A Orfã Black

7 O Beco Diagonal


Notas iniciais
HEY ! OLE OLE OLE OLA NARRY! NARRY! Zuera 😂 Aproveitem! IT'S SO FLUFFY!

–Bem-Vinda ao Beco Diagonal Meninas! Antes de comprar seus materiais teremos que passar em Gringotes.."

Nicoly deu uma espiada rápida por cima do ombro e viu o arco encolher instantaneamente e virar uma parede sólida, antes de perguntar confusa:

"-Oque é Gringotes Hagrid?"

"-É o banco dos bruxos, e devo dizer que sua família tem uma grande quantia!"

Arregalou os olhos. Sempre penssou que

não tinha nada além de doações.

O sol refulgia numa pilha de caldeirões à porta da loja mais, próxima. Caldeirões — Todos os Tamanhos — Cobre, Latão, Estanho, Prata, dizia um letreiro acima.

"-É você vai precisar de um — disse Hagrid —, mas temos de apanhar o seu dinheiro primeiro."

As meninas desejaram ter vários olhos. Virava a cabeça para todo o lado enquanto caminhavam pela rua, tentando ver tudo ao mesmo tempo: as lojas, as coisas as portas, as pessoas fazendo compras.

Uma mulher gorducha do lado de fora de uma farmácia abanou a cabeça quando passaram por ela e disse:

"— Fígado de dragão, dezessete sicles trinta gramas, eles endoidaram..."

Um pio baixo e suave veio de uma loja escura com um letreiro onde se lia "Empório de Corujas — douradas, das torres, do campo, marrons e brancas".

Vários garotos mais ou menos da idade de Margô espremiam os narizes contra a vitrine que tinha vassouras.

— Olhe — Nicoly, ouviu um deles dizer — a nova Nimbus 2000, mais veloz que nunca.

Havia lojas que vendiam vestes, lojas que vendiam telescópios e estranhos instrumentos de prata que a menina, nunca vira antes, janelas com pilhas de barris contendo baços de morcegos e olhos de enguias, pilhas mal equilibradas de livros de feitiços, penas de aves para escrever e rolos de pergaminhos, vidros de poções, globos de...

— Gringotes — anunciou Hagrid.

Tinham chegado a um edifício muito branco que se erguia acima das lojinhas. Parado diante das portas de bronze polido, usando um uniforme vermelho e dourado, Agnes agarrou a mão de Nicoly de susto, havia...

— É, é um duende — disse Hagrid baixinho, enquanto subiam os degraus de pedra branca até o duende. Ele era do mesmo tamanho que Edith. Tinha uma cara escura e inteligente, uma barba em ponta e, Nicky reparou, mãos e pés muito compridos. O duende os cumprimentou com uma reverência quando entraram.

Em seguida depararam com um segundo par de portas, desta vez de prata, onde havia gravado o seguinte:

Entrem, estranhos, mas prestem atenção,

Ao que espera o pecado da ambição,

Porque os que tiram o que não ganharam

Terão é que pagar muito caro,

Assim, se procuram sob o nosso chão,

Um tesouro que nunca enterraram,

Ladrão, você foi avisado,

Cuidado, pois vai encontrar mais do que procurou.

— Não te disse? Só um louco tentaria roubar o banco — lembrou Hagrid.

Dois duendes se curvaram quando eles passaram pelas portas de prata e desembocaram em um grande saguão de mármore.

Havia mais de cem duendes sentados em banquinhos altos atrás de um longo balcão, escrevendo em grandes livros-caixas, pesando moedas em balanças de latão, examinando pedras preciosas com óculos de joalheira. Havia ao redor do saguão portas demais para contar, e outros tantos duendes acompanhavam as pessoas que entravam e saiam por elas. Hagrid e o quarteto de meninas se dirigiram ao balcão.

— Bom dia — disse Hagrid a um duende desocupado. Viemos sacar algum dinheiro do cofre da Srt Nicoly McKinnon Black.

O duende arregalou os olhos mas depois tratou de disfarçar:

"- O senhor tem a chave?"

As garotas viram Hagrid começar a esvaziar os bolsos em cima do balcão, espalhando um punhado de biscoitos de cachorro mofados em cima do livro-caixa do duende. O duende franziu o nariz.

