A Psicóloga

13 Capítulo 13


Notas iniciais
AnaMK parabéns, tá ai seu presente! E não é que você faz niver junto com a foic?
2 meses de A Psicóloga O/ ehhhhh Capitulo em comemoração!
Presenteiem a fic tbm com muitos comentários divos e recomendações sim?

Espero que gostem, até porque esse capitulo comemorativo ta foda!

Capítulo 13

|Narrado por Edward|

–Estou bonito Ber? –perguntei para minha amiguinha, que estava deitada confortavelmente no sofá em frente à TV assistindo seus desenhos.

Bernie só me olhou meio de lado poucos segundos, revirou os olhos e voltou sua atenção para seus desenhos. Cachorra ignorante!

Eu havia me vestido com esmero, arrumado meu cabelo tentando domá-lo, como também havia passado meio que exageradamente meu perfume, tudo para causar uma boa impressão. Não que eu precisasse disso e não querendo ser convencido também, mas eu sempre causava boas impressões sem esses tipos de artifícios e queria impressionar ainda mais a Bella. Por qual motivo eu fazia isso, não sabia.

–Ber não sei a que horas volto, se comporte viu mocinha. –afaguei sua cabeça ao me despedir de Bernie, conferi todo o apartamento vendo se não tinha nada que oferecesse perigo a minha amiguinha peluda, e fui até a garagem pegar meu carro.

Tentei me manter tranquilo no caminho até o apartamento de Bella, liguei o radio do carro deixando em volume ambiente e tentei não pensar que eu teria meu primeiro encontro de verdade hoje e com a mulher mais sexy que já conheci. A ideia de me manter tranquilo funcionou, até a hora que estacionei em frente a seu prédio.

Sai do carro trancando acionando o alarme do mesmo e fui até a porta do seu prédio, pressionando um botão no interfone que indicava o numero de seu apartamento.

–Oi. –a doce voz dela atendeu.

–Bella, sou eu, já esta pronta?

–Quase, só um minuto. Quer subir?

Congelei por alguns segundos pensando em sua proposta.

–Melhor não. –resolvi negar.

Eu não sabia muito bem o que eu seria capaz de fazer sabendo que ela estava trocando de roupa a apenas alguns passos de distancia de mim. Não seria capaz de me controlar ao tê-la nua tão perto. Não mesmo.

–Tudo bem já desço então. –respondeu com uma risadinha.

Voltei até meu carro, me escorando no capô para esperá-la.

Não tive que esperar muito. Quando olho novamente para a entrada de seu prédio ela está caminhando divinamente em minha direção. Um vestido azul de gola V mostrando um pouco do seu decote, batendo até o meio de suas suculentas coxas e um sapato de salto preto, que deixava suas pernas mais longas e sexys. Cabelos soltos e ondulados, caindo sobre os ombros.

–Oi. –ela parou a minha frente, sorrindo timidamente.

–Você está linda. –abracei sua cintura trazendo-a para mim e então não aguentando mais a distancia, colei meus lábios aos seus e a beijei lentamente, saboreando a maneira como seus lábios se encaixavam aos meus.

–Vamos então? –perguntou um pouco ofegante quando nos afastamos.

–Claro. –destravei o carro e corri para a porta do passageiro abrindo para que ela pudesse entrar.

Quando sentei no banco do motorista mordia o lábio inferior contendo um sorriso.

–O que foi?

–E não é que você é um cavaleiro?

–Sou muitas coisas, além disso. –disse malicioso, só para ter o prazer de vê-la corar.

–Onde nós vamos?

–Não é um lugar romântico, porque não sei ser isso, é uma surpresa, mas espero que você goste.

–Tenho certeza que vou.

O caminho até a pizzaria que Emmett recomendou foi curto e silencioso. Passei parte do caminho tentando analisar minhas reações quando estava perto de Bella, tentando entender o que se passava dentro de mim e o que essas reações significavam. Só sei que era algo que nunca havia sentido antes. Era algo novo e eu gostava disso.

