A Professora De Carlie

29 Quando o medo de perder fala mais alto parte 2


Notas iniciais
Capítulo dedicada a Naty Crepúsculina, que me apoia e ama a fic mais que eu mesma! Esse é todo seu! ps. Leiam as notas finais!

Flashs de toda minha vida pareciam passar na frente de meus olhos. Desde o dia em que entreguei Carlie a Victoria até aqui. Uma eternidade pareceu passar até que eu encontrasse minha filha e o grande amor da minha vida. Foram grandes momentos, alguns tristes outros felizes e alguns indiferentes. Mas todos eles me trouxeram até aqui e o meu amor incondicional por estes dois, digo três é incomensurável, algo difícil de se explicar e de se entender. Faziam algumas horas que Edward havia entrado junto de Carlie no centro cirúrgico, o medo de perde-los não deixava de pairar sobre mim.

Esme e Alice insistiam para que eu me acalmasse ou comesse qualquer coisa mais parecia impossível sair daquele posição em que eu estava, sentada petrificada com a cabeça tombada no delicado ombro de Alice com o olhar fixo segurando a mão dela em uma forma de apoio. O silêncio parecia pertubador, Carlisle estava cabisbaixo sem reação e Esme apenas afagava o ombro dele e procurava o apoio necessário para o momento.Charlie infelizmente estava na delegacia. Alice assim como eu também procurava sua salvação em Jasper que estava ao nosso lado, apenas Rosalie e Emmett não estavam presentes devido a aproximação do nascimentos das gêmeas.

Eu não via as horas passarem eu não via as pessoas a minha volta, meus olhos pareciam estar cheios de flashes de vários momentos agradáveis que vivi com Edward e Carlie.

Falshback on:

Enfim o primeiro dia de aula da minha agora oficial sala de aula. Eu estava animada como nunca e eu já tinha uma aluna logo pelo primeiro horário. Eu tomava cuidado para que todos os objetos ali presentes estivessem perfeitamente em seus lugares e que o local parecesse convidativo tanto para aprender quanto para se divertir. Enfim o meu primeiro dia como professora.

Eu tamborilava meus dedos na grande mesa de desenho enquanto esperava pela primeira aluna. A campainha enfim soou quebrando o silêncio do lugar. Meu coração pareceu dar um salto. De repente uma sensação de algo bom estava por vir me invadiu me fazendo sorrir mais ainda. Me levantei de minha cadeira e fui rapidamente em direção a porta da sala e abri.

-Olá, você é a Bella?-Perguntou o lindo homem de olhos verdes.

Atrás dele uma menininha que aparentava ter 6 anos espiava curiosa, seus olhos eram lindos e pareciam ser da cor dos meus.

-Eu mesmo. Suponho que você seja o senhor Cullen.-Eu disse sorrindo graciosa. Ele assentiu.-E essa garotinha.-Eu disse me agachando ficando na altura da linda menina de rosto angelical.-Deve ser minha aluna!

Pude ver um sorriso formar no canto de seus lábios avermelhados e um riso de repicar de sinos. E então pude ver seu rosto. Meus olhos se arregalaram ao ver traços meus na pequena Cullen.

-Meu nome é Carlie!-Ela disse atirando os bracinhos em volta de meu pescoço.

A minha Carlie (...)

(...)Minha sala é meu refúgio feliz. Fiquei desenhando exatamente por uma hora seguida, meus desenhos não faziam sentido algum, desenhei algumas flores, e depois os olhos lindos e castabnhos de Carlie. A hora passou tão rápido que não percebi. E então o momento mais esperado por mim aconteceu.

A campainha soou levemente pelo ambiente. Sorri feliz, finalmente Carlie chegou. Guardei meu desenho em uma estante e pendurei meu sobretudo no cabide. Então corri para a porta e abri. Lá estava ela sorridente, o que era engraçado pois ela estava sem os dois dentinhos da frente.

–Carlie!-Eu disse feliz abrindo os braços para ela.

–Eu estava com saudades!-Disse Carlie me abraçando.

Carlie era o motivo do meu gosto por segunda-feira.

