Notas iniciais
Aí eu sei que o nome do capítulo não ficou muito legal, mas o capítulo em si ficou muito bom. Como vocês já sabem, esse capitulo é Jizzy. Hehehehehehehe para alegria de muitos. Então, ele não ficou muito grande, mas aposto como ficou bom. Já vou avisando que é um capítulo bem romântico e meio triste também. ( Fazer o que gente? Estou com dramas com garotos, tinha que me desabafar) Nina Black!!!!! Esse capitulo é pra você!!!!!!!!!!!! Por favor não me matem, ainda vai ter muitas reviravoltas nessa fic e em alguns casais. Como o próprio nome diz, vai ter uma pessoa que vai ficar louco e ter sentimentos opostos um atrás do outro... Vão entender! Até lá embaixo...

(Versão Elizabhet)

Lá estava eu, sentada no maior tédio na sala de espera do meu médico. Lia uma revista sobre alguns fatos recentes que estavam acontecendo nas economias dos Estados Unido. Cada um na sala tentava se distrair do seu jeito, um menino fazia mágica com os dedos, uma mulher tentava assistir a televisão, uma menininha no canto da sala ouvia música no fone de ouvido enquanto jogava um joguinho.

– Senhorita Willians o doutor à espera. – Sua secretária informou. Fechei a revista, coloquei-a no seu lugar e segui a moça até uma sala no final do corredor.

– Sente-se, por favor. – O doutor falou assim que entrei em sua sala.

(...)

– Então quer dizer que... Que... – Não me culpe por não ter conseguido terminar a frase. Meus olhos se encheram de lágrimas, e foi completamente difícil de terminar o que eu ia dizer.

– Eu sinto muito! Mas ainda há uma chance... Você ainda tem apenas 17 anos, ainda é nova, isso pode se curar com o tempo... Mas hoje as noticias não são tão boas. – O doutor falou colocando a mão no meu ombro.

Tentei engolir o choro, não queria sair daqui com os olhos todo vermelho. Peguei meu exame em cima da mesa e me levantei, a consulta tinha acabado.

– Qualquer coisa, me ligue. – Ele falou enquanto apertava minha mão. Assenti e fui em direção a porta. Quando passei pela sala de espera, as pessoas me olhavam, como se estivesse escrito na minha testa que estava com problemas nada normais para uma garota na minha idade.

Sai o mais rápido que pude do consultório, e quando cheguei à porta, encontrei alguém que me esperava; alguém que quando me viu com aquele olhar de choro foi correndo até mim, e me deu um abraço.

– Por favor, me fala o que te fizeram que meto a mão na cara do individuo! – Edward falou no meu ouvido. Não pude deixar de soltar um pequeno sorriso.

– Acho que só me falaram a verdade. – Devolvi enquanto ainda estávamos abraçados.

(...)

– Você está melhor? – Edward perguntou do jeito mais carinhoso possível. Estávamos numa praça, sentados num banco, esperando que minha dor de cabeça passasse e eu melhorasse.

– Acho que a idéia já está se acostumando dentro de mim. – Respondi entre um gole de água.

– Lizy, lembra do que o médico te falou... Você ainda é nova, sabe que ainda tem uma chance de isso curar... Não entendo muito dessas coisas, mas... Eu acredito no melhor.

– Acho que todos querem, e precisam acreditar no melhor. – Falei meio tristonha.

– Levante-se agora! – Ele deu uma de louco, se levantou de um salto e estendeu a mão para eu poder fazer o mesmo.

– O que você está fazendo? – Perguntei lhe entregando minha mão. Ele me puxou de supetão.

– A única coisa que eu sei fazer melhor, colocar um sorriso no seu rosto. Vai, vamos apostar uma corrida. – Ele respondeu sorrindo.

– Não, que vergonha... Não gosto de correr. – Afirmei recuando.

– Elizabhet Willians, se você não apostar uma corrida comigo, vou te pegar no colo. – Ele aumentou o tom da voz.

– Edward, para... Tem gente olhando.

– Que se danem essas pessoas... Lizy vamos apostar uma corrida comigo...

– Não... Não gosto de correr.

– Ta aí. Consegui... Arranquei um sorriso de você. Vou contar até três... Um... Dois...

– Para Edward... – Falei rindo.

– Três! – Ele falou, mas eu não me movi. Então ele me pegou no colo, igual quando pegam um saco de batata, passando meu corpo pelo seu ombro direito.

– Edward me solta! Agora! – Eu gritava e batia nas suas costas, enquanto a criatura divina corria comigo nos seus ombros. – Tem gente olhando.

– Deixem que olhem! Não vou te soltar... Não até você apostar uma corrida comigo.