— Achei — exclamou Hagrid finalmente, mostrando uma chavinha banhada em prata com esmeraldas cravadas.

O duende examinou-a cuidadosamente.

— Muito bem!Vou mandar alguém levá-lo aos dois cofres. Grampo!

Grampo era outro duende. Depois que Hagrid enfiou todos os biscoitos de cachorro de volta nos bolsos, ele e as meninas acompanharam Grampo a uma das portas que havia no saguão.

Grampo segurou a porta aberta para eles passarem. As meninas que esperavam mais mármore, surpreendeu-se. Encontravam-se em uma passagem estreita de pedra, iluminada por archotes chamejantes.

Era uma descida íngreme, em que havia pequenos trilhos. Grampo assobiou e um vagonete disparou pelos trilhos em sua direção.

Eles embarcaram Hagrid com alguma dificuldade e partiram.

A princípio eles apenas viajaram em alta velocidade por um labirinto de passagens cheias de curvas. O vagonete barulhento parecia conhecer o caminho, porque Grampo não o estava dirigindo.

Os olhos de todas ardiam no ar frio que passava rápido por eles, mas mantinha-os bem abertos. Uma vez, Nicoly pensou ter visto uma labareda no fim da passagem e se virou para conferir se era um dragão, mas foi tarde demais, eles mergulharam ainda mais fundo, passaram por um lago subterrâneo onde se acumulavam no teto e no chão enormes estalactites e estalagmites.

Nicoly viu que Hagrid realmente estava muito verde e quando o vagonete afinal parou ao lado de uma portinhola na passagem, Hagrid saltou e precisou se apoiar na parede para os joelhos pararem de tremer.

Mas no momento em que Nicoly pôs os pés, conteve o impulso de recuar mas lembrou se da possibilidade de cair no abismo abaixo de si.

Um enorme dragão pousou em frente á menina, percebeu que era cego ao encarar seus olhos brancos leite, parecey farejar o ar, para no segundo seguinte sumir em uma labareda de fogo.

"-As famílias mais antigas tem dragões guardando seus cofres, eles sabem farejar um herdeiro."-Disse Grampo dando um sorriso maldoso provalvelmente pensando oque ocorreria a pessoa que quisese roubar o cofre.

Dentro havia montes de moedas de ouro. Colunas de prata. Pilhas de pequenos nuques de bronze.

"— É tudo seu — sorriu Hagrid.

Tudo de Nicoly — era inacreditável." Prudence com certeza não sabiam da existência daquilo ou teriam tirado tudo mais rápido do que uma piscadela. Todos esses anos sustentando a si mesma e suas filhas com o pouco dinheiro do orfanato.E durante todo aquele tempo havia uma grande fortuna que lhe pertencia, enterrada no subsolo de Londres.

Hagrid ajudou Nicoly a guardar um pouco do dinheiro em uma saca.Enquanto o trio explorava o extenso lugar.

"— As moedas de ouro são galeões — explicou ele. — Dezessete sicles de prata fazem um galeão e vinte e nove nuques fazem um sicle, é bem simples."

Logo uma idéia veio á Nicoly.

"-Anh, Hagrid teria como trocar esse dinheiro para dinheiro normal?"

Hagrid no começo pareceu confuso com oque ela queria dizer com "normal".

"-Oh claro!"

O quarteto não sabia aonde correr primeiro agora que tinha uma saca cheia de dinheiro tanto bruxo quanto trouxa, pois agora havia entendido oque seria "trouxa".

— Vamos comprar logo o seu uniforme — falou Hagrid, indicando com a cabeça a loja Madame Malkin — Roupas para Todas as Ocasiões. — Escute aqui, meninas, vocês se importariam se eu der uma corrida no Caldeirão Furado para tomar um tônico? Não faz tanto tempo assim que já fui em um e não acustumo. — Ele realmente parecia meio enjoado, por isso as garotas entraram na loja Madame Malkin.

Madame Malkin era uma bruxa baixa, gorda e sorridente, toda vestida de lilás.

— Hogwarts, querida? — perguntou quando Nicoly começou a falar. — Tenho tudo aqui. Para falar a verdade, tem outra garotinha agora ajustando uma roupa. Enquanto isso as garotas se sentaram nos bancos do que se parecia uma sala de espera.

