A Oculta

7 A Casa Abandonada


Notas iniciais
É...eu não corrigi o capitulo, então provavelmente deve ter um montão de coisas erradas...=]
Pois é...Achura voltou nós e como não podemos perder tempo, fugimos do acampamento para essa tal casa abandonada...

Depois de 3 meses de treinamentos, nós já estavamos abilidosos ao bastante de derrubar 2 dragões, todos juntos. Aprendemos e praticamos todos os dias, mágica de arco e flecha, passeios de semidragões (dragões pequeno e treinados para o acampamento), a parede de lava, lutas com monstros e etc. Nesse tempo nós tivemos nossas especialidades. Alex era a melor em arco e flecha principalmete com fogo, Peter e Jack eram os melhores em lutas com espadas, os dois viviam treinando e competido e eu descobri que tenho um grande poder de família, Mike me contou que meu poder é oculto e só o tempo ira liberta-lo, mais eu prefiro a luta de espadas e arco e flecha. Claro eu não sou tão boa quanto Alex e Jack mais eu sobrevivo. Também conheci todo o acampamento Aurora era sobretudo um acampamento de férias, mas que alguns campistas ficavam ali o ano inteiro, e eram tantos chegando que o lugar agora estava sempre lotado, mesmo no inverno.

Hoje, eu nem sei o qual é o meu mundo real, por mais que tenha passado 3 mases e eu vá fazer 16 anos eu aprendi que paciência é uma virtude. Mike disse que Achura chegaria em breve. Nós já tentamos achar a cabana abandonada mais nunca conseguimos ir muito longe, na maioria das vezes nós iamos escondidos de dois em dois.

- Alex que tal uma disputa de lutas de espadas ? — chegam Jack e Peter.

- Isso eu quero ver – disse Peter – eu e Jack vamos ser seus juizes.

- Eu também quero ser juiz – diz um garota de cabelos brancos e olhos azuis, estava toda suja e parecia muito cansada.

- Achura! — Falaram juntos Jack e Peter surpresos e assustados.

- Eu. — respondeu como se eles estivessem falado um coisa idiota. — Você duas devem ser Alex e Ivie, acertei.

Fiz que “sim” com a cabeça. Ela era totalmente diferente do que imaginava. Pelo que o Jack me disse ela era uma garota meio problematica, mais madura para a sua idade, por mais que agisse as vezes como criança, ela tinha consciência de tudo que fazia ou pensava, sempre planejava tudo antes de fazer besteira. Sempre se livrava de encrencas mais adorava ser pega, porque como ela mesma sempre diz “qual é a graça de fazer besteira, se ninguém souber “.

— Soube que você estam procurando a casa abandonada. — falou Achura um pouco suspresa – Vocês estam sabendo que lá é muito perigoso.

- Sim nós sabemos – disse decidida – Pode ter certeza que é para uma boa razão.

- Se esse motivo for proteger esse acampamento, pode ter certeza que vou ajudar. — disse sorrindo.

Achura ,Alex e eu conversamos todas as noite, falavamos de tudo. Ela nos conheceu e nós a conhecemos, pelo menos só o “básico” da vida dela. Ela mantem a vida pessoal dela em secredo, até hoje é um mistério, para todos. Muitos dissem varias histórias, mais uma noite, quando todos já estava dormindo e a lua estava cheia no céu, eu e Achura estavamos sentadas no gramado perto do lago conversado, faziamos aquilo praticamente todas as noites. Mas aquela noite ela viu a lua e me contou o que ela sabe de sua história.

Ela me contou que sua mãe se chama Maim Ithx e seu pai Miguel Mollis. O que ela conseguiu descobrir sobre seu passado é que sua mãe tem o poder da clarividência, consegue ver 5 minuto do futuro, uma vez por dia. E ela tem um poder nas mãos, de fogo maligno. Ela descobriu que seus pai foi amaldiçoado pela bruxa das almas, Maldacia. Seu pai era um anjo, de asas longas e brancas, olhos azuis e seus cabelos eram brancos. Mas, a maldição mudou completamente sua aparência.

