A Past More Than The Present
11 Especial Nalissa - Parte 1
Notas iniciais
2014/Argentina, Buenos Aires.
1° dia de acampamento...
a viagem até a reserva florestal onde Melissa ficaria acampada foi longa, mas a morena não sentiu nada, pois dormiu a viagem inteiro. Depois de terem anunciado que ela teria que passar três dias acampada com Nathan, simplesmente não conseguiu se concentrar em nada. Sentiu alguém cutucando-a, fazendo com que ela acordasse. Abriu os olhos e viu Isa.
– estamos quase chegando garota, acorda. — Isa disse de maneira divertida tentando fazer Melissa rir, sem sucesso.
A morena acordava de mal-humor quase sempre. Mas, por incrível que pareça a garota não disse nada, apenas resmungou que estava com sono e foi até o banheiro do ônibus, escovou seus dentes e voltou para seu lugar ao lado de Isa, começaram a conversar e logo sentiram o ônibus parar. Pegaram suas malas e desceram do mesmo. A professora responsável pelo passeio começou a explicar que o lugar era como uma floresta, pediu que respeitassem e não saíssem dos limites da mata, em seguida mandou que um aluno de cada dupla pegasse uma pasta com tudo que eles precisariam para o acampamento. Nathan foi até eles, pegou a pasta com o seu nome e o de Melissa e andou em direção a garota que estava sozinha, pois suas amigas não estava por perto.
– o que tem na pasta? — ela indagou curiosa, ele focou sua atenção na pasta e abriu a mesma. Dentro da pasta tinha um papel dando as instruções do local onde eles dois ficariam acampados, um outro com algumas instruções do que eles deveriam fazer, etc... Nathan pegou a própria mochila e jogou nas costas, fechando a pasta pegando apenas um "mapa".
– vamos? — indagou. A morena sorriu, pegou a mochila e o seguiu.
XXXX
Os dois chegaram ao local indicado pelo mapa e viram uma plaquinha com os nomes de ambos, viram também a mochila com suprimentos e a barraca.
– até que enfim. — Melissa murmurou jogando a mochila com suas roupas no chão. Nathan riu e fez o mesmo.
Ambos começaram a montar a barraca em silêncio total, não conseguiam dizer nada um ao outro. Quando terminaram de montá-la já estava escurecendo, seguindo as instruções, Nathan fez uma fogueira, ambos sentaram-se ao lado dela e comeram qualquer coisa sem dizer uma palavra.
– que tal um jogo? — sugeriu e Melissa assentiu. — pode ser "Eu Nunca" ? — a morena deu uma risadinha baixa e assentiu mais uma vez, levantando as mãos e deixando todos os dedos a mostra, formando um dez. Nathan fez o mesmo.
– eu começo. — a morena afirmou. — eu nunca fugi de casa. — afirmou e observou Nathan abaixar um dos dedos. Arregalou os olhos. — não acredito.
– foi há mais ou menos um ano e meio atrás, eu tava meio revoltado com a vida e tals e resolve fugir de casa. Eu fiquei na casa da minha casa tia por 1 semana e ela não disse nada aos meus pais, mas no fim ela me convenceu a voltar pra casa. — ele explicou a história. — minha vez. — afirmou e sorriu. — eu nunca empurrei ninguém de uma escada. — Melissa ficou vermelha e abaixou um dedinho. Ele riu.
– não foi beeeem empurrar sabe?! Eu tava discutindo com uma ex- melhor amiga perto da escada e a cada coisa que eu falava ela dava um passo pra trás, até que ela caiu. — ele parecer pesar as palavras da morena. — minha vez.
– nada disso, você tem que pagar uma consequência. São as regras. — ele interrompeu-a e ela arqueou as sobrancelhas.
– você não pagou as consequências.
– o que você quer? — ele perguntou e ela sorriu maliciosamente.
– ler as mensagens do seu telefone. — afirmou a morena. Ele bufou e tirou os celular do bolso, entregando a ela em seguida.
(...)
– Nathanzinho, por que você não me ligou mais, eu te amo, por favor, volta pra mim. — Melissa leu a mensagem com vozinha melosa enquanto corria de Nathan. — nossa, essa tava desesperada. — Gargalhou e Nathan bufou.
– Melissa, me dá. — pediu enquanto corria atrás dela entre as árvores, a morena gargalhou e parou do lado da barraca. – olha só, tem uma mensagem da Ashley. Será que eu apago antes de ler ou depois de ler?! — indagou irônica.
