A Profecia Dos 6 Mundos
11 Capítulo 11 - Loucos...
Notas iniciais
– Droga, onde está você? – Mitsuki pensava angustiada
Ela percorrera todos os lugares que achava que o Léo estava ou pelo menos passado, mas ele não estava em nenhum lugar.
– Vou voltar para casa, quem sabe ele voltou? – Mitsuki pensou esperançosa.
Mitsuki corria, e de vez em quando esbarrava em alguém, até o apartamento em que ela esperava que encontrasse o irmão dela.
– Léo? – Mitsuki gritou quando abriu a porta com toda a sua força.
– O que menina? – Léo se assustou quando Mitsuki entrará com tudo.
– Graças a Deus! – Mitsuki suspirou aliviada – ONDE VOCÊ SE METEU?
– Sai para pensar, só isso – Léo falou voltando para a cozinha.
– Pensar? – Mitsuki estranhou – você sabe onde está a Elena?
– Ela foi embora
– Por quê?
– Não sei, pergunte a ela – Léo gritou, pois tinha chegado a cozinha e Mitsuki ainda estava parada na porta.
– Tem certeza disso? –Mitsuki fechou a porta e começou a ir para a cozinha.
– Absoluta – Léo falou um pouco baixo, mas Mitsuki conseguiu ouvir.
Quando Mitsuki chegou à cozinha levou um susto, Léo estava cozinhando algo de um livro de receitas.
– M-mas po-por que vo-você es-esta fazendo is-isso? – Mitsuki estava tão surpresa que gaguejava.
– Ué? Não posso – Léo falou um tanto seco.
– Desculpa, não queria te aborrecer — Mitsuki entrou no quarto.
Léo terminara sua primeira experiência bem sucedida na cozinha e foi para a sala esperar até que o que ele tinha feito ficar pronto.
– Mit! – Léo gritou – olha o Miguel está no jornal!
– O QUÊ!? – Mitsuki em menos de um segundo estava na sala vendo Miguel apagado no chão sendo aparado por paramédico – Não!
– VOCÊ VAI FICAR AÍ PARADA OU VAI ATRAS DO SEU NAMORADO, E POR FALAR NISSO TEMOS QUE CONVERSAR SOBRE ESSE SEU NAMORO COM ELE – Léo gritou com voz ativa, no tipo que ninguém desobedece.
– O QUE? VOCÊ É MEU IRMÃO NÃO MEU PAI, MOCINHO – Mitsuki gritou no mesmo tom de Léo – E POR QUE VOCÊ ESTAVA VENDO JORNAL? VOCÊ NÃO GOSTA.
– INFORMAÇÃO ERRADA – Léo continua gritando.
– Droga – Mitsuki pegou sua bolsa – depois a gente briga, discute ou sei lá o que; a saúde de Miguel é mais importante agora.
Com essas palavras os irmãos Yumaka saíram em disparada para o hospital, e como era de se esperar eles discutiram a viagem inteira sobre alguma besteira.
– Miguel Arcanjo ele está aqui? – Mitsuki entrou no hospital correu até o balcão, não antes de derrubar cinco enfermeiros, esbarrar em: quarto pacientes, três pessoas, dois médicos e uma mulher que estava na cadeira de rodas.
– Sim quarto 345, mas ele não pode receber visitas agora – a balconista falou em tom profissional – desculpe, são regras.
Léo chegou ao momento em que a balconista disse que não poderiam entra, claro depois de ter ajudado todos que Mitsuki derrubou.
– Você poderia ter esbarrado em mais pessoas – Léo brigou com Mitsuki.
– Foi sem querer – nisso Mitsuki sem querer esbarrou em um velhinho que acabava de receber alta, mas com o tombo ele deveria ter dado um mau jeito, pois agora ele gritava de dor – perdão senhor.
– Mitsuki fique parada se não esse hospital vai abaixo.