Achura tinha um motivo para ir em missões tão dificeis, ela queria procurar seu melhor amigo de infância, Leo. Ela estava atraz dele para desfazer uma praga que estava destinada a sua mãe, mais Leo a salvará, e acabou virando um robor de coração frio. E somente ela poderia desfaser a praga.

Depois de dias planejando nossa fuga para procurar o mapa e salvar o acampamentos, nos 5 saimos com nossas armas e com algumas coisas de sbrevivência na selva. Saimos em uma madrugada de lua cheia e foram a tal casa. Achura ia na frente guiando o caminho. Passaram duas noites caminhando. E desviando de perrigos da natureza e de monstros inofensivos.

— Meus pés estam me matando. — disse Alex – vamos parar um pouco Achura.

- Concordo com a Alex, estou exausta. — disse sentando perto de uma arvore.

- Esta bem, vamos dar uma pausa. Mais assim que o sol aparecer nós vamos continuar. Eu acho que já estamos perto da casa abandonada.

Fizemos uma fogueira, e fizemos nossas mochilas que tinham mais comida do que apetrechos, de travesseiro. Achura foi a que dormiu primeiro e logo depois que Alex e Peter terminaram de pegar madeira pra fogueira foram dormir também, sobrando apenas eu e Jack acordados.

— E ai Ivie, tá gostado da aventura? — perguntou Jack olhando para Ivie, que encarando o fogo da fogueira.

- Estou. Um pouco . — adimiti, olhando para ele com um sorriso falso.

"ta doido, eu tô apavorada. Eu to olhando pro fogo, cheia de medo de sair alguma coisa do mato."

A noite estava bem tranquila e com um sereno bem fraco, esta bem agradavel para falar a verdade.

- Essa esta sendo uma coisa um pouco cansativa. — disse Jack se apoiando seus braços para traz, tentando olhar bem as estrelas. — Mais, esta também sendo divertido com todo mundo junto.

- É mesmo. – adimiti, com um sorriso verdadeiro, agora – Eu acho, que não importa aonde você estar, se você estiver com quem gosta.

Principalmente com essa vista das estrelas . — disse jack deitando na grama enquanto olhava para o céu. — Ivie .

- Fala

- Você conhece as estrelas ?

Deitei na grama devagar, colocando a minha cabeça próxima a dele.

- não, eu sempre quiz conhecer. — disse olhando para a noite brilhante

Jack então ficou contando para Ivie todas constelações que lembrava, e falou suas histórias. Eles ficaram admirando e conhecendo as estrelas. As vezes esbarravam seus olhares, mais Ivie sempre recuava . Ele gostava de conversar com ela e ela com ele. Mas, o sono tinha mais poder do que imaginava.

- Ivie. — falou Jack

- hum...- gemeu Ivie quase caindo no sono.

- Eu queria te contar uma coisa muito importante pra você, mais estou com medo de me afastar de você. — adimitiu Jack, mas ele não sabia que na hora que falava Ivie já estava dormindo. Ele apagou o fogo, e olho para ela dormindo sobre o luz da lua. Ele então percebeu a beleza que Ivie tinha. Cada detalhe, seus cabelos, sua pele...tão serena e tão bela. Ele beijou sua testa e dormiu.

O sol mal aparecera e Achura acorda, ela olha para onde estava e ver todos dormindo ainda. Ela olha por entre a floresta e ouve um barulho logo atraz dela, ela olha pra traz e não ver ninguém, curiosa, ela levanta sacudindo sua roupa já um pouco suja e vai para a direção de onde veio o barulho. Assim que começa a andar sai três passaros voando atraz dela, ela segue eles com os olhos até sumirem de sua vista, quando continua sua caminhada e ver um pouco distante dela um borboleta vermelha. Ela foi até aonde estava a bosboleta e começou a segui-la até perceber que achou a casa abandona. Ela olha para a borboleta vaondo em direção ao céu e diz em pensamento.