–Espero que goste de pizza. –disse ao manobrar o carro no estacionamento da pizzaria.

–Quem não gosta? –ela sorriu docemente.

–Espere. –dei a volta no carro e abri a porta para ela passar.

Não se engane, homens não abrem portas apenas por puro cavalheirismo e educação. Nós aproveitávamos que as mulheres estavam a nossa frente e admirávamos seus traseiros. E o traseiro que tinha a minha frente agora era um belo exemplar do que um traseiro deveria ser. Não muito grande, redondinho, empinadinho, e aposto um dedo como deveria ser macio e que deveria ser muito mais bonito nu do que sob aquele vestido, que marcava seus contornos e que fazia com que minha imaginação corresse solta. Eu daria mais do que um dedo, se ela me pedisse, tudo para ter aquele traseiro nu a minha frente.

–O que esta olhando? –Bella perguntou sobre o ombro, corada e ao mesmo tempo sorrindo sacana. Como ela conseguia?

–Nada, só admirando a vista. –respondi na cara de pau fazendo com que ela corasse ainda mais.

Ao entrarmos notei que a pizzaria não estava muito cheia e logo um garçom veio nos atender.

–Boa noite. –ele cumprimentou e nos entregou uma comanda.

Estava tudo muito lindo até eu notar que ele olhava para o decote da minha psicóloga.

–Queremos uma mesa. –pedi.

–Me acompanhem. –ele sorriu para Bella, mal notando a minha presença.

Eu entendia sua reação, juro que entendia. Bella era uma mulher maravilhosa e atraente, eu mesmo, muito provavelmente, fiz e faço essa cara de babaca embasbacado toda vez que a olho. Mas entender a situação do jovem garçom não significa que eu faria vista grossa. Poxa será que eu era tão invisível assim que ele não percebia que ela estava acompanhada? E outro detalhe, e talvez o mais importante: ela era minha!

Fechei uma de minhas mãos em punho e com a outra segurei a mão de Bella, sentindo a maciez de seu toque em minha palma e seguimos o garçom, que nos levou a uma mesa em um espaço aberto, rodeado por pessoas, famílias com crianças rindo alto, jovens conversando... Eu não queria nosso primeiro encontro rodeado por baderna, queria ficar num lugar mais calmo onde pudéssemos apreciar a companhia um do outro.

–Não tem um lugar mais intimo? –perguntei e desferi um sorriso falso acompanhado de um olhar mortal.

–Claro por aqui. –o garçom nos levou para onde havia mesas para casais separadas por biombos.

–Obrigada. –agradeci e quando ele foi arrastar a cadeira para Bella se sentar o afastei. –Pode deixar que eu assumo daqui. –quase pude sentir um rosnado sair no lugar das minhas palavras.

–Quando estiverem prontos para pedir é só acenar que venho. –o garçom se retirou rapidamente.

–O que foi isso? –Bella perguntou quando, após afastar a cadeira para que ela se sentasse, me sentei confortavelmente ao seu lado. A mesa em que ficamos nos permitia o conforto de sentar lado a lado.

–Ele estava flertando com você.

–Não estava não, estava sendo educado.

–Bella, eu sou homem, sei quando um cara esta flertando com uma mulher.

–Se você diz. –ela deu de ombros e pegou o cardápio acima da mesa. –O que vamos pedir.

–Eu quero de calabresa, mas podemos pedir meia-a-meia, assim você escolhe do que quer também.

–Quero de calabresa também, é a minha favorita.

–Ok então. –acenei para o garçom que veio até nós.

–Vamos querer uma pizza de calabresa e para beber pode ser uma coca neném? –perguntei a Bella.

–Pode ser. –respondeu corada.

–E duas cocas então. –o garçom anotou os pedidos e sem dizer mais nada saiu.

Bella ficou quieta até nosso pedido chegar e fiquei me perguntando o que foi que fiz de errado.

–O que foi Bella? –perguntei antes de começarmos a comer, não aguentando ficar mais tempo calado.

