olhando e acenou com a varinha que retirara do bolço. A tampa da lapide se abriu revelando uma escada que passava pelo chão.
–Primeiro as damas- falou Scorpio.
Rose desceu as escadas, um cheiro doce de groselha e madeira nova. Uma luz forte era emitida do fundo.
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