A Psicóloga

23 Capítulo 23


Notas iniciais
Agradecimentos mais que especiais para as lindas Nenéns: Rayssa e Biah Cullen. Vocês são demais babys!

E hoje é aniversário de 5 meses de fic vamos todos comemorar! Ehhhhh sou diva demais pode falar O/ kkkk #sqñ

Leiam as notinhas são importantes!

Capítulo 23

|Narrado por Edward|

Ao chegarmos ao hospital Jacob já havia sido sedado por dois enfermeiros e estava dormindo em uma enfermaria. Pelo que nos contaram ele havia perdido a cabeça quando lhe deram a infeliz noticia da morte de sua esposa e começou a discutir com o médico, foram necessários dois enfermeiros para controla-lo, então havia sido necessário sedá-lo, somente assim para meu amigo conseguir passar por aquilo. Jacob iria precisar de toda força e apoio agora mais do que nunca, amigos e familiares teriam que estar lá por ele.

Entre lágrimas Rosalie nos contou meio por cima o que havia acontecido à Vanessa. Quando Jacob e Vanessa chegaram em casa, ela tomou um comprimido para dor de cabeça e foi trocar de roupa para então ir dormir, Jacob havia ido tomar banho e quando voltou encontrou a esposa desmaiada ao lado de uma poça de vômito, e ligou para a emergência, mas já não havia nada que eles pudessem fazer por ela.

Um médico mais tarde veio nos explicar o que havia acontecido com a esposa de nosso amigo, de inicio eles pensaram que havia sido um derrame cerebral, mas logo após a perícia a causa oficial de sua morte foi dada, ela teve um aneurisma cerebral. Uma pequena veia defeituosa e dilatada em seu cérebro havia estourando, fazendo com que a pressão em seu cérebro aumentasse atingindo áreas vitais e causando a sua morte súbita. O médico ainda disse que se eles houvessem procurado por assistência médica assim que ela havia começado a reclamar das fortes dores de cabeça que as chances dela ser salva teria sido maiores, pois eles poderiam realizar uma cirurgia de emergência, mas no estado que ela chegou ao hospital e pelo local onde a veia havia estourado, qualquer coisa que fizessem poderia acarretar em sua morte, então eles fizeram o possível e o impossível para que ela não sofresse até que seu coração parasse de bater.

Os dias que se seguiram foram... Estranhos. Parecia que uma nuvem negra havia estacionado por toda Los Angeles, não nos abandonando nunca. Uma metáfora ao que vivíamos nesses últimos dias. Não havia espaço para brincadeiras, sorriso ou felicidade. Bella ficou praticamente o tempo todo comigo em minha casa, passávamos o tempo juntos somente abraçados, sentindo a presença um do outro, e quando ela não estava comigo estava com seu primo juntamente com seus pais tentando consolá-lo e ajuda-lo nos preparativos do funeral de Vanessa.

Todo mundo tentou fazer com que Jacob se sentisse melhor a respeito do que havia acontecido, mas eu sabia que nada poderia fazer com ele se sentisse melhor, a dor de perder alguém que você ama deve ser terrível, e só de pensar que algo assim pudesse acontecer com meus avós, Bernie ou com Bella já fazia com que meu peito se contraísse em dor. E mesmo eu não tendo conheci minha mãe eu sentia um carinho especial pela mulher que havia dado a vida para que eu nascesse, e eu sentia aquele vazio no lugar que ela deveria ocupar e querendo ou não sua morte doía em mim, então eu tinha uma pequena noção de como Jacob se sentia com a morte de sua esposa.

Até o momento do enterro de Vanessa, Jacob não havia ficado sozinho, sempre havia alguém com ele e seu pai e suas irmãs vieram para Los Angeles com urgência, abandonando tudo em Forks, para ajudar filho e irmão passar por esse momento difícil.

O enterro aconteceu em um sábado à tarde, um dia nublado e chuvoso atípico de Los Angeles, familiares e amigos se reuniram ao redor do lugar, onde seria o túmulo de Vanessa, vindo prestar suas ultimas homenagens. E assim que o caixão de Vanessa estava completamente enterrado, Jacob saiu correndo e sumiu por dias, deixando seus familiares e nós, seus amigos, preocupados com ele.

Dias depois ele voltou, anunciou que viajaria com seu pai e suas irmãs para Forks, sua cidade natal, segundo ele ficar longe do lugar ele havia vivido os momentos mais felizes de sua vida ao lado da mulher que amava, seria o melhor neste momento.

