A Proposta
11 Capítulo 10 - Resolvido! Estilo Alice, a gravida.
Notas iniciais
Primeiro agradecimento as reviews dessa coisa lindas da tia Day:
fabiolaxalb, Lia_Cullen, Eunice45, Emanuelle, Dayane Caracas, daialf, Natynhaa,Roseli Oliveira, suzana_quintana, mary, le97le, lariih cullen, biia17, Gesya, IDSC, tharta, Christye, Jeje Cullen, jully_gomes, Damond06, Cali Larkin, LittleDoll, NathyRigonatto, miria, Scarlet_M, Ma Petite Bella, Kathelen Bloom, nanda_lokamo. Vocês são incriveis, agradeço mesmo, e um obrigada muitissimo especial a : Dayonara de Souza, Deka, Lia_Cullen, biia17, Scarlet_M. Por recomendarem a fic, voces são incriveis e demais. AMO VOCES.!
A Proposta — Capitulo 10 : Resolvido! Estilo Alice, a gravida. Escrito por DayFerreira.
"A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.- Confúcio"
Bella POV.
— Acolda Belzinha! – ouvi o gritinho agudo de Anne, e seu peso sobre meu corpo.
— Calma. – falei meio grogue, pelo sono. Levante-me ainda sentindo o peso do meu corpo cansado, olhei no relógio ao lado da cama, já eram 13h34min da tarde, nossa nunca dormi tanto em uma segunda feira. Ainda me lembrava da noite anterior, do jantar, o anuncio, a historia do pedido e logo depois o beijo, sim ainda me lembrava do beijo, meus lábios ainda sentiam a macieis que era aqueles lábios do Edward, para falar a verdade, meus sonhos todos foram povoados pelo beijo.
— Vamos Bella acolda! – disso Anne, se sentando ao lado de mim.
— Já estou acordada. – falei debilmente. Ouvi Anne bufar ao meu lado.
— Mas tá com os olhinhos fechados. – grunhiu ela, comecei a gargalhar.
— E o que você faz há essa hora aqui, ainda devia estar no colégio?
— Ainda estou dodói. – falou ela, e então percebi que embaixo de seus olhos estava escuro, e sua pele estava mais branca.
— Ainda? – perguntei preocupada já me levantando.
— Sim, minhas costas tão doendo. – falou ela inocente, dando de ombros.
Fui em direção à sala/cozinha e como de costume encontrei minha mãe assistindo tevê.
— Acordou finalmente. – falou ela animadamente. — Pensei que ia dormi o dia todo, vamos lá me conte como foi? – disse dando três tapinhas ao lado de onde ela estava.
— Mãe, Anne ainda esta doente. – falei ríspida.
Ela abaixou os olhos. — Eu ia te falar isso, só não queria estragar seu noivado. – falou ela culpada.
— Mãe, não foi um noivado, só que o Cull... Quer dizer o Edward queria informa a sua família. – expliquei. — Mãe, hoje mesmo irei leva-la ao medico.
— Não temos dinheiro. – falou ela tristemente.
— Hospital publica. – falei já entrando no quarto e trocando de roupa, coloquei uma blusa azulada e uma calça jeans, repus meus óculos e All Stars e fui arrumar Anne, coloquei um vestido florido e sapatilhas de bailarina.
No hospital tive que enfrentar uma fila enorme, e ouvia Anne reclamar de dor de garganta, quando finalmente chegou nossa vez, o médico disse que era apenas um resfriado e que logo ela estaria melhor, só devia tomar uns remédios, o que me deixou desconfiada foi que o Dr. Nem sequer olhou minha irmã, sempre mantinha a cabeça baixa escrevendo em sua prancheta, resolvi não falar nada, se ele que é um profissional disse, o melhor era atender, passei em uma farmácia e comprei o remédio, cheguei a casa as 7 da noite, pus Anne na cama e fui conversar com minha mãe sobre a maldita viajem que eu infelizmente aceitei, no momento de querer logo ir embora não pensei direito no risco que aconteceria se eu ficasse dois meses longe da minha família, elas duas dependiam exclusivamente de mim e do meu salario.
— Mãe? – chamei entrando na sala/cozinha a luz fraca da tevê iluminava um pouco o local.
— Oi querida – disse ela ainda olhando a TV. — O que o médico disse? – falou agora olhando para mim.