–Nada não. –ela corou ainda mais, e pegou os talheres, começando a picar seu pedaço de pizza.

–Eu fiz algo errado? –toquei seu rosto fazendo com que ela me olhasse.

–Não. –respondeu num fio de voz.

–O que foi então.

–Er... Você me chamou de neném, só estou envergonhada.

–Chamei foi? –eu nem havia percebido, mas realmente eu havia chamado ela daquilo. –Desculpe por isso, mas é que você parece uma neném toda coradinha assim.

–Pareço um neném pra você?

–No bom sentido. –sorri torto.

–Não entendi.

–Você é a minha neném, e se eu continuar tentando explicar é melhor irmos para o meu apartamento para que eu possa te fazer entender.

–Tudo bem. –ela abaixou a cabeça envergonhada.

–Você não esta brava está?

–Não.

–Não vai achar ruim se eu continuar a te chamar assim vai?

–Também não. –ela sorriu timidamente e começou a comer.

–Ótimo porque eu gostei de te chamar assim.

Enquanto comíamos trocávamos poucas palavras, um silêncio agradável entre nós. Embora não falássemos muito, nos olhávamos bastante. Sempre que eu a olhava ela desviava e vice-versa, parecíamos dois adolescentes, mas eu seria um amaldiçoado se não estivesse gostando daquele clima com a minha psicóloga sexy.

Paguei a conta, antes de sair do restaurante fiz questão de passar meu braço pela cintura de Bella e encarar o garçom que a havia encarado mais cedo. A guiei até o meu carro, abrindo a porta para ela entrar e aproveitando para ter uma visão mais avantajada de seu decote, que mostrava pouco, mas o suficiente de seus seios redondos e de aparência suculenta.

Era meio cedo para irmos embora e não queria ter que me despedir dela tão cedo assim, então no caminho resolvi levá-la a um lugar eu gostava de ir para relaxar.

–Onde estamos indo? –Bella perguntou parecendo surpresa.

–Surpresa.

–Você está cheia delas hoje né?

–Relaxa neném, prometo cuidar de você direitinho.

Peguei a estrada principal que nos levaria até o nosso destino final. Se eu dirigisse nos limites estabelecidos pela lei a viajem duraria mais ou menos 1h, mas chegamos lá em meia hora. Então logo eu parava no estacionamento da praia de Santa Mônica.

–Você é louco né?

–Por quê?

–Como vou andar na areia de salto? –Bella perguntou insegura.

–É só fazer o mesmo que eu. –comecei a tirar meus sapatos e me abaixei para dobrar a barra da calça.

–Não sei não...

–Deixa de frescura mulher vem cá. –puxei uma perna sua para retirar seu sapato, aproveitando para deslizar minhas mãos na pele macia de sua perna lisinha, fiz o mesmo com a outra perna, joguei nossos sapatos dentro do carro e o travei. –Vamos. –estendi a mão para ela que aceitou sem argumentar e a levei para caminhar na areia macia da praia.

–Porque me trouxe aqui? –ela perguntou.

–Eu gosto bastante de vir aqui, principalmente à noite, para pensar.

–E no que você costuma pensar quando vem aqui?

–Você está perguntando isso como a minha psicóloga ou como a minha neném?

–Estou perguntando como a Bella. –respondeu timidamente.

–Não sei se vou responder então.

–Por quê? Quer que eu pergunte como a sua psicóloga então?

–Não, eu quero que pergunte como a minha neném. –rapidamente passei o braço envolta de sua cintura e nos deitei na areia.

–Isso não vale. –Bella resmungou se debatendo um pouco para conseguir se sentar.

–Eu não sabia que tínhamos regras aqui.

–Bobo. –ela deu uma risadinha, enquanto puxava o vestido entre suas pernas, tentando esconder suas coxas, e pela minha eterna alegria neste momento estava tendo uma visão privilegiada de suas coxas roliças e nuas. –Vai responder ou não?

