A Princesa Do Pirata
6 Capítulo 6 - Primeiro Prazer. Descoberta...
Notas iniciais
Mais um capitulo divo proces! kkkkkk, dessa vez eu e a parceira caprichamos u.u kkkk
Muito obrigada a todos os coments e recomendações, sério! Vocês alegram o nosso dia com esse carinho tão grande ^^ Ah e a parceira pediu-me para dedicar esse capitulo a Alehsandra Silva amanhã é o niver dela ^^ Parabéns adiantado moreee! Muitas felicidades, esse capitulo de piratão é dedicado a você! ^^
Boa leitura morecos...
Capitulo 06 — Primeiro Prazer. Descoberta...
Se eu pudesse ser uma parte de ti, escolheria ser tuas lágrimas.
Porque tuas lágrimas são concebidas em teu coração, nascem em teus olhos,
vivem em teu rosto, e morrem em teus lábios.
Capitão.
Colocando a mão automaticamente em minha espada em um ponto estratégico me meu leito. Despertei assustado e em alerta ao escutar um grito agudo... Espera ai! Eu conheço essa voz. Era minha princesa! Pensei ainda meio zonzo de sono: Porque ela estava gritando? Curioso e apreensivo busquei a face de porcelana ao meu lado na cama vendo-a banhada em lagrimas. Céus! Ela parecia assustada. Soltei a arma branca. Deixando no mesmo esconderijo.
Existia um medo palpável expresso em seu rosto. Acho que tivera um pesadelo, mas precisava ter certeza. Não gostava de ver minha princesa de forma tão angustiada. Cortava-me o coração e renovava minha determinação em protegê-la. Cuida-la. Ama-la...Em pânico enxuguei suas lagrimas com meus polegares enquanto questionava a razão de seu descontrole com voz ainda rouca pelo sono:
– Princesa porque está chorando? Você está tremula...
–Não... Eu... Só estou assustada pelo pesadelo tão... Real... Não estou chorando... Eu... Nunca choro... – respondeu soluçando. Sorri de leve. Mesmo abalada minha princesa continuava teimosa.
–Minha pequena, você está assustada pelo que aconteceu em Londres? Por ter visto o seu carrasco? — Perguntei tentando tocar no assunto com tato. Não queria assustá-la ainda mais. Apenas confirmar minha suspeita.
–Eu... Eu... Tenho medo... – Disse após uma pausa longa. Seu rosto ficou rubro, acho eu com vergonha de apresentar fraqueza diante de mim. Mas se rendendo ao meu olhar intenso e especulativo. Ela sabia que não adiantava negar, eu já sabia a verdade. Boba! Ela devia saber que agora éramos um só. E que a protegeria de qualquer ameaça. Preciso fosse morreria por ela...
– Sossegue pequena. Prometo minha princesa. Ele não voltara a lhe fazer mal algum. — Prometi enxugando novamente suas lagrimas silenciosas. Continuando:
– Eu sei que ele deve ter machucado-a e por isso você age de forma tão arisca. Mas como homem e seu protetor me sinto no dever de faze lá entender que entre um homem e uma mulher pode haver prazer. Muito prazer...
–Não compreendo... Sussurrou ainda meio confusa.
– Então devo demonstrar na prática minha linda princesa. — Deitei-me por cima de seu corpo ainda tremulo pelo pesadelo, beijando-a com suavidade e ternura seus lábios carnudos. Queria destruir a resistência dela.
–Por favor, Pirata... — Ela voltou a pedir. — Estou assustada.
Sorri lhe beijando o pescoço. Segurei sua mão murmurando.
–Você esta com medo. E eu estou com medo. — Levei a mão dela até meu peito, onde meu coração batia descompassado. Minha princesa olhava-me diretamente nos olhos.
–O que está acontecendo entre nós princesa... — perguntei num fio de voz. Ela sacudiu a cabeça, confusa.
