Notas iniciais
Desculpem a grande demora. Esse capítulo foi a fofa da Manu que escreveu, então boa leitura :)

Subimos na carruagem e esperamos as portas se abrirem.

O hino começou a tocar e entrou o 1, o 2, o 3 e até que enfim, nós, o Distrito 4. Senti uma energia vinda da plateia que estava berrando e jogando flores exatamente no momento que eu e Caleb entrelaçamos nossas mãos e erguemos. Foi maravilhoso, vi que Finnick e Annie nos olhavam encantados.

Até que o hino parou de tocar e o presidente começou a falar:

– Senhoras e senhores, povo de Panem, sejam bem-vindos, tributos, à septuagésima edição dos Jogos Vorazes. E que a sorte esteja sempre ao seu favor!

Depois de todas as baboseiras habituais do presidente Snow, nos direcionamos aos elevadores onde estavam os tributos do Distrito 9. Nos cumprimentamos com um aceno de cabeça e não deixei de notar que eles pareciam dóceis, com a aparência de 13 anos. Chegamos ao nosso andar e nos despedimos deles. Fui para o meu quarto me trocar e me limpar para jantar. Sentei-me na mesa e senti o cheiro de peru coberto com molho de maracujá, meu prato preferido até agora. Percebi que haviam taças que continham um líquido azul, provei e gostei. Começamos a comer, e Finnick falou:

– Uau, o desfile de vocês estava perfeito. Acho que se mamãe e papai ainda estivessem vivos, estariam orgulhosos de você, Bea, mais do que já eram e ainda são, mesmo onde quer que estejam.

Dei um sorrisinho e Caleb também. Annie acrescentou:

– Seus pais devem estar orgulhosos de você também, Caleb.

– É,acho que sim -­ Caleb disse.

Terminamos de jantar e veio a sobremesa que tinha um nome estranho, acho que era Banoffi. Devoramos e fomos para os nossos quartos. Dei um beijo de boa noite em Finnick e Annie e fui me deitar. Adivinhem: eu não consegui dormir! Fiquei perambulando até achar uma janela perto da sala de estar. Caleb estava lá também.

– Não consegue dormir? — ­perguntei a ele.

– Não, infelizmente. Acho que é toda essa pressão sobre nós, sabendo que podemos morrer em menos de uma semana. Isso me assusta, e muito. -­ respondeu-­me ele.

– É, acho que todo mundo está um pouco assustado.

Seguiu-­se um silêncio, até que resolvi quebrá-lo.

– Caleb, preciso me abrir com você. Tem alguns dias que venho notando que eu gosto de você mais como um amigo. Eu... te amo.

Mais um cinco segundos de silêncio se seguiram, até que ele disse:

– Eu te amo desde que ficamos amigos! Todo esse tempo eu nunca deixei de te amar.

– Eu acho que eu também te amo desde que nos conhecemos. Desculpe se demorei pra perceber.

Então ele me puxou para perto dele e me beijou.

Continua...

Notas finais
Reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.