– me dá. — ele tentou puxar o celular das mãos dela, mas os dois acabaram caindo ele em cima dela, ela escondeu o celular em baixo de si. — me dá, Melissa! Para de palhaçada, porra! — disse já irritado, ela gargalhou, ignorando o fato de ele estar deitado em cima dela.
– Não, agora o celular é meu. — falou ainda gargalhando, os olhos verdes dele escureceram, ganhando um brilho indefinido.
Nathan abaixou um pouco a cabeça e depositou um beijo no pescoço de Melissa que se arrepiou. Ele beijou toda a curvatura do pescoço dela e logo levou os lábios a orelha da mesma, mordeu de leve o lóbulo.
– qual é, Mel?! Me dá o celular vai. — sussurrou com a voz rouca no ouvido da morena, que arfou.
– N-n-não... — ela negou com a voz meio embargada, ele desceu um pouco os lábios e chegou aos lábios de Melissa.
Mordeu o lábio inferior da garota e em seguida a beijou. Um beijo calmo, intenso, que ambos queriam. Durante o beijo Nathan alcançou o celular que ela havia escondido em baixo de si e sorriu entre o beijo. Ele mordeu mais uma vez o lábio inferior da garota e se pôs de pé, se afastando da garota. Ela o encarou confusa e ele sorriu debochado.
– peguei. — disse mostrando o celular. Ela bufou e levantou-se, visivelmente chateada por ele te-la beijado apenas pra conseguir o telefone.
– eu te odeio, sabia? — ela disse enquanto batia nas próprias roupas tirando a poeira.
– sabia, deu pra perceber ontem quando você quase me engoliu no elevador. — ele disse ironicamente e Melissa corou violentamente, ele gargalhou e ela bufou.
– to com sono e não tô a fim de falar com você, então boa noite! — ela falou e entrou na barraca já montada, deitou-se no canto e puxou o cobertor para si, pois estava frio. Em seguida ouviu o barulhinho do fecho da barraca sendo aberto, virou-se e encarou o loiro que ali entrava.
– só tem uma barraca, vai ter que dormir comigo, morena. — afirmou rindo e se deitou. Melissa bufou e virou de costas pra ele, fechou os olhos tentando dormir e quando o sono a atingiu sentiu braços a envolvendo e um corpo quente colar no seu, de conchinha. Ele inalou o cheiro dela, enterrando-se em seus cabelos, ela suspirou.
– boa noite, minha morena! — o coração de Melissa deu um salto ao ouvi-lo chama-la de "minha". – boa noite, Nate
2014/Argentina, Buenos Aires. 1 dia de acampamento... a viagem até a reserva florestal onde Melissa ficaria acampada foi longa, mas a morena não sentiu nada, pois dormiu a viagem inteiro. Depois de terem anunciado que ela teria que passar três dias acampada com Nathan, simplesmente não conseguiu se concentrar em nada. Sentiu alguém cutucando-a, fazendo com que ela acordasse. Abriu os olhos e viu Isa. – estamos quase chegando garota, acorda. — Isa disse de maneira divertida tentando fazer Melissa rir, sem sucesso. A morena acordava de mal-humor quase sempre. Mas, por incrível que pareça a garota não disse nada, apenas resmungou que estava com sono e foi até o banheiro do ônibus, escovou seus dentes e voltou para seu lugar ao lado de Isa, começaram a conversar e logo sentiram o ônibus parar. Pegaram suas malas e desceram do mesmo. A professora responsável pelo passeio começou a explicar que o lugar era como uma floresta, pediu que respeitassem e não saíssem dos limites da mata, em seguida mandou que um aluno de cada dupla pegasse uma pasta com tudo que eles precisariam para o acampamento. Nathan foi até eles, pegou a pasta com o seu nome e o de Melissa e andou em direção a garota que estava sozinha, pois suas amigas não estava por perto. – o que tem na pasta? — ela indagou curiosa, ele focou sua atenção na pasta e abriu a mesma. Dentro da pasta tinha um papel dando as instruções do local onde eles dois ficariam acampados, um outro com algumas instruções do que eles deveriam fazer, etc... Nathan pegou a própria mochila e jogou nas costas, fechando a pasta pegando apenas um "mapa". – vamos? — indagou. A morena sorriu, pegou a mochila e o seguiu. XXXX Os dois chegaram ao local indicado pelo mapa e viram uma plaquinha com os nomes de ambos, viram também a mochila com suprimentos e a barraca. – até que enfim. — Melissa murmurou jogando a mochila com suas roupas no chão. Nathan riu e fez o mesmo. Ambos começaram a montar a barraca em silêncio total, não conseguiam dizer nada um ao outro. Quando