Então eu pensei. Não tinha mal algum apostar uma corrida com o energúmeno, ou era isso ou ele ficar correndo comigo em seu ombro enquanto todos olhavam.

– Ta! Eu aceito... Aposto uma corrida com você. – Quando falei isso, ele parou de andar e me colocou no chão.

– Valendo! – Ele gritou e começou a correr.

– Isso não vale! Não estava preparada! – Tentei gritar o mais alto possível, enquanto corria atrás dele.

– Ninguém mandou fazer graça! – Edward gritou na minha frente rindo de mim.

Querem saber como eu estava correndo? Bem, pensem numa gazela correndo de um jacaré, pois bem, agora multipliquem por cinco... Imaginou? Era eu aqui!

Ta. Fiquei empolgada com a corrida. Queria ganhar do palhaço lá na frente, que ria de mim sem parar, então peguei muita velocidade, tanta que comecei alcançá-lo, mas quando estava prestes a passar a cria, ele parou e me puxou junto dele. Meu equilíbrio é tão bom, que caímos, nós dois em cima de uma montanha de folhas.

– Foi divertido! – Ele falou e me lembrei da fala do Dumbledore, no sexto filme do Harry Potter.

Ficamos ali, deitados nas folhas, olhando as pessoas passarem, crianças rindo e sorrindo, pedindo para os pais lhe comprarem um sorvete.

(Photograph – Ed Sheeran) (Música)

– Será que um dia vou ter vontade de ter filhos? – Perguntei para ele séria, enquanto observava um menininho brincando com seu cachorrinho.

– Todos têm vontade de ter uma peste em casa te chamando loucamente quando precisam de alguma coisa.

– Eu recebi a notícia de que não posso engravidar... Não posso ter uma peste em casa gritando por mim quando precisar... – Disse triste, mas sem sair lágrimas dos olhos.

Ele não falou nada, apenas me abraçou. Coloquei minha cabeça em seu ombro, sorrindo para o menininho feliz, enquanto ele acariciava meus cabelos.

– Vai dar certo... Vamos conseguir. – Ele falava baixinho tentando me consolar.

Mas ouvindo-o falar aquilo, posso jurar que vi alguém nos olhando, mas não era qualquer pessoa, era uma pessoa especial, diferente, mas que de momento não veio na minha cabeça.

(Versão John)

– Vamos, vamos! John o cliente está com pressa! – Katrina advertiu já que estava demorando demais para fazer a entrega.

– Jura que tenho que ir lá? Sabia que na placa na loja não está escrito delivery? Não fazemos entrega! Isso é uma loja de CDs e DVDs.

– John não me questione. Rick mandou você entregar isso, agora que ser discordar do seu lindo patrão... Vá em frente. Mas antes que ele te despeça, vai entregar isso! – Ela me jogou um pacote no colo enquanto me empurrava da cadeira.

– Aí, to indo! – Falei levantando e caminhando até a porta da loja. Olhei pra trás antes de fechá-la, e Katrina sibilou enquanto eu revirava os olhos “Sei que você me ama”. Convencida, nem um pouco.

(...)

– Obrigado Sr. Thomas! E apareça mais lá na loja, estamos cheios de novidades. – Disse para um velinho de 70 anos de idade, assim que lhe fiz a entrega.

– Ah pode deixar... Gosto bastante de ir lá, principalmente para conversar com Katrina. Uma boa menina! – Ele disse isso meio sonhador, e então sorri, já que não tinha outra coisa para fazer. – Devia dar uma chance para ela. Para a garota.

Posso jurar que nessa hora meu sorriso sumiu imediatamente do meu rosto. Como assim? Do que ele estava falando? Que garota? Ele sabia de alguma coisa?

– Comm... – Ia perguntar como ele sabia; de qual garota estava falando, mas por uma fração de segundos, o tempo de eu piscar os olhos, ele sumiu, a porta de sua casa estava fechada, as luzes que deveriam sair das janelas, já não estavam mais lá.

Não queria ficar parado ali, olhando para o nada enquanto quem passava pensasse que era um louco, então tomei meu rumo o mais rápido possível.

(...)

Resolvi pegar um caminho diferente. Já que era sábado a praça ali perto devia estar bem movimentada. Peguei aquele caminho. Tinha gente fazendo piquenique, outras brincando com seus cachorros, havia crianças, muitas crianças, mas tinha uma coisa estranha também. Duas pessoas, que deviam ter problemas mentais, estavam apostando corrida entre as árvores, os bancos e entre as pessoas. Uma delas não me era estranha, como se eu a conhecesse... Então percebi quem era. Lizy. Ela não tinha problema mental quando a conhecia.

