A Procura do Destino
1 Tudo Mudou
Notas iniciais
me digam vocês nos reviews, que me faz feliz e te faz feliz UHSAUHASHUSA
Anos se passaram depois que os irmãos Pervensie foram embora de Nárnia. Mal sabiam o que havia ocorrido em um ano longe desse mundo.
Era um ano (em Nárnia) para se comemorar, havia nascido um novo herdeiro para o trono de Telmar. Era a noite do nascimento no castelo. O choro de uma criança soava por dentre os quartos do palácio.
-Senhor? -perguntava Nathaniel, fiel escudeiro do rei — O senhor tem uma filha!
O rei ao ouvir aquilo entra em choque.
-Uma garota? –Exclamou o rei
Uma garota fugia completamente da tradição de Telmar, o trono devia ser de um rei e não de uma garota. O conselho do reino era rígido, então o Rei Miraz ordenou:
-Matem meu sobrinho!
-Como queira My Lord! – Nathaniel
Seu sobrinho recém-nascido, Caspian, havia perdido a mãe após o parto, e a responsabilidade dele ficou toda com o Rei, queria ter um herdeiro do SEU sangue e não de um sangue de alguém que nem ao menos pensa e sabe quem é seu pai.
Enquanto tudo isso ocorria, o pequeno Caspian dormia em seu berço, até que é acordado por seu tutor Vladimir, que cuidara de Caspian desde a morte de sua mãe. Ele pega o pequeno e o leva em direção á uma porta escondida que os levará para fora do castelo.
O tutor de Caspian para não ser percebido, coloca um saco de farinha no lugar do bebê. Os guardas entram no quarto e “raptam” Caspian, para matá-lo, mas precisamente, jogá-lo no rio.
Vladimir pegou Caspian, montou em seu cavalo e partiu. Não demorou muito tempo para que os guardas percebessem que foram enganados (que guardas burros!). Logo, uma cavalaria estava correndo atrás de Vladimir. Puxou as rédeas do cavalo e as soltou fazendo seu cavalo ir mais rápido. Batia os pés sobre a barriga do animal para fazê-lo correr O MAIS rápido que podia. Os guardas corriam, e correram mais rápido quando chegaram a um campo aberto, em que na frente havia uma espécie de floresta fechada, Vladimir sem exitar entra na floresta.
-A floresta de Gramado da Dança! –gritou um dos soldados, que pararam ao vê-la.
-Vamos vocês não acreditam em lendas da pior espécie! — falava Nathaniel
-É verdade senhor, ninguém saiu vivo depois de entrar aí!
-Então não serão poupados ao voltarem para o castelo. -os soldados olharam Nathaniel se afastar continuando a perseguição.
Vladimir chegou a uma parte da floresta que parecia sem fim, começou a olhar para os lados e depois para trás, ouviu barulhos de passos, não teve opção, começou a correr a dentro de Gramado da Dança, porém seu cavalo tenha relinchado o fazendo cair no chão, mas claro, protegeu Caspian do Back, o bebê chorou, mas não havia se machucado. Vladimir se escondeu atrás de uma grande pedra quando Nathaniel chegou.
-Saia da onde esteja covarde! – Nathaniel –Só precisamos do bebê – O propunha
Vlad se preocupava em permanecer escondido e que o bebê não fizesse barulho. Ele, sem querer, escorrega na pedra viscosa em que se esconde, quebrando alguns galhos. Nathaniel desce de seu cavalo-que por sinal estava muito agitado-e prepara sua espada para atacar, até que um vento ao norte começa a se formar.
O vento faz com que o cavalo de Nathaniel fuja; ele tenta finalizar o “trabalho”, mas se encontrava encurralado assim que olha para cima e vê que nos galhos das árvores se encontravam elfos apontando espadas e flechas para ele, porém as belas criaturas não tinham a intenção de feri-lo.
-Narnianos! AH! Já devia saber!-Nathaniel sendo arrogante e desprezível.
Os elfos não disseram nada, Telmarinos eram assim, arrogantes e “sem cérebro” só pensavam em guerrear, mas os elfos não eram assim, eram pacíficos.
Nathaniel olhou para baixo das árvores e viu duendes, bem, anões. Um deles disse:
-Eles podem não fazer nada, mas nós não deixamos passar! –e então começaram a correr atrás de Nathaniel.
Homens X Anões, em quesito de corrida com certeza os homens vencem, Nathaniel corria desesperadamente, pois estava em desvantagem, ele avistava a saída da floresta, o que o alegrava, pois nenhum Narniano ousaria passar da “fronteira” dos banidos. Pouco depois de uma pequena corrida, Nathaniel já se encontrava fora da floresta.
-Melhor pararmos por aqui! –falava um dos anões.
Orgulho. É uma das principais características dos anões; eles se sentiram amargamente ruins ao “perder”.
Vlad ficou pasmo ao ver que Narnianos ainda existiam por aquelas terras, mas ele sentira que junto com eles conseguiria criar o Príncipe Caspian.
A esperança contagiava o coração dos Narnianos, contaram dias e meses depois da ida dos Pervensie, chegaram a uma conta inimaginária, 1300 anos se passaram, enquanto no mundo real, um ano.
Fale com o autor