A Ninja Girl Loves the Hokage Son
2 Capitulo 2
Notas iniciais
Na sala, Shino, o sensei dos insetos, se encontrava na frente da sala.
– O que somos? — Perguntou ele, num tom animado.
– NINJAS! — Gritaram os alunos, animados também.
Sarada gritou animada. Olhou para Boruto e o viu gritar, mas desanimado e bravo.
– E o que queremos? — Ele gritou, novamente.
– SER HOKAGES! — E Boruto ainda estava rabugento.
" Mamãe disse que Boruto era igual o pai dele. Seria legal ter conhecido o Hokage Naruto quando criança. " Sarada pensou e riu levemente.
" Mas ele é um idiota. Sério, mamãe já disse isso. O Hokage Naruto pichava o muro dos Hokages. Eles são filhos um do outro, mesmo. " Ela pensou novamente, sorrindo.
– E como vamos nos tornar? — Ele gritou, novamente.
– A QUALQUER CUSTO! — Todos gritaram, e dessa vez, Boruto rangeu os dentes.
– Muito bem. — Shino falou, observando a sala.
– AH, PARA! — Boruto gritou.
A atenção para ele foi realmente grande, fazendo com que todos olhassem pra eles.
– O que foi, Bolt? — Shino perguntou, com uma cara de confuso.
– ESSA PORRA DE AULA ESTÁ CHATA! VOCÊ NÃO FAZ NADA ALÉM DE GRITAR COISAS IDIOTAS PARA TODO MUNDO!
Pouco tempo depois, Boruto foi chamado a diretoria e junto com Naruto.
– O que aconteceu, Shino? — Perguntou Naruto, o Hokage.
– Seu filho gritou com o professor e falou palavrão na sala. — Ele disse, olhando sério para Naruto.
– Ah, Bolt, pelo amor de Deus. Por quê faz isso? — Ele perguntou, olhando calmamente para Boruto.
Boruto cruzou os braços e exclamou, bravo:
– Ah, eu não quero saber!
A nostalgia começou na cabeça de Naruto. Seus 7 anos se foram incrivelmente rapidos e incriveis, a melhor idade dele.
Naruto sorriu na direção de Bolt, que olhava para o outro lado, bravo, e logo depois olhou para Shino.
– Obrigado pela atenção, Shino.
– Disponha, Grande Hokage. — Ele disse, ainda sério.
Sarada observava tudo pela porta da sala de aula, que era uma boa área para observar a diretoria.
" Humpf, o Bolt, de novo? Aposto que o Grande Hokage não aguenta mais ver esse lugar. " Pensou ela.
Sem ao menos terminar de pensar, Sarada foi empurrada para fora da sala. Um garoto a havia empurrado.
– Hahaha! Olhem essa garota, que estúpida! — Ele riu, todos fazendo o mesmo.
Apareceram mais garotos, só que, dessa vez, com ovos.
Os ovos voaram rapidamente na direção de Sarada, a sujando e fazendo os outros rirem cada vez mais.
Boruto, da diretoria, olhou para trás e viu Sarada. Se levantou e correu até ela.
– Bolt! Boruto, volte aqui! — Gritou Naruto da sala da diretoria.
– Parem já! — Gritou Bolt, com uma confiança enorme na voz.
Os garotos olharam para Bolt e riram, gargalhadas altas.
– Quem vai nos parar? Você, nanico?! — Eles disseram, rindo e se divertindo cada vez mais.
Boruto ficou nervoso e avançou na direção deles. Um dos garotos desviou, empurrando Boruto ao chão. Começou a dar chutes e socos neles.
– Ei, parem! — Naruto gritou, correndo na direção deles, mas eles não deram bola.
Naruto começou a apelar. Fez dois clones e começou a correr na direção dos garotos, com um Rasengan preparado nas mãos.
Já destruido, Boruto olhou para trás. Viu o pai e, quando ele ia ataca-los, Boruto levantou rapidamente e segurou a mão do pai.
– O que?! — Naruto exclamou, bravo.
Bolt arfava.
– O que você fez, Bolt?! — Ele gritava, num tom de briga.
– Pai... Sempre poupe seus oponentes. Dependendo de quem eles sejam.
" Bolt... " Pensou Sarada e Naruto.
Sarada, sem motivo algum, desmaiou.
Boruto, rapidamente, pegou Sarada no colo e a levou para o banheiro.
Lá, ele lhe deu água e a limpou.
– Vamos Sarada, acorde! — Ele exclamou, meio nervoso.
Aos poucos, a garota começou a abrir os olhos.
– Bolt... — Ela disse, olhando embaçado.
– Você desmaiou. — Disse Boruto.
– Você foi muito corajoso naquilo. — Ela disse, sorrindo pra ele. — Mas ainda te odeio.
– Tudo bem, eu também. — Bolt sorriu, saindo rapidamente para a janela.
Levou Sarada até a casa dela.
– Oh meu Deus, Boruto! O que aconteceu com ela?! — Exclamou Sakura, a mãe da tal, aterrorizada.
– Atiraram ovos nela. — Ele disse, a deixando em sua cama.
– Obrigado, Bolt. Nunca achei que faria isso. — Ela disse, sorrindo fraco.
– De nada, senhora! — Falou ele, saindo dali.
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