E eu posso me lembrar com perfeição de um exato momento durante o enterro de Vanessa, onde eu segurava o grande guarda-chuva negro sobre mim e Bella, abraçando-a pela cintura, seu rosto enterrado em meu peito escondendo suas lágrimas.

-Neném. –a chamei carinhosamente, acariciando suas costas tentando acalmá-la.

-Que foi. –me encarou com seus olhos vermelhos e inchados pelo choro.

-Eu sei que não é o melhor momento, e eu queria te dizer isso em uma hora mais feliz e provavelmente eu até tentaria cozinhar para você ou te levar para um jantar romântico, mas eu não consigo mais guardar isso comigo... –respirei fundo enquanto deixa as palavras fluírem por minha boca. –Eu te amo. –disse de uma vez.

-Oh Edward. –voltou a afundar o rosto em meu peito. –Eu também te amo. –disse com a voz abafada e a apertei mais ainda contra mim.

Realmente aquele não era o melhor momento para dizer as tais palavras, mas diante a perspectiva de que eu nunca saberia quando seria meu ultimo dia eu sabia que tinha que tomar uma providencia, resolvi então dizer de uma vez o que sentia. E eu me sentia sujo por ter esse pequeno momento de felicidade, em uma hora tão triste, ao saber que a mulher que amo também retribuía meus sentimentos.

Os dias foram se passando lentamente, com pequenos picos de felicidade diante a tristeza da morte de uma amiga tão querida. E quando vi já havia se passado um mês que Vanessa havia partido.

Bella passava mais tempo em minha casa do que em sua própria, eu fazia questão de passar todo o tempo possível com ela. Teve dias que Bella voltava para cá e estava meio distante, meio fria até, e o que ela respondia era que estava estressada no trabalho, então eu lhe dava espaço para que ela se acalmasse e voltasse a ser minha namorada receptiva e carinhosa, o que não demorava muito, pois ela sempre melhorava depois de tomar banho.

No trabalho tive novidades empolgantes, Luca Accioli havia resolvido abrir a boca e depois de algumas negociações sua pena havia seria diminuída em 10 anos depois que ele desse seu depoimento. Durante os próximos dias, Emmett e eu receberíamos as gravações feitas durante o seu depoimento. Então aguardávamos ansiosamente novidades para que as investigações prosseguissem por aqui.

Era sábado e nem Bella e eu trabalhávamos hoje e minha namorada havia resolvido ir para o seu apartamento, pois segundo ela, tinha que limpar sua casa e tinha muitas roupas para lavar, não gostei da ideia de ficar longe dela, mas ela estava decidida e fiquei apenas observando ela e Bear se afastarem enquanto eu dava a partida em meu carro, já que eu havia levado eles para seu apartamento, pois o carro de Bella a havia deixado na mão mais uma vez. Ela teria que dar um jeito de trocar de carro urgente, pois o que ela gastava com mecânicos era quase o valor de uma parcela de um carro novo.

Quando cheguei a meu próprio apartamento decidi que ele também precisava de uma arrumação, em particular na cozinha, onde havia várias louças sujas acumuladas sobre a pia, o difícil era arrumar animo para fazer tudo isso, já que a casa havia sido negligenciada durante a semana que Bella havia ficado aqui, sinceramente eu tinha coisas mais interessantes para fazer do que ficar limpando minha casa.

-Bernie? –a chamei, estranhando minha amiguinha não ter ido me receber na porta como sempre fazia. –Garota cadê você?

Procurei pela casa toda não a encontrando, já entrando em desespero achando que algo havia acontecido a ela, ou que ela havia arrumado uma maneira de fugir. Eu já estava quase ligando para a policia quando ouvi um barulho vindo da cozinha e fui até lá, uma cadeira se arrastou minimamente e olhei por debaixo da mesa, encontrando Bernie embrenhada entre as cadeiras, deitada ali com uma aparência desanimada.

-O que você está fazendo ai Ber? –perguntei e óbvio que não obtive uma resposta. Bernie ainda não sabia falar. –Sai daí menina.

Levantei-me, batendo em minha perna querendo que Bernie saísse logo de lá, o que não aconteceu.

-Vamos comer? –usei minha palavra mágica, chamar Bernie para comer nunca falhava, mas ao que parece para tudo se tem uma primeira vez.