— Resfriado. – respondi desgostosa.
— Eu disse. – falou ela.
— Mãe, eu queria te dizer uma coisa. – disse incerta, me sentando ao seu lado, ela então desligou a tevê e, pois sua atenção para mim.
Respirei fundo.
— Mãe, os Cullens me chamaram para passar dois meses em Londres para comemorar o aniversario da avó dele. – falei rapidamente, ela arregalou os olhos depois respirou fundo e me olhou sorrindo, mas seu sorriso não chegava ao olhos.
— Que bom filha. – disse com a voz arrastada, eu sabia o que ela estava pensando, como ela iria cuidar de Anne nesses dois meses.
— Mas eu não vou. – falei decidida.
— O que? – perguntou chocada. — Não filha, não faça isso por nossa causa, vá, eu darei um jeito.
— Não mãe, eu não vou. – falei pondo um ponto final, eu não iria e amanha mesmo iria informa ao Cullen minha decisão, me levante sem deixar que ela falasse algo, e fui em direção ao quarto. — Vou dormi, amanha tenho que trabalha. Boa noite mãe. – disse e entrei no quarto, retirei minha roupa e pus a de dormi, me deitei na cama com a cabeça cheia, amanha teria que vê-lo novamente depois do beijo, e logo adormeci.
(...)
Acordei como de costume as quatro da manha, coloquei um jeans mais apertado, não como daquela garotas propagandas que de tão apertado que a calça é dá ate pra vero contorno da bunda, invés de moletom coloquei uma blusa de mangas brancas, e prendi meus cabelos em uma rabo de cavalo firme, não coloquei meus óculos, invés disso minhas lentes de contados, não sabia exatamente o porquê de não colocar minha tão comuns roupas. Eu sei o porquê Bella. – cantarolou Bellinha, vestindo uma lingerie branca, revirei os olhos, pensei que já tinha me livrado dela. Então por quê? – perguntei já começando nosso papo, que pra falar a verdade já estava cirando rotina. Para impressionar nosso tesudo Cullen. – ronronou ela lambendo os lábios pintados de vermelhos. NUNCA! – gritei para ela e para mim também, não podia ser né? Eu não podia estar querendo impressionar o Cullen? Eu não podia ser que nem essa mulheres que não se dão ao valor e ficam rastejando ou fazendo algo para impressionar alguém como o Cullen, essa não seria eu ou seria? Espantei esses pensamentos, e fui em direção ao ponto de ônibus, cheguei à empresa exatamente como toda vez 06h30min, não encontrei Jacob novamente, desde nosso pequeno “incidente” ficou difícil de ver o Jake, na verdade era como se ele fugisse de mim, entrei no elevador e fui rumo ao minha mesa, Angela já estava lá com sua cara de “me conta tudo” respirei fundo e me sentei. E vai começar o interrogatório em 3, 2 e ...
— ME CONTA TUDO ISABELLA! – gritou ela, todos novamente olharam para gente, mas agora não havia a repulsa, todos me olhavam com medo ou inveja.
— Fala baixo Ange. – suspirei cansada.
— Desculpa. – sussurrou ela me olhando envergonhada. — Conta. – pediu ela com os olhos esperançoso.
— Foi normal, conheci a família dele todas, jantamos e depois ele informou do nosso casamento. – disse dando de ombros.
— Só? – perguntou ela com os olhos decepcionados, assentir com a cabeça. — Tá. – deu por vencida, vendo que eu não contaria mais nada. — Cara, esse seu noivado tá uma loucura. – comentou ela, ligando seu computador e indo trabalhar, fiz o mesmo.
— Por que diz isso? – perguntei sem dá muita importância, na verdade nosso “noivado” é uma loucura mesmo, mas da parte daquele idiota.
— Sei lá, vocês se odiavam, depois subitamente você aparece noiva, muita loucura. – fiz um “hurum” com a boca sem da muita atenção.
