A Noiva de Corvos

1 A Noiva Solitaria


Notas iniciais
espero que esteja a altura da sinopse, xD
Era impossível um carro quebrar perto de um mecânico, tanto quanto era impossível uma cidade sem mecânicos. E ao notar que duas coisas impossíveis ocorreram, ele vê uma terceira que sempre achou impossível ocorrer, achar uma mulher linda, em um vestido de noiva, sentada na porta da igreja.

Ele achava isso impossível pois se ela dissesse sim todos comemorariam na festa, e se dissesse não a familia a levaria chorando pra casa, mas esta chorava só, sequer se via um boa alma, como o padre, acalmando-a.

Então, como bom cavalheiro, Mário foi até lá, exibiu seu sorriso branco, jogou pro lado os cabelos negros, lisos e curtos. E perguntou carinhosamente.

Mário: Olá, sei que você deve estar passando alguma dificuldade, então que tal um acordo? Eu te ajudo em seu problema se você me ajudar com o meu — ele da um sorriso e estende a mão — sou o Mário, e meu problema é meu carro, preciso de um mecânico.

Michelle: E eu sou a Michelle — as lagrimas rolavam menos agora, e ela havia parado de soluçar — e eu preciso de um noivo.

Mário: Bom, eu já sou atualmente casado, estava indo a caminho da praia , minha mulher foi ontem a noite com as crianças, mas eu tive trabalho.

Michelle: Trabalha com o que?

Mário: Vendo peças de carros, mais especificamente peças de metal que devem ser trabalhadas em maquinas.

Michelle: Que legal, eu vivo auqi na vila e estou somente na base de uma herança, não há trabalho por aqui, e mesmo se houvesse, não domimo bem coisas rurais, eu tenho um site de jogos on-line, sou programadora, e com a ajuda de amigos de outros lugares eu poderia me sustentar sozinha se quissese, mas a herança é alta e pretendo gasta-la enquanto sou jovem, ja fiz uma poupança mesmo. É só aguardar o futuro.

A conversa é cortada pelo grasnar de um corvo, e o mesmo se encontra no telhado da igreja, com outros cinco corvos.

Mário: Esse pensamento é problemático Michelle, se algo der errado vai viver com a renda de um site de jogos online?

Michelle: Tenho me virado muito bem até agora. Mas já falamos demais do meu problema, e quanto ao seu?

Então ouve-se mais um grasnar, Mário olha pra cima e o teto todo da igreja está tomado por corvos, as arvores proximas estão carregadas, pela contagem estão lhe encarando mais de trezentos pares de olhos.

Mário: Meu problema — ele fala pausadamente olhando os corvos — é que — e então percebe que ele está recebendo todos os olhares de volta — meu carro quebrou, ele simplesmente parou.

Michelle: Você já sabe o que ele tem?

Mário: Qual a desses corvos? Eles são os mascotes da cidade e não gostam de visitantes?

Michelle: Aqui esses corvos tem aos montes, mas se os estão incomodando, quer ir até minha casa? lá acho eles não entraram, e você poderá usar meu telefone para chamar um mecânico de longe, na nossa cidade não há nenhum mesmo, afinal, ela é tão pequena que não se necessitam de carros.

Mário: Tudo bem, afinal, meu celular está fora de área.

Ele na verdade só estava curioso para saber o por quê daquela cidade tão parada possuir uma moradora ão viva e cativante, não que se sentisse atraido, ele tinha sua mulher, mas sua curiosidade poderia lhe render uma amiga, ou uma outra coisa, algo mais escuro, porque ao pegar na mão dela e levanta-la do chão, os corvos levantaram vôo e passaram a ataca-lo dando rasantes sobre ele bicando-o e arranhando-o... E sequer chegarma perto da noiva, na verdade, os rasantes que não atingiam passavam somente entre os dois, como uma barreira viva contra Mário, e agora, o que fazer?

Notas finais
deixem review hein? e me digam se já esta num bom clima, mas tbm, daqui pra frente só piora...