–Eu também!-Eu disse feliz, e então notei que tinha alguém além de Carlie, olhei timidamente para ver quem era e me deparei com o senhor Garanhão Cullen... Quer dizer senhor Cullen. Apesar de tudo tenho que admitir que o homem é bonito.-Olá senhor Cullen.

Então eu me recompus de meu ataque de alegria.

–Olá.-Ele disse pigarreando.

Santo Deus, que homem bonito.

–Ele pode ficar Bella??? Ele sabe desenhar!-Disse Carlie me deixando surpresa. Então la começou a tirar um desenho que tinha assinatura de Edward. Era o rosto de Carlie. Ual. Como ele desenha bem.

Ah tudo bem ele sabe desenhar... Isabella Swan ele é pai de sua aluna!

–Claro, mas só se ele quiser.-Eu disse corando. Eu dou uma fraca não sei negar nada a Carlie.

–Desculpe por Carlie...- Disse Edward parecendo constrangido.

Carlie estava toda alegre. Então eu percebi que ela estava tramando alguma coisa.

–Não... Não tudo bem...-Eu disse mais sem graça ainda.

Carlie sorria com suas covinhas hipnotizantes que me faziam ter vontade de agarra-lá e abraçar ela até faltar ar.

–Fica papai???-Ela disse sorrindo angelicalmente para o pai.

Como eles eram parecidos!

Edward suspirou fundo parecendo derrotado ele não iria negar nada para sua princesinha.

–Tudo bem eu fico.-Ele disse sorrindo forçado para Carlie.

E então eu percebi a grande besteira que eu fiz. Ele não negaria nada a filha Isabella, claro que ele iria ficar!

Então Carlie entrou na sala puxando seu pai pelo braço. Eu fiquei sem reação observando de longe.

–Vem pai, senta do meu lado!-Disse Carlie feliz dando tapinhas na cadeira ao seu lado. (...)

(...)

–O que a família Cullen vai querer para a sobremesa???-Perguntou o velho garçom feliz.

Família Cullen... Ele está se referindo a mim também??? Carlie sorria contente, aquele era um momento que ela gostava, ela sempre dizia para mim que gostava de almoçar com sua família, e eu tenho que admitir que realmente pareciamos uma família como Carli disse. Ah, e claro eu estava corando.

–Não sou da família.-Murmurei.

Carlie revirou os olhos. Edward e o garçom nos assistiam.

–Claro que é!-Ela disse sorrindo.

Suspirei fundo. Eu não conseguia dizer não para Carlie. Então fiquei queta.

–Bem...-Disse Edward rindo enquanto folheava o cardápio. O garçom espera pacientemente enquanto eu me afundava na cadeira. Edward poderia não poderia acabar com o teatro “família feliz” de uma vez??? Revirei os olhos Carlie me olhava sorridente. Não pude evitar de sorrir para ela também, mais alguns segundos se passaram quando finalmente Edward Irritante decidiu por nós duas.

–Três taças de sorvete.-Ele sorriu.

–Os sabores???-Perguntou o Garçoom anotando atento.

Então falamos os três em conjunto.

–Morango.-Carlie e Edward começaram a rir eu fiquei igula a uma boba com cara de idiota.

Então o garçom se afastou da mesa Carlie ainda ria toda boba...

–Isso é demais!-Disse Carlie.

Então eu ri baixinho.

–Muito...-Eu mumurei.

Coicidências acontecem certo?Edward olhava para filha como um bobo. Carlie era só alegria, ela estava adorando aquela aproximação, se é que podemos chamar assim.

–Você cheira a morangos...-Disse Carlie como se estivesse comentando sobre o tempo.

Sorri para ela.

–E você a chocolate!-Eu disse rindo.

Então Carlie olhou para o pai, pensou por um tempo.

–Pai você cheira a menta.-Ela disse rindo.

Não pude evitar e ri também, é verdade, Edward tinha um cheiro de menta mesclado com outras coisas... (...)

(...)

