A Pior das Traiçãos
10 King Cross
Rony aparatou num túnel escuro Harry estava um pouco inconsciente por causa da aparatação surpresa, ele deixou Harry deitado ali, poderia matar ele, mas queria brincar com ele o fazer sofrer para depois mata-lo, tinha feito loucuras por causa dele, para poder se vingar dele, para poder mata-lo, e ele final iria conseguir.
Harry ficou lá estirado no chão, falando sozinho coisas como, EU VOU MATAR O RONY E SEMPRE AMEI A HERMIONE, oque fez Rony socar as barriga com força mesmo ele não tendo reação nenhuma a não ser um simples gemido de desconforto.
Ele tinha preparo varias surpresas desagradáveis para Harry, oque deixaria Harry incrivelmente abalado, para poder duelar.
– então vamos à guerra seu filho da puta.
Harry estava caído nos trilhos de trem, não sabia onde estava, mas tudo estava escuro e o odor exalava fortemente as narinas de Harry, ele se levantou e caminhou, tomando cuidado para não cair e sentir mais dores, talvez Harry estivesse sonhado, oque seria bastante ótimo.
–olá amigo Harry 0- a voz de Rony ecoou por toda aquela estação.
–Onde você esta – gritou Harry respondendo a voz de Rony que vinha do além.
– siga minha voz seu imprestável, sirva pelo menos para isso. – Harry foi seguindo aquela voz, pois queria achar Rony e acabar com ele por tudo oque ele tinha feito. A imagem do seu filho junto com o de Hermione mortos sangrando, e seu sangue espalhados em setas por toda a casa invadiu a mente e Harry fazendo-o tremer de ódio e querer matar cada vez mais aquele filho da puta do Rony.
Ele viu uma luz ao fundo, no começo achou que estava morto mais ao chegar perto via que estava saindo do túnel no qual tinha caído.
Ao sair começou a olhar a estação king Cross do mesmo jeito que estava no seu sonho, suja, riscada e totalmente descuidada, ao andar mais um pouco Harry pisou em pisou em algo e olhou para baixo, até que teve um grande susto, seus olhos se encheram de agua e suas pernas bombearam.
Três pessoas estavam lá completamente mortas.
A pessoa que estava estirada no chão com nenhum dano físico porem seus olhos congelados davam para perceber que estava morta ela Minerva Mcgonagal, uma das professoras que Harry, mas gostou, ela a ajudou quando ele mais precisava, olhou para lado e Neville longbottom o garoto que ele divida o quarto na escola de magia e bruxaria de Hogwarts e que sempre fora um grande amigo estava encharcado de sangue e com um profundo corte da garganta ao fim da barriga onde dava para ver todos os seus órgãos internos. Harry foi andando, mas parou ao ouvir um gemido de dor, olhou para traz e Hangrid estava lá, deitado no chão seu grande corpo se debatia e seus olhos escondidos pelas suas sobrancelhas grandes estavam totalmente molhados pelas lagrimas.
– Hangrid, — Harry abaixou tocando em Hangrid, pegou sua varinha.
– Harry saia daqui, e. Uma. Armadilha – gemeu hangrid.
–Eu não vou sair daqui – cogitou Harry.
– se você gosta de mim saia daqui agora –
– AVADA KEDAVRA – ao ouvir aquilo Harry abaixou, pensando que o feitiço tinha sido lançado contra ele, mais o feitiço passou por cima da cabeça dele e atingiu hangrid no rosto, fazendo- para de gemer e cair duro.
Uma grossa lagrima caio do rosto de Harry ao ver Hangrid caído ali, ele saio correndo pelo próximo túnel, pois a voz tinha vindo dali, tinha perdido um amigo muito querido, um amigo que o ajudou muito durante seus anos em Hogwarts.
Depois de entra Harry pegou sua varinha e murmurou LUMUS a ponta da sua varinha se iluminou e Rony estava lá com uma varinha que não era a sua em punho.
–eu vou acabar com você por tudo oque você fez seu filho da puta. – o túnel foi iluminado por uma luz verde e uma luz vermelha que se encontraram no ar. Fazendo uma explosão ao se encontrarem.
A explosão no encontro da varinha foi ficando dourada e logo algumas pessoas saíram do meu das varinhas, Harry ficou confuso, pois a única vez que aconteceu isso foi quando Harry duelou com Voldemort no quarto ano, e segundo Dumbledore só acontecia quando as varinhas eram irmãs.
– sim Harry eu estou com a varinha do seu inimigo Voldemort, meus amigos comensais me deram, e você vai morrer por ela, vou finalmente realizar o desejo de Mi Lorde — os cabelos da nuca de Harry se arrepiaram ver o Rony faland0o assim dele, aquele que ele sempre tinha medo de falar o nome.
Os fantasmas arrodearam Harry falando coisas que faziam Harry se sentir muito mal.
Harry estava atordoado, aqueles fantasmas falavam coisas horríveis e soltavam gritinhos que doíam os tímpanos, Harry focou bem na batalha, colocando força na sua varinha para poder vencer Rony, mas logo sua atenção foi tirada, Lilian Potter saia da varinha de Rony assim como Thiago, sua mãe e pai tão queridos.
Os outros fantasmas sumiram, os feitiços sessaram, e tudo ficou escuro novamente.
–Você não sabe como eu fiquei feliz por ter morrido, pelo menos não vi a desgraça que meu filho se tornou – falou o fantasma de Lilian.
–Pensei que você me daria algum orgulho, que daria orgulho a casa da grifinoria no tempo de Hogwarts – completou o fantasma de Thiago.
–você e o pior filho que qualquer pai ou mãe poderia ter — falaram os dois fantasmas em uníssono.
Harry estremeceu, depois abaixou e levou a mão aos ouvidos, os fantasmas não pararam, os outros fantasmas voltaram, gritando, chegando, o túnel da estação ainda estava escuro, a única luz era a emitida pelos fantasmas, Harry gritou em seguida pensou na casa de Hermione, querendo ir, deu um leve giro.
Fale com o autor