A Orfã Black

24 Hello Theodore Goodbye Prudence


Notas iniciais
SORRY SORRY SORRY SO SO SORRY Mas eu tenho motivos ok? A minhas aulas estavam previstas para acabar na segunda MAAAS A professora havia faltando e por consequencia tiveram que adiar a prova para ontem e e entao eu tive que ficar os outros dias fazendo trabalhas para pontos extras que eu nessesitava com algumas notas baixar em ciencias 3 Mas to de volta :)) E agr fica mais facil pra postar cmg de ferias ta? Capitulo ta curtinho mas provalvemente segunda eu posto outro bjo♥ APROVEITEM!!

Nicoly se sentia apreensiva. Teria que voltar para o orfanato á busca de algumas roupas que foram deixadas lá.

Fora deixada no orfanato por Arthur Weasley por meio de aparatação, mas o mesmo teve que voltar ás pressas para o ministério á deixando junto com uma bolsinha de Pó de Flu, para voltar para a Toca assim que pegasse o que for necessário.

Olhava perdida em pensamentos o jardim do orfanato.

O Orfanato West Lake na imaginação de Nicoly nunca esteve em um estado tão deplorável. O jardins que antes eram cuidados por Edith que se mostrou amante de jardinagem, agora era nem de longe o lindo campo de margaridas de antes. Estava tão distraída que pisou em uma pedra indo de encontro com o chão. Bufou irritada desde quando andava tão desastrada?

Já tinha se reerguido novamente quando ouviu uma vozinha infantil atrás de si fazendo Nicoly pular de susto e virar rápido demais quase perdendo o equilíbrio novamente;

­­- Olá?!

– Por Merlin garoto não faz isso — disse ao constatar que era um menino de estatura baixa que aparentava ser um pouco mais velho que Agnes.

– Desculpa sou Theodore, mas me chame de Theo — disse risonho apertando um ursinho de pelúcia de aparência gasta -Você não é daqui é? — completou de forma curiosa fazendo seus olhinhos de um tom castanho escuro brilharem mas se assustou um pouco ao reparar que o menino tinha os olhos levemente puxados o que a fez pensar se ele tinha alguma descendia asiática.

– A sou Nicoly mas me chame de Nicky... — Porque estava ali parada mesmo? — Ah sim, você sabe se alguém ainda mora nesse orfanato? Uma velha, rabugenta, com cara de quem comeu e não gostou de preferência? Alias sua mãe deixa você andar sozinho por aí garoto?
Mas isso fez o menino dar um sorriso tristonho.

– Eu não tenho mãe, muito menos qualquer parente, eu moro aqui no orfanato... Mas você esta falando de Prudence?

Nicoly não conseguia acreditar no que ouviu. No mínimo pelo estado do lugar ele deveria ser interditado. Como deixavam alguma criança morar num lugar daquele jeito?

– Poderia me levar até ela Theo?

Theo assentiu fazendo seus cabelos negros e lisos balançarem fazendo Nicoly sorrir. Theo era realmente adorável. Parecia uma versão masculina de Agnes exeto pelos olhos que quando sorria se tornavam risquinhos.

Ao entrar Nicoly se deu conta que Prudence realmente não mudou nada. Pó e sujeira era vista por todo lado. Ouviu Theo espirrar 3 vezes consecutivas e sentiu pena do menino, estar provalvemente adquirindo alguma rinite por conta de tanto pó.

Nicoly tomou a liberdade de pegar na mão de Theo mas o mesmo gemeu de dor com o ato, fazendo a menina olhar o que causou tal dor.

E pronto essa era a gota d'água que faltava para fazer o que queria por tanto tempo. Prudence havia passado dos limites para Nicoly. Uma coisa era a governanta machucá-la, outra era bater nas mãos de uma criança por mero divertimento.

Seguiu até a sala e por sorte ou não Prudence não estava lá. E seguiu direto para a mesa onde se encontrava o telefone que de tão pouco uso nem devia estar funcionando, mas acredite ou não estava e ligou direto para a policia contando em resumo o que seria suficiente para Prudence chamar a cadeia de lar.

Enquanto falava no telefone Theodore a olhava com o cenho franzido tentando entender o que Nicoly dizia ao telefone, mas de confusão a cara de Theo passou de medo. Ainda mais para algo atrás de Nicoly que quando virou a cabeça deu de cara com Prudence. A única coisa que pode dizer ao telefone foi;

– VENHAM O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!

Largou o telefone e encarou a cara psicopata de Prudence.

– Parece que a cabelinhos de fogo não sabe o perigo que passa não é? — A cada palavra a governanta dava um passo e junto dos passos dava uma estalada no — nem tão desconhecido — chicote. — Agora você não me escapa garota.

Nicoly tentava em vão se desvencilhar das mãos de Prudence que agarravam com força seus cabelos. Theo olhava apavorado a cena. E sentiu tanta simpatia pela garota á sua frente que simplesmente não conseguia sair correndo dali.