Preocupado peguei meu celular e procurei na agenda o numero da Dra. Leah, veterinária de Bernie e a mesma atendeu no terceiro toque.

-Dra. Clearwater. –ouvi sua voz profissional.

-Leah, é o Edward. –disse.

-Ah oi, aconteceu alguma coisa com a Bernie?

-Então... Ela anda muito esquisita nos últimos dias, não come, só fica deita e faz xixi o tempo todo, estou preocupado.

-Traga ela aqui na clinica que dou uma olhada nela.

-Certo, chego ai em 10 minutos. –disse.

Fui buscar a coleira de Bernie na esperança de que quando ela a visse ficasse um pouco animada, ela adorava passear, mas a tática não funcionou.

-Vamos garota, vamos passear. –me abaixei ficando embaixo da mesa e comecei a puxar Bernie pelas patas, e então ela começou a rosnar para mim. –Bernie o que é isso? –disse em uma mistura de bravo, chateado e preocupado ao mesmo tempo. –Anda logo sai debaixo dessa mesa. –me levantei e dessa vez usei uma voz autoritária.

Obtive resultados positivos, mesmo que tenham sido demorados, porque Bernie saiu debaixo da mesa se arrastando no chão como uma cobra.

-Para de manha e vamos logo! –coloquei a coleira envolta de seu pescoço.

Passei na sala pegando meu celular e as chaves do carro. Eu ligaria para Bella quando chegasse à veterinária.

Foi um teste de paciência descer os três lances de escada com uma Bernie lenta e desanimada ao lado, mas eu estava tão preocupado com ela que caminhei em seu devido tempo.

Já no consultório, Leah havia levado Bernie para dentro da sua sala e eu aguardava do lado de fora. Disquei o numero de Bella.

-Que foi não consegue ficar longe? –sua voz animada atendeu e dei uma risadinha.

-Isso também. –disse ao ouvir o tom de voz bem humorado de minha namorada. –Estou ligando para avisar que estou com Bernie na veterinária dela.

-Aconteceu alguma coisa? –agora sua voz bem humorada foi tingida de preocupação.

-Ela anda meio estranha e hoje mais ainda, resolvi trazer ela aqui para ver o que tem de errado.

-Edward? –a voz da Dra. Leah me chamou.

-Tenho que ir. –disse a Bella.

-Me liga pra avisar o que Bernie tem. –disse. –Te amo e se cuida.

-Também te amo. –respondi e desliguei o celular.

Depois da primeira vez, dizer Eu Te Amo para Bella passou a ser a coisa mais fácil do mundo, e eu me pegava dizendo as três palavras sempre que possível, a deixando saber o tempo todo o quão amada era e o que me deixava mais feliz ainda era ouvir sua voz doce, delicada e sensual dizer que me amava de volta.

-É algo sério Leah? –perguntei preocupado ao entra no consultório e ver Bernie deitada em uma mesa de metal.

-Sim, é muito sério. –Dra. Leah disse. –Daqui a mais ou menos um mês e meio você via ter que trazê-la de volta aqui.

-Por quê? –perguntei preocupado.

-Ela não pode se cansar, correr ou ficar subindo e descendo escadas a toda hora, você vai ter que tomar muito cuidado com ela de agora em diante.

–Fala logo o que ela tem. –disse já não aguentando de ansiedade, se alguma cosia acontecesse a minha garota eu não posso nem imaginar o que faria da vida.

-Como eu ia dizendo, você terá eu trazê-la de volta para fazer uma cesariana nela.

-Cesariana? –perguntei confuso.

-Parabéns vovô! –exclamou.

-Vovô? –perguntei mais confuso ainda.

-Edward a Bernie está esperando.

-O que ela está esperando?

-Filhotes Edward, 8 lindos filhotes, perfeitos e saudáveis.

-Puta que pariu! –de olhos arregalados e garganta seca senti meu mundo rodar quando por fim entendi o que a Dra. Leah havia dito.

~✿~

Pensa num cara puto com a vida! Esse era eu enquanto segurava uma Bernie muito pesada em meu colo, subindo os laces de escada que levariam até o apartamento de Bella. Antes de sair do consultório da Dra. Leah ela havia me receitado algumas vitaminas para que eu desse regularmente a Bernie junto com sua ração e leite. E agora aqui estava eu, resmungando imprecauções e muito, muito puto com a vida.

Parei em frente à porta de Bella e coloquei Bernie no chão. Bati três vezes na porta e esperei.

