Notas iniciais
Gente fiz umas pequenas modificações no capitulo anterior para a nova personagem que coloquei na história poder entrar divando *------------* Mas nada que altere o enredo da história, só pequenas modificações, sim?

Capitulo de feriado surpresa, postei antes devido ao carinho de vocês... Obrigada pelas duas recomedações logo no primeiro capitulo apenas: lana salvatore e A L L

Capítulo 2

|Narrado por Edward|

Puta que pariu! Foi o que pensei quando vi a mulher que estava sentada em uma poltrona preta. Cabelos castanhos presos em um coque, vestido cor de vinho de decote comportado, as lindas pernas cobertas por uma fina meia preta e sapatos de salto, também na cor preta. Em frente à linda mulher havia um divã de couro preto.

Eu ainda parecia um bobo babão parado no meio no meio da sala dela e me encaminhei até ela.

–Bom dia doutora Swan. –ofereci minha mão para um aperto.

–Como vai senhor Cullen? –ela apertou minha mão e pude sentir a maciez de seu toque delicado em conjunto com seu olhar quente de chocolate derretido, me senti estremecer com a visão daquela linda mulher.

Deus! Eu era um pervertido, mas tudo o que eu podia pensar só de ver seus olhos cor de chocolate derretido era em como eles ficariam enquanto eu a fazia estremecer em meus braços.

–Senhor Cullen? –uma voz suave me trouxe de volta de meus devaneios. –Como o senhor está?

–Estou bem, mas vou ficar melhor se me chamar de Edward. –me sentei no divã de cor preta posicionado a sua frente. –E você doutora como vai?

–Bem. –foi tudo o que ela respondeu.

Seu olhar caiu sobre a prancheta que ela tinha em mãos e então se voltou para mim:

–Então Edward, o relatório que Emmett me enviou sobre você, diz que você anda muito estressado e que agrediu uma pessoa no inicio dessa semana. Tem algo a me dizer sobre isso?

–Conhece Emmett? –perguntei curioso.

–Vamos nos concentrar apenas em você Edward.

–Desculpe. –eu disse ficando sem graça por ser repreendido por ela.

Parecia até que ela era uma professora chamando atenção de um aluno arteiro. Uma professora sexy pra caralho. Eu era o aluno e ela a professora. Então meus pensamentos divagaram novamente.

O sonho de quase todo colegial é pegar sua professora gostosa, mas eu não era um colegial e ela não era minha professora, mas isso não significa que eu não quisesse pegá-la e muito menos impedir minha imaginação fértil voar e imaginar ela me repreendendo da maneira mais deliciosa possível.

Puta merda, eu estava fodido!

Passei a mão em meu cabelo totalmente desconfortável, tentando fazer com que meu corpo se acalmasse e não denunciasse o conteúdo dos meus pensamentos. Quando digo corpo, quero dizer meu pau, que a essa altura estava acordando dentro da minha calça jeans, eu e essa minha mania de não usar cueca, ainda ia acabar me dando mal por causa disso. Mas eu gostava de deixar meu companheiro livre para respirar, e calças e cuecas não combinavam, ficava tudo apertado, ficava parecendo sardinha dentro da lata, e aquilo me incomodava pra porra.

–Então... –a voz suave novamente me trouxe de volta a realidade.

–Ah me desculpe. –me acomodei melhor no divã almofadado. –O que quer saber? –perguntei disposto a colaborar com a psicóloga sexy.

–Porque anda tão estressado Edward? –ela cruzou as pernas e tive um belo deslumbre do final de sua meia, que terminava no topo de seu joelho e um pedaço de pele clara e cor de creme de suas coxas aparecia, contrastando com a cor de seu vestido cor de vinho.

–Eu não estou estressado!

–Não? –ela voltou a olhar para sua prancheta. –Então porque agrediu um trabalhador honesto na manhã desta terça-feira? –ela me encarou arqueando suas lindas sobrancelhas delineadas.

