A Primeira Vez
1 A Primeira vez
Notas iniciais
e se estiver bom também.
Obrigada
Olhavas-me de forma penetrante, como se os seus olhos me quisessem devorar e me despir naquele preciso momento naquele preciso lugar.
Com um copo de Whisky na mão e ao som da musica, apercebias-te da minha forma de dançar, da maneira como a musica mexia comigo, de como a minha roupa se colava ao meu corpo deixando saliente aos teus olhos os meus seios …
Desejavas-me ali, naquele preciso momento… Eu sentia-o. Mas deixei-te saborear um pouco mais esse desejo que teimava em não passar e porque sabia como mexer contigo… Provoquei-te ainda mais…
Ao longo via o teu olhar percorrer todas as minhas curvas, ao longe me percebia do quanto esse desejo crescia cada vez mais e eu sabia que não tardaria muito a vires ter comigo e a arrancar-me dos braços másculos que me protegiam e tocavam no meu corpo enquanto ambos dançavam.
Queria ter-me e somente o faceto de saberes que poderia estar nos braços de outro… A ti provocava um misto de ciúmes e loucura que pretendias não tornar visível por meio mais tempo…
… Esse Momento Chegou…
Deixou o teu corpo sobre a coluna do som e dirigiste a mim sorrindo e piscando o olho ao mesmo tempo… Nada foi preciso dizer nada ao rapaz que ate aquele momento me acompanhava no palco daquela pista de dança… Afastou-se sem causar problemas, deixando-me livre para me entregar nos teus braços e ali mesmo nos divertimos ao som da musica…
Sentia-te perto de mais, sentia o teu cheiro, sentia as tuas mãos percorrerem as minhas costas enquanto tua boca não saia de perto da minha orelha…
Mordiscava-la ao de leve, como se quisesse sentir o meu sabor… Beijavas-me o pescoço e apertavas-me contra ti, levando-me ao teu sexo cada vez mais hirto e sedento de me provar…
Pediste-me para irmos embora, para sairmos dali queria estar comigo e ali estava gente de mais a observar-nos…
Eu sabia disso… Estávamos a ir longe de mais nessa nossa loucura e alguém poderia sair lesado sem que quiséssemos verdadeiramente.
Saímos sem que ninguém notasse e a caminho de casa, sem que ambos falassem uma única palavra, optamos pelo caminho mais longo… A noite estava calma e muito quente naquele mês de agosto
O Parque parecia-nos convidativo a um pequeno passeio…
Andamos… Procuramos um local onde ninguém nos pudesse ver ou se aperceber de que algo ali se poderia estar a passar…
Sentada no banco do parque, comecei por sentir a tua língua percorrer o meu pescoço, as tuas mãos levantavam-me a camisola que já não se encontrava colada ao meu corpo como antes estava, e os teus lábios beijavam cada milímetro dos meus seios. Sentia-os duro tu tocavas-lhes, beijava-lhes e eu sem te poder sentir…
Fechava os meus olhos, sentia o meu corpo arder e o meu coração a bater cada vez mais forte… Eu já não queria controlar-me… eu já não desejava que nenhum de nos se controlasse não naquela noite.
Beijavas-me, orava-me ao ouvido o quanto desejas esta noite e porque aquela saia era comprida de mais para nos os dois, subi mos um pouco mais de forma a poderes tocar as minhas pernas, de forma a poderes sentir todo o meu corpo, de forma a poderes perceber o quanto o meu sexo já estava úmido e sedento de te sentir dentro de mim…
Queria-te, desejava-te como há muito te desejava e porque naquela noite prometemos que não haveria mais ninguém, apenas nos os Dois…
A loucura ficaria ali, perdida no silencio daquele parque que nos tinha acolhido e nos servido de cama para o nosso único momento de Paixão…
Amei-te como não tinha amado nenhum Homem… e em nenhum dos inúmeros momentos fugazes, sentia-te como nenhuma outra mulher te tinha sentido antes… Ate aquela altura beijei-te, provoquei-te e voltei a beijar-te…
Era doce, o teu corpo suave… Nas tuas mãos… eu era tua… o meu corpo pertencia-te…
Percorreste-o como se o conhecesses há muito e não somente daquela noite… Fizeste-me gritar de prazer e tu… te tanta loucura e espera… Acabou por também atingir o limite do prazer que há tanto ansiávamos!!!
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