Então vi quando ele entrou, com seu terno negro listrado, ele estava belíssimo, o que não é novidade, mas sempre ele consegui estar mais lindo, usava um óculo escuro, suspirei com a visão. Delicia. – falou Bellinha. Raras vezes que eu concordo com ela. Ele então olhou para mim, e trincos os dentes, ergui a sobrancelha confusa, mal chegou já estava zangado comigo? Existe homem mais idiota que esse? Nosso idiota! – falou Bellinha com sua típica voz melosa, lambendo os lábios pintados de vermelho sangue. Percebi que meio contra a vontade ele veio ate nós, sua aproximação me deixou nervosa e me fez lembrar-se do maldito beijo, senti seu cheiro delicioso de mistura de perfume francês com seu próprio cheiro. Cheiro de macho! – falou Bellinha.
— Bom dia Isabella, Angela. – cumprimentou ele, e ouvi quando Ange suspira ao meu lado.
— Bom dia! – falamos em unisson.
— Isabella, preciso falar com você em minha sala. – falou ele serio, já estava confusa com essa frieza tão repentina, claro nunquinha, desde que ele veio trabalhar aqui nos damos bem, mas eu não tinha feito nada para aborrecê-lo, ainda é claro.
— Precisamos irmãozinho. – ouvi a conhecida voz de sino de Alice atrás dele, e juro que não havia percebido que ela estava lá. Deus, ela é muito pequena. Como se você fosse enorme. – resmungou Bellinha. Alice estava linda – o que não é muita novidade, afinal, a família por inteiro são a encarnação da beleza na terra. – vestia um vestidinho amarelo soltinho, na altura do joelho com uma sandália branca não muito alta, ela nem se quer olhou em nossa direção, passou direto para a sala do Cullen, fiquei confusa, Alice nunca foi disso, lembro antes dela se mudar para Miami, ela era/é toda animada e não ligava para o posto de todos, sempre foi bem animada.
— Swan? – falou Edward, sem olhar para mim.
Assenti lentamente, mesmo ele não vendo, e fui logo atrás dele. Por sorte a Victoria ainda não estava em sua mesa, ao lado da porta da sala do presidente, claro, Victoria nunca chegou cedo, não seria agora que mudaria, sempre foi a exclusiva do Cullen. Humpf. Por pouco tempo. – grunhiu Bellinha.
Ao entrar na sala, percebi que Alice não estava em seu mais bom humor, ela andava de lá pra cá, sem rumo certo, e balançava a cabeça descontroladamente, ouvi o suspirar fundo do Cullen ao meu lado, que logo foi se sentar em sua mesa.
— Alice? – chamei cautelosamente. — Você esta bem? – perguntei receosa.
Ela então parou os movimentos e olhou para mim, seus olhos estavam vermelhos e ela me parecia furiosa.
— Bem? – perguntou ela com a voz falha. — Olha só Ed, ela me perguntou se estou bem. – falou ela ironicamente, olhei em direção a o Cullen que nem fez questão de nos olhar.
— Me responda Isabella, você por acaso já esteve gravida? – perguntou ela sarcasticamente, e antes que eu pudesse abrir a bica ela se adiantou levantando sua mãozinha pequena. — Espere! Eu respondo. – falou ela andando em minha direção, instantemente me afastei dela. — NÃO! VOCE NUNCA ESTEVE GRAVIDA! E SABE COMO EU SEI DISSO? – tentei novamente responder, mas novamente ela não me deixou. — POR QUE VOCE ESTA ME PERGUNTANDO SE ESTOU BEM! OLHE PARA MIM BELLA. – falou apontando para si. — ESTOU UM CACO, ESTOU SENPRE CANSADA OU SONOLENTA, COMO QUE NEM UMA CONDENADA, E POSSO APOSTAR QUE DEPOIS DESSA GRAVIDEZ O MEU JASPER IRA ME LARGAR POR QUE FICAREI GORDA E FEIA, VOMITO TANTO, QUE POSSO JURAR QUE JÁ PERDE MUITO ORGÃOS, ESTOU SEMPRE COM DOR DE CABEÇA E DESEJOS ABSURDOS, E ONTEM MESMO EU DESMAIE, E PARA PIORAR TODAS ESSA NOVELA MEXICANA MINHAS ROUPAS NÃO CABEM MAIS EM MIM MEUS SEIOS ESTÃO ENORMES E SENSIVEIS. – gritou já começando a chorar. — EU NÃO AQUENTO MAIS ESSA MONTANHA RUSSA EMOCIONAL, ÀS VEZES EU CHORO, OUTRA FICA COM RAIVA, SORRINDO OU ENTÃO VIRO UMA TARADA SEXUAL. – e se ajoelho chorando fortemente.