Parei na calçada e fiquei a encarando. Ela estava acompanhada de um cara, um homem. Eles correram por um tempo, até que caíram em cima de muitas folhas, e ficaram ali, deitados um do lado do outro, como se fossem... Fossem... Namorados.

Aquilo me deixou com raiva, com muita raiva. Lizy terminara comigo fazia uma mês, e já estava com outra pessoa, enquanto eu ainda sofria por falta dela. Deu-me vontade de chorar, mas chorar de raiva. Naquele momento não queria que Lizy se aproximasse de mim nem pintada de ouro. Meu estômago estava afundado, meus punhos cerraram rapidamente, e água surgiu dos meus olhos. Estava com ciúmes sim. Queria que fosse eu que estivesse ali com ela, abraçado enquanto ela conversava e se abria comigo.

Gravei bem aquela imagem na minha cabeça, e corri o mais rápido para a loja.

(...)

– John! Volta aqui! – Katrina corria atrás de mim querendo saber o que tinha acontecido.

Quando cheguei à porta da loja, entrei o mais depressa possível, ainda querendo chorar. Não falei nada, ignorei-a quando ela veio me perguntar alguma coisa. Passei pelo balcão a deixando para trás. Ela me gritava e perguntava o que tinha acontecido. Parei e esperei ela se aproximar de mim. Katrina não falou mais nada, não perguntou mais o motivo de eu estar assim, só me abraçou, então não agüentei e comecei a chorar. Chorar enquanto pensava em Lizy e eu. Cada beijo lento, cada abraço apertado, todos os momentos que enfrentamos juntos, todas as vezes que ela me dizia que me amava.

– Foi ela... Eu sei... – Katrina sussurrou no meu ouvido.

Soltei-me do seu abraço e corri para dentro do estabelecimento, onde tinha algumas salas. Entrei em uma, tranquei a porta e me sentei no chão, abraçado com as minhas pernas. Cantava lentamente, pois aquela música me lembrava Lizy, e ela naquele momento, mais do que em todos, me fazia muita falta. Como queria que ele estivesse aqui comigo, para acalmá-la, para resolver todos os seus problemas, para espantar todos os seus medos, todo seu sofrimento.

Me beije

Se acalme comigo
Cubra-me
Abraça-me

Deite-se comigo
E me segure em seus braços

E o seu coração contra o meu peito, seus lábios pressionados em meu pescoço
Eu estou me apaixonando por seus olhos, mas eles não me conhecem ainda
E com um sentimento que eu vou esquecer, eu estou amando agora

Beije-me como se você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Este sentimento é como se apaixonar
Se apaixonar
Nós estamos nos apaixonando

Acalme-se comigo
E eu vou ser a sua segurança
Você vai ser minha garota

Eu fui feito para manter seu corpo quente
Mas eu fico com frio quando o vento sopra então me segure em seus braços

Oh não
Meu coração está contra o seu peito, seus lábios pressionados no meu pescoço
Eu estou me apaixonando por seus olhos, mas eles não me conhecem ainda
E com este sentimento de que eu vou esquecer, eu estou amando agora

Beije-me como se você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Este sentimento é como se apaixonar
Apaixonar-se
Nós estamos nos apaixonando

Sim, eu venho sentindo tudo de ódio ao amor, do amor à luxúria
Do desejo à verdade eu acho que é assim que eu conheço você
Então eu te abraço apertado para ajudá-lo a desistir

Então me beije como você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Este sentimento é como se apaixonar
Apaixonar-se
Nós estamos nos apaixonando

Beije-me como se você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Você quisesse ser amada
Este sentimento é como se apaixonar
Apaixonar-se
Nós estamos nos apaixonando

(...)

Depois de muito chorar, de muito sofrer, minha consciência caiu. Eu estava chorando por uma garota, que estava com outro e nem se importava comigo. Como pude? Então a tristeza foi substituída por raiva novamente, e toda dor passou. E eu me senti traído pela mulher que amo, mas não ia ficar assim. Já que Elizabhet quer assim, ela terá.

Notas finais
Aí meu coração! Quantas coisas fofas e românticas.... Edward... O que acham dele? Um bom amigo, acha que vai rolar namoro? Respondam... John meu amigo... O que foi isso? Lizy não podendo ter filhos... Haaaaaaaaaaaaaa! O que acharam? Essa música é perfeita Kiss Me - Ed Sheeran Quero comentários gente.... Preciso disso, sei que tem muita gente acompanhando, mas não as conheço e preciso conhecer, estou tão desesperada para ver vocês... Gente estou falando sério, cada vez que alguém me acompanha e não consigo ver quem é, me dá um desespero sem fim... Então se você me acompanha, comenta pra eu poder te conhecer.... Ta? Ta. Beijinhos e até o próximo!