A Paixão
3 Capítulo 3
Notas iniciais
POV Apolo
Estava tão feliz de Alison sentir o mesmo que eu, fazia anos que eu escondia o que sentia, cheguei a omitir este sentimento para mim mesmo. Quando nós, hm... fizemos aquilo, eu me senti perfeito.
Acordei antes dela, então fiquei observando-a dormir. Ela acordou depois de uns 15 minutos com um sorriso no rosto, ela se espreguiçou manhosamente.
— Bom dia. — eu disse para ela, e ela se sentou rapidamente
— Dia? — ela perguntou assustada — O acampamento! Meus irmãos! Eles devem estar preocupados! — Alison disse e eu comecei a me preocupar também, pensando em um jeito de leva-la para o acampamento sem nossa relação ser descoberta
— E se eu te levar para o acampamento, você estaria comigo, isso é uma desculpa não?
— O que você estava fazendo com seu pai?
— Você teve que me mostrar uma musica que você compos. E estava muito tarde, então você dormiu em meu palácio.
— Pode colar. — ela disse pensando na ideia — Ok. — ela assentiu
Colocamos nosso plano em ação, graças aos deuses, deu certo, mas antes de ir embora, eu dei minha benção a ela, um colar com o formato do sol.
2 semanas depois...
POV Alison
Eu não parava de enjoar, eu tinha suspeitas de que estava gravida, mas eu não contei para ninguem, sobre os enjoos ou sobre as minhas suspeistas.
Tomei uma decisão: iria a Nova York, iria comprar testes de gravidez e se desse posituvo eu iria falar com Apolo.
Foi o que eu fiz. De noite estavam todos dormindo, então, eu, que já havia deixado tudo arrumado para minha partida, corri para fora do acampamento, levando uma mochila e Madison estava em meu braço. Eu peguei carona com o taxi das irmas cinzentas (n/A eu naum lembro o nome do taxi, mas sabe aquele q o Percy e a Annabeth pegam em O Mar de Monstros? Esse dai).
Cheguei a Nova York rapidamente, então entrei na primeira farmacia que vi aberta, comprei um teste de gravidez e fui fazer no banheiro da farmacia mesmo. Deu positivo. Eu comecei a chorar, tinha 15 anos e estava gravida do meu pai! Resolvi ir para o Empire State contar para Apolo, eram 11:30 da noite, o porteiro estava fechando a porta, mas eu o impedi.
— Por favor! Preciso ir ao 600°! AGORA!
— Não existe 600° andar garota.
— Espero que muitos monstros venham me atacar e destruam a sua portaria! — eu disse
— Aqui. A porta vai ficar aberta, eu espero até você sair. — ele disse
— Ok. — eu disse. Eu entrei no elevador e coloquei a chave, apareceu o botão 600°, eu apertei e as portas do elevador se fecharam. Cheguei no andar desejado, então as portas se abriram e eu sai correndo ao palácio de Apolo. Seu quarto estava com a porta meio aberta, então eu entrei falando — Apolo, eu tenho uma noticia para... — não terminei a frase pois a cena que eu vi me chocou, Apolo estava na cama se agarrando com uma mulher, ele me olhou assustado. As lágrimas caiam pelo meu rosto, eu tirei o colar que Apolo me deu como benção e joguei nele. Então sai correndo.
Chorando, sai do Empire State, estava chovendo, mas não liguei, me escondi em um beco e comecei a chorar mais. Acariciei minha barriga, eu não ia abortar, não importa a dor que o pai dessa criança me trouxe, elas iriam me lembrar o momento em que fui mais feliz.
— A mamãe vai ficar com vocês para sempre. — eu disse, só não podia deixar Apolo descobrir sobre essa gravidez. E de uma coisa pode ter certeza, eu nunca mais vou aparecer no sol, assim ele não me acha.
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