A Princesa De Hikaru
2 Cartas
Notas iniciais
P. O. V. Brady
Eu e Boomer estavamos sentados conversando, quando Mason gritou:
– Correio!
Sai correndo, eu estava esperando uma carta de um amigo. procurei a tal carta, nada. Mas havia outra carta, que se destacava, que havia me chamado a atenção. São envelope era branco com as bordas douradas, na frente um emblema brulhante, com o desenho de um floco de neve. A tal carta estava endereçada a Mason Makoola.
Abri a carta e li em voz alta:
Querido papai,
Já estou com saudades de você e dá Mikayla... Lembra do convite que você me fez semana passada de passar as ferias ai? Então, se ainda estiver de pé, eu quero ir. A vida aqui em Hikaru não está nada interesante... Na verdade Jake está gritando na minha orelha agora, por que eu não comi a ultima ervilha do meu almoço...
Aguardo sua resposta.
Com amor,
Nessie.
– Mason, quem é "Nessie"? — Perguntei interessado.
– Ninguém que importe... — Mikayla respondeu.
– Renesmee Rosalie Makoola, minha filha, irmã gemea da Mikayla...Princesa Nessie. — Mason suspirou.
– Sua filha? — Boomer interrompeu. — Princesa?
– Ela é princesa de Hikaru, uma ilha aqui perto... O pais do gelo, mais conhecido assim. Bom... Em todo caso — Mason continuou. — Nessie quer passar alguns dias aqui. E então reis?
– Um... Deixa eu ver, uma princesa, linda, gemea... É acho que sim... — Eu disse em tom obvio.
Então Mikayla tinha uma irmã gemea... Ruiva, linda, princesa de uma ilha... Perfeito.
P. O. V. Nessie
Abri os olhos e vi minha cama. Estava deitada em minha cama marquesa, estilo vitoriano, a luz fraca do inicio da manhã atravessa a persiana. Sim, o sol não brilha em Hikaru, o pais do gelo.
Esfreguei os olhos para afastar o pesadelo, quando ouvi uma voz me chamando da escada.
– Nessie.
Senti como se ainda estivesse sonhando. Mexi os labios para responder mas só consegui soltar um grunido.
– Renesmee? É hora de levantar.
O encanto do sonho desapareceu no momento em que a voz da minha mãe ficou voz mais alta e forte. E por ela ter me chamado pelo nome inteiro, Renesmee — Um nome antiquado e que ela sabia que eu detestava — , ela só me chamava assim quando estava realmente furiosa comigo. Minha voz voltou e respondi.
– Já desço em um minhuto.
Sai debaixo das cobertas, pulei da cama e andei até a comoda, lá estava o vestido branco de detalhes dourado que eu havia separado na noite passada. Tremi, dava para ver minha respiração no ar. Por que estava tão frio?
Quero dizer, sempre é frio, mas dessa vez estava ralmente gelado. Examinei o quarto, a janela principal estava entreaberta, não era muito. Mas o bastante para deixar o frio se apoderar do quarto. Me lembro perfeitamente de te-lá fechado, mas como alguém podia te-lá aberto, só a fechei.
Peguei minha roupa e corri pelo largo corredor em direção ao banheiro do meu quarto, com jacuzzi e boxe de banheiro separado. Me olhei pela primeira vez no espelho hoje.
Ignorei o maximo que pude meus olhos azuis claros, quase translucidos, me olhando no espelho novamente. Aqueles olhos de cores tão diferentes não me trouceram nada além de olhares por todos esses anos. Em vez disso, me concentrei nas coisas que podia mudar. Examinei meu rosto, aquela pele palida, depois mais para cima, imaginando pela milésima vez como poderia domar esses meus cabelos vermelhos, incontolavelmente ondulados.
Abri a janela para dar a primeira olhada na manhã ensolarada.
O brilho do sol afastou meu sonho e me animou um pouquinho. Pensei que talvez, no final das contas coseguiria chegar ao fim do meu primeiro dia em Kinkow
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