–Desde o início, foi assim- continuei — Negue se quiser. Diga que não sente o mesmo. Princesa, mas seu corpo afirmar que me deseja... Você é a única mulher que eu quero... Beijei minha princesa com ardor, sendo aceito passivamente. Tentava gravar a sensação de tocá-la na memória. As carícias eram feitas de modo experientes e sensuais, tocava-lhe os seios com reverencia...
– Você é tão linda. Quando a vi, pela primeira vez, mal pude acreditar na sua perfeição. — Murmurei com adoração.
–Você... Também não é... Tão feio pirata... — Sussurrou minha princesa com o rosto em chamas. Sorri torto. De modo atrevido, porém meio angustiado ela continuou: — Eu ainda estou assustada...
–Não fique... –sussurrei — Eu não vou machuca-la já disse... Eu... Confesso que também sinto medo, porém não de algo, ou de alguém, mas de você, princesa. Eu... Fui um homem livre durante toda minha vida, livre de sentimentos... — estava expondo meu coração a ela, e não sabia se isso me ajudaria a ter um futuro com minha princesa. Mas tentaria mesmo correndo o risco de sofrer uma rejeição. Aproximei de modo vagaroso meu rosto do seu, meus lábios roçavam com leveza e ternura os dela ainda trêmulos, minhas mãos deslizavam pelo corpo delicado, fazendo minha pequena contorce-se.
–Eu... Eu não sei o que esta acontecendo... Meu corpo... Esta, estranho... – disse alarmada. Diante das sensações que lhe desperta. Sentindo o coração aos pulos. Sussurrei em sua boca:
– Coisas boas. Minha princesa... Estou lhe dando prazer, meu amor... — Beijei seus lábios com ardor e distribui beijos ardentes até seu colo alvo. Convidativo. Lindo. Toquei-lhe o mamilo rijo com a ponta de minha língua, arrancando-lhe um gemido de prazer e surpresa. –gostou? Pois vai gostar disto ainda mais. — Tomei o mamilo entre os lábios, numa caricia mais ousada e profunda.
– Pirata...
–Sim meu amor- repliquei baixinho – Vou amar você inteirinha minha princesa...
–Eu... Eu... Não... Posso perder... Minha virgindade. – disse com vergonha.
– Não vou tirar sua virgindade, agora. Não esta noite. Quero e vou apenas toca-la, princesa. Só isso. — quando ela tentou reagir, segurei-a com firmeza gentil e beijei seus seios remetidas vezes.
– Existem muitas maneiras de se encontrar prazer, sem que você perca a sua virgindade pequena. E eu pretendo ensinar-lhes todas elas hoje... — Dizendo isso voltei a beijar-lhe o colo, os seios. Desci distribuindo beijos pelo abdômen liso. Macio. Com delicadeza separei as suas coxas roliças. Seu cheiro de fêmea me deixando zonzo. Louco...
Minha excitação foi a sua potencia máxima. Meu pau vibrava fortemente diante da prova molhada que escorria de sua pequena entrada. Meu pênis clamava que tomasse posse de minha princesa, mas não queria que nossa primeira vez fosse dessa forma, não com ela ainda arredia a minha presença. As minhas investidas. Mas pelo menos daria a nos dois um momento de paixão. De prazer. Uma amostra do que seria a nossa vida juntos, todas as noites. Pelo resto de nossas vidas...
