A Patricinha e o Geek

6 Pobre? Não pode ser!


Notas iniciais
Oie gente, quanto tempo não é mesmo? Nyah demorou mas acabou voltando, Para nossa alegria ♪ Estava morrendo de saudades de vocs e de ler fanfics. Olha, quero desabafar, eu sei que é chato ficar exigindo comentarios para ter novos capitulos, mas vcs tem que entender q o que fz eu ter 'energia' para continuar a fanfic é os comentários, eles sao como um carregador pra mim. E por isso eu posso encarecidamente que vocês comentem, pelo menos um simples gostei, não vai fazer mal a ninguém, se voces tiveram tempo de ler o capitulo, poderão perder mais uns 30 seg pra comentar. Pensem nisso. Agora sem mais delongas. BOA LEITURA.

Pov. Damon

Fim de bimestre, vários alunos se matando para tentarem aprender em uma semana matérias de três meses, como tenho os estudos em dia a semana de provas pra mim são molhes.

Entro na sala de inglês e vejo Elena folheando o caderno, provavelmente tentando decorar algo antes da prova. Eu ate ia oferecer ajuda para ela, porem achei melhor ignorar sua presença na classe e me sentar e foi exatamente o que eu fiz.

Logo a professora chegou e entregou as provas, fiz rapidamente, fui o primeiro a entregar, levei a minha prova ate a mesa dela e me retirei da sala.

Fui ate o pátio e me sentei em um dos banquinhos, logo Bonnie e Klaus chegaram e se juntaram a mim.

– Eai Dam, como foi sua prova?- Bonnie perguntou em quanto mexia em seu celular.

–Foi razoavelmente fácil, fui o primeiro a entregar e a sua?

–Mega fácil a prova de Química , acho que a professora estava ate brincando com a nossa cara, fiz em menos de 15 minutos.- Bonnie meio que se gabava pela inteligência, a prova de química não foi tão fácil assim, fiz ela ontem e posso dizer que era bem complicada.

–Hum, legal.

Ficamos conversando ate dar o sinal para a próxima aula. Tive mais duas provas até bater o sinal do intervalo.

Entrei na fila para pegar comida, peguei um hambúrguer e uma latinha de coca, quando fui entrar na outra fila onde pagava dei de cara com a Elena na minha frente.

–O seu cartão esta bloqueado. — Disse a menina do caixa.

–Passa de novo, sua maquininha deve estar quebrada. – Pude ver a mulher passando o cartão de novo.

–Deu bloqueado de novo.

–ANDA LOGO QUE EU QUERO PAGAR! – Alguém gritou no final da fila.

–Vou reclamar lá na diretoria que as maquinas de cartão de credito estão quebradas!- Disse Elena brava em quanto tirava notas de dinheiro da sua bolsa, ela saiu da mesa irritada e foi se sentar na sua mesa habitual.

Paguei meu lanche e fui me sentar.

– O que foi aquele tumulto na fila do caixa? –perguntou Klaus.

–Elena estava demorando pra sair da fila e os outros estavam se irritando.

–Affe, ela sempre quer aparecer. -Bonnie disse revirando os olhos.

–Desta vez não foi culpa dela. -Defendi. — Ela teve problemas com o cartão de credito.

–Mesmo assim, ela sempre quer ser o centro das atenções. — Bonnie odiava mortalmente Elena, ate hoje não sei por que, mas se eu perguntar com toda a certeza eu perderia a língua.

Depois da escola fui para casa, não tinha ninguém lá, meus pais estavam trabalhando e Anna ainda estava na escola. Almocei e fui ver um pouco de televisão, como não estava passando nada de interessante resolvi dar uma volta, talvez ir na casa do Klaus.

Peguei minha bicicleta e saio em direção a casa de Klaus, quando estou quase chegando lá, vejo uma garota sentada em baixo de uma arvore, ela estava com as mãos entre o rosto, ela era muito familiar, me aproximei um pouco e pude distinguir que aquela garota se tratava da Elena.

POV. Elena

Estava na classe de inglês fui a primeira a chegar, logo que me sentei abri meu caderno, não havia muita coisa ali, eu nunca copiava nadas, mas era o que bastava para responder pelo menos a metade da prova. Fiquei folheando o caderno na tentativa frustrante de tentar aprender algo. Sinto que outra pessoa esta presente na classe, com o rabo do olho vejo que era o Damon, ele nem olha pra mim e vai se sentar no seu lugar. Nem dou muita importância porque preciso me concentrar em decorar algo.

Em poucos minutos os alunos começam a entrar e logo em seguida a professora, ela manda guardamos todos nossos matérias, apenas deixáramos nossos estojos sobre a mesa. Ela entrega as provas e da o tempo estimado de 60 minutos para terminarmos.

Leio as perguntas e tento responder, mas a cada pergunta eu me enrolava mais. Em torno de 20 minutos Damon levanta e entrega sua prova. Isso me da raiva, por ele ser tão inteligente, queria ser assim , porem tenho muitas coisas para me preocupar antes dos estudos.

– O tempo acabou! Entreguem suas provas, agora!- OMG! Agora ferrou, eu tinha respondido apenas ¹/³ da prova.

Todos estavam se levantando e entregando suas provas e eu estava tentando ao Maximo responder a mais algumas perguntas, porem foi em vão já que a professora puxou a prova da minha mão.

