A Part Of Us

2 Capítulo 2


Notas iniciais
Eu sei que eu demorei, mas foi por causa do natal e da criatividade hahahaha enfim sem mais delongas, tenham uma boa leitura

Rachel P.O.V.

- Filha quando a gente chegar em casa a gente conversa sobre isso ok ?! Agora nós estamos indo para a casa do Tio Kurt e vai estar todo mundo lá, e ninguém vai querer ver você com essa carinha triste, então trate de colocar um sorriso bem lindo nesse rostinho. – Sorri para ela tentando mostrar que estava tudo bem, apesar de que por dentro eu estava a pondo de sair correndo.

- Tudo bem mamãe – Ela me respondeu, sorrindo e se ajeitando na cadeirinha do carro.

É, pelo visto eu não irei ter uma boa noite!

Quinn P.O.V.

Mary e Alisson brincavam no banco de trás do carro, elas estavam competindo para ver quem achava mais taxis, então já viu né , era uma gritaria no carro “ Taxi meu ” para lá e “Taxi meu “ para cá. Puck como o pai bobão que sempre foi, apenas ria de tudo o que as meninas faziam.

Assim que a Ali gritou o seu ultimo “ Taxi meu “, Puck estacionou o carro na frente da casa dos Hummel-Anderson, o carro de Rachel já estava lá, quando me dei conta a minha porta já estava aberta e o meu marido estendia a mão para me ajudar a sair do carro, e assim fomos todos em direção da casa.

Narrador P.O.V.

A noite havia sido pura diversão, enquanto os adultos conversavam sobre assuntos diversos, Mary, Alisson e Romeu estavam desenhando e enquanto isso Roberto e Gabriela cantavam no karaokê.

— Gente, olha lá – Disse Kurt, apontando com a cabeça para o filho a afilhada que estavam cantando ” Don't Stop Believin “ .

- Eles cantam muito bem, acho que vocês deveriam colocar eles em uma aula de canto – Falou Puck.

- Puck, eles já fazem musicais infantis, aulas de dança e as vezes vão comigo e com a Rachel para a Broadway, para que melhor que isso ? – Questionou Kurt.

- Ah é, verdade! Tinha me esquecido disso –Disse o moreno, tomando mais um gole de cerveja.

- Puck chega de cerveja por hoje – Falou Quinn, tirando o copo da mão do marido.

- Mas Quinn...

- Mas Quinn, nada! Você que tem que dirigir o carro e eu não vou deixar o senhor dirigir bêbado. – Bronqueou a loira

- Mas eu não estou bêbado – Retrucou o homem do moicano, iniciando uma discussão com a mulher.

Roberto P.O.V.

- Admita!

- Desculpe Bubs, mas eu não posso admitir uma coisa que não é verdade. – Jamais eu iria admitir que ela cantava melhor que eu, apesar de que ela realmente cantasse, eu não iria admitir.

- Poxa Robbie, você disse isso ontem, o que custa repetir isso hoje ?! – Perguntou a minha amiga.

- Não me lembro disso – Retruquei, levantando as minhas sobrancelhas.

- Ah quer saber, tanto faz! Eu sei que eu sou melhor mesmo – Disse ela. Modesta?! Sem duvidas!

- Vamos jogar Mário? – Perguntei.

-Vamos – Respondeu a Bubs.

- Gabi, vamos embora – Chamou a minha madrinha, poxa bem na hora que a gente ia jogar Mário.

- Mas mãe ...

- Mas mãe, nada! Vamos para casa, já esta ficando tarde e tem muita neve na estrada – Disse tia Rach.

- Tá bom mamãe – Gabi disse, se levantando e se despedindo de todo mundo junto com a tia Rach, e com o resto das pessoas, já que todos estavam indo embora.

Rachel P.O.V.

Já havíamos chegado em casa e até agora Gabi não tinha feito nenhuma pergunta sobre o pai, e isso me aliviava um pouco, mas nada que eu pudesse fazer iria acabar com o sentimento de culpa que eu sentia em relação a essa situação, quer dizer, foi tudo culpa minha.

- Mamãe – Gabi me chamou, ela estava na porta do meu quarto e já vestia seu pijaminha comprido de estrelinhas e sua pantufa de gatinho. Ela ficava tão fofa com essa roupa.

- Filhota – Sorri em resposta, abrindo os braços para que ela me desse um abraço.

- Eu vim dar boa noite – Sorriu meigamente.

- Boa noite meu amorzinho.

- Boa noite mamãe.

- Você quer dormir hoje aqui comigo? – Questionei ela, porque como toda mãe eu conheço muito bem a filha que eu tenho, e posso dizer com toda a certeza que ela queria dormir aqui.

- Bom, se você deixar?! – Ela riu.

- Deita ai de uma vez, deita – Respondi rindo também.

Ela se deitou ao meu lado e eu apaguei a luz, não demorou mais de 15 minutos e ela já estava dormindo como um anjinho. E eu fiquei olhando para o seu rostinho, porque ela tinha que ser tão parecida com ele, ela tinha puxado pouca coisa de mim até a personalidade era parecida com a dele, apesar de que a convivência entre eles era nula. Eu sento pena por priva-la de conhece-lo porque afinal de contas ele era o pai dela, e apesar de ela não falar, eu sei que ela quer conhecer ele. Mas na época eu não pensei direito sabe, ele tinha acabado de receber uma proposta para jogar nos Jets, um bebê naquele momento iria dificultar muito as coisas, e eu sempre escutava Kurt falando como ele dava duro para conseguir uma vaga, eu não queria atrapalha-lo. Só que apenas hoje eu vejo o erro que eu cometi, ele nem sabe que tem uma filha, e a partir de hoje eu vou arrumar um jeito de apresentar os dois, porem eu tenho medo de que ele a rejeite, não faz o perfil dele fazer esse tipo de coisa, mas eu não o vejo a 6 anos e uma pessoa pode mudar muito durante esse período. Nada ira me impedir, eu preciso fazer isso, ela precisa conhecer o pai e ele precisa saber que tem uma filha. E se eu bem me lembro, Kurt falou que ele iria para Ohio no feriado de Natal, talvez seja uma boa oportunidade, já que os meu pais querem nos visitar, e eu nunca tinha levado Gabi para Ohio, com medo de encontrar Carole na rua e ela reconhecer a neta, porque mulher tem sexto sentido, então é melhor nem arriscar. Mas agora chega de esconder a minha filha, ela vai conhecer o pai sim ou eu não me chamo Rachel Barbra Berry.

Notas finais
mereço review ??