Olhando os olhos turvos de medo e desejo de minha pequena acariciei os poucos pelos negros sentido-a arqueasse quando suguei o mel de sua feminilidade com voracidade. Gemi ao sentir o sabor único. Cítrico. Delicioso... Seu botão estava inchado, pulsante. Parecia chamar-me. Ele queria ser tocado e o fiz. Meu polegar fazia movimentos circulares em seu pequeno e melado nervo. Minha princesa gemeu alto, e tentou escapar da minha caricia, empurrando-me a cabeça, mas não fiz caso de seu débil protesto. Com a ponta da língua continuei a acaricia-la, sentindo sua rendição aos sentidos, a mim... Saboreando-lhe pacientemente o primeiro orgasmos de minha princesa, e os outros que virem a seguir durante toda a noite, conduzindo-a de um prazer a outro. Minha princesa arrisca estava agora gemendo meu nome sem parar. Remexia seus quadris de forma lasciva, estava sentindo pela primeira vez o prazer sexual. E eu um renegado, um mercenário, um pirata estava deliciado em apenas servir e amar uma mulher...
Eu jamais a deixaria partir. Ela era minha... Ela deveria também sentir o mesmo...
...*...
– Minha querida, minha doçura, sentiu minha falta, amorzinho? Eu senti a sua. Senti muita, muita falta de você Eclipse. — Dizia entre beijos no bico do animal preso em meu braço. Desde que havia ido a Londres que não tinha á visto. Continuei a mina-la com palavras: – Nunca mais vamos nos separar de novo, não é meu amor? Nunca, nuca!
– Que conversa, mas infantil pirata. Esta me deixando enjoada, o modo como trata essa criatura. Além de ser inacreditável...
– É mesmo? Acho que alguém esta com ciúmes Eclipse... – responde colocando a ave na cabeceira da cama, enquanto sentava na mesma. Segurei minha princesa pelos punhos e a fiz deitar-se novamente perguntando provocador: — E o que me diz do modo como a trato?
Envergonhada pelo que acontecera na noite anterior, ela virou a cabeça fugindo de meu olhar intenso e de minha pergunta desconcertante. Fingi estar zangado e mordi seu pescoço, para logo beijar o mesmo local com ternura.
–Nuca se afaste de mim, princesa. Você se entregou a mim e será assim pra sempre, não vou me deixar enganar por crises de remorsos. Ponha isso na sua linda cabeçinha teimosa.
Ela tentou lutar, mas foi em vão. Era mais forte. Sem olhar-me falou: — Não vou ser sua prostituta.
– Prostituta? Você não sabe o que diz minha pequena. Então pare de dizer tolices! Você agora é minha mulher. E eu sou seu homem. Apenas dei o que seu corpo pedia. Não seja ingrata. Afinal não tirei sua virgindade. Não, ainda... — sibilei cada palavra.
–Esta noite dormirei sozinha! – disse rebelde empinando o queijo bem desenhado no rosto de porcelana totalmente rubro de vergonha.
–Claro, — responde propositalmente distraído. Perguntando em seguida: — Esta com fome?
–Sim...
– Eu também estou. Você me cansou ontem à noite princesa. preciso recarregar minhas forças. –disse zombeteiro arrancando dela uma exclamação de ultraje.
–Oh! Seu... Sem vergonha!
Gargalhei.
– Quer o desjejum ou não?
– Sim oras! Também estou faminta!
– Certo! Mas terá que desejar-me bom dia de maneira apropriada.
–Mas essa! Tudo bem... – suspirou desaminada, mas foi logo dizendo arteira: — Bom dia pirata que adora desvirtuar princesas inocentes.
Gargalhei novamente diante de sua resposta.
–Ah princesa você me diverte por demais! Porém...
–Céus! Diga logo o que quer fora da lei!
– Princesa! Já deveria saber o que estou esperando. Não vou abrir mão do meu beijo!
– De jeito nenhum! Não vou pagar por uma refeição com meus beijos! Vou...
Meus lábios impediram-na de continuar. Ela fala demais! Pressionei meu corpo nu ao dela sob as cobertas. Ambos gememos. Quando o beijo terminou, estávamos ofegantes. – Isso sim, é um bom dia descente. Agora levante-se, pois senão o nosso café ficara intragavelmente frio. –mandei mordendo seu lábio inferior. Puxando-a comigo pra fora da cama. Minha princesa protestou ao sentir os lençóis escorregarem por seu corpo. Deixando-a lindamente nua:
–Mas... Estou nua... Não vou comer assim, e muito menos ficar diante de você.