–Honesto? –ridicularizei a palavra, lembrando-me do trombadinha que dirigia a perua combi e que não tinha aparência de honesto. –Olha faz meses que estou atrás desses bandidos, ai eu tive a localização deles na terça logo pela manhã. Tinha um engarrafamento monstro na avenida principal e eu tinha pressa, resolvi dar a ré para sair dali e procurar outro caminho quando aquele moleque bateu em meu filho! –disparei a falar sem medir ou pensar em minhas palavras.

–Filho? Mas aqui não tem nada falando sobre você ter um filho. – a doutora Swan começou a folhear o relatório que lhe enviaram sobre mim e ri de sua confusão.

–Escolha errada de palavras doutora. –expliquei. –Eu estava falando que aquele moleque bateu em meu carro.

–Então você considera seu carro como um filho? –ela me encarou arqueando a sobrancelha, mas fora isso não demonstrou nenhuma emoção.

–Não é nada disso. –respondi desconfortável. –Só não escolhi bem minhas palavras.

–Entendo. –ela começou a escrever algo em sua prancheta.

–Olha não precisa colocar nada disso no relatório que vai mandar para a CIA. –implorei, eu já estava com meu cargo na corda bamba, o que meus superiores pensariam ao saber que trato um carro como um filho.

–Senhor Cullen, nada do que conversarmos aqui será dito a ninguém. –ela me encarou por cima de seus óculos de grau. –Não se preocupe, estou aqui apenas para ouvi-lo e ajudá-lo.

Oh, por favor, me ajude com problemas que não tem nada a ver com a minha psique e sim com a minha parte física!

–Então porque você está anotando isso ai? –apontei para sua prancheta.

–Apenas para colocar em meu arquivo, nada demais. Como eu disse não precisa se preocupar. –ela descansou a mão sobre a prancheta. –Me fale um pouco sobre você Edward.

–O que precisamente você quer saber doutora?

–Vamos começar do começo, me fale sobre a sua infância e depois se sentir confortável pode falar a vontade sobre o que quiser comigo. –ela se recostou em sua poltrona, um sorriso pequeno e confortável em seus doces lábios. –Se quiser se deitar no divã para se sentir mais confortável.

“Não me dê ideias.” –pensei comigo mesmo enquanto me recostava no divã confortável.

–Bom, nasci em Louisiana, fui criado por meus avós maternos. Minha mãe morreu no meu parto e meu pai sumiu no mundo depois disso. Não tive uma infância difícil, mas a casa que eu vivia com meus avós era bem humilde e eles me davam tudo o que podiam e nunca me faltou nada do que precisasse.

–E qual é o seu sentimento em relação ao seu pai? –a doutora perguntou.

–Sou indiferente, meus avós supriram qualquer necessidade paterna e materna que eu viesse a ter. –ela começou a anotar novamente algo em sua prancheta.

–Ei, eu não tenho problemas paternos se é isso o que você está escrevendo ai. –ela apenas arqueou sua sobrancelha.

–Me conte sobre seus amigos de infância e adolescência. –ela ignorou totalmente meu comentário e continuou com suas anotações enquanto eu falava.

–Não tenho nenhum amigo de infância, não me relacionava bem com os garotos da minha idade, meu único amigo de verdade é o Emmett e o irmão de Rosalie, que é mulher de Emmett, o Jasper e tem o Jacob também, mas ele acabou de se casar e anda meio afastado do nosso grupo. –dei de ombros, nunca fui uma pessoa que tivesse a necessidade de estar rodeado por amigos, preferia meus poucos amigos a estar rodeado pela falsidade. –E minha adolescência foi comum acho, passei pelo colegial, joguei no time da escola, namorei algumas garotas e recebi uma proposta de bolsa de estudo em Yale, mas não aceitei.

–E porque não? –ela perguntou chocada.

–Desde pequeno quis ser policial como meu avô e cresci assistindo séries de investigações criminais e então quando completei dezoito anos me inscrevi para a seleção da CIA e aqui estou eu oito anos depois.

–E que mais você fez durante esses oito anos?

–Trabalhei muito. Consegui minha primeira promoção um ano depois que entrei para a CIA.

–E sua vida pessoal Edward? O que faz quando não está trabalhando? –a doutora perguntou.