-Edward. –Bella me atendeu com uma expressão confusa, dividida entre preocupação e felicidade.

Olhei para ela que vestia uma regatinha branca e um shorts de lycra preto, gostosa pra caralho, mas eu não podia deixar minha mente se desviar do meu objetivo principal agora, por mais tentadora que Bella estivesse naquele momento.

-Cadê o Bear? –perguntei seco.

-Hmmm... –Bella olhou para trás. –Dormindo, porque aconteceu alguma coisa?

Bella se abaixou em frente a Bernie, pegando sua cabeça entre as mãos e encarando minha cachorra, verificando qualquer lugar visível a ela vendo se não havia nada de errado com a minha garota.

-Alguma coisa? Aconteceu tudo o que não podia acontecer! –disse bravo.

-Edward eu não estou conseguindo te acompanhar. –Bella se levantou ficando a minha frente. –Quer explicar que está acontecendo?

-Ele vai assumir, ah ele vai ter que cuidar dos filhos dele. –olhei por cima do ombro de Bella, para o cachorro safado e sem um pingo de vergonha que dormia calmamente em seu canto, como se nada no mundo pudesse abalá-lo.

-Assumir? Quem vai ter que assumir os filhos? –Bella me encarou preocupada. –Do que você está falando?

-Seu cachorro, é dele que estou falando.

-O que o Bear fez?

-O que ele fez? –dei uma risada irônica. –Ele simplesmente engravidou minha filha.

-Puta que pariu! –Bella disse, e eu não sabia se estava mais chocado pelo fato de Bernie estar grávida ou de Bella estar dizendo palavrão em um momento que não fosse entre nós dois pelados sobre uma cama e fazendo amor. Ela tinha tendências a ter uma boca muito suja na hora do sexo e eu gostava muito disso.

-É puta que pariu. –eu disse voltando a realidade. –Agora ele vai ter que assumir.

-Edward meu amor, porque você não entra e tenta se acalmar ai a gente conversa sobre isso. –Bella ficou de lado me dando espaço para entrar e no momento que Bernie e eu estávamos dentro do apartamento o safado do Bear despertou de seu sono e veio caminhando até nós tranquilamente, vindo cheirar minha Bernie.

-Nem vem que não tem. –me abaixei, pegando Bernie no colo mais uma vez, mantendo-a longe daquele canalha.

-Edward se acalma amor. –Bella colocou uma mão em meu ombro, tentando me passar tranquilidade, mas eu só ficaria tranquilo quando acordasse daquele pesadelo.

-Não tem como. –resmunguei. –Vou começar a procurar uma casa na segunda-feira pela manhã. –disse me dirigindo até o sofá e me sentando no mesmo, com Bernie em meu colo ainda.

A cena era meio esquisita, uma cachorra do tamanho de Bernie em cima do meu colo, mas eu não estava nem ai, era minha obrigação protege-la da maldade do mundo, embora eu não tenha feito isso corretamente, porque se eu tivesse feito ela não estaria grávida agora.

-Porque você vai procurar uma casa? –Bella perguntou confusa, sua voz me tirando dos meus devaneios. Em minha mente eu já tinha imaginado várias formas de tortura ao Bear, não que eu realmente fosse coloca-las em prática, mas eu poderia imaginá-las.

-Oras, você não acha que vou abandonar os meus netos né? –disse. –Vamos todos morar juntos numa linda e feliz família, com um Bear castrado de preferencia, sou muito novo para ser avô e olha o que ele me aprontou...

-Edward você está surtando. –Bella disse.

-Não estou nada, estou falando sério, vamos todos morar juntos.

Bella me encarou de olhos arregalados.

-Você está me dizendo que vamos morar juntos?

-Sim.

-Tudo isso porque a Bernie está esperando filhotes, que são do Bear?

-Sim.

-E não porque você realmente quer morar comigo?

-Sim. –disse já acostumado a resposta monossilábica. –Não espera não é isso. –disse num sobressalto, vendo a merda que eu tinha feito.

-Ah que ótimo! –Bella ergueu os braços, o rosto vermelho, olhos estreitos e lábios contraídos. Ela estava brava.

-Neném, você sabe que não é isso o que eu quis dizer. –me levantei e coloquei Bernie sentada no sofá.

-Você acabou de dizer que vamos morar juntos e não é porque nos amamos e sim por que sua cachorra esta grávida do meu cachorro! –cuspiu as palavras em um sibilar irritado.