Era como se fossemos os últimos sobreviventes da Terra. Apenas eu e ele. E então Edward olhou em meusolhos, ele sorria radiante. Era tão bom ve-lo feliz. Meu peito se encheu ainda mais de alegria. Enfim Edward parou de enrrolar e me beijou mais uma vez. Seu beijo era perfeito, seus lábios se moldavam aos us com tamanha perfeição e sua língua era suave de um sabor inesquesível. Tudo estava bem até que um famoso grito animadinho soou pela sala.

–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!-Gritou Carlie animada.

Eu virei um tomate gigante e claro que se Carlie estava ali Emmett e Rosalie também estavam. Ops, fomos fraglados. Eu e Edward nos separamos no mesmo segundo, ele ria tranquilo enquanto me puxava para mais perto e eu ficava vermelha, mais do que o possível. Carlie já estava sentada no colo de Edward. Eu nem olhie para trás. Eu sabia que eu viraria piada de Emmett.

–Eu sabia!-Disse Carlie vitoriosa.

Tão linda. Eu sorri institivamente para ela.

–O que você não consegue monstrinha?-Edward perguntou beijando a bochecha rosada de Carlie.

Ela sorriu de uma forma “sapeca” e me abraçou.

–Eu sabia que um dia você seria minha mãe!-Disse Carlie me abraçando forte.

Meu coração bateu mais forte ao ouvir a palavra mãe. Eu estava tão feliz com aquilo tudo. Eu tinha as duas pessoas que eu mais amava por perto. Eu nem me dei conta de que uma lágrima havia escorrido por meu rosto se Edward não tive secado com a ponta de seu dedo.(...)

(...)

–Ah meu Deus Carlisle!-Disse uma voz desconhecida. Eu travei. Acidentalmente mordi a língua de Edward que deu um salto para trás urrando de dor.

Eu estava um tomate gigante, eu ouvia as risadas de de Emmett dentro de casa e a gargalhada deliciosa de Carlie também, e os novos risos desconhecidos. Murmurei um “me desculpe” para Edward, que sorriu solidário para mim. Então um casal, quer dizer, os pais de Edward me surpreenderam em um abraço, que é claro, me deixou mais vermelha ainda.

–Seja bem-vinda a família!-Disse o homem louro do desenho de Carlie.

Eu sorri sem graça. Eles ainda ão haviam me soltado do abraço caloroso.

–Estou muito feliz por vocês!-Disse a mãe de Edward.

Eu ria sem graça da situação.

–Muito obrigada.-Eu disse rindo nervosa quando ele me soltaram.

Edward se aproximou de mim e me deu um beijo na testa e logo em seguida abraçou sua mãe.

–Sentimos sua falta!-Disse Edward abraçando sua mãe.

–Eu também meu bem.-Ela disse rindo.

Enfim Edward se soltou de sua mãe e foi dar o “abraço de machos” em seu pai.

–Você está ótimo meu filho!-Disse o pai de Edward sorrindo.

Edward fez uma cara de lisonjeado.

–Você também pai...-Ele riu como Emmett ria e se aproximou de mim passando um de seus braços por minha cintura.-Bella estes são Esme e Carlisle, meus pais.-Disse Edward orgulhoso.

Eu iria falar alguma coisa. Mais Edward foi primeiro.

–Mãe, pai esta é Bella minha...-Então Edward foi interrompido por Carlie.

–MINHA MÃE!-Disse minha princesinha pulando no colo de Carlisle.-VOVÔ!-Ela disse abraçando Carlisle. (...)

(...)Deixei Carlie na escola um pouco preocupada ela parecia meio amoada... Mas como sempre disse “Eu estou bem mamãe”. Então não tive muito o que discutir.
Na parte da tarde eu não tinha alunos e Edward sempre insistia para eu aparecer no escritório e acompanhar ele no almoço... A maldita sensação estranha voltou a tomar conta de mim... Eu estava próxima do escritório de Edward quando avisto o mesmo do outro lado da rua branco como um fantasma.
–EDWARD!-Eu gritei do carro.
Ele olhou para mim seu rosto estava devastado, ele entrou na picape, e sua voz soou quase morta.
–Precisamos ir para o hospital.
Então meu coração gelou. Tudo estava perfeito demais para ser verdade.(...)

