A Nuvem

2 O Pai


Notas iniciais
Foi mal pelos caps curtos ;-; Por enquanto acho que nessa semana vão continuar curtos por causa da prova. Mas prometo que depois vou tentar no minimo fazer cada cap. com 1000 palavras ^^ Boa leitura :D

Isso estava ficando estranho demais. A cidade estava vazia. Sem nenhum movimento. Depois um garoto vestido de astronauta aparece atrás de mim, do nada, e fala que conhece meu pai. Mesmo nem eu conhecendo meu pai, menos ainda esse tal menino.

–Você têm a mesma mente de seu pai.- Ele disse, como se havia entrado em minha mente.

Como ele sabia disso? Será que ele havia lido minha mente? Acho que não coisas dessas não existem... Aliás nada daquilo existia.

–Você leu minha mente?- perguntei, arqueando uma das minhas sobrancelhas.

–Não, nós não fazemos isso... Dá pra perceber pelo seus olhos.

Piorou. Meus olhos eram o tipo mais comum de se ver, castanhos, cílios longos, normais.

– Pelo meu olho? Como você faz isso?- Estava tentando descobrir. Olhando para os olhos dele.

– Cada um de nós temos uma diferente habilidade. Os seres humanos não conseguem ver o que fazemos. E se verem, chamam de ilusão. Você deve estar despertando sua habilidade, por isso eu vim aqui.- Ele explicou com um sorriso no canto da boca.

Minha mente havia revirado de ponta cabeça. Algumas cenas piscavam na minha cabeça.

"Ela tem que ficar. Cada um de nós ficamos na terra dos mundanos por um tempo. Mesmo ela sendo nossa filha, vai ter que ficar por aqui"- Uma voz forte ecoou dentro dos meus ouvidos.

–Deve estar lembrando agora. Todos nós vivemos na terra dos mundanos por um tempo. E depois descobrimos nossa verdadeira existência.- Ele colocou o capacete de volta- Vamos, estamos atrasados.

–Vamos? Para onde?- Perguntei afastando dele.

–Ué, pro nosso mundo. Onde todos nós vamos após despertamos nossas habilidades.-Ele apontou para mim.

– Meu pai está lá?- perguntei. Queria noticias dele.

–Sim, o seu pai está lá com a gente.

– E como eu faço para ir para esse lugar?

–Eu sei o caminho, te levo até lá.-Respondeu, estendendo à mão.

–Posso até ir. Mas antes, você tem que me responder uma coisa.- Uma troca, nada justa.

–Pode perguntar.

–Cadê todos da cidade?- Obviamente que isso não era comum.

–Não tem ninguém nessa cidade. Há anos.- Ele respondeu erguendo os ombros.

Seria uma ilusão? Mas eu conhecia todos daquela cidade. E agora ninguém estava na cidade. Há anos.

Coloquei a minha mão sobre à dele. E ele me devolveu com um sorriso, por dentro do capacete. E quando vi não estava mais na ponte.

"Será que vão contar para ela agora?"

"Hm... Acho que não, geralmente contam depois"

"Deve ser porque se contassem para ela agora, provavelmente iria pirar"

Notas finais
Ixi... Quanto mistério! Esse capitulo foi só para explicar umas coisas, e confundir outras (risada maléfica) Valeu por lerem ^^ Falem comigo nos comentários ;)