A Punição
4 Capítulo 4
Poseidon chamou um táxi, deu um papel para ele nos levar a o hotel que Afrodite arrumou, então começou a dirigi.
— Então – Poseidon começou a falar – que cena foi aquela no aeroporto?
— Hum, fiz isso para ela não acabar com o coração partido, pois você vai seduzir ela, levar ela para um quarto... e depois vai machucá-la, como faz com todas as outras mulheres.
— Bem eu diria que você sentiu – ele olhou para mim e abriu um sorriso – ciúmes.
— Ata essa boa, eu sentindo ciúmes de você? Só quando Zeus dançar só de cueca.
— Se é o que você diz, mais eu ainda acho que é ciúmes – nesse exato momento o motorista parou em um hotel, na frente estava movimentado, Poseidon saiu e então abriu a porta pra eu sair.
— Obrigada – ele me olhou surpreso – Pensou que eu não seria capaz de dizer obrigada?
— Pra falar a verdade pensei.
— Vamos entrar. – O hotel em que ficamos era lindo, passamos pela multidão que tava na frente e nos dirigimos à recepção.
— Olá, sejam bem vindos ao L’ Hotel, em que posso ajudá-los?
— Nossa amiga Susy vez uma reserva pra gente.
— Há sim, Susy, Poseidon Smith e sua esposa Jayne? – como assim esposa?Era só o que me faltava ser esposa desse peixe
— Sim. – Poseidon respondeu
— O quarto de vocês é o numero 346 que fica no ultimo andar, aqui esta a chave. O senhor precisa de mais alguma coisa?
— Pode mandar alguém levar nossas coisas lá pra cima, eu vou sair com minha esposa e volto tarde.
— Claro – ela se virou e chamou um senhor
— Então vamos? – ele estendeu a mão pra mim e eu peguei.
Saindo do hotel, um monte de pessoas gritando, chorando, enquanto umas cinco pessoas saiam de uma limusine, quatro homens e uma mulher, um dos rapazes me olhou, ele sorriu de lado, virei e percebi que o tempo tava mudando, olhei para Poseidon, ele encarava o homem como fosse Cronos, puxei ele pela mão, mais ele não se mexia apenas olhava o homem como fosse picar ele em pedaçinhos.
— Vem Poseidon. – ele olhou pra mim, mais não disse nada, apenas me puxou. Ficamos em silencio, passamos pelo Arco do Triunfo, Notre Dame, Palais Royal, Sacré – Couer. Ate que resolvi quebrar o silencio:
— Então aonde vamos almoçar?
— Não sei, não conheço nenhum restaurante. –ele respondeu com a voz baixa.
— A gente passou de um restaurante, são só algumas quadras. – Ele levantou a cabeça, me olhou e abaixou a cabeça de volta, apertou minha mão e andamos em direção ao restaurante.
POV POSEINDON
Estávamos saindo do hotel e tinha pessoas gritando, outras chorando e outras iguais umas malucas, daí que vi cinco pessoas saindo de uma limusine, quatro homens e uma mulher, percebi que um homem tava olhando para Atena, eu encarei ele, eu tinha vontade de ir lá e arrebentar a cara dele, ate que percebi ele sorrir de lado para Atena, comecei a ficar nervoso, como eu era o deus do mar, do terremoto, não era nada bom eu ficar nervoso, olhei para o céu, ele tava mudando e depois voltei a encarar ele, ate que percebi alguém me puxando, continuei encarando ele, ate que ouvi.
— Vem Poseidon – olhei para ela, puxei sua mão, saímos para andar, não falei nada, ficamos em silêncio. Passamos em alguns lugares mais eu nem prestava atenção, ficava apenas pensando o modo como aquele rapaz olhou para Atena.
— Então aonde vamos almoçar? – ela perguntou e percebi que já era 12:30.
— Não sei, não conheço nenhum restaurante — respondi.
— A gente passou de um restaurante, são só algumas quadras daqui – Olhei para ela e depois abaixei a cabeça de volta, apertei sua mão um pouco e voltamos a andar em direção ao restaurante. Algumas minutos depois ate disse:
— É aquele restaurante. – ela apontou e eu vi, ele era bem bonito.
— Então vamos – peguei sua mão e fomos em direção a entrada. Entramos e tinha algumas pessoas, pedimos mesa pra dois, e a moça nos levou ate uma mesa percebi que ela sorria pra mim, mais nem dei bola. Sentamos na mesa e chamamos o garçom:
— Olá meu nome é Nicolau em que posso ajudá-los?
Olhei para o cardápio, percebi que tinha comida típicas deles, e tinha algumas de outros paises, não tava a fim de comer comida da França então apenas pedi uma macarronada, Atena pediu o mesmo que eu. Fiquei olhando para ela, ate que ela percebeu e perguntou:
— Por que ta me olhando assim?
— Não posso mais olhar minha esposa? – ela ficou vermelha
— Você sabe que não sou sua esposa de verdade né?
— Por que você sempre estraga a minha felicidade?
— Para com isso!
— Parar com o que? – perguntei segurando riso
— De eu fazer uma pergunta e você responder com outra pergunta. – ela disse ficando irritada.
— Sabe que você fica linda irritada?
— O... Obrigada! – ela corou. Nossa comida chegou, e comemos em silêncio, assim que terminamos, falei:
— Vou ao caixa pagar e já volto – ela mexeu a cabeça, e fui em direção ao caixa, o garçom que nos atendeu passou por mim, tirei uns trocados e dei pra ele, ele agradeceu e seguiu para atender, cheguei no balcão, dei meu cartão e paguei, voltando para a mesa, vi que Atena tava conversando com um homem, logo o reconheci, era o homem que ficou encarando Atena no hotel, fiquei com raiva e fui ate a mesa.
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