–Eu disse que o tempo tinha terminado senhorita Gilbert.

–Desculpe não ouvi.

–Acho melhor à senhorita procurar um medico para seu problema de audição. – Que vontade de falar poucas e boas para esta vadia que deve estar sem sexo há anos e desconta tudo nos alunos.

– Vou sim professora e acho bom a senhora também procurar um medico.

–Um medico pra que? –Perguntou confusa.

– Para seus joanetes que estão horríveis. Agora com licença. – Disse e sai da classe.

Quando deu a hora do intervalo fui pegar meu lanche já que Rebekah havia faltado por estar gripada. Peguei um bolinho, uma maça e um suco de maracujá.

– US$ 15,00.

Peguei meu cartão e entreguei a moça, ela me entregou para por a senha.

–O seu cartão esta bloqueado. — Disse a garota mastigando um chiclete.

–Passa de novo, sua maquininha deve estar quebrada. – Ela passou o cartão de novo e o barulhinho de bloqueado tocou de novo.

–Deu bloqueado de novo.

–ANDA LOGO QUE EU QUERO PAGAR! – Alguém gritou no final da fila.

–Vou reclamar lá na diretoria que as maquinas de cartão de credito estão quebradas!- Disse irritada em quanto tirava algumas notas da minha bolsa, peguei meu lanche e fui me sentar.

– O que foi amiga?- Perguntou Hayley.

– Aquela maquina estúpida não estava aceitando meu cartão de credito.

– Aah, aconteceu isso comigo uma vez, fiquei muito irritada.- Falou e logo mudou de assunto.

Depois do intervalo tive mais uma prova e pelo menos nesta tirei uma nota boa, pelo menos uma nesta semana.

Na hora de ir embora me despedi das minhas amigas e em direção ao meu carro, coloquei minhas coisas no banco de trás e dei partida.

Cheguei em casa e dou de cara do meus pais na sala. Estranho, eles nunca aparecem em casa este horário.

– Qual o motivo de vocês terem deixado o tão importante emprego de vocês para estarem em casa a esta hora? Se eu tiver certa alguém morreu. –Disse revirando os olhos.

–Deixa de bobagem Elena, ninguém morreu. –Disse meu pai com olhar de reprovação.

–O que foi então?-Perguntei já ficando curiosa, se ninguém faleceu então é algo muito importante para eles estarem aqui de tarde em uma plena terça feira.

– Bom... Elena aconteceu algo que precisamos contar para você. — Ava, disso eu já sabia.

–Diga logo de uma vez para ela Alaric, não a enrole.

–Conte logo papai. –Disse já impaciente.

–Você lembra-se do Roger meu braço direito na empresa?-Assenti. -Pois bem ele nos roubou e estamos pobres, assim dizer.

–Você estava brincando não é mesmo?-Perguntei para ter certeza, ele negou.-Omg! E agora ? O que vai ser da gente? Ficamos pobres. Como vão pagar minha escola? Eu me recuso a sair de lá. – Comecei a falar muito rápido e pelo baque da noticia minha pressão caiu e eu tive que me sentar no sofá.

–Elena não exagere. Eu terei que vender a empresa sim, por falta de dinheiro para continuar com ela, porem ainda sou formado em medicina se você ai se lembra e posso muito vem arranjar um emprego no hospital da cidade.

– Mas papai mesmo o senhor trabalhando de medico, não conseguirá pagar esta casa, minha escola, as empregadas e fazer as compras pra casa.

–Por isso mesmo eu vou vender esta casa e comprar uma menor e demitir alguns empregados e ficar apenas com Rose que esta trabalhando na nossa família anos.

–C-como assim vender a casa?

–Elena entenda não temos mais condições de manter esta casa. –Disse mamãe revirando os olhos.

Agora esta definido, a minha vida acabou!!

Senti as lagrimas descerem, meu coração começou acelerar e o desespero de ser agora pobre tomou conta de mim. Minha única reação foi sair correndo porta a fora e entrar no meu carro. A ultima coisa que ouvi foi meu pai me chamando depois dei partida e fui dirigindo sem rumo.

Pensei em passar na casa da Rebekah, mas seria muito humilhante contar a ela que agora eu estava falida.

Quando estava cansada de dirigir, estacionei meu carro em qualquer lugar, sai dele e me encostei em uma arvore. Lá me derramei em lagrimas, comecei a pensar como seria minha vida sem dinheiro, ela seria péssima. Sem mais idas ao clube, sem passeios ao shopping freqüentemente, sem esbanjar de dinheiro.

–Elena? – Levantei a cabeça lentamente e dei de cara com o Damon ao meu lado. – O que ouve? Por que esta chorando?

– Sai daqui Damon. Deixe-me em paz.

–Elena, pelo menos uma vez na vida, me deixe te ajudar. –Disse olhando diretamente eu meus olhos. Seus olhos eram lindos e naquele momento eles brilhavam. Por impulso o abracei e comecei a chorar em seus ombros.

CONTINUA....

Notas finais
Eai? Gostaram? Espero que sim, comentem dizendo o que acharam. Volto logo, assim que receber uma quantia boa de comentarios. COMENTEM, FAVORITEM E RECOMENDEM !