Notas iniciais
OII *-*
Desculpem a demora, estive totalmente sem criatividade.
Mas aqui estou eu, beijinhos.

- Ora, ora.

Nos separamos abruptamente, Tom levantou-se e puxou-me rapidamente para seu lado. À nossa frente, a 10 passos de distancia, estava parado meu primo Abraxas Malfoy; ele nos olhava com um olhar frio, quase tão frio quanto o de Tom e a única emoção que eu podia sentir emanando dele era a raiva.

- O que quer aqui, Abrax? – Perguntei me aproximando.

Em resposta ele pegou a varinha.

- Eu vi Tom te puxando para a floresta, fiquei com medo que ele pudesse te fazer algum mal. – Respondeu ele. – Mas vejo que estavam se divertindo. “Somos apenas amigos” você disse; desde quando mente, Sophie?

- Eu não menti, Abrax, o beijo foi muito bom, devo admitir, mas foi algo errado. Somos apenas amigos, não é Tom? – Perguntei olhando rapidamente o moreno ao meu lado.

Tom me abraçava pela cintura de forma protetora que mostrava nitidamente que eu não me afastaria dele.

- Então porque estavam vindo para cá?! – Perguntou ele quase berrando.

- Eu iria contá-la sobre os comensais. – Disse Tom friamente.

Abraxas arregalou seus olhos.

- Você irá estragar a vida dela. – Disse ele temeroso.

POV Tom

- Ela quer isso, a escolha é dela. – Respondi.

- Malfoy, — Chamou Sophie – Cale sua boca e dê o fora daqui, você não entende que ninguém te quer por perto? Eu e Tom estávamos em um momento nosso e até mesmo isso você atrapalhou. – Disse ela bufando.

Tudo bem que aquilo pareceu intimo demais, mas afetou o Malfoy e ele simplesmente olhou novamente para ela e disse:

- Você vai se arrepender, como eu me arrependi.

E saiu.

Ela me olhou curiosa e disse:

- Vai me contar?

Notei que já havíamos chegado à clareira em que eu convocava meus comensais da morte. Indiquei um banco de pedras para ela, e ela sentou-se. Eu sentei-me ao seu lado.

- Sophie, eu tenho um grupo de alunos seletos. Pratico e ensino magias das trevas à eles. São todos Sonserinos, e temos um único propósito: acabar com os sangues-ruins. E desde que te conheci gostaria que você fizesse parte, mas também tenho medo por você. Você seria a primeira garota a se tornar uma comensal da morte. – Falei tudo em um fôlego só. Ela me olhava curiosa.

- Posso fazer parte, Tom? – Perguntou-me ela.

- Se você desejar isso. – Respondi sério.

- Não quero matar ninguém, Tom. Mas sei muitas magias, minha família... bem, é igual a família do Malfoy, a única diferença é que eles me ensinam coisas que meu tio nunca mostrou à Abraxas. – Respondeu-me ela temerosa.

- Não te obrigarei a dividir sua alma matando alguém. Mas se conhece mesmo, seria de grande ajuda. Tenho alguns servos com dificuldades. – Disse sorrindo.

- Servos? Eles não são seus amigos? – Perguntou ela, hesitante.

- Não tenho nenhum amigo além de você. – Respondi olhando nos olhos dela. Eu tinha a impressão que ela me entenderia.

- Eu quero servir a você Tom. – Disse ela séria.

- Não. Você não irá me servir. – Respondi.

- Mas você acabou de dizer que... – Ela ia dizendo, mas eu a interrompi.

- Você é minha melhor amiga, eu jurei te proteger e quero você ao meu lado, e não abaixo de mim. – Eu respondi suavemente, acariciando seus cabelos loiros.

Ela deitou-se em meu colo e sorriu para mim. O sorriso que eu tanto amo.

- Obrigada Tom. Ah, hoje um garoto me convidou para ir ao baile com ele. Mas eu disse que já tinha par. – Ela disse e sorriu para mim.

- Ah é?! E quem foi o garoto? – Perguntei fingindo pouco interesse.

- Foi um tal de Alec Rothwilins, é da Corvinal. – Disse ela banalmente.

- Ah sim. – Disse normalmente. Ela não precisava saber que ele iria sofrer muito por ter ousado querer sair com ela.

Logo depois resolvemos voltar para o castelo antes que escurecesse.

Ela parecia mais feliz do que nunca, andava quase saltitando ao meu lado, e possuía um sorriso gigante estampado em seu rosto. Como sempre estávamos andando de mãos dadas, o que atraia muitos olhares, mas ambos não nos importávamos com isso. O beijo dela é maravilhoso, ela é maravilhosa, mas a atração que sinto por ela é totalmente fraternal, é apenas uma amizade e eu comprovei isso hoje.

- Tom, vamos para o salão comunal? – Perguntou ela.

- Não, temos clube de duelos em 15 minutos. – Assim que falei isso seu sorriso se iluminou mais ainda.

- Podemos usar qualquer tipo de magia? – Perguntou ela.

- Desde que não seja magia negra, podemos sim. – Respondi sorrindo para ela.

- Tem competição? – Perguntou ela.

- Sim, eu sempre ganho, McGonnagal vem logo depois. – Respondeu ele.

- É aquela grifinória? – Perguntou ela e eu assenti com a cabeça. – Ah, ela ficava em segundo lugar. Eu pretendo ganhar, tenho quase certeza que ganhar de você é complicado, mas me agrada ficar em segundo, sendo que o melhor é você.

E sorriu docemente para mim.

- Não duelarei com você. – Respondi.

- Então perderá por desistência. – ela sorriu mais ainda.

- Você quem pediu, mas antes tenho que resolver um probleminha. Vem comigo? – Pedi.

Ela assentiu e começou a acompanhar meus passos em direção a um grupo de corvinais.

- Rothwilins. – Chamei e Sophie logo me olhou com os olhos arregalados.

Notas finais
Rewiews?