(...)O que Carlie tem?-Perguntei sem emoção em minha voz.
O médico, suspirou fundo e ajeitou seu óculos em sua face.
–Antes de tudo deixe eu me apresentar. Meu nome é George, sou pediatra e bem... Fiz alguns exames em Carlie assim que ela chegou no hospital...-Ele disse olhando um ficha em sua mão.-Ainda não tenho o diagnostico correto, mas suspeito que seja...-Ele suspirou fundo.-Leucemia Linfoide Aguda.-Ele disse.(...)

(...)

Edward assentiu e segurou em minha mão avançando para a maçaneta e abrindo a porta lentamente. Aos poucos a imagem de nossa princesa foi aparecendo atrás da porta. Ela estava em uma cama com alguns todos em suas veias, os cabelos longos e lisos soltos, os olhinhos brilhando aos no ver, e aquele lindo sorriso com a pontinha dos dentes da frente que começavam a nascer. Apesar de tudo, ela estava feliz. Feliz por nos ter ali.

–MAMÃE!PAPAI!-Disse Carlie com os olhos brilhando.

Eu e Edward corremos de encontro a nossa pequenina abraçando ela com delicadeza e a enchendo de beijos pela face pálida.

–Chegaaaa!-Disse Carlie rindo.

Edward revirou os olhos verdes eu me sentei ao lado de minha pequenina a abraçando.

–Tudo bem anjinho. -Disse Edward se sentando ao lado dela.

Ela deu um sorriso fraco e olhou tristemente para o tudo intravenoso em seu braço direito.

–Quanto tempo isso vai ficar aqui?-Ela disse triste fazendo uma careta.

Eu e Edward trocamos um olhar preocupado.

–Bem... Até você ficar melhor meu bem... –Eu disse reprimindo o choro (...)

(...)

–Por que você nunca contou antes?-Ele Disse apoiando o queixo em minhas costas.

De repente uma sensação de alívio me dominou e as esperanças de que tudo iria dar certo voltaram.

–Eu pensei que você fosse me odiar. -Eu disse.

Edward me puxou para encarar seus olhos, ele me olhava com uma expressão que transmitia paz e ternura.

–Eu não poderia odiar você Bella, eu amo vocês demais, e. -Ele sorriu um pouco.-Carlie vai surtar.

Eu sorri um pouco.

–E se não formos compatíveis?-Eu disse meio desolada.

Ele respirou fundo.

–Eu também quero fazer este teste, mesmo... -Ele fez uma pausa e um cara triste.-Não sendo pai biológico... Pai é quem cria não é mesmo?-Ele perguntou rindo um pouco.

Eu sorri para ele.

–Isso mesmo, pai é quem cria. E Carlie não poderia ter tido pai melhor. -Eu disse.

–Eu amo você. -Ele disse colando sua testa na minha fechando os olhos, eu fiz o mesmo.

–Eu amo vocês. -Eu disse. (...)

(...)

–Bem... Você sabe que eu te amo muito não é?

Revirei os olhos e sorri para ele.

–Assim como eu amo você. -Eu respondi simplesmente.

Ele me beijou mais uma vez carinhosamente.

–Não sei como te explicar... -Ele disse franzindo o cenho.

–Explicar o que?-Eu perguntei curiosa.

Ele sustentava seu peso em seus braços sem problema algum quando olhou em meus olhos e simplesmente me tacou a maior bomba de todas.

–Isabella Marie Swan.

Ao ouvi-lo pronunciar completo eu já meio que sabia do que se tratava. Meu coração praticamente saltou da boca antes mesmo de terminar de ouvir o que ele tinha a me dizer.

–Bem... Você aceitar se casar comigo e for à senhora Isabella Cullen, tipo... Pro resto da vida?-Ele perguntou se embolando com as palavras.