-É claro que vamos morar juntos porque nos amamos, não estaríamos juntos agora se fosse o contrario. –eu disse tentando acalmá-la. –Mas Bella é o correto a se fazer, ele usou a minha filha e agora vai assumir. –apontei para Bear que estava em um canto emburrado e mastigando um pedaço de pano compulsivamente.

-Você sabe que estamos falando de cachorros, certo? –Bella colocou uma mão na cintura, exatamente como minha sogra fazia quando estava brava com Charlie, seu marido e meu sogro.

-Se fosse eu que tivesse engravidado você seu pai não faria com que casássemos? –caminhei em sua direção, passando um braço em sua cintura e trazendo-a mais para perto de mim, Bella parecia uma gatinha manhosa agora, com um bico emburrado e olhar bravo. Sexy pra caralho.

-É diferente. –ela disse num sussurro quando comecei a espalhar pequenos beijos em seu maxilar, passando por sua boca sem tocá-la e afundando o rosto sem eu pescoço.

-Não é não, pra mim pelo menos não é. –mordisquei o lóbulo de sua orelha.

-Então pede direito. –apoiou as mãos e meu peito, totalmente mole e trêmula em meus braços, eu gosto disso, gosto muito disso, isso de sentir o efeito que tenho sobre ela, eu aposto que com um simples toque no lugar certo que eu a deixaria molhadinha e pronta para ser minha.

-Neném. –levantei o rosto de seu pescoço a encarando seriamente. –Você. –enfatizei. –Quer morar comigo?

-Seus planos implicam um casamento algum dia? –perguntou meio receosa. –Porque não sou o tipo de mulher que só mora junto.

-Quando penso em meu futuro só vejo você nele. –eu disse sincero. –E sim está em meus planos chamá-la de Sra. Cullen em um futuro próximo. –disse, apreciando a forma como o nome dela ficaria com meu sobrenome no final, Isabella Cullen, eu gostava de como o nome dela soaria, gostava mais do que imaginava que um dia iria gostar. Na verdade eu amava a ideia de chamá-la de Senhora Cullen eu só teria que esperar mais um pouco para poder chamá-la assim, alguns meses talvez.

-Hmmm. –gemeu quando voltei a distribuir beijos na pele sensível de seu pescoço.

-Você está suada. –eu disse.

-Eu estava limpando a casa. –deu de ombros.

-Gostosa desse jeito? –perguntei e a puxei mais de encontro a mim fazendo com que ela sentisse o efeito que causava em meu corpo.

-Eu tou é fedida. –tentou se afastar de mim, mas não permiti.

-Tá nada. –disse ainda com o rosto sem seu pescoço, dando uma mordida ali que provavelmente deixaria marca. –Sabe o que eu quero fazer agora?

-O que? –perguntou com a voz falhando no final.

-Deixar você mais suada ainda.

-Por favor. –sussurrou e então apoiei minhas duas mãos em seu bumbum, puxando Bella para cima, fazendo com que ela enroscasse suas pernas em volta de meu quadril.

-Porra. –gemi ao sentir sua intimidade coberta sobre a minha ereção, eu podia, só pelo calor que emanava dela, saber o quão molhada ela estava. –Se comportem. –olhei por cima do meu ombro encarando Bernie sobre o sofá e Bear emburrado em seu canto e fui caminhando com Bella em direção ao seu quarto, chutando a porta para que ela abrisse e pudéssemos passar.

Joguei Bella sobre a cama e fiquei admirando-a enquanto desabotoava a minha camisa e retirava meus sapatos ao mesmo tempo.

-Tira a roupa Neném. –pedi e ela logo me obedeceu e rapidamente estava só de calcinha e ofegante sobre a sua cama.

Só de calça jeans engatinhei sobre a cama ficando sobre o seu corpo.

-Edward. –Bella gemeu quando comecei a massagear com a língua seu pequeno mamilo duro e rosado, sugando-o dentro de minha boca.

-Que foi? –perguntei abandonando um seio e partindo em direção ao outro.

-Me fode logo. –pediu com a voz manhosa.

-Não Neném, hoje eu vou fazer amor com você, doce, lento e gotoso.

-Puta merda. –Bella gemeu alto quando espalmei minha mão sobre o tecido fino de sua calcinha, sentindo sua umidade atravessar o tecido de sua peça intima.

Levei minha mão à lateral de sua calcinha a retirando lentamente e sentindo o cheiro da excitação de minha namorada.