–Quando não saio para beber com os rapazes, ou fico em casa assistindo algum jogo com a Bernie ou cuidando do meu carro.

–Quem é Bernie? –a doutora perguntou.

–Minha cadela, eu a encontrei abandonada na rua e a levei para casa para cuidar dela, acabei gostando da companhia dela e estamos juntos há dois anos agora. –dei de ombros. –Gosto muito de levá-la para passear aos sábados de manhã também.

Bernie era uma criatura curiosa e sem vergonha. A coisa que ela mais gostava no mundo era sair para passear de carro e assistir basebol comigo enquanto mordia sua bola de brinquedo. E também de dormir em minha cama, ocupando todo o espaço para ela. Quantas vezes não acordei durante a noite para empurrá-la pro outro lado porque eu estava quase caindo da cama? Ela também gostava de assistir desenhos, sempre quando estávamos vendo TV e eu mudava do seu canal de desenhos só faltava ela pular em cima de mim e rasgar minha garganta nos dentes.

–Entendo. –a doutora murmurou e começou a escrever algo em sua prancheta novamente.

–Hei o que tanto você anota ai? –perguntei curioso e também desconfortável por ela, talvez, estar fazendo julgamentos pré-concebidos a meu respeito.

–Nada demais. –ela deu de ombros e voltou a me encarar, seus olhos achocolatados me davam a sensação e derreter por dentro, sob seus óculos o que lhe dava um ar sexy, e naquele momento eu reparei em outra coisa a respeito dela...

Ela mordia os lábios. Puta que pariu! Ela mordia os lábios. Que um raio caia em minha cabeça se eu estiver mentindo quanto àquela visão ser a coisa mais incrivelmente sensual que vi na minha vida.

–Como nada demais? Se for algo ao meu respeito, tenho o direito de saber. –exigi. É eu ainda conseguia pensar com alguma coerência, em meio aos turbilhões de pensamentos impróprios que perturbavam minha mente neste exato segundo.

–Então veja com seus próprios olhos. –ela retirou uma folha de sua prancheta e me entregou.

Havia um esboço do meu rosto ali, envolto por vários desenhos aleatórios. Então era para isso que ela era paga? Para ficar desenhando seus pacientes enquanto mordia sedutoramente, mesmo que de forma inconsciente, seus lábios carnudos e desejáveis?

–Você tem talento. –eu disse sincero, afinal ela desenhava muito bem, então lhe devolvi a folha com o desenho.

–Obrigada esse é um dos meus hobbys. –ela colocou a folha de volta a seu lugar e encarou seu relógio de pulso, voltando a me encarar. –Edward nosso tempo está acabando, mas antes demais nada quero lhe dar algo para pensar.

–Tudo bem. –assenti.

–Já parou para pensar que talvez essa sua obsessão por seu carro, e talvez a forma com que você é apegado a sua cachorra, seja você tentando suprir uma carência afetiva em sua vida, que se deu inicio pela ausência de um pai e de uma mãe em sua vida?

–Não tenho carência afetiva, e muito menos sinto pela ausência de um pai, sei que amo minha mãe, ela deu sua vida por mim, e eu já lhe disse que meus avós fizeram muito bem esse papel, substituindo-os e foram pessoas de caráter e valores morais elevados. E você não conhece a Bernie, se a conhecesse, também se apegaria a ela, ela é um encanto. Você não me conhece doutora, eu só não tenho a necessidade de estar rodeado por pessoas 24 horas por dia.

–Tudo bem, mas pense no que eu lhe disse e em nossa próxima conversa retornaremos a esse assunto, me de uma chance de lhe conhecer melhor Edward e te ajudar.

Se ela são menos desconfiasse a forma como eu gostaria que ela me conhecesse melhor, talvez, me expulsaria daqui aos berros e supetões e me dando um certeiro chute nas bolas. Ah como eu gostaria de jogá-la naquela mesa atrás de sua poltrona...

–Quando será nossa próxima consulta? –perguntei, ignorando suas palavras e meus pensamentos sujos, eu só queria cumprir com minhas obrigações com essas seções e acabar com isso logo de uma vez, mas de repente me peguei ansioso pela próxima visita a doutora Swan e sobre quando nos veríamos novamente.