– Bobinha... Conheço cada reconto de seu corpo minha pequena. Eu também estou nu em pelos. E confesso que gosto de estar assim. Principalmente perto de você. Além do mais hoje tomei o cuidado de trancar a porta. Ninguém vai nos importunar. Ela arregalou os olhos de espanto. Ri de sua reação a guiando até a mesa.
Após a, refeição e já trajado com minhas costumeiras roupas de pirata, coloquei Eclipse em meus ombros dizendo:
– Termine seu desejum princesa. Se quiser ir ver a Rose tudo bem, mas, por favor, fique longe de problemas. Sim. Preciso conversar com meu imediato. Ando desleixado com o Sol da meia noite. Preciso reparar isto. – Informei. Pensando: Afinal ele era minha ligação com minhas origens. Ligava-se a memória de meu pai. Sorri de canto.
– Vai contar para ele o que aconteceu em Londres? -Perguntou curiosa minha princesa.
–Sim. Ele deve saber das novas também. Bem. — Beijei seus lábios com vontade apesar da sua relutância, e me despedi a provocando:
– Até logo mais, minha princesa. E descanse! Eu sei bem que a cansei bastante ontem a noite.
– Seu... — Suspirou completando ao ver-me sair. — Até mais, Pirata...
Princesa
Fogo e prazer. Duas coisas completamente diferentes uma da outra, mas que de certa forma viviam juntas agora. Eu me sentia presa em uma estaca coberta de fogo. E eu queimava lentamente, mas ao em vez de dor, eu sentia um prazer descomunal açoitar o meu corpo. Então era disso que Mary falava, que quando um homem toca uma mulher ela sente um prazer tão grande que o mundo lá fora desaparece, e a única coisa que existe é o amado. Eu nunca pensei que isso realmente pudesse existe, a única coisa que eu senti nas mãos dos homens foi dor e mais dor. Mas com o pirata parecia ser diferente, meu corpo ansiava cada vez mais pelo seu toque; por suas mãos, boca.
No começo a vergonha era grande, o medo de que ele fizesse algum mal a mim me impedia de aproveitar as sensações que ele me proporcionava, mas a cada novo toque, cada nova palavra de carinho, a barreira que eu construir ia ruindo, e eu só conseguia aproveitar.
Eu me senti ser tachada em chamas quando sua língua me tocou intimamente. Sua língua era quente e molhada e em contato com o meu centro úmido fazia pequenas ondas de prazer surgi em meu corpo.
– Ohh... – um pequeno gemido saiu de meus lábios quando eu senti chupar meu botãzinho. Minhas mãos prenderam em seus cabelos desgrenhados e mais um gemido alto soou pelos meus lábios quando ele, com a barba, começou a esfregar no meu intimo. A tortura que ele fazia era o maior prazer que eu sentia.
Joguei a cabeça para trás em rendição quando sua língua entrou mais fundo em mim. Ele sugou e deu leves mordidas em meu intimo enquanto eu só gemia de prazer. Tremi quando o vento frio de seu hálito tocou minha pele em chamas. Sua língua ia e vinha dentro de mim, e logo sentir uma estranha sensação começar no meu ventre, uma sensação tão gostosa que não sabia descrever. Minha respiração tornou-se mais acelerada e como bolas de um canhão, tudo explodiu. Gritei ao sentir meu corpo se libertando e ser consumido pelo prazer de se chegar ao ápice. Pequenos pontos brilhantes surgiram em frente aos meus olhos e soube que eram pequenas estrelas de emoção.