–Tudo bem. –disse vencido. –Eu penso em tudo não tem nada especifico, eu gosto de vir aqui e relaxar.

–E porque exatamente me trouxe aqui? No seu lugar de relaxar.

Sentei-me ao seu lado, ficando em silencio, admirando as ondas quebrarem na praia e apreciando a brisa do mar e o cheiro de agua salgada enquanto pensava em minha resposta.

–Eu gosto da sua presença, você me acalma. –virei meu rosto só para ver que ela me encarava, prendendo meu olhar ao seu e me perdendo ali por incontáveis segundos.

–Também gosto da sua presença.

E pela primeira vez Bella tomou a iniciativa de me beijar.

Foi um beijo calmo, lento, onde cada um de nós aproveitou cada segundo. Minhas mãos estavam em sua nuca, mantendo Bella ainda mais colada em mim e fazendo leves carinhos ali, enquanto uma de suas pequenas mãos apertava meu braço e a outra me puxava pela camisa nos aproximando ainda mais. Eu disse que o beijo foi calmo, mas não disse que não foi sensual. Acho até que aquele foi um dos melhores beijos que já dei nada vida.

–O que estamos fazendo Edward? –perguntou ofegante depois que nos afastamos, mantendo nossas testas coladas.

–Eu não sei, mas estou gostando disso. –respondi.

–Eu também. –sussurrou.

Ficamos calados por um tempo, apreciando momento, então Bella se levantou e correu até a beira do mar, molhando os pés.

–Vem. –ela gritou e acenou me chamando.

Parecia até cena de filme de comédia romântica. Nós dois caminhando pela água de mãos dadas, brincando e conversando.

Aquele sim era um momento que eu não me esqueceria com muita facilidade.

~✿~

Horas mais tarde estacionei o carro em frente ao prédio de Bella.

–Quer subir? –perguntou timidamente.

–Melhor não. –doeu dizer aquilo, claro que doeu, mas ninguém precisava saber então eu fingi que estava tudo bem e lhe dei meu melhor sorriso torto. Aquele sorriso que conquistava milhões de mulheres pelo mundo.

Ok chega de narcisismo por hoje. Mas que é fato, que meu sorriso já havia conquistado uma porção de mulheres, era!

–Por quê? –perguntou cabisbaixa, parecendo estar chateada.

–Não que eu não queira, eu quero muito, mas estou tentando fazer as coisas diferentes com você. –ergui seu rosto fazendo com que ela me encarasse. –Por favor, não fique magoada.

–Tudo bem. –deu um sorriso fraco. –Mas a gente não tem que fazer nada, vou fazer um café e a gente pode conversar.

–Então tente não me provocar. –concordei.

–Eu não fico te provocando. –ela disse indignada.

–Mulher acredite, só o fato de você existir já é uma provocação pra mim, você é sexy pra caralho neném.

–Você é muito absurdo sabia? –comentou enquanto entravamos em seu prédio.

–Absurdo não, realista.

Não vou negar, enquanto subíamos as escadas, dei uma de cavaleiro mais uma vez, só para poder ficar admirando o traseiro de Bella enquanto ela subia as escadas. Merda de psicóloga sexy!

Ao entrarmos em seu apartamento ela indicou para que eu me sentasse em seu sofá, que iria trocar de roupa e depois faria nosso café.

–Acho melhor não. –eu disse engolindo sem eco.

–Melhor não o que? –ela me olhou confusa, enquanto se apoiava em uma parede para tirar seus sapatos de salto.

–Você trocar de roupa enquanto estou aqui.

–Deixa de ser bobo, a porta vai estar fechada. –revirou os olhos, como se estivesse falando com uma criança.

–Por favor, neném, se você tem um pouco de consideração pela minha sanidade, não faça isso comigo. –implorei, se fosse necessário eu me ajoelharia aos seus pés.

–Exagerado. –resmungou.