Nos fundos da loja, uma garota de rosto gorduchoe cabelos lisos cortados no ombro e uma franja reta , estava em pé em cima de um banquinho enquanto uma segunda bruxa encurtava suas compridas vestes pretas. Teve um súbito pensamento que ela parecia um buldogue. Madame Malkin colocou Nicoly num banquinho ao lado da outra, enfiou-lhe uma veste comprida pela cabeça e começou a marcar a bainha na altura certa.

"— Eai?— cumprimentou a garota. — Hogwarts também?"

"— Sim."

"— Minha mãe está na loja ao lado comprando uma coruja e meu pai está mais adiante procurando livros. "— disse a garota. Tinha uma voz fina e irritante.

'— Você tem vassoura?" — perguntou a garota.

"— Não."

"— Sabe jogar Quadribol?"

"— Não"-respondeu novamente Nicoly, perguntando-se que diabo seria esse tal de Quadribol.

"— Eu sei, mas minha mãe disse que uma dama não joga guadribol."

"-Hum."-resmungou aquela conversa estava se tornando patética pensava a ruiva.

"-Meu Deus! Que homem grande!! — falou a garota de repente indicando com a cabeça a vitrine. Rúbeo estava parado diante dela, rindo para Nicoly com as filhas suas ao seu lado e apontando para dois grandes sorvetes que cada um segurava, mas Hagrid segurava dois, para explicar que não podia entrar.

— É o Rúbeo — disse Nicoly, contente por saber alguma coisa que a garota não sabia. — Ele trabalha em Hogwarts.

— Ah ouvi falar dele. E uma espécie de empregado, não é?

— É o guarda-caça — explicou Nicoly. A cada momento estava pensando na possibilidade de ela ser sua inimiga declarada.

— É, isso mesmo. Minha mãe falou que é uma espécie de selvagem.

— Acho que ele é incrível — retorquiu Nicoly com frieza que nunca usava.

— Ah, é? — disse a garota com um leve desdém. — Porque é que ele está acompanhando você? Onde estão os seus pais?

— Estão mortos — respondeu Nicoly firmemente. Não tinha muita vontade de alongar o assunto com aquela garota.

— Ah, sinto muito — disse a outra, sem parecer sintir nada.

— Mas eram bruxos, não eram?

— Sim.

— Eu acho que não deviam nascidos-trouxas entrarem suja tanto a imagrm de Hogwarts, por falar nisso, como é o seu nome?

Mas antes que Nicoly pudesse responder, Madame Malkin anunciou:

— Terminei com você, querida.

E, Nicoly, nem um pouco triste, pulou do banco e foi em direção á Hagrid e as meninas que a aguardavam.

Nicoly estava doida para encher Hagrid de perguntas mas achou melhor começar por partes:

"-Hm, Hagrid, oque é nascidos-trouxas?"

"-São crianças que nascem de famílias onde não há resquício mágico.."

"-Eu devo ser uma né?"

"-Oh não! Você vem de uma longa linhagem posso assim dizer "puro-sangue", mas a maioria foi da Slytherin."

"-Epa peraí, oque quer dizer com maioria? E aliás oque é Slytherin?"

"-Bem Slytherin é uma das quatro casas de Hogwarts assim como Gryffindor, Ravenclaw, e Hufflepuff, mas seu pai e sua mãe foi da Gryffind- Hagrid pareceu falar demais pois no si próprio interrompeu pondo a mão na boca.

Mas Nicoly tinha chegado onde queria e ia desistir:

"-Então você conheceu meus pais hun?"

Hagrid pareceu envergonhado por ter deixado alguma informação escapar.

"-Desculpe mas informação que não posso falar.."

Já que ele não iria falar Nicoly descobriria sozinha.

Eles pararam para comprar pergaminho e penas. Agnes se amou quando descobriu um vidro de tinta que mudava de cor enquanto a pessoa escrevia e Nicoly comprou para ela poder desenhar quando chegar no orfanato. Quando saíram da loja, perguntou:

— Rúbeo, o que é Quadribol?

— Puxa você e Harry são iguais até nas perguntas.

