A Pomba Branca

4 Capítulo 4 - Um reencontro inesperado


Notas iniciais
~~Desculpa a demora

Conta Agda

Quando entrei na sala do trono, logo me assustei. A visita era o Kauan.

– Kauaaan! — corri e o abracei

– Oi Agda. Como vai a vida?

– Bem, agora sou rainha. Tenho uma linda e filha e um ótimo marido.

– Ah, você se casou.

– Como queria que eu me tornasse rainha sem me casar?

– Vejamos, existe a Elsa. Mas enfim, você casou com aquele camponês, o tal de João Victor?

– Sim, eu consegui convencer minha mãe a me deixar casar com quem eu realmente amava

– Ah, sim — ele pareceu um pouco triste ao dizer isso

– Mas e você? Continua solteiro?

– Como eu sempre digo: "amor é para os tolos". Então, creio que isso responda a sua pergunta.

– Acho esse seu lema uma babaquice.

– Nossa, perdoe-me vossa majestade mas preciso dizer que com essas palavras você trouxe de volta a Agda metida que eu conheci à 16 anos atrás. — nós dois rimos — Poderia chamar o David, soube que ele estava aqui, e queria muito vê-lo.

– Claro

Mandei chamar o David e em poucos segundos, David entrou correndo pela sala. Sem dizer nada, ele correu e abraçou o seu "irmão", quando vi ambos estavam chorando.

– Queria muito ver a Allana.

– E você pode. Mas por favor não conte nada a ela sobre a morte da mãe dela, eu não disse a verdade.

Conta Allana

– Senhorita Allana, você está sendo convocada a dirigir-se a sala do trono — disse o soldado Victor.

– Obrigada pela informação.

Por que será que me chamaram? Algo deve estar acontecendo, pois minha tia Agda já foi, meu pai já foi e agora só falta a Jullia.

Fui até a sala do trono e vi um moço que nunca havia visto na minha vida. Meu pai veio sorrindo até mim e percebi que ele havia chorado.

– Venha cá, Allana. Preciso que conheça alguém. — disse meu pai

– Como ela está grande. — disse o moço

(Boiei legal, fera.)

– Querida, este é Kauan. Meu primo, na verdade quase um irmão. — disse meu pai

– Prazer — disse Kauan

– Prazer primo — respondi

– Primo não, tio. E venha me dar um abraço, faz 16 anos que não te vejo. — disse Kauan

Eu o abracei. Ele parece ser bem legal. Mas ainda não sei porque não o conheci antes.

– Vou dar um tempo para vocês se conhecerem melhor... — disse meu pai.

Fui com meu tio para o jardim.

– Me conte mais sobre você. Tenho uma tia?

– Não, não sou desses de se apaixonar.

– E com o que o senhor trabalha?

– Bom, eu sou caçador.

– Ah, sim. Como você conheceu minha mãe?

– Por que não falamos sobre você agora.

Não acredito que ele não vai responder minha pergunta.

– E os namoradinhos? Já tem algum?

– Não.

– Que bom que você não puxou seu pai. Ele era muito namoradeiro.

– Mas tem um menino, o jardineiro real, pra ser mais precisa. Eu tenho uma quedinha por ele.

– Já era de se esperar... — nós dois rimos

– Bom, mas o senhor não respondeu minha pergunta ainda.

– Diga.

– Como o senhor conheceu a minha mãe?

– Eu a conheci...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.