A Outra Petrova
10 Aposta
Notas iniciais
Hilary on
Quando sai da casa dos Salvatore eu fui andar um pouco pela cidade. Ouvi alguém assobiar para mim e virei para trás. Kol.
– O que você quer? — digo olhando nos olhos dele e ele desvia o olhar.
– Sua cabeça numa bandeja? — ele diz como se fosse obvio e eu reviro os olhos.
– Kol, não viaja. Você não vai conseguir isso. — ele sorri
– É claro que vou conseguir.
– Se seu irmão não pode me vencer, por que você poderia? – digo sorrindo vitoriosamente
– Já liberou seus poderes de bruxa?
– Quer descobrir? — começo a falar um feitiço que li num grimório e começa a ventar. O vento começa a empurrar o corpo do Kol para frente o levando a floresta. Depois faço o vento o prender contra uma árvore e o enforco.
– Nunca duvide da minha força Kol — ele da um chute na minha barriga e eu caio no chão.
– Eu sou um original, sou mais forte que qualquer um. – reviro os olhos. Ele se acha.
– Sou mais poderosa
– Não se engane — ele se aproxima de mim
– Kol, não se aproxima. – digo me afastando. Eu sinto um pouco de medo do que ele pode fazer. O Kol é imprevisível.
– E se eu quiser?
– Sai Kol — eu grito e ele voa longe. Como fiz isso? Levanto nervosa e tento correr, mas ele segura a minha cintura.
– Fugindo de mim? Hilary Petrova fugindo de mim? – ele diz sarcástico e eu sorrio debochadamente
– Hilary Pierce
– Eu te chamo como quiser
– Kol, nossa história acabou. Tivemos algo juntos, mas foi no passado. Viva o presente.
– Mas e minha vingança por você ter me deixado?
– A vingança nunca é plena mata a alma — ele me interrompe
– Cale-se – ele diz com ignorância e eu quase dou um soco nele.
– Não fala assim comigo — grito e ele me empurra contra uma árvore fazendo minha bolsa cair no chão.
– Mandei calar a boca — ele se transforma e eu me assusto
– Kol, não me morde — digo nervosa. Ele é bem capaz disso.
– Relaxa queridinha — ele se aproxima do meu pescoço — Não vai doer
Alguém o puxa pelo pescoço e o joga no chão. Damon.
– Deixa a garota em paz — ele diz entrando na minha frente e eu sorrio.
– E se eu não quiser?
– Vai querer encarar um vampiro forte e uma híbrida poderosa? – entro na frente do Damon sorrindo – Acho melhor não. Eu sou bem resistente.
O Kol pensa um pouco e sai. Ele voltará, mas até lá eu me prepararei mais.
– Obrigada mesmo Damon — sorrio — Você me salvou
– Não foi nada. Só não se acostume, não sou um herói.
– Por quê?
– Porque quando as pessoas veem bondade, esperam por ela. E não quero ter que viver com as expectativas de ninguém.
– Uau — rio – Nós temos algo em comum. Nunca pensei que diria isso.
– O que?
– Não fazemos coisas legais para as pessoas por medo de elas esperarem sempre por isso.
–Hum. Posso perguntar uma coisa?
– Claro — me abaixo, pego minha bolsa e depois levanto sorrindo.
– Por que voltou?
– Vim atrás da Kath. Como passatempo mataria a Elena. Estava entediada.
– Eu não deixaria
– Como se você conseguisse me impedir — sorrio debochadamente — Eu sou difícil
– Mas eu te pegaria fácil — ele ri
– Quer tanto me pegar assim? Já está apaixonado por mim? — rio
– Claro — ele sorri ironicamente
– Você ainda se apaixonará por mim – digo sorrindo. Isso sempre acontece no final.
– Quer apostar que não?
– Claro. Se eu ganhar, você vai ter que fazer tudo o que eu quiser por uma semana. – digo sorrindo. Já posso até imaginar no que posso pedir. Eu sempre ganho mesmo.
– Se você perder, você vai ter que fazer um strip para mim.
– Não Damon. Não mesmo.
– Tá, você vai ter que usar seus dons de bruxa ao meu favor.
– Ok — estendo minha mão — Vamos apostar querido Damon?
– Claro — ele aperta minha mão. Fizemos uma aposta e eu vou vencer.
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