Fiquei com pena e constrangida também, por tanta informação, morrendo de medo, fui a sua direção, me abaixei e comecei a murmurar uns “shius” para vê se ela se acalmava, ela então já recuperada se levantou sorrindo, repito, sorrindo.
— Certo, certo. – murmurou ela. — Já que meu sereal killer se foi, vamos ao que interessa. – falou ela esfregando as mãos maliciosamente.
Bem, e eu fiquei lá no chão com a boca escancarada e os olhos já saindo da orbita, provavelmente a cara de uma idiota.
— Mas... mas... – gaguejei apontando com meus dedos que no momento estavam trêmulos para ela, Alice revirou os olhos já sentados.
— Nossa Bella, nunca viu uma gravida de perto? – perguntou ela cinicamente.
— Acredito que Isabella já tenha visto uma gravida normal de perto, não um fugitiva do manicômio com um temperamento melodramático excessivo. – falou o Cullen, ainda trabalhando. Alice deu língua para ele, que não viu.
— Vai a merda Edward. Você nunca esteve gravido, não sabe de nada. – falou ela chateada. — É normal às mulheres serem muito emotivas, tá legal? – grunhiu cruzando os braços em frente ao peito.
Sim, já tinha visto gravidas, acompanhei a gravidez de minha mãe desde o comecinho, mas... Deus, o que a Alice fez foi tão... Louco!
— Certo Alice. – murmurou o Cullen, fechando seu notebook e nos olhando pela primeira vez, bem ainda continuava no mesmo lugar e na mesma posição, boca aberta e olhos arregalados. — Não se preocupe Swan, Alice esta ate melhor do que hoje de manha, com seus hormônios de uma anã gravida homicida. – brincou ele, e pela primeira vez sorriu, foi impossível não sorri de volta, mesmo tão pasma como estava.
— Vamos Bella, levanta dai, ainda precisamos fazer muitas coisas. – falou Alice me chamando com o dedo. Tentei ignora o fato dela me incluir nos seus planos para a manha. Levantei-me rapidamente me sentando.
— Certo! – suspirei me encolhendo.
— Vou logo ao assunto. Isabella, esteja pronta sábado as seis da manha, Edward vai te pegar. Simples. Fácil. Resolvido. – disse Alice em um folego só, demorou uns minutos para organizar tudo na minha cabeça.
— Louca. – suspirou Edward.
— Alice... – comecei, me afastando um pouco dela, estava com medo, admito, a mulher mais parecia uma cereal Killer. As mulheres gravidas obviamente são emotivas, mas parece que tudo com os Cullens é ao quadrado. — Eu não vou poder ir pra Londres com sua família. – disse em um sussurro, mas infelizmente ela escutou, o Cullen olhou para mim com cara de pena e balançou a cabeça como se estivesse decepcionado.
Olhei para Alice que me olhava sem nenhuma reação. Por que será que eu não estou sentindo que vira coisa boa.
— COMO É QUE É? – gritou Alice se levantando e apontando o dedo em minha direção, me encolhi mais no assento, caso isso fosse possível. — VOCE NÃO TEM AMOR A SUA VIDA ISABELLA, VOCE IRA SIM A ESSA VAIJEM OU NÃO ME CHAMO ALICE MARY CULLEN HALE. – disse rapidamente.
— Alice se acalme. – suspirou Edward nitidamente sem paciência. — Deixe que Isabella explique. – falou ela sem da muita importância.
— Certo! – falou Alice cruzando os braços. — Acho bom ser uma desculpa convincente. – me alertou.
Respirei fundo, tentando me controlar.
— Alice não vou poder ir com vocês, por que não posso deixar minha mãe nem minha irmã desamparada nesses dois meses, elas dependem de mim e do meu salario, simplesmente não posso me desculpe. – suspirei.
Alice olhou para mim por um momento, depois começou a ri. Serio! A garota é louquinha de pedra.
— Só por causa disso? – perguntou ela ainda rindo, assenti confusa. — Esta resolvida então.
— O que esta resolvida? – perguntei com medo.
— Oras Isabella, se o problema é sua mãe e irmã, elas podem ir morar na casa do Edward durante esses dois meses. – disse dando de ombros.