–Harry? Quem é Harry?

–Nínguem muito importante mas Quadribol é o nosso esporte. Esporte de bruxos. É como o futebol no mundo dos trouxas. Todos praticam Quadribol. A gente joga no ar montado em vassouras com quatro bolas. É meio difícil explicar as regras.

Até passaram (lê-se arrastados por um pingo de gente ou Agnes) em uma loja de ursos de pelúcia mágicos que mudavam de cor, onde Agnes comprou um unicórnio quase do seu tamanho "ISSO É TÃO FOFO".

Eles compraram os livros escolares de Nicoly em uma loja chamada Floreios e Borrões, onde as prateleiras estavam abarrotadas até o teto com livros do tamanho de paralelepípedos encadernados em couro, livros do tamanho de selos postais com capas de seda, livros cobertos de símbolos curiosos e alguns livros sem nada.Até Visitaram a farmácia, que era bem fascinante para compensar seu cheiro horrível, Hagrid explicou que era para a matéria de Poções e achou que se daria bem nessa matéria.

Havia no chão barricas de coisas viscosas, frascos com ervas, raízes secas e pós coloridos cobriam as paredes, feixes de penas, fieiras de dentes e garras retorcidas pendiam do teto. Enquanto Hagrid pedia ao homem atrás do balcão um conjunto de ingredientes básicos para preparar poções para Nicoly, as meninas examinava curiosas as coisas do lugar.

Ao saírem da farmácia, Hagrid verificou a lista de Nicoly mais uma vez.

— Só falta a varinha. E depois podemos ir até a loja de animais e assim poderá escolher um animal de estimação para você.

As garotas sentiram a animação percorrer suas veias sempre quiseram um animalzinho para brincarem.

Uma varinha mágica... Era realmente o que a menina andara desejando.

A última loja era estreita e feiosa. Letras de ouro descascadas sobre a porta diziam Olivaras Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 A.C. Havia uma única varinha sobre uma almofada púrpura desbotada, na vitrine empoeirada.

Um sininho tocou em algum lugar no fundo da loja quando eles entraram. Era uma lojinha mínima, vazia, exceto por uma única cadeira alta e estreita em que Hagrid se sentou para esperar.

Nicoly teve uma sensação esquisita como se tivesse entrado em uma biblioteca muito exclusiva, engoliu um monte de perguntas novas que tinham acabado de lhe ocorrer e ficou espiando os milhares de caixas estreitas arrumadas com cuidado até o teto. Por alguma razão, sentiu um arrepio na nuca. A própria poeira e o silêncio ali pareciam retinir com uma magia secreta.

— Boa tarde — disse uma voz suave. Nicoly se assustou. Hagrid e as meninas deviam terem-se assustado também, porque se ouviu um rangido alto e um gritinho abafado de Agnes, e ele se levantou rapidamente da cadeira alta e estreita.

Havia um velho parado diante deles, os olhos grandes e muito claros brilhando como duas luas na penumbra da loja.

— Olá — disse Nicoly constrangida.

— Ah, sim — disse o homem. — Sim, sim. Estava aguardando sua visita Nicoly Black. — Não era uma pergunta. — Você tem os olhos de seu pai. Parece que foi ontem que ele esteve aqui, comprando a primeira varinha. Vinte e seis centímetros de comprimento, farfalhante, feita de salgueiro. Uma boa varinha para transformações. Já o sua mãe, na qual herdará esses belos cabelos ruivos, deu preferência a uma varinha de mogno. Vinte e oito centímetros. Flexível. Um pouco mais de poder e excelente para Feitiços.

Ele sacudiu a cabeça e então, para alivio de Nicoly, viu Hagrid.

— Hagrid! Novamente á serviço de Dumbledore hein? Bom agora, Srta. Black vamos ver. — E tirou uma longa fita métrica com números prateados do bolso. — Qual é o braço da varinha?

— Hum... Bom, sou canhota — respondeu-lhe.