– És linda princesa... – sussurrou antes de ir subindo lentamente, beijando minha barriga e seios. Quando sua boca tocou a minha pude sentir o sabor de minha excitação, um gosto salgado, mas que em contato com sua boca fazia ser um sabor delicioso. Gemi prendendo seus cabelos entre minhas mãos e apertando mais meu corpo ao seu. Eu tinha uma necessidade tão grande dele que me assustava, mas meu corpo clamava por mais, e era uma sensação tão forte que eu não tinha como controlá-lo.
O senti segurar a minha cintura com firmeza só para empurra-lo contra seu quadril. Gemi contra sua boca quando senti uma coisa pontuda em contato com o meu sexo que de uma maneira desconhecida por mim, encontrava-se molhado.
– É errado querê-lo? – sussurrei encarando seus olhos verdes que agora estavam escuros de desejo. Um sorriso glorioso surgiu em seus lábios.
– Não meu amor, nunca seria errado – sussurrou de volta antes de sua boca cobrir a minha novamente em um beijo apaixonado.
– Eu... Eu... – gaguejei não sabendo como dizer aquilo. Era assim tão errado, uma princesa desejar um homem? – Eu lhe quero pirata. – meu rosto ficou em chamas ao dizer isso. Ele sorriu abertamente antes de nos virar e fazer ficar-me por cima dele. Sua boca foi descendo pelo meu pescoço até chegar aos meus seios túmidos, onde ele chupou a auréola rosada e com uma das mãos massageava o outro.
– Oh Deus! — gemi segurando-me na cabeceira da cama e apreciando sua língua quente em mim novamente. E de maneira involuntária rebolei em seu colo, a procura de libertação. Mas antes que eu pudesse chegar perto disso, ele segurou a minha cintura, prendendo-me junto ao seu corpo. Subiu seus lábios novamente até parar na minha boca onde sussurrou:
– Em breve serei seu meu amor – e então beijou-me novamente.
A parte racional de mim dizia para afasta-lo, que aquilo era errado e não era digno de uma princesa. Mas a parte irracional, a que estava delirando de prazer, só queria mais e mais. Queria sentir sua língua, seu corpo nu. Por isso a palavra mais saiu tantas vezes de meus lábios. Eu o queria como o ar que entrava em meus pulmões, como a água que descia pelo minha garganta. Edward era tudo que eu sentia e via agora.
E foi a base de calor e prazer que passamos aquela noite.
...*...
Vi o pirata sair porta a fora depois que tínhamos tomado o nosso desjejum. Ainda me encontrava nua, mas isso não me importou. A nossa noite havia sido incrível, ele me proporcionou tantas sensações desconhecidas que eu ainda podia sentir o toque de sua boca na minha, de suas mãos no meu corpo. Toquei meus lábios sentindo o sabor de sua boca neles e um sorriso involuntário surgiu neles. Com certeza eu estava louca por ter gostado do beijo do fora da lei, pensei. Uma batida na porta fez-me pular. Enrolei-me em um lençol rapidamente antes de pergunta quem era.
– Sou eu princesa. – a voz melodiosa de Rosalie surgiu através da porta. Então o pirata realmente a havia mandado. Não sabia se isso era bom ou ruim, afinal ainda não havia me convencido de que Rose gostava de mim. Abri a porta e deixei-a entrar.
– Err... Oi – falei corando e abaixando a cabeça constrangida por ainda está nua.
– Bom, já devo imaginar porque Edward me mandou aqui. – falou com um sorriso brincalhão nos lábios. Foi até a enorme cama e se sentou. Fui nervosa sentar-me ao seu lado, de costas para a porta. – Então vocês fizeram?
– Não! Quer dizer... Sim... Não... – suspirei. – Mais ou menos.
– Como é que se faz “mais ou menos”?
– Eu não sei... Fazendo? – falei confusa. Ela suspirou exasperada.
– Ok! O que ele fez?
– Ele... Ele... — O nervosismo impedia-me de falar algo.
– Respira Isabella!
