A Prova

2 O Aviso Inesperado.


Notas iniciais
OioiOe Gente Linda ^▽^ Booum, só vim avisar que essa história vai pode ser narrada pelos personagens ou por mim mesma, e quando o narrador mudar eu vou avisar okay ?? Boa Leitura ⌒.⌒

Narradora: Luana

São 13:45 ( uma hora da tarde e quarenta e cinco minutos ). Estava sendo um dia calmo, ensolarado, e as ondas na praia estavam calmas, eu estava fazendo uma coisa que eu costumo fazer muito em casa que era, ficar no sofá de cabeça para baixo, vendo tv, com fone de ouvido (?), e mexendo no celular (??), quando derrepente, ouço a porta do quarto dos meus pais bater, e sinceramente, acho que o prédio inteiro tremeu.

– Você nunca se responsabiliza por nada que faz ou fala !! — Minha mãe gritou depois que meu pai bateu a porta, e eu logo me ajeitei no sofá e sentei normalmente, meu pai sai andando, e minha mãe sai do quarto. — Eu realmente não acredito que você fez isso, nunca teria nem me envolvido com você se eu soubesse que você era assim ! — Minha mãe continuou gritando.
– Se você preferir, eu vou embora, e nunca mais apareço na sua frente ! — Meu pai continuou.
– E eu vou agradecer !! — Minha mãe continuou. — E MUITO ! — Ela acrescentou, dando ênfase ao "muito". E voltou para o quarto.
Meu pai veio até mim.
– Tchau querida. — Meu pai disse, e me deu um beijo na testa.
– O que o senhor aprontou desse vez ? — Eu perguntei curiosa, pois sabia que minha mãe não iria me contar.
– Você e sua mãe estão sempre contra mim não é mesmo ? — Ele me perguntou, fazendo cara de coitado.
– Ainda não sei o que você fez para ficar contra você. — Falei.
– Okay, pois nem eu, e acredito que nem sua mãe vai te contar o que houve dessa vez, tchau estou atrasado. — Ele disse e depois me deu outro beijo na testa e foi embora.
"Deve ter sido algo realmente sério para ele não querer me contar, ele que me conta, bom, acho que minha mãe não está muito bem ago..." — o interfone interrompe meus pensamentos.

Interfone on:
Porteiro:
– Alô ? Luana ?
– Sim, sou eu.
– Seus amigos lhe esperam aqui embaixo.
– Avise para eles que eu já estou indo ?
– Pode deixar.
Interfone off.

Vou até o quarto de meus pais.
– Mãe ? — Abro a porta devagar, colocando só minha cabeça para dentro do quarto. Minha mãe está olhando para o mar pela janela. — Mãe, o pessoal está me esperando para ir jogar vôlei.
– Okay, volte às 17:00. — ( 5 horas da tarde )
– Okay, tchau mamãe.
Fecho a porta, coloco meu chinelo, deixo meu celular, tenho medo de perde-lo, saio de casa e desço a escada, pois moro no 1o andar e não é muita escada. Chegando lá na entrada do prédio o porteiro destrava a porta para mim e eu saio e vejo meus amigos. Atravesamos a rua, e já estamos no calçadão, após atravesarmos o calçadão chegamos naquela areia quente e fofa, onde nosso chinelo afunda, e quando tiramos o chinelo, queimamos o pé. Vamos até a areia um pouco úmida, lá montamos nosso campinho de vôlei e os meninos ( Luka, Juka e Benjamin ) vão armar a rede. Eu e as meninas ( Adelle, Laysa, Judi e Linda ) formamos uma roda e começamos à jogar a bola uma para a outra como uma espécie de vôlei. Eu estou destraída com o que aconteceu em casa, tentando imaginar o que poderia ter acontecido, e com isso perco muitas bolas, ou as deixo cair, jogo muito forte, jogo muito fraco, ou jogo para o outro lado.
Os meninos nos chamam, dizendo que já podemos ir jogar. No caminho até lá eu e Adelle deixamos as outras meninas irem na frente.