Bella jogou seus sapatos em um canto na sala e foi para a cozinha fazer café. Agradeci aos céus por ela ter me escutado e não trocar de roupa comigo ainda ali. Das duas a uma, ou estouraria aquela porta entrava naquele quarto e a agarrava; ou então eu sofreria o mal das bolas azuis.

E eu sabia que eu não seria capaz de agarrá-la, não que eu não quisesse, mas eu queria fazer diferente com ela. E meu amigão sempre foi tão bom para mim que deixar ele necessitado e na mão seria crueldade, não que eu não estivesse deixando-o somente na mão desde que conheci Bella, mas ela nunca esteve nua a um cômodo de distancia de mim, então o sofrimento seria mil vezes pior.

–Cadê o Bear? –perguntei notando a ausência do cachorrinho peralta de minha psicóloga.

–Boa pergunta. –Bella fez uma careta e saiu de sua pequena cozinha entrando por uma porta que julguei ser a de seu quarto.

Minutos depois ela voltou com um olhar desanimado.

–O que aconteceu? –perguntei preocupado.

–Perdi um travesseiro. –fez um beicinho que me fez ter vontade de levantar e beijá-la.

–Como assim?

–Aquele terrorista arrastou meu travessei pra debaixo da cama e tá usando como se fosse dele.

–Porque não fechou a porta do quarto então?

–Não pensei nisso antes de sair. –resmungou.

Voltou para a cozinha a fim de terminar nosso café.

–Pronto. –Bella me trouxe uma xicara com o liquido fumegante.

Alguns minutos em silencio se passaram. Eu estava meio constrangido por estar ali e mais ainda por não saber o que fazer ou falar.

Geralmente quando eu ia para a casa de alguma mulher, eu sabia muito bem o que fazer, mas como eu faria diferente com Bella eu não sabia muito bem como agir.

–Então... –falamos os dois ao mesmo tempo e acabamos rindo.

Eu me sentia um adolescente retardado sem saber o que fazer diante de uma mulher linda como Bella.

–Você primeiro. –dei a vez a ela.

–Bom eu só estava tentando puxar papo, não sei do que falar. –disse com uma risadinha.

–Somos dois. –coloquei a xicara vazia sobre o suporte de copos que ela havia colocado na mesinha de centro.

Mulheres e suas manias doidas, eu já havia visto Rosalie brigar com Emmett por colocar o copo em sua mesa de mogno sem o suporte, juro que Emmett poderia ter chorado naquele momento, mas sele ele sentiu vontade disfarçou muito bem.

–Você disse que a gente não ia fazer nada demais né?

–Isso. –respondi prontamente.

–Por que não?

Merda! Ela estava insinuando, por algum acaso, que ela queria dormir comigo? Tentação demais pra mim.

–Você não é como qualquer mulher com quem já me relacionei. –resolvi dizer a verdade.

–O que elas têm que não tenho? –ela disse parecendo estar magoada.

–Tudo, elas tem tudo o que você não tem. –seu olhar magoado quando disse aquilo quase cortou meu coração. –A maioria delas era vulgar, e o tipo de mulher que um homem se envolve só por uma foda. Você não é assim, não é mulher de uma noite só.

–Como você sabe disso?

–Não sei, mas só sei que sei. –dei de ombros.

–Sua frase soou meio confusa.

–Você me deixa confuso. –a encarei e tive o prazer de ver suas bochechas corarem.

–Ok, você disse que não faríamos nada de mais, isso envolvei beijos também? –ergueu uma sobrancelha perfeitamente delineada, com um ar brincalhão.

–Definitivamente não.

Inclinei-me em sua direção capturando seus lábios para mim. Minhas mãos em sua cintura e as dela involuntariamente puxando meus cabelos, e tudo o que eu podia pensar era no quão forte ela poderia puxá-los enquanto eu a fazia minha.