Os enfermeiros levaram o idoso que a Mitsuki derrubara e lhe disseram que ele acabava de ter alta, pois havia quebrado a bacia, no entanto com esse tombo ele quebrará o pulso.
– E quanto tempo ele irá ficar aqui? – Mitsuki se sentia a pior pessoa do mundo.
– Uns três dias – o enfermeiro explicou – só por precaução
– Coitado dele – Léo falou com tom baixo.
– Obrigada – Mitsuki agradeceu ao enfermeiro e foi sentar nos bancos junto de Léo.
– Agora é só esperar – Nisso o médico que estava atendendo Miguel apareceu.
– Com licença, vocês são os amigos do jovem que sofreu um acidente, ele tem cabelos brancos e...
– Sim, somos só existe uma pessoa de cabelos brancos e tem menos de 18 anos – Léo interrompeu o Doutor.
– Verdade; sabem o nome dele?
– Miguel Arcanjo – Mitsuki falou.
– E vocês são o que dele?
– Ela é namorada e eu sou o melhor amigo dele e irmão dessa aqui.
– Dessa aqui uma ova, mereço respeito – Mitsuki bateu em Léo.
– Se quiserem podem ir falar com ele agora – o médico mal acabara de falar e Mitsuki saiu em disparada – ela foi pelo caminho errado.
– Esquece, ela acha o caminho, sozinha – Mitsuki passou correndo para o lado certo – acho que ela vai acabar matando alguém se não parar ela agora.
Um segundo depois ela esbarra na enfermeira, que levava o café da tarde para as pessoas da ala de acidente, e derruba tudo no chão.
– Falei – Léo se despediu do médico e foi de amparo de Mitsuki.
– Desculpa moça – Mitsuki estava vermelha e ajudava a moça com tudo – me desculpe mesmo.
– Nada, só não corra no hospital, está bem? – a voz da enfermeira saiu com leveza e calma.
– Sim – Mitsuki acabou de ajudar a moça – de novo, me desculpe.
Léo e Mitsuki foram para o quarto de Miguel e quando entraram
– PODE DEITAR AGORA MOÇINHO – Mitsuki berrou, mas foi impedida de prosseguir, pois a mão de Léo tampou-lhe a boca.
– Qual parte de “estamos no hospital, não berre” você não entende? – Léo advertiu
– Desculpe, mas o Miguel ia sair e ele sofreu um acidente, e por falar nisso como foi esse acidente? – Mitsuki olhava analiticamente para Miguel
– É... bom... é um tanto difícil de explicar, e outra coisa você esta na TPM de novo? – Miguel sentou na cama do hospital e começou a lembrar do dia em que Mitsuki e Elena estavam de TPM.
Flash Back ON.
Holanda, 18h35min
–Você não presta pra nada mesmo!
– Mas o que foi que eu fiz Mitsuki? — Miguel estava confuso. — O que está acontecendo?
– Para de falar que a sua voz está me irritando! — disse Elena — Seu idiota!
– Até você Elena? — o branco estava confuso — É hoje... — reclamou o garoto.
– Cheguei com a pizza! — Léo abriu a porta de seu apartamento com três caixas de pizza em um braço — Devem estar uma delícia e...
–CALA A BOCA LÉO! — gritou Elena — Mas... O que eu fiz?
– Nada! — respondeu Elena sentando no sofá.
– Léo me ajuda! — Miguel implorou.
– Léo, fica parado aí! — disse Mitsuki com o olhar dissipador para Miguel.
– Agora vai brigar com ele? -perguntou Miguel irônico.
– Não respira – Mitsuki senta ao lado de Miguel – DÁ PARA PARAR DE RESPIRAR?
–Mas se eu não respirar...
A garota começou a chorar desesperadamente em tom de reclamação.
– Você respirou! — disse ela chorando e indo para o quarto.
– Cara... Por que você respirou? -Léo começou a chorar descontroladamente também, seguindo Mitsuki até o quarto.