Eu sorri para ele sem acreditar no que eu havia acabado de ouvir e como de não fosse o suficiente ele me fez sentar em seu colo e me deu em minha mãe um caixinha de veludo azul marinho a qual eu abri delicadamente. Dentro dela estava depositada uma delicada aliança com uma linda pedra de esmeralda verde, assim como seu olho. Perdi o ar. Eu jamais esperava ser tão feliz como estava sendo. Não precisei pesar por muito tempo. É muito óbvio que todos sabem a resposta. Mais eu não conseguia mover meus lábios. Algumas lágrimas escorreram por meu rosto e ele as socou com a ponta de seus dedos. Enfim balbuciei o tão esperado “Sim”. Edward me tomou em seus braços e pôs a caixinha no criado mudo, provavelmente esta “oficialização” ficaria para depois. Agora tínhamos que comemorar. Tínhamos que enfim fazer parte um do outro. Enfim nos amar.(...)

(...)

–O QUE UM TUBO INTRAVENOSO TÁ FAZENDO NO MEU BRAÇO?-Eu gritei assustada.

O bip do aparelho de marcar batimentos cardíacos aumentou. Era meio óbvio que eu estava em um hospital né.

–Ah meu amor, shiii.-Disse Edward me amparando.-Você não pode se estressar!-Disse Edward num muxoxo.

Suspirei fundo e tentei me acalma. Deu certo o bip voltou a "bipar" normalmente.

–O que eu estou fazendo aqui?-Perguntei olhando o quarto azul claro.

Edward deu um meio sorriso. Por que diabos esse irritante tá sorrinso? Será que ele não vê que a noiva dele está em uma cama de hospital depois de desmaiar em uma loja de brinquedos?

–Você desmaiou amor.-Ele disse reprimindo o riso.

Argh, Edward estava ficando irritante como antes.

–Por que você tá rindo?-Eu perguntei irritada.

Ele mordeu o lábio inferior na tentiva de disfarçar. Eu estava a ponto de levantar e esgana-lo.

–Calma amor...-Edward foi iterrompido

A porta do quarto foi aberta.

–Ei Ed boiola, já contou pra Bella Banana que vocês vão ser papais?-Perguntou Emmett entrando no quarto.

O QUE? E então tudo ficou preto de novo."

Flashback off.

Os melhores momentos pareciam estar gravados no tecido de meu cerébro eu lembrava de cada detalhe com exatidão. Eu ainda estava em meu estado petrificado quando a porta da sala em que estávamos foi aberta. Algumas horas haviam passado. Era George ele estava sorridente. Imediatamente despetrifiquei assim como todos os outros.

-O transplante foi um sucesso,Edward esta bem e Carlie também eles devem acordar em cerca de uma hora, agora basta esperar o efeito do transplante...-George dizia, e então ele foi interrompido por Emmett que entrou na sala correndo.

-GENTE A ROSE VAI TER OS BEBÊS!-Ele girtou desesperado, e como sempre a esperança e alegria voltavam correndo.

Meus três amores estavam bem e minhas subrinhas estavam nascendo. Obrigada Deus.

Notas finais
TCHARAM! Nem demorei muito viram!? É esse capítulo foi cheio de flashs backs inclusive uma parte da história que eu nunca havia publicado, o reencontro de Carlie e Bella, bem estamos quase fazendo um ano de fic! E já adianto depois do próximo capítulo teremos uma passagem de tempo, yeah! E muitas coisas vão acontecer e espero que gostem! Bem quero agradecer a todas que comentaram no último capítulo que postei porém quero pedir também que TODAS comentem poxa :/ São 171 leitoras agora e 106 favoritos e eu recebo mais ou menos a cada capítulo ONZE, apenas ONZE reviews, isso desanima e muito :/ Bem comentem por favor, isso anima e incentiva e até nos inspira! É bom saber o que 171 pessoas gostam ou desgostam! Nem que seja um oi, ou um gostei Ki, um a pare de escrever pf.É importante pra mim! Mais enfim, estamos chegando a reta final! E eu quero agradecer a Naty, minha leitora linda (e amiga pq eu quero que ela seja minha amiga) pelo apoio! Vou fazer ela ser minha bff hahahaha. Bem pessoal é isso, eu vou responder os onze reviews e espero responder mais depois deste capítulo, bem mais! Obrigada por tudo mesmo e dia 30 fazemos um ano juntas! é isso até o próximo e deixem um recadinho ou recomendem hahah BEIJOS AMO VOCÊS!