"Obrigada "

Achura vai até seus amigos, o sol já estava aparecendo entre as montanhas. Ela começou acordando Alex.

— Sai mãe, deixa eu dormir só mais um pouquinho, sua chata. — diz Alex se virando para o outro lado.

"Essa Alex, nunca muda mesmo"

Achura revira os olhos, e vai até Peter acorda-lo. Peter levanta se espreguiçando estalando quase todos ossos possíveis que podem estalar. Achura pede para ele chamar Alex e vai em direção de Ivie.

— Hoou, você dois. Acordem o sol já apareceu, vamos levantem seus preguiçosos. — Disse Achura já arrumando suas coisas.

Ivie senta e coça os olhos e Jack levanta de imediato e arruma suas coisas. Todos levantados alimentados e um pouco sonolentos, e Alex quase dormindo em pé. Seguem Achura.

— Eu encontrei a casa abandonada . — diz Achura atraz de um arbusto apontando para uma casa. Ela é uma pequena e de madeira, toda quebrada e surrada.

Assim que chegam perto das escadas, bem na entradas, nas escadas aparece um charada escrita em branco “Onde um pode ver mais não pode ser visto, só assim pode ser envadido.”

- Bom, pelo que eu entendi, só uma pessoa pode ver o local onde pode abrir a porta pra nós entrarmos. — diz Alex, olhando para a casa. — Alguem esta vendo alguma coisa diferente. Porque eu não estou vendo nada de diferente, porque também eu nunca vim aqui então é quase tudo diferente mais...nada de estranho ou sobrenatural.

- Ivie. — diz Achura olhando para o colar de Ivie. — Você pode tentar ?

Ivie entendeu o que ela estava falando, então Ivie tirou seu cordão assim que abriu os olhos, um olho estava azul e outro vermelho. Ivie olhou para a casa e viu duas coisas diferentes, um mascara africana que estava dentro da casa, estava com uma cor diferente e um quadro que estava do lado de fora da casa.

- Eu vi uma mascara dentro da casa, e um quadro do lado de fora. Eu acho que só vamos conseguir acertar com o arco e flecha. — falei .

- A eu to vendo o quadro. — diz Alex pegando o arco e apontando a fecha no quando, bem na hora que ela ia soltar a flecha...

- PARA ! — grita Peter, impedindo Alex de soltar a flecha. — O quadro é uma armadilha.

- Como assim ? — perguntou Alex. — Eu to vendo ele ali.

- Por esse motivo mesmo. — diz Jack. — Como mesmo a charada diz, “Onde um pode ver, mais não pode ser visto...”, só quem pode ver é a Ivie e você consegue ver o quadro então o alvo é a mascara.

Alex abaixa o Arco, se sentindo uma idiota.

"idiota"

- mais como eu não posso acertar aquilo que eu não posso ver, Ivie você acerta o alvo.

- Mas eu sou péssima em arco e flecha.

- Você tem que tentar. — diz Achura .

Ivie olha para Alex, que fala "vai, não tem problema", então Ivie pegar o arco e flecha e tenta mirar. Mais era mais dificil que parecia. Mas arriscou e soltou a flecha, que foi no canto da mascara quase erra a mira. Então automaticamente, a charada some da escada e a porta se abre. Achura entra com a sua adaga nas mãos, logo atraz Jack, Ivie, Alex e Jack, prontos para qual quer amardilha ou ataque. Ele começão a procurar, até que Peter acha um baú.

- Gente, eu acho que encontrei alguma coisa. — grita

Ele pega sua espada e abre o baú. Nele estava um mapa, Assim que ele pegou as portas e janelas fecharam. Todos ficaram atentos, as armadilhas estavam ativadas.

Notas finais
Huum...o que vai acontecer..fiquem atentos ao próximo capitulo =]
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Você chegou ao fim do livro. Parabéns!