— Estique o braço. Isso. — Ele mediu do ombro ao dedo, depois do pulso ao cotovelo, do ombro ao chão, do joelho à axila e ao redor da cabeça. Enquanto media, disse, — Toda varinha Olivaras tem o miolo feito de uma poderosa substância mágica, Srta. Black Usamos pelos de unicórnio, penas de cauda de fênix e cordas de coração de dragão.E alguns casos especias. Não há duas varinhas Olivaras iguais como não há unicórnios, dragões nem fênix iguais. E é claro, o senhor jamais conseguirá resultados tão bons com a varinha de outro bruxo.

O Sr. Olivaras andava rapidamente em volta das prateleiras, descendo caixas.

— Certo, então, Srta. Black. Experimente esta. Faia e corda de coração de dragão. Vinte e três centímetros. Boa e flexível. Apanhe e experimente.

Nicoly apanhou a varinha e (sentindo-se boba) fez alguns movimentos com ela, mas o Sr. Olivaras a tirou de sua mão quase imediatamente.

— Bordo e pena de fênix. Dezoito centímetros. Bem elástica. Experimente.

Experimentou, mas mal erguera a varinha quando, mais uma vez, o Sr. Olivaras a tirou de sua mão.

— Não, não. Tome, ébano e pêlo de unicórnio, vinte e dois centímetros, flexíveis. Vamos, vamos, experimente.

Não fazia idéia do que é que o Sr. Olivaras estava esperando. A pilha de varinhas experimentadas estava cada vez maior em cima da cadeira alta e estreita, mas, quanto mais varinhas o Sr. Olivaras tirava das prateleiras, mais feliz parecia ficar.

— Freguês difícil, hein? Me lembra um cliente que veio não faz tanto tempo.Não se preocupe, vamos encontrar a varinha perfeita para o senhor em algum lugar, estou em duvida, agora... É, por que não? Uma combinação bem estranha, Trinta e quatro centímetros de comprimento, boa e maleável, feita de mogno, com fios de cabelo de fada da neve, uma ótima varinha para transformações.

Nicoly apanhou a varinha. Sentiu um repentino calor nos dedos. Ergueu a varinha acima da cabeça, baixou-a cortando o ar empoeirado com um zunido, e uma corrente de flocos de neve que brilhavam com diamantes saíram da ponta, Hagrid gritou entusiasmado e bateu palmas e o Sr. Olivaras exclamou:

— Bravo! Mesmo, ah, muito bom. Ora, ora, ora... Que interessante... Interesantíssimo...

Repôs a varinha de Nicoly na caixa e embrulhou-a em papel pardo, ainda resmungando:

— Interesante... Intessante...

— O senhor me desculpe — disse Nicoly —, mas o que é interessante?

O Sr. Olivaras encarou Nicoly com aqueles olhos claros.

— Apenas uma única vez, apena uma,fiz uma varinha de fio de cabelo de fada da neve, muitos já disputaram esta varinha, mas na verdade é a varinha que escolhe o bruxo.

Pagou sete galeões pela varinha e o Sr. Olivaras curvou-se à saída deles.

Agora a meninas andavam animadas pela loja de animais sempre espiando por dentro das gaiolas, mas algo prendeu sua atenção:

Um filhote do que se parecia um lobo, tinha pelo cinzento mais ainda tem finas mechas azuis, toda hora que alguém passava ele abanava o rabo, mas quando nem davam atenção á ele, se aproximou dele e viu as lindas safiras azuis abriu a gaiola, e o pegou o colo fazendo o mesmo se enroscar no seu pescoço.

Por fim deu-lhe o nome de Folks, também levou uma coruja com penas douradas, para sempre poder se comunicar com Agnes, Edith e Margô.

Que decidiram o nome de Pinky.

O sol de fim de tarde quase chegara ao horizonte quando as meninas e Hagrid refizeram o caminho para sair do Beco Diagonal, atravessaram a parede e passaram novamente pelo Caldeirão Furado, agora vazio.

Já estavam no orfanato e logo Hagrid disse:

—Bem crianças terei que ir agora, parece que eles estão chegando.

Nicoly ia perguntar a quem ele se referia mas ele já tinha desaparecido.

Até um estrondo ser ouvido.

E em meio a poeira viu uma massa ruiva assim como os seus.

"—Olá, sou Arthur Weasley (...)"

Notas finais
Reviews?? No mínimo dois seria pedir demais? 😞 Eaí alguma idéia onde elas passaram o resto das férias?