— O QUE? – gritou eu e o Cullen.
— Vamos lá Ed, você não esta lá nessas ultimas semanas, esta na casa da mamãe. – falou ela simplesmente.
— Como pode um ser tão minúsculo ser tão irritante? – grunhiu Edward dando por vencido.
— É um talento. – se gabou ela. — Pronto Isabella, resolvido, sua mãe e irmã passaram dois meses no apartamento do Ed. Como disse. Simples. Fácil. Resolvido. – disse dando de ombros e levantando.
Fiquei olhando dela pro Cullen sem nenhuma reação.
— Mas... – conseguir abri a boca, claro que seria ótimo ela fica segura em um lugar um pouco melhor que nossa casa, mas Renée não iria aceitar. Pelo menos eu acho.
Alice levantou a mão já entediada. — Sem mais nem menos... Bella, minha vó ficara muito feliz se você for, imagine só, se ela morre lá e você não tem a chance de se conhecerem, você conseguiria viver com esse peso na consciência. – dramatizou ela. Serio, drama é de genética também. Cansada e confusa, só me restou assentir, eu que não ia discuti com uma gravida com os hormônios a flor da pele, principalmente uma gravida como Alice.
— Ótimo! – comemorou ela. — Vamos Bella. – chamou impaciente.
Olhei para ela mais confusa do que o habitual.
— Pra onde? – serio, fiquei com medo de perguntar.
— AS COMPRAS! – gritou animada. — Hoje é dia das garotas. – Edward suspirou alto revirando os olhos. Enquanto os meus estavam arregalados.
Se eu disser que não lutei ate minhas forças acabarem estaria mentindo, juro por Deus, que pedir, implorei e quase me ajoelhe aos seus pés para não ir, mas Alice é um demônio em forma de gravida, não me deixou ficar, e muito menos trabalhar, usei todos os meus argumentos, mas não funcionou, e cá estou eu, Alice e Ange – sim, por que a outra desvairada pulou de alegria quando disse que ir as compras, pra falar a verdade nem disse, quase chore, Alice amou o entusiasmo dela e chamou também, e como a criatura tem cara de pau aceitou, agora tenho duas loucas consumistas em um carro, da empresa, falando e falando. Se alguém tiver uma arma, nem ligo se me matarem agora, só um aviso.
Fomos pro mesmo shopping que fui quando comprei o vestido e passei a maior vergonha, e para meu total azar, estávamos indo em direção a mesma loja, acreditam?
— Err... Alice, não é melhor irmos a outro lugar. – me opus envergonhada, não queria passar novamente a vergonha.
— Mas por quê? – perguntou ela inocentemente, com as mãos cheias de sacolas e o seu segurança com mais meia dúzias.
— Sabe o que é... – começou Ange, e eu comecei a fazer gesticulações para ela não comentar sobre o ocorrido. Já disse que sou azarenta? Então, comecei balançar meus braços atrás de Alice e sem querer esbarrei no segurança dela e derrubei todas as sacolas, tive que me abaixar para ajuda-lo, e quando me levantei Alice estava me olhando, e juro que seu olho esquerdo estava tremendo.
— Bella, é verdade? – perguntou ela seria, engoli em seco e assentir, ela então bufou e marchou ate a loja, fui atrás de Ange com medo do que ela podia fazer.
Alice entrou na loja como um touro enfurecido, não deixou a atendente falar nada.
— Ange quem foi? – perguntou ela seria. Angela apontou em direção à atendente que nos maltratou uns dias atrás, a garota olhou confusa em sua direção, simplesmente nem via a gente.
Baranga! – grunhiu Bellinha.
Alice suspirou tentando recuperar o senso, se ela algum dia teve, e inexplicavelmente começou a sorri simpaticamente.
— Olá. – falou ela sorrindo.
— Oh! Senhorita Cullen. – falou à atendente que tinha no crachá o nome “Julie”.
— Senhora Hale agora, me casei. – falou levantando a mão e mostrando a aliança.
— Ah! Tinha me esquecido. – falou Julie, com uma intimidade estranha.
— Preciso de roupas. – falou Alice animada.
— Oh! Claro. A senhora ira amar as roupas da nova coleção. – disse Julie já indo em direção as roupa.