E Prudence parecia tão absorta em sussurrar palavras de psicopatismo na ouvido de Nicoly que parecia ignorar a presença de Theo no cômodo. O menino pelo forma que fez os próximos atos era mais inteligente do que Nicoly imaginava para uma criança, pois com uma agilidade e tanta se aproximou das duas e pisou com força nos pés descalços de Prudence que berrou de dor soltando assim os cabelos de Nicoly, que sorriu agradecida ao menino.

Enquanto os dois corriam para chegar ate a sala onde Nicoly poderia usar a lareira Prudence surgia mancando atrás dos dois gritando pragas com extrema fúria.

Estava tão perto da lareira estava pronta para jogar o Pó de Flu. Mas nesse exato ouviram um estrondo e logo os policiais armados irromperam pela sala enquanto Nicoly gritava:

– É ela! É ela!

Theo assustado se colou no corpo de Nicoly que passou os braços pelos ombros do menino enquanto observavam Prudence ser algemada. Nicoly pediu que Theo juntasse suas roupas e descesse e ficasse na sala a aguardando enquanto trocava suas ultimas palavras com Prudence. Pediu aos policiais 2 minutos para se ''despedir''. Eles ficaram confusos com o pedido, mas permitiram ao verem que a governanta estava tão presa que não poderia causar mais danos.

– Sabe esperei todo o tempo que passei nesse orfanato dos infernos pra dizer isso, suspeita o que é?

– N-não — Prudence gaguejou. Não sabia do que Nicoly era capaz depois de tudo que fez.

– Queria tanto fazer você sangrar e sentir dor da mesma forma que eu e Kristopher passamos. Mas de certa forma sinto que você vai passar coisa pior na cadeia e isso é o que eu mais desejo, mas lembre-se Prudence, seja uma boa menina e não grite. – Para alguns o sorriso de Nicoly parecia sádico mas para ela era como se um peso fosse tirado de seus ombros.

Nicoly fez um sinal para os policiais levarem-na para a viatura. E novamente adentrou o orfanato que logo seria fechado.

Olhou em volta. Cada lembrança dos dias naquele lugar ainda vivas em sua mente. Olhou para o ultimo degrau da escada próxima. Foi ali. Ali onde Kristopher havia dado a pulseira com o pingente de Lua que pertecia antes á mãe dele.

Seu peito doeu, e uma lágrima solitária escorreu pela sua bochecha e fez esforço para não virem mais a seguir.

– Pra onde vamos? — a cabeça de Theo surgiu no vão da porta que ligava á sala.

Nicoly limpou a bochecha e sorriu carinhosamente.

– Só um momento e já vou. Tenho que te explicar umas coisinhas antes de irmos esta bem?

O mesmo apenas acenou e voltou para sala.

E dando uma ultima olhada prometeu a si mesma.

Estava na hora de apagar as más lembranças e guardar no coração as boas. Porque isso é o que Kristopher queria. Olhou para a pulseira e sussurrou:

– Vou seguir enfrente Kris, mas vai ser por você.

Seguiu para a sala. Não sabia como Theo poderia reagir ao saber do mundo bruxo, mas tinha que tentar. Pouco tempo que o conhecia e já sentia certa afeição pelo garoto.

Começou explicando apenas o básico entre ela ser bruxa e se ele aceitaria morar com também pessoas bruxas e a todo momento mordia o lábio inferior, afinal Theo não demonstrava expressão alguma e isso já estava á deixando ainda mais nervosa.

Quando finalmente terminou de explicar esperou a reação de Theo que com toda certeza, não era a que esperava, pois Theo pulou do sofá da sala e gritar:

– SÉRIO? QUE MANEIRO! EU POSSO SER BRUXO TAMBEM?!

Nicoly começou a rir. Realmente, Theo era mais parecido com Agnes do que pensava.

– Podemos resolver essa questão quando chegarmos á Toca.

Pegou o Pó de Flu que estava no seu bolso e pegou Theo no colo. E surpreendente ele parecia ser mais leve que Agnes e jogou o pó na lareira.

Quando chegaram Nicoly ajudou Theo que mesmo em seus braços ainda se sentia zonzo e por pouco o menino não teria deixado seu ursinho cair de suas mãos em meio a tantas lareiras que passaram.

Theo ainda nos seus braços, olhava cada canto da casa de forma admirada e Nicoly se lembrou da primeira vez em que chegara ali.

Quando chegou no jardim vi Agnes, Edith e Margot junto de Gina brincando de algo que Nicoly não sabia especificar provalvemente alguma brincadeira bruxa, e quando a viu correram ate Nicoly. Theo se escondeu na curva do pescoço de Nicoly provalvemente ainda tímido de estar em uma casa desconhecida por ele.

Agnes ficou nas pontas dos pés e perguntou curiosa;

– Quem é ele mamãe?
– Digam olá para Theodore o novo irmãozinho de vocês! (...)

Notas finais
Eai o que achram do meu ''comeback''? ashuashuahsu
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.