– Não liga não! Eu te amo tá? — disse Elena abraçando Miguel e chorando também.
– Meu canário belga! -reclamou Miguel.
Flash Back Off
– Aquele dia foi hilário! – Miguel sorriu enquanto se ajeitava na cama na cama do hospital.
– É aquele dia foi engraçado – Mitsuki sorria e lembrava-se do resto do dia.
Flash Black ON.
– Você está bem? – Elena parou de chorar.
– Estou confuso – Miguel desabafou.
– É que estamos na TPM – Elena falou olhando para a televisão desligada – são normais os surtos.
– Agora sim está explicado
Elena levantou e começou a chorar de novo
– Por que está chorando?
– Aquela foto – Elena apontou para a estante
– O que tem?
– Ela foi tirada quando eu e Mitsuki éramos do ensino fundamental, na 5ª serie – Elena chorou mais ainda (se é que é possível)
– Calma! – Miguel passou a mão nas costas de Elena fazendo um carinho
– Só você para me acalmar – Elena abraçou Miguel e chorou mais
– É assim? – Mitsuki apareceu do nada – todo agarrado com minha melhor amiga?
– Ela só está chorando, fica calma.
– Sei chorando, é assim que começa depois vocês estão se agarrando pela casa como cachorros no cio – Mitsuki olhava com um olhar fulminante e Elena não ligava só chorava.
– Nada em defesa?
– Mit olha aquela foto, éramos tão felizes – Elena apontou para a foto de antes e as duas começaram a chorar como se nada tivesse acontecido
– Casa de loucos – Miguel murmurou – e... eu estou nela.
Flash Back OFF
– Quando vamos embora? – Miguel já se mostrava impaciente
– Quando receber alta – Léo falou com seriedade
– Mitsuki, o que você fez com ele? – Miguel olhou para Mitsuki com uma olhar muito analítico.
– Nada, dessa vez não fiz nada – Mitsuki começou a lembrar-se de tudo que fez na vida – tenho certeza.
– Hm...
– Eu estou aqui – Léo chamou a atenção para si.
– Eu sei – Miguel deitou.
– Com licença – o médico entrou no quarto — Miguel?
– Sou eu – o albino se levanta – o que quer?
– Está liberado pode ir para casa – o médico sorriu.
– Vamos logo com isso – Miguel trocou de roupas, já que estava usando a do hospital e quando chegou do lado de fora do hospital.
– Caraca! – Mitsuki exclamou em um tom elevado – vai chover e vai ser logo.
– Não! – Miguel corrigiu sua namorada – só vai chover quando chegarmos a casa.
– Meu amor, você não enxerga de longe? – Mitsuki apontou para o céu – está muito fechado esse tempo, dou no máximo 5 min. para começar a chover.
– Não, só vai chover quando chegarmos a casa – Miguel falou confiante – quer apostar?
– Quero! Quanto?
– 10 euros, não 20! Fechado? – Miguel estende a mão
– Fechado – Mitsuki aperta a mão de Miguel, que logo após é beijada de surpresa.
– Estava com saudade de você – Miguel sussurrou no ouvido de Mitsuki causando arrepios nela.
– Também – e se beijaram de novo, só que agora um beijo cheio de amor e carinho.
– Eca! Estou aqui! — Léo falou quase batendo nos dois – vamos antes que chova
O caminho fora tranquilo, Miguel e Mitsuki foram atrás, no maior romance, e Léo na frente quase vomitando com tanto carinho e amor sendo distribuído na parte de trás de seu mustang.
– Chegamos finalmente – Léo não aguentava mais tudo que aqueles dois faziam falavam – saiam do meu carro agora!
– Estressadinho você heim? – Mitsuki saiu o mais rápido que pode – hm
– Se me apresar você nunca mais vai sentar – Miguel falou com um tom de voz que causaria um arrepio em todos que ouvisse, mas Léo ficou indiferente, pelo menos aparentemente – e não caiu nem um pingo de água; acho que ganhei uma aposta.
