A Proposta

2 Capítulo 1


Notas iniciais
Oláaaaaa! Como o prometido eu voltei! Agora vamos começar de fato nossa história. Espero muito que curtam!

Ainda deitada em minha cama, tentando decidir a cobertura que vou colocar na minha terceira taça de sorvete, recebo uma mensagem de Iris, minha fiel escudeira, ou se preferirem, minha melhor amiga.

Iris: Hello! Tenho uma notícia que vai te animar!

Tina: Duvido muito, mas qual?

Iris: A Wild Party vai ser no dia 23 ás 22h00min no Safira Club!

Wild Party, a festa mais aguardada do ano. É a festa onde as patricinhas e playboys se reúnem para mostrar seu status e pertences recém adquiridos, além de dar uns beijos na boca enquanto dançam.

Se Iris tivesse me dado essa notícia a um mês atrás, minha reação teria sido totalmente diferente. Mas os tempos tinham mudado...

Tina: Ah! Legal, mas eu acho que não vou.

Iris: O QUÊ?

Tina: Iris, eu não estou no clima para festas. E agora que meu pai é o Governador eu tenho que preservar a imagem da família, o que é um saco! Se eu for vista sozinha e beijando vários caras, as fofocas logo vão começar e isso pode prejudicar o mandato do meu pai. Eu até queria ir, mas...

Iris: Se o problema é esse, considere como resolvido. Estou te esperando aqui em casa para te contar meu plano diabólico! HAHAHAHA

Tina: Medo! Chego ai em 15 minutos.

Coloquei o celular na cama e procurei uma força muito profunda para me ajudar a tirar meu confortável pijama de abelha e dirigir até a casa de Iris.

Depois de uns cinco minutos enrolando, levantei, coloquei um vestido confortável com uma maquiagem leve e fui lamentando o caminho inteiro por ter deixado meu quarto e minha cama.

Ao chegar à casa, a garota loira abriu o portão com um sorriso um tanto quanto maquiavélico e me levou até seu quarto no andar superior.

—A solução do seu problema está na tela desse computador. -Disse ela.

—Que site é esse? -Perguntei curiosa.

—É um site com os contatos dos "acompanhantes" da cidade. Por que você não contrata um para fingir ser seu namorado na festa? – Perguntou animada.

—Você deve estar louca! Você quer que eu convide um prostituto para ser meu par na festa?! –Falei elevando a voz.

—Você não vai precisar fazer nada relacionado a sexo com ele, apenas fingir que estão loucamente apaixonados. Não deve ser tão difícil. — Respondeu colocando o computador na cama.

—Não! Eu já fiz a minha escolha. Eu me recuso a fazer algo do tipo. Eu prefiro não ir à festa. – Falei decidida.

—Ok. – Disse Iris cruzando os braços. – Só não reclama quando a Stella começar a espalhar fofocas sobre o término do seu relacionamento.

Com vocês a garota mais falsa de toda a cidade, STELLA. A menina que aos 6 anos me fez cortar meu cabelo no ombro depois que ela grudou três chicletes enquanto eu dormia. Odeio aquela piranha.

— Não suporto aquela garota! – Disse olhando para baixo.

—Eu sei disso, mas você não tem outra escolha plausível no momento. Você tem três opções: Ir com um “profissional” e curtir normalmente a festa, ir sozinha e correr o risco de manchar a imagem de sua família ou não ir e ficar com fama de depressiva pós-término. Você que escolhe!

—Tudo bem, você venceu. – Falei em tom de rendimento levantando as mãos.

— Isso! – Comemorou. — Vamos escolher seu novo namorado. Olha esse aqui. – Apontou para a tela. — Nome: Lorenzo Duval, idade: 20 anos, cabelo castanho claro, olhos verdes e mede 1,75 metros. Ui, aqui diz que algo nele deve medir 15 cm. – Ela ri de forma safada. — Ele é perfeito, vamos ligar. – Diz sorridente.

Enquanto ela telefonava para o tal Lorenzo, uma sensação diferente vinha em meu corpo. Meu cérebro estava a todo momento me dizendo para desistir de tudo e simplesmente ficar em casa no dia do evento, porém uma voz bem baixinha me falava: “Vai, se arrisca! Saia dessa zona de conforto! Se joga!”.

Iris ligou para o garoto e ele marcou de nos encontrar em um café que ficava no centro da cidade, em meia hora. Fiquei esperando ela se trocar por uns 10 minutos e depois fomos em direção ao local combinado.

Ao chegar, sentamos em uma mesa redonda e começamos a conversar sobre besteiras femininas enquanto esperávamos o felizardo chegar. De repente ouço uma voz masculina bastante sexy atrás de mim.

—Olá, você que é a Iris?

Notas finais
E ai? Gostaram? Por favor, comentem bastante, só assim a história poderá melhorar! Até a próxima! Beijinhos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.