-Vem logo. –Bella disse quando voltei a ficar entre sua perna.

-Nossa quanta pressa. –eu disse com um sorriso sacana no rosto.

-Chato. –levou suas mãos até o cós de minha calça desabotoando e abaixando-a, juntamente com a cueca até pouco abaixo de minha bunda e pegou meu pau em sua mão massageando-o e o levando em direção a sua entrada. –Vem. –gemeu, quando comecei a entrar nela e sair só com a cabeça do meu pau, repetindo os movimentos varias vez, brincando em sua intimidade com o com meu pau massageado seu clitóris. –Edward. –agarrou minha bunda quando voltei a brincar em sua entrada me empurrando para dentro de seu corpo de uma única vez.

-Porra. –gemi ao sentir o quão quente e receptiva ela estava a mim naquele momento.

Fazer amor com Bella era sempre incrível, ainda mais depois de dizermos um ao outro que nos amávamos, porque durante o ato sempre enfatizamos o quanto nos amávamos entre sussurros e gemidos de prazer.

Continuei entrando e saindo de seu corpo, senti Bella se apertar e se contrair a minha volta cada vez mais forte, nos levando ao nosso limite, com uma mão entre nossos corpos massageei o clitóris necessitado de Bella até que ela gritasse meu nome em seu gozo e só então permiti que eu me liberasse em meu próprio gozo. Depois daquela vez no carro, eu havia criado o hábito de nunca gozar antes de Bella sempre a levando primeiro, para que aquilo nunca mais se repetisse.

Cai exausto e suado ao seu lado, e Bella estava completamente ofegante e mole ao meu lado, puxei seu corpo suado de encontro ao meu.

-Eu disse que ia te deixar mais suada ainda.

-E conseguiu. –disse com uma risadinha. –Preciso de um banho. –disse ainda sem se mover.

-Depois nós vamos juntos. –eu disse com malicia. –Vamos descansar um pouco.

-Tudo bem. –se encolheu mais ainda ao meu lado, passado uma perna sobre meu quadril.

-Neném. –a chamei depois de um tempo em silencio.

-Hmm. –resmungou sonolenta.

-Eu te amo muito viu. –a apertei contra mim. –Eu não sei mais como viver sem você na minha vida.

-Eu também Edward, te amo muito. –beijou meu peito e então senti sua respiração se acalmar no momento em que ela havia pegado no sono.

Era muita responsabilidade ter ela em meus braços, pois eu segurava todo o meu futuro e vida ali. Com esse pensamento finalmente consegui pegar no sono.

Notas finais
E aí me abandonaram depois do capitulo em que a Vanessa morreu? Se não abandonou comente! Ah e quem não está satisfeito com a morte dela sugiro que comessem a caçar as Esferas do Dragão... kkkk *ignorem-me*
Eu sei que MUITA gente não gostou da Morte da Vanessa, 70% de vcs foram bem agressivas e aposto como uma parte de vcs desistiram da fic, mas acontece que é o que eu planejava desde o começo e vejam bem, eu não matei nenhum dos personagens principais e nem os BBs...
E por falar em BBs o que vocês acharam desse capitulo? kkkkk Bernie grávida O.õ kkkk OMG que lindo! Mal posso esperar pela reação de vocês! Vamos me digam, pois apesar de tudo o que aconteceu esse capitulo foi muito bom, pelo menos na minha humilde opinião!
É isso como vocês já sabem quem recomenda entra no grupo, E como hoje é aniversário da fic que tal vocês se derem esse presente para ela hein? 198 leitoras que favoritaram a fic e 60 que comentam??
Saiam das trevas leitoras fantasmas, apareçam para parabenizar a fic e dizer que me amam kkkkkk
Quem gostou vai recomendar e vai me amar muito nos comentários kkkk O/

ah estou postando uma fic nova pra quem não sabe: Amor Sem Limites...que tal se vocês aparecerem por lá também e me deixarem feliz duplamente??

http://fanfiction.com.br/historia/344377/Amor_sem_Limites_Carga_Explosiva/

Sejam seduzidas pela caixa de comentários logo abaixo ok! kkkkkkkkkkk

bjus e até o próximo!
xoxo Leh ;D

PS1:Não ignore a caixa de comentários se não vou fazer meu vudu aqui
PS2:mentira não mexo com essas coisas...
PS3:Não tem como vocês adivinharem.
PS4: Fim.