Adelle:
– Hey! Sua feia. — Ela me chama brincando. — Está tudo bem ?
– Está sim. — Eu digo.
– Sééério ?? — Ela diz em um tom de surpresa. — Não era o que parecia quando estavamos aquecendo. — Ela acrescentou
– Meus pais brigaram, e dessa vez foi feio. Nem sei se meu pai vai voltar para casa depois do trabalho. — Eu disse quase chorando.
Adelle me abraça com um braço só de lado, e vamos caminhando até chegar no campo que os meninos montaram. Nós dividimos os times. Eu, Luka, Linda e Benjamin estamos no mesmo time. Enquanto, Adelle, Laysa, Judi e Juka estão no outro.
O jogo começa, e eu tento o máximo esquecer o que tinha ocorrido em casa.
2 horas de jogo se passam ( com parada para descançar, troca de campo, parada para beber água, parada para nadar e etc.) depois de mais uma parada para beber água o jogo volta, e Judi ( que está no outro time), com seu jeito desesperado rebate a bola com muita força, o que faz a bola ir para fora do campo, e acaba que o ponto sendo nosso, Linda e Benjamin comemoram com um beijo (como sempre quando estão no mesmo time), e então Luka vem em minha direção e me dá um abraço me levantando do chão. Uma regra nossa é a seguinte: Quem jogar a bola longe, busca. e foi isso que Judi foi fazer buscar a bola, e Laysa não gostou de ver Luka comigo, então ela passa por baixo da rede, me abraça (me tirando do abraço dele), e diz:
– Ela é minha pode se afastando.
– Pois é pode ir desistindo porque eu luto o quanto precisar para ter ela só pra mim. — Luka diz, me tirando do abraço dela, me dá um beijo na testa e fazendo eu deitar minha cabeça sobre o peito dele (pois sou muito baixinha e só alcanço até ai).
Judi chega com a bola.
Pego o pulso de Luka e olho o relógio dele, e vejo que já são 16:53 ( quatro horas da tarde, e cinquenta e três minutos).
– Nossa o tempo voou hoje. — Digo para quem quisesse ouvir.
– Te levo até em casa. — Luka diz carinhoso.
– Não precisa. — Eu digo olhando nos olhos azuis dele.
– Mas eu quero !! — Ele diz me soltando e indo pegar nossos chinelos.
Chegando na entrada do meu prédio ele me puxa para baixo de uma palmeira que existe do lado do meu prédio.

– O que foi ? — Eu pergunto com medo.
– Só quero um beijinho de "tchau". — Ele me diz e eu me acalmo.
Fico nas pontas dos pés, seguro a bochecha dele fazendo ele ficar com um biquinho, viro o rosto dele e dou um beijinho em sua bochecha.
Ele dá um sorrisinho sarcástico. — Você me entendeu. — Ele me segura pela cintura.
Fico na ponta dos pés novamente e dou um selinho nele que demora no máximo 3 segundos ( nosso primeiro selinho depois de 3 anos de amizade colorida, mas já nos conhecemos à 10 anos ).
– Agora que você começou, termine. — Ele me disse, me agarrando pela cintura ainda mais forte, e dessa vez me levantando, fazendo eu beija-lo, eu passo a mão na nuca dele, fazendo carinho no cabelo dele. Foi um beijo calmo, e apaixonante. E aquele foi nosso primeiro beijo.
Estava tudo perfeito de mais, e como sou eu, tinha que acontecer algo de ruim após uma coisa boa. Ele volta para a praia e eu subo, e quando chego em casa, não encontro minha mãe, procuro a casa inteira, mas não há encontro, e então eu lembrei que sempre que minha mãe vai fazer algo que esquece ou não dá tempo de me avisar ela escreve na lateral da geladeira que é feita de quadro negro (lousa escolar) que meu pai adaptou exatamente para avisos.
E realmente não acreditei no que estava escrito. Me deu vontade de me jogar da janela do prédio.

Notas finais
Viiiish ('o') o que será que Luana viu, para ser tão perturbador para ela ter vontade de se jogar do prédio ?? Boooum, se quiser saber é só esperar pelo próximo capítulo que deve chegar amanhã para você (~u^). Comente o que acha ser !!