– Ok. – e respirei fundo tentando controlar o nervosismo. – Ele tocou... lá – falei a ultima palavra baixinho, deixando meu rosto ser coberto por um vermelho vivo.
– Lá onde? – perguntou, mas eu senti que ela só fez isso para gozar de minha cara.
– Lá! – apontei para baixo, em direção ao meu sexo.
– Ahh... – disse simplesmente e meu rosto ficou mais vermelho ainda. – Tocou como?
– Como? Err... Co-com a língua – e abaixei a cabeça corando até o ultimo fio de cabelo.
– Wou! – deixou escapar surpresa. – Bom, era de se esperar que ele fizesse algo assim, sendo amigo do Emmett, difícil imaginar o contrário.
– Rosalie, eu posso lhe perguntar algo? — falei timidamente. Ela me olhou confusa por um tempo antes de assentir com a cabeça. – É normal sentir o que eu senti?
– O que você sentiu?
– Eu senti como se meu corpo tivesse sido consumido por chamas, meu corpo queimava, mas eu não sentia dor, só queria que ele me tocasse cada vez mais. Queria sentir o toque de suas mãos, o sabor de sua boca. Queria ser preenchida por um prazer que eu nem sabia que poderia existir.
– Você sentiu tudo isso? – perguntou com um pequeno sorriso.
– É estranho? Eu sentir tanto prazer com alguém que eu odeio?
– Você realmente o odeia?
– Deveria, não é? Afinal ele me sequestrou.
– Vamos ser sinceras princesa, ninguém sente prazer com quem se odeia.
– O que isso quer dizer?
– Diga-me você. Isso que você sente pelo Edward, é ódio?
Pensei no que ela disse e percebi que o que eu sentia pelo pirata ia mais além de que um simples ódio. Claro que sentia um pouco de remorso por ele manter-me presa contra a minha vontade dentro de um navio, mas também me sentia agradecida pela sensação de segurança que só ele conseguia me transmitir. Fechei os olhos lembrando-me da sensação de suas mãos em meu corpo, de como eu me sentia viva quando ele estava perto. Não. Eu não sentia ódio pelo pirata, o que eu sentia era muito maior do que eu podia imaginar. Abri meus olhos vendo a verdade que tentei ignorar.
– Eu acho que amo o pirata. – falei e logo em seguida ouvi um arfa atrás de mim. Não precisava me virar para saber quem é.
O pirata havia escutado tudo que disse.
Rendo-me…
Minha alma é escrava,
Penando a cada dia,
Na paixão do agradar...
Na dolorosa passividade
Da existência mortal,
E na agressividade
Da esperança imortal...
Rendo-me…
Sem resistência,
Almejando a paz,
Ao delírio do prazer,
À excitação dos sentidos.
Rendo-me...
às necessidades
imersas da volúpia,
à paciência pachorrenta
de nada fazer do nada.
Ao medo de te perder,
Na flagelação da posse.
Rendo-me...
Ao desapontamento
Do vazio da distância,
Do orgulho ferido por garras
De amores traídos
Ou não vividos.
À escravidão dos passados,
Às torturas dos presentes,
E à imolação dos futuros.
Rendo-me...
Ao poder dos olhares.
Dos grilhões dos poemas.
Ao fascínio das cores
E à tesão das dores.
Aos deveres sagrados
E imposturas danadas.
Aos abismos dos erros
E às palmas das certezas.
Rendo-me...
Às poucas felicidades
E aos muitos desesperos,
À falsidade das verdades
E à verdade das mentiras.
Às praxes das irmandades,
E à devassidão da embriaguez...
Notas finais
Finalmente a nossa princesa admitiu o que tava na cara kkkkk, agora é saber o que o Capitão irá fazer kkk
Agradeço novamente os coments e recomendações, nós esperamos todas vocês novamente nesse capitulo ^^
Comentem e recomendem muiiiito!
Mil beijos e várias mordidinhas no pescoço...
P.
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