— Não! – falou Alice. — As roupas não são para mim, são para minha cunhada e a amiga dela. – disse ela apontando para nos duas que continuava parada no frente da loja, então a garota nos viu, e paralisou e empaleceu rapidamente, claro, ela se lembrou de nos.
— Espero que as trate com rainhas. – disse Alice cinicamente, mas não tão cínica quanta Ange que incorporou a rica.
— Sim. Quero ser tratada como rainha.- falou ela ironicamente.
— Afinal, aqui é lugar para gente como nos, estou certa? – fiquei pasma comigo mesma, ainda não a creditei que fui eu que disse isso, mas estranhamente me sentir poderosa com a cara de medo que ela fez.
Alice e Ange também estranharam mais rapidamente concordara.
— Pois a futura esposa do meu irmão Edward precisa ser tratada como uma diva. – prossegui Alice ironicamente, enquanto Julie pegava muitas roupas.
Nossa tarde se resumiu em atentar a atendente, Alice e Angela não deixaram a garota descansar e sempre comentava sobre eu ser uma Cullen e tal... Não vou mentir, me sentir bem com isso, era estranha essa sensação, mas aquela tarde foi maravilhosa.
— Olha Bella, aquele vestido. – e era mesmo, o vestido que eu amei, ainda estava à venda. — Vamos lá, usa. – incentivou Ange.
Sorri e coloquei, o vestido coube perfeitamente era a coisa mais linda, mas muito formal não teria motivo para vesti-la, vi quando a Julie me olhou torta e zangada. Por pura vingança resolvi leva-la, Alice quase me matou se eu não o aceitasse como presente, na verdade tudo ela que queria pagar e sempre era o mesmo argumento. “O dinheiro é do seu noivinho” . No final Ange quase levou a loja inteira.
— Ah! Julie não é mesmo? – perguntou Alice inocentemente, a garota estava exausta apenas assentiu. — Irei dizer apenas uma vez, e espero que entenda. – a garota assentiu novamente. — Nunca mais destrate Isabella e sua amiga, estamos entendidas, senão, queridinha, não iria querer estar no seu lugar, por que Bella é uma Cullen, e merece todo o respeito, e se eu souber que a destratou ou Ange. Ai, ai, querida. AI O BABADO SERA PESSOAL, VOCE IRA VER A ENCARNAÇÃO DO DEMONIO, VIREI AQUI E MOVEREI TERRA E MUNDO PARA QUE VOCE NÃO TRABALHE, NÃO VIVA E SIMPLESMENTE NÃO EXISTA, EU DEÇO DO SALTO E ARRANCO ESSES SEU OLHOS AZUIS A BASE DA UNHADA. – falou ela apontando o dedo para uma garota totalmente apavorada. — Estamos entendidas? – perguntou inocentemente novamente, como se nada tivesse acontecido. Alice eu te amo! – cantarolou Bellinha com dois pompons rosa nas mãos.
Saímos da loja amarrotadas de sacos, a maioria era de Ange claro. Não voltamos à empresa, Alice levou então Angela primeiro a sua casa e depois a mim, o caminho todo falamos sobre sua gravidez.
— Bella, por favor, não se rebaixe mais estamos entediadas? – falou ela seriamente me olhando com seus redondos olhos verdes, assenti envergonhada. — Certo! – falou ela me abraçando. — Infelizmente não vou poder conhecer sua família, mas teremos outras oportunidades, afinal viraremos uma família! – suspirei cheia de pesar, Alice é incrível, não queria mentir para eles.
— Sim. – murmurei saindo do carro e entrando em casa.
Encontrei minha mãe, e expliquei tudo a ela, no começou ela não queria aceitar, na verdade eu não aceitaria se não fosse importante para minha mãe e irmã, ficaria melhor lá do que aqui, no final graças a Deus ela aceitou com muita relutância devo acrescentar, a mulher era osso duro de roer. Naquela noite dormi abraçada a Anne – pois ela não conseguia dormi direito. — e tive sonhos estranhos em que eu e Edward éramos um casal de verdade claro que isso só aconteceria em meus sonhos. Iludida. – ainda ouvi Bellinha suspirar em minha cabeça.
(N/A: Leitores fantasmas, eu sei que estão ai, então que tal comentarem, alegraria muito essa humilde escritora, reviews é meu conbustivel favorido, mais não ligo se quiserem recomendar !! Obrigada )
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