Notas iniciais
Oi pessoal, bom é uma história que já ta a um tempo na minha cabeça e decidi escrevê-la, e principalmente porque eu pretendo abordar um casal que eu amo de paixão SasuSaku e também porque eu sou apaixonada pela personalidade da Sarada. Revelações do gaiden a parte, eu gosto muito da Sarada-chan e resolvi escrever uma história com ela protagonizando.Espero que gostem, e deixem suas opiniões. O que esta em Itálico, são lembranças e narrações do passado Boa leitura! *--*

Ano 2022

O instinto protetor do homem, é aquilo que o move e faz ele agir, somos criados para temer o desconhecido, e não o aceitamos simplesmente. A guerra revela a pior face do homem, aqueles que são chamados de homo sapiens sapiens porque são duas vezes sábios, será mesmo? Talvez a ignorância humana, não seja capaz de lidar muito bem com mudanças.

A evolução revelou uma outra face dos seres que aqui habitam, em um certo tempo sem relevância, novos seres nasceram, e com eles o medo e a desconfiança vieram a tona. Temer o desconhecido é um ato humano, e o medo revelamtambém a vontade de viver. Resistir.

(...)

A muito tempo a extinção eminente foi anunciada, os poucos seres iguais a ela que restaram foram caçados e mortos, e agora o que restara foram apenas lembranças em meio aos escombros, e uma pequena chama chamada esperança.

A mulher de curtos cabelos rosados corria com um embrulho em seus braços, já não sabia por quanto tempo aguentaria correr mais, o ar faltava em seus pulmões e as pernas mal se mantinham firmes, estava cansada, mas precisava fugir, mais alguns quilômetros e estaria a salvo.

No pequeno embrulho se via apenas um tufo de cabelos negros, herança paterna, precisava ficar a salvo, precisava por ela.

Os selvagens, como eram chamados aqueles que viviam fora dos perímetros das fortalezas da ANBU, já foram motivos de repudia para mulher, e agora ela carregava um laço feito do amor, entre um anjo e um demônio selvagem.

Um elo inquebrável

– Movimentações a oeste, temos registros de atividade cerebral, e altos níveis de chakra sendo liberados - pode ouvir os rastreadores estavam perto, precisava manter-se forte.

– Temos uma equipe a caminho, precisamos levar a mulher e a criança

Armada apenas com uma L22, desenvolvida no campo tecnológico da ANBU, mostrou-se aos rastreadores, em um movimento simples deixou livre o que restara de suas asas, a dor de tê-las perdido ainda machucava, o que um dia foram um pelo par de lindas asas brancas estavam agora em frangalhos.

Precisava proteger seu laço, ela era agora a última esperança, uma salvação chamada Sarada.

(...)

Ano 2022 — 16 anos depois

Um flash de luz cortou o céu já passavam das dez da manhã, poderia ser confundida facilmente com um cometa, ou até mesmo algum míssil, lançado em uma caçada aos selvagens. Em algum lugar, sem hora ou data definida, a mulher que carregava os olhos que apreciavam o futuro, viu o primeiro passo ser dado, a missão foi inciada.

Sarada

A luz forte maltratava meus olhos, e a dor da queda me fazia sentir nauseas, abri aos pouco meus olhos me acostumando com a claridade, o céu anil acima de mim, mostrava que amanhecera há muito tempo, olhei ao meu redor, encontrando um grande nada

"Ótimo, sozinha cercada por nada, e desmemoriada"

Tudo que eu encontrei, foram quilômetros de solidão e abandono, minha cabeça latejava, eu não sabia onde estava, pra onde iria.

Não sabia ao menos quem eu era.

A dor na minha cabeça causava tontura, e a única coisa que eu me lembrava era que eu tinha uma missão. Segui por horas uma trilha que parecia levar pra nada, encontrei um rio com água limpa, mas nem sinal de um lugar pra passar a noite, o lugar estava completamente abandonada e aos pedaços.

– O bloco 3 está limpo, já reviramos tudo por lá — vozes masculinas chamaram a minha atenção, eles estavam em uma construção abandonada, me aproximei — A cara, mas que droga! Nesse passo a gente vai morrer de fome, antes de ter uma missão de verdade.

– Bolt, isso é uma missão — eles também tinham uma missão? podem ser úteis — Sem comida não da pra viver, e agora anda logo que a gente não tem o dia todo, e se o Itachi vier atrás da gente de novo, pode dizer adeus a qualquer missão de campo.

Sons de disparos e aviões voado muito próximos a nós distraíram os meninos, aparentemente eu estava em uma zona de guerra, algumas imagens invadiam a minha cabeça.

Um estrondo seguido de uma explosão ecoou pelo lugar, uma enorme onde de fumaça nos cercou, e a última coisa que eu vi antes de apagar, foi um par de olhos azuis já conhecidos por mim.

Notas finais
Então gente? me contem o que vocês acharam?Eu tenho outra fic também, e pra quem acompanha eu não irei abandoná-la mas precisava escrever essa aqui, em um súbito de ideias que eu tive, enfim pessoal é isso, até logo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.