– Não entramos no hotel – Mitsuki tinha uma ultima esperança – ainda não ganhou.
– Esta bem – Miguel levantou as mãos – vamos?
– Hm – Mitsuki olhava para o céu na esperança de que começasse a chover.
Quando os três entraram no hall do hotel, começou a chover e muito forte.
– Agora sim, eu ganhei – o sorriso de vitória surgiu nos lábios de Miguel.
Mitsuki abriu a boca.
– Como?
– Só os mais fortes entendem – Miguel começou a andar para os elevadores – vem?
– Estou indo – Mitsuki andava, mas de vez enquanto olhava para trás e via a chuva cair forte.
– Você tem que me ensinar isso – Mitsuki falou quando entrou no elevador.
Eles subiram quietos, estranhamente quietos, chegaram ao andar que queriam saíram do elevador e:
– Boa noite – Miguel cumprimentou uma mulher grávida.
– Boa noite Miguel – a mulher sorriu.
– Quando vai nascer? – Miguel sorriu.
– Bem, já esta, um pouco atrasado – a mulher sorria até que pôs as mãos na barriga – ai.
– Tudo bem? –Miguel e Mitsuki ampararam a mulher.
– As contrações estão chegando e fortes... – a mulher estava ofegante – vai nascer.
– QUÊ? – Mitsuki gritou – não vai esperar até chegarmos ao hospital.
– Como? – Miguel falou com calma – o carro não pode questão de higiene, nada pessoal Léo, ambulância esquece com essa chuva vai demorar, o parto vai ter que ser aqui, mas antes liga para a ambulância.
– Por quê? – Léo perguntou atônico com a situação – claro, para eles chegarem e levarem ela para o hospital para cuidar dela melhor.
– Anda logo! Mitsuki vou precisar de você – Mitsuki só concordou.
O parto corria bem, se formos olhar onde estava acontecendo, ela estava com muitas contrações, mas Mitsuki já pegara lençóis e toalhas limpas e nesse meio tempo o marido dela chegou.
– Saí de mim – a mulher gritava – Alberto tira ele de mim!
– Calma Mariza ele já esta quase, agora você tem que ser forte e empurra – Alberto tentava parecer calmo, mas com os gritos da mulher e a força que ela apertava a mão dele era quase impossível.
– Léo cadê você? – Mitsuki gritava, pois Léo não estava perto – Anda bicho preguiça!
– Não, ela me dá medo – Léo gritou por de trás da porta.
– Se você não vier até aqui agora, você vai descobrir o que é medo – Mitsuki falou com seu tom mais sombrio que possuía.
– Querem ajuda em algo? – Léo em menos de 2 segundos já tinha chegado ao local.
– Quero! – Miguel chamou a atenção de Léo – segura esse lençol no alto.
E o Léo foi com toda a bondade do mundo, mas quando levantou e viu a mulher sem roupa de baixo e com tudo mais, ele desmaia.
– Ah não – Miguel fica inconformado – seu irmão não serve pra nada, nem para ele levantar um pano ele consegue.
– Olha aqui! – Mitsuki se exalta e levanta deixando Mariza quase cair se não fosse o Alberto a segurar – ele é útil... Só não sei no que.
– Olha, está muito lindo esse momento amizade ou sei lá o que, mas eu to parindo uma criança caso não tenham percebido! – Mariza berrou.
– Calma – Mitsuki voltou ao amparo de Mariza — estamos no controle de tudo.
– Exatamente por isso que estou nervosa, vocês estão no controle de tudo.
– Até parece que não me conhece – Miguel falou calmamente.
– E não conheço mesmo – Mariza continuava a berrar.
– Mariza, meu amor, não grita – Alberto pediu com toda a tranquilidade que podia.
– Como é? – Mariza atacou – você está defendendo eles! Você nem conhece eles e muito menos fala com eles.