terminaram de montá-la já estava escurecendo, seguindo as instruções, Nathan fez uma fogueira, ambos sentaram-se ao lado dela e comeram qualquer coisa sem dizer uma palavra. – que tal um jogo? — sugeriu e Melissa assentiu. — pode ser "Eu Nunca" ? — a morena deu uma risadinha baixa e assentiu mais uma vez, levanta do as mãos e deixando todos os dedos a mostra, formando um dez. Nathan fez o mesmo. – eu começo. — a morena afirmou. — eu nunca fugi de casa. — afirmou e observou Nathan abaixar um dos dedos. Arregalou os olhos. — não acredito. – foi há mais ou menos um ano e meio atrás, eu tava meio revoltado com a vida e tals e resolve fugir de casa. Eu fiquei na casa da minha casa tia por 1 semana e ela não disse nada aos meus pais, mas no fim ela me convenceu a voltar pra casa. — ele explicou a história. — minha vez. — afirmou e sorriu. — eu nunca empurrei ninguém de uma escada. — Melissa ficou vermelha e abaixou um dedinho. Ele riu. – não foi beeeem empurrar sabe?! Eu tava discuti do com uma ex- melhor amiga perto da escada e a cada coisa que eu falava ela dava um passo pra trás, até que ela caiu. — ele parecer pesar as palavras da morena. — minha vez. – nada disso, você tem que pagar uma consequência. São as regras. — ele interrompeu-a e ela arqueou as sobrancelhas. – você não pagou as consequências. – o que você quer? — ele perguntou e ela sorriu maliciosamente. – ler as mensagens do seu telefone. — afirmou a morena. Ele bufou e tirou os celular do bolso, entregando a ela em seguida. (...) – Nathanzinho, por que você não me ligou mais, eu te amo, por favor, volta pra mim. — Melissa leu a mensagem com cozinha melosa enquanto corria de Nathan. — nossa, essa tava desesperada. — Gargalhou e Nathan bufou. – Melissa, me dá. — pediu enquanto corria atrás dela entre as árvores, a morena gargalhou e parou em do lado da barraca. – olha só, tem uma mensagem da Ashley. Será que eu apago antes de ler ou depois de ler?! — indagou irônica. – me dá. — ele tentou puxar o celular das mãos dela, mas os dois acabaram caindo ele em cima dela, ela escondeu o celular em baixo de si. — me dá, Melisa! Para de palhaçada, porra! — disse já irritado, ela gargalhou, ignorando o fato de ele estar deitado em cima dela. – Não, agora o celular é meu. — falou ainda gargalhando, os olhos verdes dele escureceram, ganhando um brilho indefinido. Nathan abaixou um pouco a cabeça e depositou um beijo no pescoço de Melissa que se arrepiou. Ele beijou toda a curvatura do pescoço dela e logo levou os lábios a orelha da mesma, mordeu de leve o lóbulo. – qual é, Mel?! Me dá o celular vai. — sussurrou com a voz rouca no ouvido da morena, que arfou. – N-n-não... — ela negou com a voz meio embargada, ele desceu um pouco os lábios e chegou aos lábios de Melissa. Mordeu o lábio inferior da garota e em seguida a beijou. Um beijo calmo, intenso, que ambos queriam. Durante o beijo Nathan alcançou o celular que ela havia escondido em baixo de si e sorriu entre o beijo. Ele mordeu mais uma vez o lábio inferior da garota e se pôs de pé, se afastando da garota. Ela o encarou confusa e ele sorriu debochado. – peguei. — disse mostrando o celular. Ela bufou e levantou-se, visivelmente chateada por ele. Te-la beijado apenas pra conseguir o telefone. – eu te odeio, sabia? — ela disse enquanto batia nas próprias roupas tirando a poeira. – sabia, deu pra perceber ontem quando você quase me engoliu no elevador. — ele disse ironicamente e Melissa corou violentamente, ele gargalhou e ela bufou. – to com sono e não tô a fim de falar com você, então boa noite! — ela falou e entrou na barraca já montada, deitou-se no canto e puxou o cobertor para si, pois estava frio. Em seguida ouviu o barulhinho do fecho da barraca sendo aberto, virou-se e encarou o loiro que ali entrava. – só tem uma barraca, vai ter que dormir comigo, morena. — afirmou rindo e se deitou. Melissa bufou e virou de costas pra ele, fechou os olhos tentando dormir e quando o sono a atingiu sentiu braços a envolvendo e um corpo quente colar no seu, de conchinha. Ele inalou o cheiro dela, enterrando-se em seus cabelos, ela suspirou. — boa noite, minha morena! — o coração de Melissa deu um salto ao ouvi-lo chama-la de "minha". – boa noite, Nate
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