A Pior das Traiçãos
16 Arthur salva e destrói vidas
–Eu vou acabar com você, seu imprestável – Molly já conseguirá com certos esforços e levantar, agora duelava de igual com Draco, sem se importar com a grande diferença de idades que eles tinham.
Enquanto Molly sentia seus braços doerem, suas pernas ficarem bambas e a dor percorrer seu corpo, ela avistava Draco esbanjar de boa saúde, ele parecia nunca se cansar, não importava quantos e com qual velocidade Molly lançasse os feitiços, eles sempre estava pronto, Molly usava toda sua força para surpreender Draco, mas, parecia que ele sempre estava pronto, como se estivesse lendo sua mente.
Draco pareceu perceber que Molly agora já sabia uma das duas maiores armas contra ela, pois abriu um enorme sorriso e novamente atacou, Molly desviou o feitiço com dificuldade, pensou em algum lugar onde ficaria sozinha para pensar, e aparatou, logo estava em lugar escuro, onde não se via nem a próprio corpo de tão escuto, ergueu sua varinha e sussurrou LUMUS, um feixe de luz apareceu na ponta de sua varinha, e ela viu a caverna na qual sempre se escondia em momentos difíceis, pensou seriamente em deixar Draco lá, sozinho, apenas esperando que ela viesse porem, descartou rápido essa possibilidade, pois ela queria vingar, queria matar Draco em nome de sua filha.
Respirou fundo e sentou numa pedra, Molly talvez soubesse que aquela batalha estaria perdida, pois, estava velha e todas as partes do seu corpo já doida, ela tinha sido uma ótima bruxa, porem agora a idade atrapalhara tudo.
Em um momento de coragem, respirou fundo e volto ao cenário de guerra no qual antes havia. uma linda casa onde morava uma família feliz.
O chão estava resseco, não havia mais a tal casa, apenas ruinas, corpos e sangues jogados pelo chão, varinhas em mãos na qual já não a usariam mais, Mollly estava no centro daquela guerra, uma voz ecoou por todo o local.
Querida Molly.
Desista, você não e palha para mim sua vadia.
Você esta velha e destruída, seus tempos de boa bruxa acabaram.
E agora eu acabei com você assim como você fez com minha tia.
Eu te odeio eternamente por isso.
e antes de tudo
foi ótimo matar sua filha que realmente me amava.
Molly sentiu como se uma faca estive-se sendo cravada em seu peito, como assim a Gina o amava? E sim o amava, como ele teve coragem e mata-la? A raiva atravessou cada centímetro do seu corpo, a vontade de matar percorria suas veias juntamente com seu sangue que fervia como se estive-se em um caldeirão.
Draco aterrissou em sua frente, sem pensar duas vezes, ela levantou a varinha e uma chuva de feitiços foi lançada, a raiva não permitia Molly de sentir nenhuma dor, Draco por sua vez também não cansava, e assim a batalha rolou durante horas.
Já era tarde, Molly já estava cansada, mas não se deixaria vencer, os cabeços de Draco caiam sobre a testa, seus olhos estavam vermelhos, e sua cara parecia finalmente cansada, Molly sentiu suas pernas bambearem e caiu no exato momento em que Draco gritava AVADA KEDAVRA, o feitiço felizmente passou por cima de sua cabeça, Molly assim como Draco viu algo aterrissar no chão resseco.
–Filho da puta- era Arthur, o marido de Molly seus rosto era de quem havia chorado durante todos os momentos no qual Molly estivera duelando, Draco se virou, curioso, Molly não poderia perder essa oportunidade, em fração de segundos reuniu sua forças brandiu sua varinha e gritou.
–AVADA KEDAVRA- Draco virou tentando desviar o feitiço, porem, era tarde demais, o feitiço atingiu a região do seu tórax e Draco caiu como uma pedra no chão.
Graças a Arthur, Molly havia vencido, e agora Draco estava morto.
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