– Mariza!
– Gente, por favor! – Mitsuki chamou a atenção – ela ta parindo uma criança!
– Vai nascer agora, vamos Mariza empurra com tudo que você tem – Miguel falou com voz de comando e Mariza obedeceu e empurrou com toda a força que possuía.
O bebê nasceu
– Nasceu! – Miguel falou, e todos ficaram alegres e o Léo acordou.
– Aí minha cabeça – mas ao ver o bebe coberto por sangue desmaiou novamente.
Após alguns minutos os paramédicos chegaram e levaram Mariza e o bebê para o hospital junto de Alberto, mas não antes de parabenizar Miguel, Mitsuki pelo trabalho que fizeram e acordar o Léo duas vezes: uma por que ele tinha desmaiado quando a criança nasceu e outra por descobrir que tinha desmaiado.
– Ainda bem que tudo ocorreu bem – Mitsuki abraçou carinhosamente Miguel.
– É, ainda bem, não aguentava ver mais sangue – Miguel desabafou.
– Aí, acho que vou vomitar – Léo estava pálido.
– Aff, ninguém merece – Miguel ajudou Léo até a porta do banheiro – no banheiro eu não entro.
– Ah Miguel? – Mitsuki chegou perto dele – ajuda meu irmão vai? Se fizer isso hoje a noite tem recompensa.
Miguel entrou no banheiro e ajudou Léo, pensando claro na recompensa de outra hora.
– Cara para de bater nas minhas costas – Léo agonizava – já estou mal e você quer me bater?
– Foi mal, só queria ajudar.
– É e ganhar benefícios com isso depois, e nós – Léo não conseguiu terminar, pois vomitou.
– Ah! Só não vomita em mim
– Você não vai encostar um dedo na minha irmã, ela vai casar virgem.
– Você acha que ela é virgem?
– Tenho certeza – o Léo parou de vomitar
– Não vou de decepcionar então – Miguel ajuda Léo a se levantar.
– Como assim? – Léo olhou-se no espelho – cara to branco igual a você.
Miguel quase afogou o Léo na pia do banheiro, e depois empurrou e jogou ele, literalmente, na cama.
– Agora dorme, vou para meu quarto, Mitsuki ta me esperando – Miguel falou com um sorriso no rosto.
– Olha aqui... – Miguel fechou a porta Antes de Léo conseguir falar a frase.
– Agora meu premio – Miguel abriu a porta do quarto dele e de Mitsuki deitada com uma camisola nada comportada.
– Oh my Lord – Miguel só pronunciou isso.
– Miguel? – Mitsuki falou com um tom de voz sensual – estou esperando você, hoje você vai descobrir tudo que posso fazer pra você.
Miguel correu até a cama e “atacando” Mitsuki com tudo, a camisola vermelha com detalhes em preto e curta tinha poderes de tirar Miguel do seu estado de calma e controle de si.
– Miguel... – Mitsuki falou após o beijo avassalador de Miguel – o Léo esta em frente à porta.
– Eu sei – Miguel não parava de distribuir beijos por toda extensão do pescoço de Mitsuki – e hoje ele vai ver o que nós fazemos
– S-A-F-A-D-O – Mitsuki soletrou na orelha de Miguel o apelido que ela chamava Miguel nos momentos íntimos.
– Já disse: hoje nós dois temos plateia.
Do outro lado da porta
– Se Miguel ousar tocar Mitsuki daquele jeito, ELE MORRE – Léo falou com um tom de voz sombrio.
CONTINUA
Notas finais
Minha gente esse capitulo foi um tanto louco não? minha cabeça é que é responsável por isso, mas por favor não nos mate pelo atraso, semana de prova de novo aff, e desculpe qualquer erro e avisem a gente para que eu, Teme e o Dobe possamos mudar e melhorar.
Ah, ia me esquecendo... MANDEM REVIEWS
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