Em algum momento o nosso beijo ficou tão intenso, que me vi quase deitado em seu sofá, com Bella montada em meu colo, uma perna de cada lado de meu quadril. Minhas mãos escorregaram para suas coxas, apertando sua carne macia, trazendo-a mais para perto de mim, seu vestido havia subido um pouco, fazendo com que eu pudesse sentir a fonte de seu calor e acabei puxando-a mais para perto de mim encostando sua intimidade coberta pela calcinha sobre a protuberância sob minha calça.

Minhas mãos agiram por vontade própria, e cada uma se apoderou de um lado de seu bumbum, apertando com vontade sua carne tenra. Bella se esfregava em mim, não me ajudando nem um pouco em minha concentração e gemia entre nosso beijo. Puta que pariu. Ela estava gemendo enquanto me beijava e estava montada em meu colo se esfregando em mim. Merda aquilo era tão bom.

Já sem ar, soltei meus lábios dos seus e os encaminhei para a pele de seu pescoço. Há quanto tempo eu estava sonhando com aquele momento? Não fazia nem uma semana, mas já parecia uma eternidade. E a minha imaginação não fez jus a realidade em momento algum. Ela tinha o sabor salgado de sua pele, mas também algo de doce. Bella era agridoce. E também tinha o cheiro suave de seu perfume de lavanda.

–Melhor a gente parar por aqui. –sussurrei em seu ouvido e então mordisquei o lóbulo do mesmo.

–Tudo bem. –ela sussurrou de volta.

Sua boca também estava ocupada com meu pescoço e caramba eu sentia meu corpo estremecer com aquele simples contato. Uma de minhas mãos subiu por seu corpo e se alojou em seu seio direito, apertando-o contra minha palma, eles cabiam perfeitamente em minha mão, como se tivesse sido feito especialmente para mim. Tive vontade de subir um pouco mais a mão que estava em seu seio, abaixar o decote do vestido e ter sua carne em minha boca. Apertei mais uma vez e ela gemeu baixinho em meu pescoço. Como minha vida era difícil! Eu tinha certeza de que estava pagando por anos e anos de uma imensa lista de pecados naquele momento.

Tudo o que eu desejava fazer naquele momento era descer um pouco a mão que ainda apertava seu bumbum e escorregá-la para dentro de sua pequena calcinha e sentir todo seu calor direto da fonte. Eu queria mais do que tudo lhe dar prazer e saber o quanto eu a deixava excitada. Mas tanto quanto eu queria eu sabia que se eu o fizesse, não conseguiria mais me refrear e acabaria perdendo o controle da situação.

–Neném é melhor eu ir embora agora. –foi preciso reunir todo o meu autocontrole para conseguir ter forças de afastá-la de mim.

–Ah ok. –ela desceu de meu colo e se sentou ao meu lado ofegante seu peito subindo e descendo com a força de sua respiração, seu cabelo estava um pouco emaranhado e seu vestido amassado.

E por falar em vestido, ele ainda levantado fazendo com que eu tivesse uma bela visão do triangulo entre suas pernas ainda coberto ainda por uma calcinha vermelha e também de suas coxas nuas.

–Puta que pariu como você é gostosa. –eu disse inda com os olhos pregados entre suas pernas, mais um seguindo daquilo e eu estaria ajoelhado e com a cabeça entre suas pernas, nunca senti tanta vontade de tocar uma mulher daquela maneira como eu sentia naquele momento.

–Certo, hora de ir embora então. –Bella se levantou, como que lendo meus pensamentos desceu seu vestido e cobriu seu corpo maravilhoso.

–A vida é tão injusta. –resmunguei ao me levantar com um tremendo desconforto entre as pernas e com um pau muito duro.

–Ninguém havia lhe dito ainda? A vida não é justa com ninguém. -deu uma risadinha. –Além do que você quem escolheu assim.

–Você esta certa eu sou um otário, vamos voltar pro sofá.

–Não. –sorriu lindamente. –Mas outro dia quem sabe?

–Merda mulher você vai me deixar maluco.

–Até sexta feira Edward. –ela se despediu abrindo a porta para mim.

–Até então. –a puxei em meus braços e lhe beijei delicadamente. –Boa noite neném.