–Na próxima terça-feira, no começo nos veremos duas vezes por semana, depois passaremos a uma única visita semanal. –ela disse sorrindo amável e profissionalmente. –Peça para Ângela lhe entregar seus horários, suas próximas consultas já foram agendadas por Emmett.

–Ok. –me levantei. –Então até a próxima terça-feira!

–Até Edward. –ela me estendeu sua mão em um gesto educado.

Educadamente retribui seu aperto de mãos e senti algo que nunca sentira antes, algo como uma corrente elétrica passando pelo seu toque, ela rapidamente desgrudou nossas mãos e sorriu educadamente e voltou a se recostar em sua poltrona, ainda de pernas cruzadas, parecendo absurdamente sexy. Seu cabelo escuro preso em um coque desfiado, seus óculos lhe dando um ar mais inteligente e sorriso gentil, além das meias pretas que apareciam através da barra de seu vestido.

–Como abro a porta? –perguntei completamente sem graça por não conseguir realizar uma simples tarefa como esta.

–Toque a campainha, Ângela destravará a porta de sua mesa.

–Serio, qual é a necessidade de tanta segurança? –eu estava incrédulo, afinal aquele lugar parecia ser um presidio de tão seguro. Nem sei como ainda não fui submetido a um detector de metal.

–Alguns ex-pacientes andaram dando certo tipo de trabalho recentemente. Melhor prevenir do que remediar.

–Ah, ok. –apertei a campainha e logo ouvi um clique metálico, indicando que a porta estava aberta.

Olhei para a psicóloga mais uma vez antes de partir e eu tinha certeza de que a ultima visão que tive dela queimaria em minha mente por todo o período de tempo até a nossa próxima consulta.

Sai do consultório com meus horários em mãos. Todas as terças e sextas-feiras por pelo menos um mês estavam agendadas. Será que seriam necessárias mais consultas, ou seriam apenas neste mês? Eu não sabia qual eram os planos de meu chefe quanto a esse assunto, mas algo me dizia que ele continuaria me torturando com essas consultas por tempo indeterminado, não que me encontrar com a doutora Swan fosse uma tortura. Mas deu para entender né?

Eu sabia muito bem o que Emmett queria de mim, afinal ele nunca conseguiria me enganar e eu conhecia aquele safado. Tanto ele, quanto meus amigos queriam é que eu encontrasse uma namorada para me casar. Coisa que eu não estava nem um pouco a fim de fazer.

Além de meu chefe, Emmett era meu melhor amigo depois de Bernie – ele não tinha ciúmes dela e sim ela dele, mas enfim – e tanto ele quanto sua esposa, Rosalie, e Jasper, irmão de Rosalie, que era casado com Alice, irmã de Emmett, que também eram meus amigos, viviam implicando comigo pelo fato de eu ser o único do grupo a ainda não ter encontrado uma parceira e não ter sossegado na vida. Até Jacob Black, que foi o único que sobrou do grupo de amigos depois que Emmett e Jasper se amarraram, estava preso por uma coleira dourada, diga-se aliança. Já que mudei para LA eu havia feito amizade com esses figurões através de Emmett, mas com o tempo eles tomaram um rumo na vida e agora o único solteiro de nosso antigo grupo de baladas continuava sendo eu.

Não que eu fosse um boêmio, ou um conquistador. Eu não tinha todas as noites uma mulher diferente em minha cama, afinal eu não as levava para minha casa, era falta de respeito com a Bernie, ela não precisava passar por esse tipo de coisas. Mas um homem tinha suas necessidades, e realmente eu não me sentia tentado a me casar e muito menos manter um relacionamento em longo prazo com ninguém, então cada um se vira como pode nessa vida.

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Depois que sai do consultório ainda sobrava algum tempo para ir para agencia e passei por lá na volta, antes de ir para casa.

–E ai, como foi sua consulta? –Emmett perguntou com uma estranha expectativa assim que entrei em sua sala.

–Foi de boa. –sentei em uma das cadeiras estofadas em frente a sua mesa.

