Notas iniciais
deixemos o sangue rolar... muahahamuahahamuahahamuahaha

Mario ja começava a achar que morreria de bicadas quando sentiu um peso enorme contra o peito e foi atirado para longe da nuvem negra de plumas. O peso se revelava ser Michelle, que correra na direção dele e se atireara ao ar. Ela o levantou do chão e correu em direção ao carro dela, estacionado atras da igreja, o buquê de rosas vermelho-escuras perdendo petalas pelo caminho.

Ela abre a porta e empurra Mario para dentro, os corvos voando na direção do carro, uns três ja estavam proximos o suficiente para atacar. E dois acabam entrando no carro, o terceiro é morto quando a porta bate em sua cabeça espalhando sangue pelo banco de couro preto.

Michelle da a volta e entra no carro trancando a porta, e os corvos se amontoam nos vidros, se chocando e trincando-os.
Os dois corvos dentro do carro continuam a bicar Mario, um esta em sua cabeça bicando-lhe a testa, que ja esta ensanguentada, e o outro na perna, bicando a barriga, ou arranhando a coxa com suas garras.

Com um ataque do buquê ela espanta um para a parte de trás do carro, o outro Mario agarra com as mãos e guarda no porta-luvas.Quando o corvo ainda disposto a brigar se lança para a parte da frente do carro. Mario o acerta com um soco desfalecendo o animal sanguinario.

Mario: O que esta acontecendo?

Michelle: Não sei, nunca aconteceu antes. Eu é que não vou ficar aqui, daqui a pouco o vidro vai quebrar.

Ela liga o carro e acelera o suficiente para que nenhuma das aves acompanhe. Ela pega o celular e liga para alguem.

Michelle: Ola Steve, tranque as janelas e deixe a garagem aberta, e se quiser espantar os corvos do telhado eu agradeço. Beijo, até mais.

Mario: Quem é Steve?

Michelle: Meu empregado, não se assuste quando o vir, ele é realmente feio, porem é bacana se você fala com ele com o respeito devido, ele tem uns sessenta anos e ainda cuida da minha casa.

Mario: Aja disposição.

Michelle: Não, ele é só o capataz, ele meio que só vigia os outros e da ordens.

Mario: Os corvos estão lá pra tras ja, mas mudando de assunto, quantos empregados você tem?

Michelle: Três, dois homens e a Tyfani, claro, mais o Steve. Quatro ao todo.

Mario: Uau, e a sua familia vive na mordomia não?

Michelle: Que familia? Não tenho mais ninguem. Eles morreram num acidente a anos.

Mario: Desculpe, não sabia.

O cenario do lado de fora do caro era triste e negro, afinal, as casas eram todas de madeira aprodecida, parecia que a cidade era deserta.Chegaram então a uma mansão toda branca, ainda limpa e viva.Ao entrar na garagem ele percebeu que estava seguro, afinal, o unico corvo na casa se debatia dentro do porta-luvas.

Ao conhecer os empregados ele ficou espantado. Como uma moça feliz vivia com aquelas pessoas, todos exceto Tyfani andavam se arrastando como zumbis e tinham na cara expressões abobalhadas.Qunado responderam ao oi dele ele ficou espantado, esperava que só fossem dizer \"Miicheeeeeeelle\" ou então \" Caaaaaarne\".

Ao mencionar isso para Michelle ela gargalhou. Tyfani era palida, tinha cara de assustada e sempre que Mario lhe direcionava os olhos ela apontava apavorada para as janela, sempre cheias de corvos a encara-lo. Foi então que ele notou uma peculiaridade, todos os corvos tinham as iris vermelhas cor de sangue.

E foi somente por causa disso que ele pensou que aquilo fosse algo mais do que uma mera coincidencia.

Michelle: Mario, venha conhecer meu lugar favorito da casa.

Ela o guia até uma porta dupla toda de marmore branco, e quando a abre Mario fica espantado.

Mario: Uma biblioteca?

Michelle: Aqui tenho acesso a livros de mitologia e de hisotrias ficticias que me dão ideias para os jogos que crio. E ainda adoro ler todos os outros.Você pode olhar por ai. Só recomendo que não olhe todos os quadros. Meu padrasto tinha mania de colecionar artes bizarras, alguns retratam a morte, outros retratam antepassados meus morrendo, tem um inclusive onde eu estou morrendo.É tradição dele fazer isso. Minha familia toda é estranha.

Mario anda pela biblioteca e observa mais os quadros que os livros, até que acha no final das varias estantes o maior quadro da sala, nele tem um corvo esfaqueado por um punhal dentro de um pentagrama de sangue, ele sabe que é se sangue pois a pintura foi feita com sangue no lugar da tinta vermelha, e parecia ter sido pintada a muito pouco temepo, então ele vê o quadro onde Michelle está morrendo enforcada, logo na parte de cima da forca, há um corvo olhando-a. Então ele procura titulos na estante e acha um livro deveras interessante.

\"Tradições de sangue, as maldições lançaveis em uma familia inteira\"

Ele começa a folhear o livro e acha uma pagina com a maldição dos corvos. O que o intriga é que na foto do capitulo há um corvo de iris vermelhas, e ao ler ele se espanta, a maldição diz que quando um membro da familia se recusa a casar com alguem predestinado, a familia inteira morrera nas garras de corvos e a pessoa só quebrara a maldição se casando, porem os corvos tentaram impedir isso com sua maxima capacidade. Ele acaba de ler e vê que Michelle está atras dele.

Michelle: Você não devia ter pego esse livro.

Mario: Michelle, você está amaldiçoada não está?

Ela desata em lagrimas e começa a explicar.

Michelle: Era tradição nos casarmos com uma familia rica, assim nossas familis sempre seriam ricas. Mas eu amava outra pessoa, e então todos morreram, não sobrou nem mesmo ele, meu amor.

Mario: E como você ainda não se casou sendo assim tão bonita?

Michelle: Os corvos smepre assustam os homens, eles matam todos os homens da cidade e as mulheres fugiram daqui com medo. Eu não quero mais viver asism, é muito dificil, mas quando vou me matar os corvos me impedem, e tudo sempre acaba igual ao começo, já estou vivendo a cem anos assim.

Qaundo mario a abraça, ele vê o quadro onde ela esta morrendo enforcada, e nota que um corvo esta pousado sobre a força, bicando a corda. E ele então tomou sua decisão.

Mario: Michelle, aceita se casar comigo?

Notas finais
deixem reviews e lembrem-se, a fic não acabou ainda ^^