A Proposta E A Aposta
9 Capítulo 9 - Bônus Nicalia/Thalico
Notas iniciais
POV Thalia
Estava me divertindo com as meninas, conversando e dançando na festa. Até que me dá uma vontade extrema de ir ao banheiro. Fui até o banheiro e na hora de voltar já não encontro mais Samantha e Clarisse. Pelos deuses, onde é que essas meninas foram? Fico uns dez minutos procurando elas pela festa, e nada. Me estresso um pouco com isso, e para relaxar vou ao bar e tomo dois copos de sei la o que era, mas com certeza tinha álcool no meio.
Volto a procurar as minhas amigas, mas o quem é que eu encontro é um Nico caído no chão, muito embriagado. Fico preocupada com ele, se continuar caído nesse lugar vai ser pisoteado e não vai conseguir fazer nada nesse estado.
– Nico você está bem? – pergunto erguendo as minhas mãos para ajuda-lo a levantar e ele só ri. Ele realmente está muito bêbado, penso. – Vou te levar para um quarto no outro andar, tudo bem? – digo preocupada e ele assente sorrindo. O sorriso dele era muito bonito.
Ele apoia em mim para subir as escadas, e finalmente chegamos no segundo andar. Ouço vozes altas conhecidas vindo de um outro quarto, mas como não tenho tempo para descobrir de quem é eu continuo andando.
Seguimos para um quarto vazio e falo para Nico se sentar na cama e ele me obedece.
POV Nico
Thalia me deixa em um quarto vazio no andar de cima e eu sento na cama. Cara, essa é a minha chance! Acho que os Deuses estão torcendo por mim, penso rindo. Me levanto e me aproximo dela, fazendo um bico engraçado para tentar beija-la e ela me empurra de volta para a cama, emburrada.
– Por que não? Thalia eu te amo tanto… – digo com os olhos marejados. (N/A: O Nico fica sentimental bêbado, que bonitinho.)
Ela balança a cabeça. – Não Nico, você está bêbado. Não sabe o que está dizendo. – diz com uma certa tristeza no tom de voz e eu não entendo o motivo disso.
– Eu estou bêbado, não louco! Eu sei bem o que eu sinto. – digo e ela fica me encarando escarlate. É agora que eu vou fazer isso. – Eu sei que você me quer. – digo sorrindo maliciosamente e me arrependo na mesma hora. Ficou parecendo que eu sou convencido, embora eu seja normalmente. Mas nesse caso eu sou bastante inseguro.
Depois de um tempo, a expressão dela de vergonha muda para raiva. Ela me prensa na parede com uma expressão um tanto agressiva. Uma palavra: FODEU! Ela vai me bater e me odiar.
Ela fica me encarando por um tempo, e prende os meus braços com suas mãos e me beija ferozmente. Eu não poderia ter mais sorte, penso e retribuo com uma intensidade ainda maior que a dela.
Continuamos beijando feito selvagens, enquanto a empurro rapidamente até que ela desaba na cama. Ela me olha maliciosamente e arranca a minha blusa, distribuindo beijos sobre o meu peitoral.
Quando finalmente a minha consciência volta, vejo que já estamos apenas de roupas íntimas e eu olho para ela e hesito.
– Eu… me desculpa. – digo suplicando para ela. Eu acho que se fizermos isso não valerá a pena, pois amanhã ela irá me odiar profundamente por usar ela. Afinal ela também não estava em um estado completamente sóbrio.
POV Thalia
Nico me pede desculpas e eu fico confusa. Por que está pedindo desculpa? Não é como se ele estivesse fazendo algo errado, afinal eu estou aqui por vontade própria, coro um pouco ao pensar nisso.
– Tarde demais para isso. Só… continue tudo bem? – digo e ele assente exasperado.
Ele beija ao redor do meu pescoço e depois morde a minha orelha. Gemo baixinho, e ele ri. Suas mãos se deslizam pelo o meu corpo. Pela barriga, pela cintura, pela cocha… Ele pressiona sua ereção ainda usando cueca sobre a minha calcinha e eu gemo novamente.
– Por favor… – suplico, mas ele não tira a maldita cueca.
– Esperei tanto por esse momento… – ele sussurra em meu ouvindo e retira o meu sutiã e a minha calcinha.
Desliza as suas mãos pelo meus seios e começa a massageá-los não muito forte. Pressiono os meus seios contra suas mãos, deixando meus mamilos sensíveis. Ele se entretém com eles apenas por alguns minutos.
Volta a sua atenção aos meus lábios e o beija, pressionando sua língua e explorando cada parte possível da minha boca. Aos poucos ele vai descendo o beijo pelo meu corpo. O pescoço, os seios, a barriga. Até que chega em meu sexo. O observa maravilhado, e de repente sinto sua língua em meu clítoris. Grito alto, saboreando o prazer do momento, e Nico para. Maldito bastardo, por que parou? E então percebo o motivo: ele estava me provocando. E agora era a minha vez.
Arranco sua cueca num segundo e olho para o seu membro ereto. Tão grande… Me inclino, colocando os meus lábios ao redor de seu membro e o chupo, deslizando a língua.
– Porra Thalia. – geme e eu continuo chupando o mais forte possível.
Movo minha boca para baixo, empurrando a maior parte possíve dele para a minha boca. Está muito duro e ele começa a gemer, me deixando satisfeita. Estou jogando o jogo dele muito bem, pelo que parece.
Vou pressionando a minha boca mais e mais, utilizando minha língua para tampar meus dentes.
– Thalia, eu vou gozar. – me avisa e eu paro, o encarando.
Ele me deita na cama com um empurrão, e eu abro as minhas pernas. Ele coloca a ponta de seu membro na entrada do meu sexo e então me penetra.
– Ahhh. – eu gemo.
– Tão apertada… – Murmura. Ele retrocede e penetra, fazendo isso diversas vezes aumentando a velocidade. Levo minhas mãos até suas largas costas e arranho, provavelmente vai deixar as marcas por alguns dias.
Ele urra de prazer e temos um orgasmo ao mesmo tempo. Estamos bastante cansados e deitamos um do lado do outro, ofegantes.
Foi realmente uma boa festa. Penso, antes de cair no sono com um sorriso que brotou em meus lábios, sem nem pensar em me questionar sobre o que seria de nós dois no "amanhã".
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