–E aí vai fazer algo amanhã a noite? –Emmett perguntou em um falso ar de desinteressado.

–Não e você? –eu pretendia assistir com Bernie as reprises dos jogos, que passavam nos canais de esporte aos sábados.

–Rose vai fazer um jantar de confraternização em nossa casa. –deu de ombros. –Aliás, você está convidado.

–Emmett você sabe que não gosto desse tipo de coisas.

–Vai ter cerveja e vamos todos jogar pôquer depois do jantar. –ele me encarou dando de ombros.

–Parei de ouvir depois que você disse cerveja. –eu e meu amigo rimos.

–Então passe lá em casa por volta das 19hrs amanhã. –Emmett disse. –Agora vá trabalhar um pouco seu folgado. –ele disse em tom de brincadeira.

–Ah, claro como se eu não fizesse isso, me mandaram para uma médica de loucos sexy pra caralho e superquente, exatamente por que trabalho de mais e depois fala que não trabalho. Sério Emmett você não faz sentido nenhum às vezes sabia disso? –ri enquanto seguia até a porta.

–Médica de loucos sexy pra caralho e superquente? -ele perguntou com um grande e estranho sorriso.

–Muito quente. –dei de ombros e sai de sua sala.

Depois que sai de sua sala fui até a central de inteligência caminhando pelo longo corredor, a fim de saber se alguém captou alguma ligação suspeita que pudesse me ajudar. Mas como era de se imaginar, voltei à estaca zero e agora eu teria que esperar algum sinal desses filhos da puta que vem tirando meu sono há alguns meses. Ou descobrir quem havia me mandado o e-mail com o endereço. Forneci o e-mail anônimo para o pessoal da inteligência, mas tudo o que eles descobriram é que a conta havia sido feita em uma lan house, ou seja, não tínhamos registros de quem poderia ter me passado aquela informação.

Semana que vem eu iria até aquele endereço, ver se encontrava algo. Não iria estragar meu fim de semana com minhas frustrações.

Fui para casa de táxi, pois eu só poderia pegar meu carro amanhã de manhã. Quando cheguei em meu apartamento e abri a porta Bernie veio correndo em minha direção, batendo o rabinho e latindo animada.

–Hei garota, nem te conto, a doutora Swan disse que sou apegado a você devido à carência materna, dá para acreditar? –afaguei atrás de sua orelha como eu sabia que ela gostava, agachando-me em sua frente esperando que ela terminasse de matar suas saudades e lhe dei um beijo na testa e levantei indo até a cozinha beber água.

–Au. –ela deu um latido forte que traduzindo para o inglês aquilo significava ‘quero comer’.

Aquela bola de pelos barulhenta e sem noção só pensava em comer. Serio, se eu lhe desse comida a ela toda vez que esse saco sem fundo quisesse, Bernie estaria uma bolota de tão gorda. Então simplesmente, dei um pouco de leite pra ela, para ela aguentar até a hora do jantar e fiquei observando enquanto ela bebia o liquido branco toda animada e fazendo a maior bagunça ao derramar respingos no chão. Eu é quem não ia limpar.

Não tinha como não amar minha grande bola de pelos amarela. Foi amor à primeira vista, quando a vi toda encolhida embaixo da chuva em frente ao meu prédio eu simplesmente soube que tinha que levá-la para casa e cuidar dela. E aí está agora o fruto da amizade mais verdadeira que qualquer ser humano poderia ter. Um homem não era nada sem o seu cão, ou no meu caso, a sua cadela.

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A de coleira vermelha é a Bernie *-----------* O outro é Bear que em breve vai entrar para a história tbm. u.u

Notas finais
Bernie chegou divando... Quem não sabe ela é a cachorrinha do casal Robsten e nessa fic ela vai ter um papel muito importante na vida de nosso Edward surtado!
E o que acharam desse segundo capitulo e do primeiro contato entre Edward bipolar e a sua Psicóloga sexy pra caralho, Isabella Swan??

Mereço mais comentários e recomendações??

Até o proximo capitulo ninas, aguardo vocês nos comentários.

Kisses, Leh U_U