–Boa noite.

Enquanto eu descia as escadas de seu prédio tentei arrumar meu pau em uma posição confortável dentro da minha calça, mas não encontrava tal posição de jeito nenhum.

–Vai ter que esperar chegarmos em casa amigo. –resmunguei para meu pau que se contorcia indignado e revoltado dentro da calça, dei um tapinha amigável sobre ele tentando consolá-lo de alguma forma.

–Santo Deus do céu! –uma senhora de uns 60 anos e bobs no cabelo, cobertos por uma rede, me observava a alguns degraus abaixo de mim, com uma expressão totalmente em choque.

–Boa noite. –passei rapidamente por ela, completamente envergonhado por ser pego no flagra arrumando meu pau duro nas calças.


~✿~

Realmente não rolou nada em seu apartamento. Bom quer dizer nada do que eu queria, porque se dependesse de mim eu ainda estaria lá com ela e a fazendo minha.

Tive que dar o melhor de mim para não ultrapassar os limites que eu havia imposto a mim enquanto a tinha sobre mim e gemendo em seu sofá. Essa era a maior provação eu já havia passado em minha vida. Eu me sentia em um videogame muito difícil, cheio de armadilhas enquanto tentava passar para o próximo nível do jogo.

Eu faria diferente com Bella e não estragaria tudo ao fazer sexo com ela. Não que fazer sexo com ela fosse estragar tudo, só melhoraria, mas eu não queria causar uma impressão errada a ela. Com Bella eu sabia que era muito mais do que sexo, ela não era mulher para uma noite só e mesmo tendo que admitir isso eu ainda estava confuso em relação ao que eu queria com ela.

Eu estava divido. Um lado meu –o lado irracional, leia-se meu pau- queria se jogar de cabeça, literalmente, nisso e curtir os momentos ao lado de Bella. Já meu outro lado – o racional –pensava em tudo, media as situações, me controlava e falava para eu ir com calma.

Ao chegar em casa a TV ainda estava ligada, Bernie dormia e roncava no sofá. Desliguei a TV, chamei Bernie para ir dormir em meu quarto. A essa altura do campeonato meu amigão lá de baixo já havia desistido de chamar atenção e havia ido dormir então eu seguiria seu exemplo e iria dormir também.

Bella e eu não havíamos combinado de nos ver de novo fora de seu consultório, mas sexta-feira estava ai para isso, eu só não sabia muito bem o que esperar de minha próxima consulta com ela, porque essa noite, definitivamente, havia mudado algo entre nós dois.

Algo havia mudado em mim principalmente.

Notas finais
Podem falar, divei né? kkkk Serio espero que tenham gostado desse primeiro encontro-passeio na praia-pegação no sofá! essa pegação é uma prévia do que vem por ai entre esses dois... mesmo com esse frio recomendo ventilador e agua gelada porque né? kkkkk Edward e sua Psicóloga sexy vão aprontar! kkkkkk

jurei a mim mesma que não mais escreveria capítulos grandes assim, mas não teve como ser menor, juro que tentei diminuir kkk

Desculpem-me por não estar respondendo aos comentários, é que não estou dando conta de responder a todos e ou e responder ou escrever kkkkkkk Minha irmã ta abdicando o tempo dela em frente ao pc então meu tempo diminuiu, mas vou tentar responder o do ultimo capitulo! Não garanto nada, até porque quero ler as fics que tou atrasada tbm sou leitora tbm poxa!

Pra quem lia as fics da Isabella, estamos todos tristes pela perda dessa flor. Mas sei que ela esta em um lugar melhor do que nós e que não esta sofrendo mais. Fique com Deus anjinha!

Enfim, deixem seus comentários divinos e recomendações também, quero muitas viu.... esses incentivos me animam para escrever e nem conto o que vai acontecer ou pode acontecer no próximo capitulo... só digo uma coisa 'Apagão'. Tirem suas conclusões kkkkk

Bjus da Leh e até o próximo! ;D