Notas iniciais
Esse capítulo n ficou muito bom, mas leiam e digam "ficou legal", "vc é foda" e etc., um pouco de incentivo é sempre bom apskpakspapskpskpspaskaskpa Boa leitura.

No dia seguinte, fui a primeira a levantar de todos do chalé 6, estava empolgada para hoje e principalmente para amanha, havia arrumado um lugar especial para ‘sabedoria’ no meu quarto, na cabeceira da minha cama e logo ao lado de ‘sabedoria’ estava minha foto com meu pai, só de pensar em papai já sentia um aperto no coração, havia 4 semanas que eu não o via, então resolvi me arrumar para treinar com a minha primeira espada, coloquei uma calça jeans rasgada, um tênis Adidas e a habitual blusa do Acampamento, tomei meu café e logo fui para a arena de esgrima, mas dessa vez, eu vou treinar com minha própria espada, pensando alto eu disse girando a espada em minha mão:

–vamos ver qual é a sua ein.

–a da espada eu não sei, mas a minha e você. –disse alguém atrás de mim.

Sem olhar pra trás, eu disse:

–ah Pedro, não pense que irá me distrair fácil – em um giro rápido, cortei com extrema facilidade a cabeça do boneco de palha a minha frente, e virei-me para Pedro – eu sei qual é o seu jogo.

Pedro se aproximou de mim, olhou em meus olhos e disse:

–e você gosta?

–do que? — eu disse.

–gosta... Eu sei que gosta.

–você não sabe nada sobre mim. –eu disse séria.

–não preciso saber de tudo e você é que precisa lembrar que eu sou filho de Afrodite, sei das coisas, ainda mais quando isso tem a ver comigo. –disse Pedro com a cara colada na minha.

–não me esqueci disso. – eu disse.

E Nessa hora, empurrei Pedro para longe e corri para investir ‘sabedoria’ contra ele, que logo caiu em si e pegou sua espada, Pedro se defendeu, e a luta realmente começou. Com o punho de minha espada, bati no peito de Pedro que pareceu não sentir grandes efeitos e logo percebi que sua armadura era blindada. Pedro me atacou, consegui me esquivar do seu golpe que ia em direção ao meu braço, ele me cercou e investiu contra mim com sua espada. Logo senti meu braço esquerdo arder e sangrar e vi que Pedro acertou seu golpe, mas rapidamente fiz o mesmo com seu braço direito. Mas algo diferente aconteceu, o chão abriu no que me parecia uma armadilha e Pedro e eu caímos com tudo em encontro ao chão duro eu bati minha cabeça numa pedra e disse:

–Droga! Mas o que é isso? Pedro você esta aí?

–Vaiollet o que você fez? — disse Pedro andando em minha direção.

–Eu não sei de nada, achei que você soubesse.

–Pois estou tão confuso quanto você.

–Já sei! Isso deve ser coisa do chalé 11, apareçam seus pestinhas! – Eu disse.

–Vall, isso aqui está muito simples, nenhuma zuação, isso não parece brincadeira. – disse Pedro olhando pra cima.

–Vou sair daqui – eu disse, tentando escalar a parede- Ai, meu braço, está doendo, eu não consigo.

–Me desculpe. Temos que pensar outro jeito. –Disse Pedro olhando pra mim.

–eu não sou boa nisso, que tal gritar?

–SOCORROOOOOOOOOOOOOO – gritamos em uníssono.

–Acho que não tem ninguém por aqui perto. – disse Pedro.

–E agora?

–Agora a gente espera. – disse Pedro.

–Affe, odeio esperar. – eu disse me sentando e encostando-me à parede.

–melhor colocar algo nesse ferimento, eu tenho um pouco de ambrósia, toma. – disse Pedro.

–tem gosto de chocolate. – eu disse comendo a ambrósia.

–Sua espada é linda. – disse Pedro.

–é mesmo. – disse fechando as asas de coruja no punho de minha espada que se transformou em um colar.

Coloquei meu colar e fiquei olhando, olhando os detalhes, milimetricamente pensados e forjados e comecei a pensar em tudo o que havia acontecendo nesses últimos meses, que dizer “mês”, mas parecia que havia séculos que eu vivia naquela adrenalina constante do Acampamento Meio-Sangue, até que escutei algo ao longe.

–ta escutando? — disse a Pedro.

–shiuuuuuu. –disse Pedro me mandando ficar quieta.

O clima do acampamento estava esquisito, dava pra escutar ao longe pessoas agitadas e eu já estava ficando preocupada com aquilo.

–Ta pensando o mesmo que eu? — disse Pedro.

–depende do que você ta pensando. –eu disse me levantando.

–monstros. – disse Pedro.

–mas isso é impossível, não tem como haver monstros no Acampamento.

–nada é impossível.

–shiuuuu, ta ouvindo? — eu disse.

–O que? — perguntou Pedro.

–Isso mesmo, nada. Parece que voltaram ao normal.

–Agora é que temos que sair daqui. Espera to escutando algo, shiuuuu. – disse Pedro.

–vamos parar com esse ‘shiuuuuu’, já ficou chato. –eu disse cochichando.

Pedro fez sinal com a mão para que me calasse, alguém estava se aproximando, eu escutava passos tensos, rapidamente apertei as asas de sabedoria que logo se transformou em espada. Pedro pegou sua Adaga, e nos dois ficamos em posição de ataque. Alguém disse:

–Tem alguém aí?

Pedro olhou pra mim e eu olhei pra ele, preferimos ficar calados.

–Vall? Pedro? Sou eu, Bervely. –disse chegando perto do buraco onde estávamos.

Consegui enxergar Bervely, e fiquei aliviada.

–que susto! Da uma ajudinha ae? — disse Pedro.

–Claro, trouxe uma escada. –disse Bervely.

–Espera, você sabia que precisaria de uma escada? — eu disse erguendo a sobrancelha.

–Sim. –disse Bervely, colocando a escada no buraco pra gente subir.

–e porque veio só agora? — perguntou Pedro enquanto eu subia a escada.

–Anh, digamos que uns monstros estavam rodeando o Acampamento, e eles estavam atrás de você Vaiolett. Quíron pediu que umas filhas de Deméter fizessem um buraco para que vocês ficassem uns tempos longe das entradas do Acampamento.

–o que? atrás de mim? o que eu fiz? — eu disse.

–eu não sei, só sei que agora eles já foram embora, por algum motivo que ainda não sabemos.

–e o que fazemos agora? — disse Pedro, puxando a escada de volta.

–fiquem no acampamento e façam uns curativos nesses ferimentos, amanhã ainda teremos caça à bandeira.

–claro, a gente passa na enfermaria, amanha é o dia da caça, preciso estar renovada seja lá o que esses monstros queriam comigo, me fez ficar tensa. –eu disse.

–acho que vou desmaiar na enfermaria mesmo. –disse Pedro.

–acho que eu também, Bervely você poderia pedir a Fleen pra levar algo pra gente comer mais tarde?

–claro.

–Então até amanha. – eu disse.

–Ate mais. –disse Pedro.

Pedro e eu caminhamos até a enfermaria, chegando lá, fizemos os curativos e fomos nos deitar, havia mais alguns semideuses feridos na enfermaria. Virei-me para Pedro e disse:

–O que será que queriam comigo?

*Silêncio*

–Pedro? você está acordado?

*Silêncio*

Ou Pedro estava em outro planeta, ou simplesmente dormiu (o mais provável), então resolvi fazer o mesmo.

Notas finais
não sei o que dizer.... NÃO USEM DROGAS! só FDL ok?